sábado, 21 de agosto de 2010

Mente dividida - Resumo Semanal - 21/08/2010 a 21/08/2010

MENTE DIVIDIDA
Resumo Semanal - 15/08/2010 a 21/08/2010

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Amando irmãos e irmãs - 21/08/2009 a 22/08/2009

Sexta, 21 de agosto

Opinião
A religião do amor


O poeta indiano que escreveu que o mundo tem apenas uma religião – a religião do amor – pode parecer irreverente e blasfemo. Contudo, a seguinte paráfrase de seus versos deve nos ajudar a ver as coisas de maneira diferente:

Aqui está alguém cego demais para ver seu irmão que mora ao lado;

Como, então verá a Deus que é invisível?

O poeta parece ter sido inspirado pelas palavras do apóstolo João, que disse: “Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus’, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4:20, NVI).

O estudo desta semana nos chama de volta ao cristianismo prático enfatizado por Jesus quando respondeu a um escriba que Lhe pediu que dissesse qual é o maior mandamento (Mc 12:28-31). Jesus não apenas mencionou qual é o maior mandamento, mas mencionou também o segundo, sem o qual o primeiro permanece incompleto e ineficiente.

O “primeiro” e o “segundo” mandamentos (a sinopse do decálogo) nos mandam amar ao Deus verdadeiro com todo o nosso ser, e nosso próximo como a nós mesmos. Desde o princípio da história humana, tanto por preceito como por exemplo, a Bíblia toda tem nos mandado praticar esses aspectos gêmeos do amor divino.

Nada menos que amar nosso próximo – até o ponto de dar a própria vida, se necessário – pode adequadamente retribuir o supremo amor de Deus que enviou Seu Filho para a cruz em nosso lugar. O fato de que alguém não pode odiar seu irmão ou irmã visível, e ainda afirmar que ama o Deus invisível é vividamente ilustrado por Caim que, professando amar a Deus – mas sem compreender esse amor –, ofereceu um sacrifício errado e odiou seu irmão Abel tão amargamente que o assassinou.

Deus é o originador da vida e do amor. Como filhos de Deus, desenvolveremos um amor como o dEle e alegremente guardaremos Seus mandamentos, que são práticos e não são penosos. Se não mostrarmos caridade cristã pelos menos afortunados, como podemos dizer que amamos a Deus e guardamos Seus mandamentos? Se estamos fundamentados com Deus num relacionamento de pai e filho, mostraremos Seu amor de maneiras concretas e teremos confiança no dia do juízo.

Mãos à obra

1. Discuta com seu irmão ou irmã, ou dentro de sua unidade da Escola Sabatina, por que os que nos são mais próximos podem, às vezes, ser difíceis de ser amados.
2. Avalie se o fato de ter irmãos e irmãs em Cristo de culturas diferentes da sua influencia a quantidade de amor que você sente por eles.
3. Resuma cada um dos Dez Mandamentos como amor para com Deus e amor para com o próximo.
4. Entreviste alguns colegas de unidade ou membros da igreja sobre ocasiões em que eles foram ajudados (amados) por outras pessoas, talvez durante um sofrimento físico, um tumulto emocional, uma necessidade financeira ou morte na família.

T. I. Varghese | Pune, Índia

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Da Insensatez à Fé: O Apóstolo Pedro - 21/08/2008 a 23/08/2008

Quinta, 21 de agosto

Aplicação
Confiando nas promessas

Quando Jesus disse a Pedro: “Apascenta as Minhas ovelhas”, sem dúvida, o desencorajado pescador não tinha idéia do que estava por vir, nem do papel que teria na igreja do Senhor. Embora vejamos, em Atos, Pedro cumprindo essa ordem, podemos ver também esse papel no fato de que o mesmo Pedro foi autor de duas Epístolas, assim “apascentando as ovelhas”, não só em seu tempo, mas por toda a história da Igreja.

7. Escolha qualquer capítulo, de qualquer uma das epístolas de Pedro. Leia-o do início ao fim, ore e tente imaginar o caráter da pessoa que o escreveu. O que você pode aprender sobre o novo Pedro de que você leu nesse capítulo?

Como seres humanos, às vezes somos rápidos em insistir em algo, porém mais tarde fazemos justamente o oposto. Pedro era assim. Mas Deus deseja que sejamos consistentes, que cumpramos as promessas que fazemos a Ele. A fé que Pedro teve no poder de Deus para salvar se fortaleceu com o passar dos anos, até que ele tivesse provado sem sombra de dúvidas seu amor por Cristo.

Desde sua reintegração após sua negação de Cristo, Pedro enfrentou destemidamente o perigo e mostrou nobre coragem ao pregar um Salvador crucificado, ressurreto e que subiu aos Céus. Por nós mesmos, somos fracos.

Precisamos das promessas de Deus para nos manter fortes. A razão pela qual Deus dá Suas promessas na Bíblia é nos mostrar que Ele é capaz de cumpri-las. Ele é um Deus que tudo sabe, e não só está disposto a salvar-nos como é capaz de fazê-lo.

Eis aqui alguns passos sobre como você pode ajudar outros a confiar nas promessas de Deus:
1. Santifique a Deus em seu coração (1Pe 3:15). Santificar a Deus no coração torna mais fácil para nós a comunicação com outros, o falarmos a eles sobre Deus e a segunda vinda de Cristo. Qualquer pessoa que tenha Deus no coração vai, com certeza, ganhar pessoas para Ele.
2. Ajude outros a lançar suas ansiedades sobre Ele (1Pe 5:7). Deus é o maior solucionador de problemas. Só Ele pode lidar com todos os problemas que enfrentamos. Ajudar outros a entregarem seus problemas a Deus os capacita a confiar em Suas promessas.
3. Vigie em oração (1Pe 4:7). A oração é o que nos mantém ligados a Deus, e estar ligados a Ele torna mais fácil para nós confiarmos em Suas promessas. Precisamos nos lembrar de orar sempre e de ajudar outros que são fracos a se tornarem fortes.

Vernell Henderson Tarreau | St. Joseph, Dominica

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