quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Jônatas - 20/10/2010 a 23/10/2010

Quarta, 20 de outubro

Testemunho

“Um instrumento em Suas mãos”

“Por causa do pecado de Saul em sua oferta presunçosa, o Senhor não lhe daria a honra de vencer aos filisteus. Jônatas, o filho do rei, homem que temia o Senhor, foi escolhido como instrumento para libertar Israel. Movido por um impulso divino, propôs ao seu pajem de armas que fizessem um ataque secreto ao acampamento do inimigo. ...

“Juntos retiraram-se do acampamento, secretamente, para que seu propósito não encontrasse oposição. Com oração fervorosa ao Guia de seus pais, convieram em um sinal pelo qual poderiam determinar o que fazer. ... Aproximando-se da fortaleza filisteia, ficaram à vista de seus inimigos, que, sarcasticamente, disseram: “Vejam, os hebreus estão saindo dos buracos onde estavam escondidos”; então os desafiaram: “Subam até aqui e lhes daremos uma lição” (1 Sm. 14:11 e 12), querendo dizer que puniriam os dois israelitas pela sua audácia. Este desafio era o sinal que Jônatas e seu companheiro tinham concordado aceitar como prova de que o Senhor favorecia seu empreendimento. Saindo das vistas dos filisteus e escolhendo um caminho secreto e difícil, os guerreiros se dirigiram ao cume de uma rocha que tinha sido considerada inacessível, e não estava mui fortemente guarnecida. Assim, penetraram no acampamento do inimigo e mataram as sentinelas, que, dominadas pela surpresa e temor, não ofereceram resistência.

“Estes dois jovens deram mostras de que estavam agindo sob a influência e mando de um General mais que humano. Aparentemente, sua aventura foi temerária e contrária às regras militares. Mas o ato de Jônatas não foi praticado por precipitação humana. Ele não confiava no que ele e seu pajem de armas por si mesmos poderiam fazer; foi o instrumento que Deus empregou em favor de Seu povo Israel” (Ellen G. White, Vidas Que Falam [MM 1971], p. 152).

“Se moram no coração a bondade, a pureza, mansidão, humildade e integridade, elas resplandecerão no caráter; e semelhante caráter será pleno de poder. Não ao instrumento, mas ao grande Obreiro em cuja mão e usado o instrumento, cabe a glória. O coração repleto do amor do Salvador, diariamente recebe graça para comunicá-la aos outros. A vida revelará o remidor poder da verdade” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 237).

Mãos à Bíblia

Se Saul tivesse sido fiel, Jônatas teria obtido o trono. Os erros de seu pai, porém, afetaram sua vida. Em vez de se envolver pela amargura e ressentimento, ele acreditou que Deus sabia o que era melhor.

6. Descreva a reação de Jônatas ao fato de que Davi seria rei em seu lugar. O que este fato nos diz sobre Jônatas? Como essa atitude se difere da tendência pecaminosa? 1Sm 23:17; 14:13, 14; 1Rs 1:5 e Mc 10:35-37

Glenda Higgins – Palmerston North, Nova Zelândia

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Trombeta, sangue, nuvem e fogo - 20/10/09 a 24/10/09

Terça, 20 de outubro

Exposição

A Páscoa ou a Ceia do Senhor?


Jesus é o verdadeiro sacerdote de Deus. Não precisamos de ninguém mais que cumpra o mesmo propósito. O cordeiro sacrifical era apenas um prelúdio do sacrifício de Jesus na cruz por nossos pecados. É por isso que Jesus é chamado o Cordeiro de Deus: “No dia seguinte João viu Jesus aproximando-Se e disse: Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1:29, NVI).

Hoje em dia, quando muitos cristãos celebram a Ceia do Senhor, estão celebrando a Páscoa. A Ceia do Senhor comemora, como a Páscoa o fazia, o sacrifício de Jesus como “Cordeiro de Deus”. O pão asmo representa Seu corpo, e o vinho representa Seu sangue.

“Embora possa ser compreendida e praticada em diferentes formas por diversos cristãos, a Ceia do Senhor é de importância central para todos os crentes. O rito instituído na última ceia de Cristo é chamado por diferentes nomes, geralmente intercambiáveis: Eucaristia, ação de graças pelas boas dádivas de Deus; Comunhão, enfatizando o companheirismo com Cristo; e Ceia do Senhor, denotando a origem do ritual.”*

“No décimo quarto dia do mês, à tarde, celebrava-se a Páscoa, comemorando as suas cerimônias solenes e impressionantes o livramento do cativeiro do Egito, e apontando ao futuro sacrifício que libertaria do cativeiro do pecado. Quando o Salvador rendeu Sua vida no Calvário, cessou a significação da Páscoa, e a ordenança da Ceia do Senhor foi instituída como memorial do mesmo acontecimento de que a Páscoa fora tipo” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 539).

A Ceia do Senhor no Antigo Testamento (Êx 12:1-29; Nm 9). O Senhor instituiu a Páscoa exatamente antes de libertar os israelitas do Egito. Tinha o objetivo de prefigurar o Cordeiro de Deus, que livraria Israel do cativeiro do pecado.

Moisés instruiu os israelitas a matar um cordeiro pascal e a pintar o batente de suas portas com o sangue do cordeiro. Naquela noite, o anjo do Senhor mataria todos os primogênitos do sexo masculino da casa que não tivesse o sangue do cordeiro (Êx 12:21-24).

“A Páscoa apontava para o passado, ao livramento dos filhos de Israel, e também era um tipo, apontando para o futuro a Cristo, o Cordeiro de Deus, morto para a redenção do homem caído. O sangue salpicado sobre os batentes das portas prefigurava o sangue expiatório de Cristo, e também a contínua dependência que o homem pecaminoso tem dos méritos desse sangue para ser protegido do poder de Satanás e para alcançar a redenção final. Cristo comeu a ceia pascoal com Seus discípulos imediatamente antes de Sua crucifixão, e na mesma noite instituiu a ordenança da Ceia do Senhor, para ser observada em comemoração de Sua morte. A Páscoa havia sido observada para comemorar a libertação dos filhos de Israel do Egito. Havia sido tanto comemorativa quanto típica. O tipo havia encontrado o antítipo quando Cristo, o Cordeiro de Deus sem mácula, morreu sobre a cruz. Ele deixou uma ordenança para comemorar os eventos de Sua crucifixão” (Ellen G. White, Spirit of Prophecy, v. 1, p. 201).

A Ceia do Senhor no Novo Testamento (Lc 22:14-20). Os cristãos comemoram a Páscoa de um modo especial, que é seu próprio. Contudo, há um significado diferente para essa observância especial. No Novo Testamento, Jesus é retratado como o Cordeiro Pascoal a ser sacrificado a fim de nos libertar da escravidão do pecado. Para os cristãos, então, a Ceia do Senhor é um memorial e um tributo a Jesus pelo que Ele sofreu em nosso favor. Os adventistas do sétimo dia seguem os rituais da última Ceia que Jesus ordenou a Seus discípulos.

Nos versos seguintes, lemos sobre a primeira Ceia do Senhor: “E lhes disse: ‘Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer’. ... Tomando o pão, deu graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: ‘Isto é o Meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de Mim’. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, derramado em favor de vocês’” (Lc 22:15, 19, 20, NVI).

Sobre a importância da Ceia do Senhor, lemos que “a salvação dos seres humanos depende de uma contínua aplicação do sangue purificador de Cristo em seu coração. Portanto, a Ceia do Senhor devia ser observada mais frequentemente que a Páscoa anual. Esta solene ordenança comemora um evento muito maior do que o livramento dos filhos de Israel do Egito. Esse livramento era um tipo da grande expiação que Cristo efetuou pelo sacrifício de Sua própria vida para a redenção final de Seu povo” (Ellen G. White, The Signs of the Times, 25 de março de 1880).

* Commentary Reference Series, v. 12 – SDA Theology, p. 595.

Mãos à Bíblia

4. Qual era o propósito do toque das trombetas? Que lições espirituais podemos tirar do uso das trombetas? Nm 10:1-10

O Senhor usava essas trombetas a fim de lembrar a Israel sobre Sua presença e cuidado. Tanto pela vista (a nuvem e o fogo) como pelo som (as trombetas) eles tinham lembretes especiais da direção e presença de Deus entre eles. Hoje, não temos a nuvem, o fogo nem as trombetas de prata para nos lembrar sobre a direção e presença de Deus. Mas temos a revelação do que Deus fez por nós por meio de Jesus, que nos dá a certeza de Seu amor e cuidado.

Henky Wijaya | Malang, Indonésia

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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A Expiação e a Iniciativa Divina - 20/10/2008 a 25/10/2008

Segunda

Evidência
Cristo em vocês

3. Qual é o significado do contraste que Paulo faz entre o fenômeno do pecado e a revelação da graça de Deus? Rm 5:20, 21

Na Bíblia, a graça é um aspecto do amor de Deus, e é estendida particularmente aos pecadores. O conceito bíblico de graça reafirma o fato de que a obra de reconciliação de Cristo nos alcança como um dom, uma salvação que não merecemos.

Na Bíblia, vemos que o que todos nós precisamos ter é Jesus em nós. Mas como sabemos que alcançamos isso?

Alguns cristãos crêem que, ao comer o pão da comunhão, estão na verdade consumindo o corpo de Cristo. Também crêem que, quando bebem o vinho/suco de uva, estão bebendo o sangue de Cristo. Mas será que é dessa forma que conseguimos ter Jesus em nós? Em Apocalipse 3:20, Jesus nos diz: “Escutem! Eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, Eu entrarei na sua casa, e nós jantaremos juntos.”

Uma vez mais, pergunto: como Jesus entra em nós?

Alguns dizem que Ele está batendo à porta de nosso coração. Quando a Bíblia fala do coração, com freqüência está falando da sede de nossas emoções, a mente. E pelo fato de não haver uma porta literal no coração, deve haver uma forma de internalizar Seus pensamentos, Sua sabedoria, Suas verdades, a fim de que estas se tornem nossas. Consideremos algumas coisas que podemos fazer para conseguir isso. Primeiro de tudo, precisamos nos lembrar de algumas palavras de Jesus. Em João 14:15-18, Ele disse a Seus discípulos (e a nós): “Se vocês Me amam, obedeçam aos Meus mandamentos. Eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Auxiliador, o Espírito da verdade, para ficar com vocês para sempre. O mundo não pode receber esse Espírito porque não O pode ver, nem conhecer. Mas vocês O conhecem porque Ele está com vocês e viverá em vocês. Não vou deixá-los abandonados, mas voltarei para ficar com vocês.”

Basicamente, isso é tudo o que podemos fazer. O resto é da alçada de Jesus e do Espírito Santo. Agora, ao você considerar as evidências e se entregar a Ele, eis aqui algumas perguntas para ponderar: (1) Você está atualmente separado(a) de Deus? (2) Qual é o desejo de Deus para você, pessoalmente? (3) Por que as hesitam em aceitar Jesus sendo que Ele anseia ser a solução para o pecado em nossa vida? O que você está esperando? Você tem as evidências. Por que não aceitá-Lo agora mesmo?

Naomi Ernst | Canton, EUA

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