segunda-feira, 16 de maio de 2011

Roupas de esplendor - 16/05/2011 a 21/05/2011

Segunda, 16 de maio

Evidência
De imundo a limpo


As palavras são frequentemente usadas em diversos idiomas com diferentes significados. O grego para esplendor, lamprotita ou lampsi, refere-se a “brilho”, “resplendor” ou “luminoso”, que é semelhante a luz. Em hebraico, indica “magnificente” ou “glorioso”. O hebraico e o grego para vestuário significam um tecido que envolve como um manto. Vestes de esplendor indicam roupas que envolvem em brilhante luz. Cristo nos convida para aceitarmos essas vestes de esplendor que Ele fez para nós. Mas por que precisaríamos dessas vestes?

Tornou-se necessário sermos vestidos para que pudéssemos esconder a vergonha de nossa nudez quando Adão e Eva pecaram e perderam suas vestes de inocência (Gn 3:10, 11). Desde então, temos tentado nos cobrir com muitos outros tipos de vestes temporárias (Gn 3:21).

Mas Jesus nos oferece vestes que não se desgastam ou se tornam fora de moda. No Calvário, Jesus pagou o preço para que pudéssemos ser revestidos de Sua glória. “Não dê ouvidos à sugestão do inimigo, de permanecer afastado de Cristo, até que você seja bastante bom para ir a Deus. Se esperar até lá, nunca você irá a Ele. Se Satanás denunciar suas vestes imundas, repita a promessa de Jesus: ‘O que vem a Mim de maneira nenhuma o lançarei fora’ (Jo 6:37). Diga ao inimigo que o sangue de Cristo purifica de todo o pecado” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 205, 206).

Cristo nos oferece a veste da salvação e o manto da justiça (Is 61:10). Ele deu Sua vida para que pudéssemos usar essas roupas. Se as rejeitarmos, não teremos parte com Ele. Essa veste é essencial para cobrir nossa nudez e nos revestir em brilhante luz, uma luz que nos protegerá do mal e nos manterá fundamentados em nosso Deus.

Não podemos vestir o manto da justiça a menos que primeiro vistamos o da salvação. Ao vivermos pela justiça de Cristo, as pessoas veem uma acentuada diferença em nós e são atraídas. Também é por esse manto que podemos permanecer justos e puros diante do tribunal de Deus. Ele nos oferece essas vestes através de Seu amor.

Mãos à Bíblia


2. Leia Isaías 6:1-8. Como o profeta reagiu à visão de Deus? Por que isso é tão significativo, especialmente para nossa compreensão do plano da salvação?

3. Qual foi a solução para esse problema? Is 6:6, 7

Rohan Hall e O’Neil Gordon – Kingston, Jamaica

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domingo, 16 de maio de 2010

A Atmosfera do Louvor - 16/05/2010 a 22/05/2010

A ATMOSFERA DO LOUVOR


“Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente” (Gn 2:7, NVI).

Prévia da semana: A respiração profunda de ar puro e a participação diária na atmosfera do Céu são essenciais à saúde física, mental e espiritual.

Leitura adicional: A Ciência do Bom Viver, p. 51-58

Domingo, 16 de maio

Introdução
Louvor – o puro ar do Céu


O Salmo 100:4 nos ordena: “Entrem por Suas portas com ações de graças, e em Seus átrios, com louvor; deem-lhe graças e bendigam o Seu nome.” Por que Deus ordena esse comportamento? Talvez porque tenhamos sido criados, como seres humanos, com um desejo íntimo de louvar nosso Criador?

Em Gênesis 1, lemos como Deus fez cada parte da criação para cumprir propósitos específicos. Ele Se certificou de que tudo fosse bom. Toda a natureza foi criada com a intenção de louvar a Deus. Leia o Salmo 148.

As cores e vibração do meio ambiente promoveram um clima de comemoração. Quando a beleza que florescia nos mares e na terra foi revelada a Adão e Eva, só puderam prorromper em louvor pelo que estavam experimentando; e seu louvor era como o ar puro e limpo do céu e da terra.

Contudo, tem havido bastante corrupção tanto na bela criação de Deus quanto no louvor dos seres humanos. Muitos animais já não coexistem pacificamente. As correntes de água têm se tornado poluídas, tornando difícil, em muitas partes do mundo, obter água pura e limpa. O ar que respiramos também está cheio de substâncias contaminadoras, que podem causar câncer de pulmão e asma. Os seres humanos agora têm um desejo insano de adorar ouro, dinheiro, pedras preciosas e atividades pecaminosas, todas as quais contaminam nosso desejo de louvar o Criador. Como o ar, a atmosfera para o louvor deve ser pura e convidativa. Louvar é uma ação que deve ocorrer tão naturalmente como respirar, pois está escrito em nossa natureza criada por Deus que somos seres que precisam louvar o Criador a fim de ter uma vida espiritual saudável.

Nem tudo, porém, está perdido. Por meio da ajuda do Espírito Santo, as pessoas podem aprender uma vez mais a louvar a Deus plenamente e a mergulhar na alegria de cumprir o propósito de Deus para elas. Mas o que define o louvor? A Bíblia descreve o louvor a Deus com a lira, a harpa, o tamborim e com um alegre ruído. As pessoas têm preferências diferentes quanto a como louvar a Deus. As várias religiões debatem a natureza do louvor e se devem ser aplicadas restrições a tais atividades. Talvez haja apenas uma certeza a respeito do louvor – ele é tão necessário para a vida cristã como o ar para a vida física.

Mãos à Bíblia

1. Leia Gênesis 1:1, 2. A partir desses textos, como você descreveria a Terra primitiva?

Naquele ponto, a Terra estava caótica. Havia escuridão, vazio, e não havia forma. De acordo com os textos, nos poucos dias seguintes, Deus começou o processo de preparar a Terra para a vida. Gênesis 1:3 mostra parte desse processo. Note a repetição da separação e divisão. Deus separa a luz das trevas, as águas abaixo e acima do firmamento, e a terra da água. Depois que foram completadas essas divisões iniciais, Deus introduziu na Terra a primeira vida.

2. O que Deus criou em seguida? Que condições foram necessárias para que acontecesse isso? Isto é, o que foi necessário para que essa parte da criação pudesse sobreviver? Gn 1:9-12; 1:20-26

Alexis Boddy | Douglasville, EUA

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sábado, 16 de maio de 2009

A Jornada Cristã "GRAÇA" - 16/05/2009 a 16/05/2009

 A JORNADA CRISTÃ "GRAÇA"
Resumo Semanal - 10/05/2009 a 16/05/2009


Pastor José Orlando Silva
Mestre em Teologia Sistemática
Boa Viagem - Recife
Associação Pernambucana

I. Introdução

Os temas do estudo da lição neste trimestre estão entrelaçados e são apresentados em uma relação de interdependência. Depois de estudarmos as terríveis e desastrosas consequências do pecado e sua incômoda definição, podemos estudar nesta semana que Deus interveio para fazer o que o ser humano não podia fazer, ou seja, expiar seus próprios pecados. A intervenção de Deus em favor do ser humano é definida como graça. A palavra Káris significa disposição favorável, especialmente quanto ao amor exercido para com os inferiores, os dependentes ou os indignos. A graça é um favor. Essa palavra também significa estar na graça de alguém.1

No Éden, a graça se escreve com sangue. Em toda a Bíblia, cada página é escrita com o fio da graça. Tirem da Bíblia a atuação da graça e ela se tornará um mero livro histórico tão comum quanto outro qualquer. As biografias passariam a ser regidas pelo acaso sem propósito e sem nenhuma ação sobrenatural de um Deus cuja finalidade é salvar. A graça revela a poderosa ação de Deus impulsionada por Seu sempiterno e incondicional amor.

Embora Berkouwer declare a importância do aspecto subjetivo, também insiste em que: “a justificação não provém de duas fontes: a declaração divina e a fé humana.”2 A salvação oferecida por Cristo pela manifestação de Sua graça pode ter dois lados, mas nunca duas fontes. A salvação se origina exclusivamente na graça de Deus baseada no sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário.

De fato, e sobretudo no Antigo Testamento, a benevolência ocupa o lugar de graça, exprimindo a constância da bondade de Deus, principalmente em relação ao povo eleito. São usadas duas palavras- chaves, que traduzem a ideia de misericórdia e favor de Deus: Hesed [bondade] (Lm 3:22) e Hen [favor] (Gn 33:8, 10, 15; Jr 31:2). Nesse sentido encontramos pessoas que a Bíblia diz que encontraram graça diante de Deus: Noé (Gn 6:8), Moisés (Êx 33:13), Davi (2Sm 15:25)...

O maior ato de graça da parte de Deus é o fato de ter Ele escolhido Israel como Seu povo e de ter feito com ele uma aliança, conservando-Se fiel a ela, apesar das transgressões do povo, deixando transparecer que a vontade de Deus é de salvar e não destruir. Por isso, poderíamos ler a graça como vontade de Deus de salvar o ser humano do pecado.

O Novo Testamento alarga a perspectiva e a graça se torna vocação. Os termos gregos usados para indicar graça são eleos [= hesed] (Rm 9:15-18) e charis [= hen] (1Co 1:4). Nesses dois vocábulos estão os dois significados básicos presentes no Antigo Testamento: favor, bondade ou atitude de misericórdia de Deus para com a humanidade. É nas cartas que o conceito de graça é desenvolvido de maneira eloquente:

1Coríntios 15:10: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a Sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; Antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.”

Efésios 3:7: [Desse evangelho] “fui constituído ministro, conforme o dom da graça a mim concedida segundo a força operante do Seu poder.”

1Pedro 4:10: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.”

II. O centro da graça

A ação favorável de Deus se deu em Cristo. Essa ação conjunta de Deus e Seu filho para salvar o homem (Jo 3:16 e Hb 9:28) constituem o centro da graça. Embora o hinduísmo não tenha fundador específico, se forem retiradas suas divindades, como Krishna, Rama e outras, ainda assim sua filosofia poderá sobreviver. Mas se retirarmos Cristo do evangelho, não restará nenhuma doutrina. Ser cristão significa dizer sim a Cristo, e fazê-lo sem reservas! Tal atitude não tem como causa nenhuma obra meritória. Ninguém está à parte da possibilidade de escolher a graça, nem é discriminado para não recebê-la. “Dado que Judeus e gentios são igualmente justificados pela graça de Deus, sem qualquer mérito pessoal deles, ninguém pode dizer: fiz isso pelo meu próprio esforço. A conclusão de Paulo em sua argumentação é que – o homem é colocado na posição certa à vista e Deus pela fé, inteiramente à parte das obras prescritas pela lei. Deus aceita os judeus em virtude da sua fé, e aceita os gentios fundado exatamente na mesma base.”3

Portanto, no coração da vida cristã existe esse relacionamento pessoal com Cristo, no qual nos entregamos a Ele em obediente amor. Então, tudo passa a girar em torno daquele com quem nossa vida está em direta e viva comunhão.4 A solução parte de Deus para salvar o homem e não há outra explicação que motive tal ato a não ser o amor. Assim como não existe outra palavra para definir sua ação a não ser a graça.

Deus estava em Cristo, quando Ele morreu na cruz. George Buttrick escreveu acerca de um quadro que se encontra em uma igreja italiana, embora não o tenha identificado. À primeira vista é como qualquer outra pintura da crucificação. Quando a pessoa o examina mais atentamente, contudo, percebe a diferença, pois “há uma grande e sombreada figura atrás da figura de Jesus. O cravo pregado na mão de Jesus atravessava até a mão de Deus. A lança que lhe traspassa o lado chega até Deus.5

Portanto, nosso Substituto, que tomou nosso lugar e morreu a nossa morte de cruz, não foi Cristo somente (visto que isso faria dEle um terceiro partido entre Deus e nós), nem Deus somente (visto que isso minaria a encarnação histórica), mas Deus em Cristo, que é verdadeiro e completamente Deus e Homem, e que, por causa disso, foi singularmente qualificado para representar tanto a Deus quanto o homem e mediar entre ambos.6 Portanto, Deus Pai e Deus filho são sujeitos na doação da graça.

Apesar de percebermos pouca menção em termos de detalhes quanto à morte de Cristo, e seus últimos dias de vida, observamos sua ampla influência e incontestável importância teológica. Henry Clarence Thiessen foi longe ao escrever que, “se todos os três anos e meio do ministério público de Cristo tivessem sido escritos tão detalhadamente como Seus últimos três dias, teríamos um volume “A vida de Cristo” de umas 8.400 páginas.7

Sem a cruz não há justificação. Para operar o ato de justificar foi necessário assumir o castigo do pecado. E assumir o castigo é satisfazer a própria exigência. Esse castigo foi a morte de cruz. Esta é a justiça de Deus, concedida gratuitamente ao Homem. Por esta razão é um dom de Deus. E a provisão da cruz se torna o fundamento sobre o qual recebemos perdão e purificação. É uma ação legal. A salvação é gratuita por causa do preço. Este só podia ser pago por Jesus.

A lógica da justificação está no fato de que a salvação é operada com justiça. Se o pecado veio pela ofensa de um só, nada mais justo que, pela perfeita obediência de Cristo, Seus méritos fossem estendidos a todos os que nEle creem” (Rm 5:14-18). O que nós não podemos fazer, Cristo fez por nós (Rm 1:17).

O centro da graça está na providência de Deus em conceder um favor imerecido para salvar o homem por intermédio de Cristo. E foi a cruz o palco desse centro. Tudo gravita em torno do eterno ato de Deus em Cristo, em torno da pessoa e da cruz de Cristo. Essa providência foi profetizada logo após a fatídica queda (Gn 3:15), e na resposta de Abraão para seu filho, diante da grande prova. “Deus proverá para Si, meu filho, o cordeiro para o holocausto” (Gn 22:8).

III. O efeito da graça

Um carro sem rodas é como a graça sem o efeito. Embora a graça seja uma crença da fé cristã que é singular e comum entre os cristãos, sua diferença está em como consideramos seu efeito sobre a vida de quem a recebe. “Por graça suficiente entende-se aquele tipo e grau de influência do Espírito que é suficiente para levar os seres humanos ao arrependimento, à fé e a uma vida santa”.8

Afirmar que a graça foi recebida é fácil, mas apresentar seu resultado e efeito na vida revela como entendemos o que de fato aconteceu no Calvário. Para alguns, o Calvário foi uma simples demonstração de amor que visa suscitar no homem admiração, porque apresenta Jesus morrendo com o pecador, e não necessariamente pelo pecador.

Outros encaram a expiação no Calvário como objetiva e cuja ênfase está no evento histórico. Ainda equivocadamente, teólogos apontam para uma salvação universal, que é o ato de Deus que nos salva independentemente da nossa aceitação ou não. Essa graça sem efeito no coração de quem a recebe é barata e nula. “A menos que a morte de Cristo realmente realize algo, ela não é, de fato, uma demonstração de amor.”9

A Bíblia não apresenta uma graça que não muda o coração. “E, assim, se alguém em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram” (2Co 5:17). O problema do pecado não pode ser solucionado se a graça não restaurar o que o pecado corrompeu: o coração humano. E essa restauração ocorre pelo sangue derramado e o preço pago por Jesus na cruz. “Por Sua obediência perfeita satisfez Ele os reclamos da Lei, e minha única esperança está em olhar para Ele como meu substituto e penhor, que obedeceu perfeitamente a Lei por mim.”10 Com a manifestação da Sua graça, Cristo me atribui Sua obediência e poder do alto para efetivar a graça na minha vida.

A graça veio do sacrifício. De acordo com Paulo, “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1Co 15:3). Ou seja, Cristo toma nosso lugar, paga o preço total e completo exigido pelo pecado. Aqui vemos o apoio bíblico da teologia da substituição. Este texto diz, literalmente, que Cristo tomou nosso lugar como sacrifício (hilasterion). De Seu sacrifício provêm todas as metáforas e figuras oriundas do milagre da graça. Jesus, como nossa propiciação, reconciliação, (Jo 2:2) Cordeiro de Deus (Jo 1:29), e Jesus como nosso sacrifício expiatório (hilasmos). “Movido pela perfeição do Seu amor, Deus em Cristo Se substituiu por nós, pecadores. É esse o coração da cruz de Cristo.” 11

“O firme propósito de Deus é oferecer salvação à humanidade toda, sem, contudo, tolher a liberdade do homem no tocante a aceitá-la ou rejeitá-la.” 12 Toda graça disponibilizada por Deus em Cristo tem um forte e inequívoco direcionamento: Salvação e restauração completa do homem. Com Sua morte na cruz, Jesus abriu uma porta na grande muralha do pecado e alcançou o perdão para os pecadores.

“Sem a cruz, o ser humano não teria conexão com o Pai. Nisto se baseiam todas as nossas esperanças... Quando o pecador alcança a cruz, olha para Aquele que morreu para salvá-lo e pode regozijar-se plenamente porque seus pecados foram perdoados. Ajoelhado ante a cruz, o pecador alcança a posição mais elevada a que a humanidade pode chegar.”13

Conclusão

De Gênesis a Apocalipse a graça é o principal assunto. Em cada relato, vida, fato histórico, crônica, salmo, poesia, evangelho, profecia e carta a determinada região, igreja, ou pessoa, vemos a manifestação da graça para criar e resolver a problemática do pecado. A frase que resume toda a Bíblia está em seu último versículo, que diz: “A graça do Senhor Jesus seja com todos” (Ap 22:21). Caso a graça fosse tirada da Bíblia, ela tornaria um livro da antiguidade, comum, a serviço da história e arqueologia. Esse é o tema que faz toda a diferença. Seu centro é Cristo na ação de salvar, e seu efeito ocorre no coração e vida humana. Para merecer a graça é necessário ser pecador, porque ela é um dom imerecido, concedido àquele que crê em Jesus e em Seu sacrifício substituto. Lutero tinha essa consciência quando afirmou em oração: “Senhor Jesus, Tu és a minha justiça, eu sou o Teu pecado. Tomaste sobre Ti o que era meu; e ainda colocaste sobre mim o que era Teu. Tu Te tornaste o que não eras, para que eu me tornasse o que não sou.” Isso é graça. Dom imerecido. Tão complexo e ao mesmo tempo tão simples. Absortos diante de tão maravilhosa graça, só nos resta reverentemente aceitá-la e usufruí-la, enquanto podemos encontrá-la.

Isidro Pereira , S.J, Dicionário Grego-Português e Português-Grego, p. 147.
G.C. Berkouwer, Faith and Justification, (Grand Rapids: Eerdmans Publishing Company, 1954), p.18.
F.F Bruce, Introdução e Comentário de Romanos, p. 82
Raul Dederen, Cristologia, op. cit, p. 35.
George A. Buttrick, Jesus Came Preaching, (London: Independent Press, 1957), p. 207.
Jonh Stott, A cruz de Cristo, op. cit, p.152.
Henry Clarence, Introductory Lectures in Sistematic,(Eerdmans: Grands Rapids)
Charles Hodge, Teologia Sistemática , p. 972
L. Morris, Evangelical Dictionary of Theology, p. 101
Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, (Tatuí: São Paulo, Casa Publicadora Brasileira, 1994), Vol 1, p. 296.
John Stott, A cruz de Cristo, p. 149
A.B. Langston, Esboço de Teologia Sistemática, (Rio de Janeiro: Juerp, 1986), p. 203.
Ellen G. White, Review and Herald, 24/04/1902.

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