quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Geazi - 16/12/2010 a 18/12/2010

Quinta, 16 de dezembro

Aplicação
Errando o alvo


Uma das definições hebraicas de pecado é “errar o alvo”.* Nesta semana, estamos estudando sobre como Geazi errou o alvo. Há várias outras histórias na Bíblia que nos mostram como outras pessoas também “erraram o alvo”.

Na parábola da festa de casamento, Jesus apresenta um exemplo prático de como não errar o alvo. As roupas nupciais que as pessoas deviam usar quando iam a um casamento simbolizavam a justiça que precisamos ter para entrar no reino de Deus. Contudo, precisamos realmente vestir a veste de justiça. Fazemos isso quando o Espírito Santo transforma nosso caráter à imagem do caráter de Deus. O homem que veio ao banquete de casamento sem usar a veste que lhe foi provida simboliza as pessoas que na realidade não aceitam a justiça de Cristo como sua. Esse homem errou o alvo, e nós também o fazemos se deixamos de aceitar a justiça de Cristo para nós.

Como podemos estar certos de que não vamos errar o alvo? A seguir estão algumas sugestões:

Reconhecer nossa necessidade de Cristo (Jo 3:3; Rm 7:16). Não podemos nos tornar a nós mesmos bons. Precisamos, como disse João Batista, do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29).

Arrepender-nos (At 3:19). O arrependimento significa que nos entristecemos por nosso pecado e o abandonamos. A oração que Davi escreveu no Salmo 51 após sua queda ilustra a natureza da verdadeira tristeza pelo pecado. Tome tempo para lê-la agora.

Confessar (Pv 28:13).
Deus só pode nos perdoar se confessarmos nossos pecados e os abandonarmos. Devemos confessar nossos pecados tanto a Deus como àqueles contra quem pecamos.

Consagrar-nos (Jr 29:13). Precisamos separar para Deus tudo o que somos e tudo o que temos. “O coração inteiro tem de render-se a Deus, ou do contrário não se poderá jamais operar a transformação pela qual é restaurada em nós a Sua semelhança” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 43).

Crescer (Jo 15:1-8; 1Pe 2:2). “No dom incomparável de Seu Filho, Deus envolveu o mundo todo numa atmosfera de graça, tão real como o ar que circula ao redor do globo. Todos os que respirarem esta atmosfera vivificante hão de viver e crescer até à estatura completa de homens e mulheres em Cristo Jesus” (Idem, p. 68).

* “Sin”, SDA Bible Dictionary, p. 1042.


Mãos à Bíblia

10. Ouvimos falar de Geazi pela última vez em 2 Reis 8:1-6. O que o ex-servo de Eliseu estava fazendo?

11. Que relacionamento é realmente eficaz, e por quê? Jr 9:23, 24

Eliot Mairura Masongo | Nairóbi, Quênia

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Segunda Geração: Admoestações - 16/12/09 a 19/12/09

Quarta, 16 de dezembro

Testemunho

Escreva o último capítulo


“Satanás bem conhece o material com que tem a lidar no coração humano. Ele sabe – pois tem estudado com diabólica intensidade durante milhares de anos – quais os pontos que mais facilmente podem ser assaltados no caráter de cada um; e durante gerações sucessivas tem ele operado a fim de subverter os homens mais fortes, os príncipes de Israel, pelas mesmas tentações que tiveram tanto êxito em Baal-Peor. Todos os períodos da História se acham repletos de caracteres que naufragaram de encontro aos recifes da condescendência sensual. Aproximando-nos do fim do tempo, ao se achar o povo de Deus nas fronteiras da Canaã celestial, Satanás redobrará, como fez antigamente, os seus esforços para os impedir de entrar na boa terra. Arma as suas ciladas a toda a alma. Não é simplesmente o ignorante ou sem letras que necessita de ser guardado; ele preparará suas tentações para os que se encontram nas mais elevadas posições, no mais santo mister; se ele os puder levar a poluir a mente, poderá por meio deles destruir a muitos. E ele agora emprega os mesmos fatores que empregou há três mil anos atrás” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 457, 458).

“Haviam eles muitas vezes se sentido impacientes e revoltados, por causa de sua longa peregrinação pelo deserto; mas o Senhor não era o culpado por esta demora em possuírem Canaã; Ele Se afligia mais do que eles por não poder levá-los à posse imediata da terra prometida, e mostrar assim perante todas as nações Seu grande poder no libertamento de Seu povo. Com sua falta de confiança em Deus, com seu orgulho e incredulidade, não estavam preparados para entrar em Canaã. De nenhuma maneira representariam o povo cujo Deus era o Senhor; pois não tinham o Seu caráter de pureza, bondade e benevolência” (Ibid., p. 464).

“Hoje poderia se repetir esta interpelação a Israel. As leis que Deus deu a Seu antigo povo eram mais sábias, melhores e mais humanas, do que as das nações mais civilizadas na Terra. As leis das nações trazem os indícios das debilidades e paixões do coração não renovado; mas a lei de Deus traz o cunho divino” (Ibid., p. 465).

Mãos à Bíblia

7. Números 30 é um longo capítulo que trata dos votos e juramentos. Que princípio importante podemos tirar desse capítulo? O que diz sobre a importância de nossas palavras?

Com frequência, fazemos uma promessa solene, ou um voto em nome do Senhor, que pretendemos cumprir, só para quebrá-lo por uma razão ou outra! Neste contexto imediato, estamos lidando com votos feitos “ao Senhor”, mas, na realidade, quando – especialmente nós, que professamos ser cristãos – dizemos que vamos fazer algo, devemos ser fiéis em seu cumprimento.

Susan Pellandini | Battle Creek, EUA

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Unidos a Cristo - 16/12/2008 a 20/12/2008

Terça, 16 de dezembro
Exposição
Novidade de vida


1. Como Paulo descreve a incorporação dos seres humanos em Cristo? Rm 6:3-6; 2Co 5:17

Os benefícios plenos da morte de Cristo são apropriados por nós unicamente quando, pela fé, nos unimos a Ele em Sua morte e ressurreição. Morrer com Ele significa reconhecê-Lo como nosso Salvador. Reconhecê-Lo como Salvador significa que vemos nEle o Filho de Deus que morreu na cruz por nossos pecados e nossa rebelião, e que experimentamos arrependimento, batismo e o perdão dos pecados (At 2:38). Verdadeira conversão exige mais que o reconhecimento e aceitação da verdade bíblica. Requer o reconhecimento de nossa verdadeira condição de pecadores, a fim de perceber que, separados de Cristo, somos destinados a uma vida de total escravidão ao pecado e à morte, e que nossa condição desesperada só pode ser mudada radicalmente quando vamos a Jesus.

Ato de desobediência. A epístola aos Romanos, particularmente o capítulo 5, fala sobre o papel de Adão na queda da humanidade. Ele nunca pensou que a escolha que fez significaria tanto para ele, para Eva e para as futuras gerações. Adão amava tanto a Eva que fazia de tudo para torná-la feliz. Por causa disso, ele fez uma escolha que causou desunião não só entre eles e Deus, mas entre Deus e todas as gerações de seres humanos que viriam. Essa desunião ocorreu porque eles escolheram transgredir a imutável e santa lei, abrindo assim “os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 33).

Resultados da desobediência. Adão e Eva se tornaram escravos do pecado. As razões pelas quais eles escolheram desobedecer a Deus não foram suficientes para defender seu caso, uma vez que eles cometeram uma violação direta da ordem de Deus. Se não fosse pela curiosidade de Eva e a negligência de Adão, todos poderíamos estar desfrutando de abundância de vida numa Terra livre de poluição, crime e aflição. Estamos agora sofrendo as conseqüências do pecado, e recebendo seu pior efeito: a morte. Ela chega a todos os lares e, como resultado da desobediência deliberada de Adão e Eva, todos nós sofremos. O pecado predomina em toda parte, o tempo todo.

A condenação universal foi outro resultado da desobediência de nossos primeiros pais. Embora Deus tenha planejado redimir os seres humanos quando eles pecassem (1Pe 1:20), foi doloroso para o Pai oferecer Seu Filho a fim de ser a oferta sacrifical para a remissão do pecado.

Além disso, é incompreensível a agonia física, emocional e espiritual que o Filho de Deus sofreria na cruz em nosso favor.

Resgate para a desobediência. Deus tanto amou Adão, Eva e as gerações que se seguiriam que havia formulado com antecedência um plano a fim de tornar bem-sucedida a redenção. “Parecia não haver nenhum lugar de repouso ou segurança para o infante Redentor. Deus não podia confiar Seu amado Filho aos homens, nem mesmo enquanto levava avante Sua obra em benefício da salvação deles. Comissionou anjos para assisti-Lo e protegê-Lo até que cumprisse Sua missão na Terra, e morresse às mãos daqueles a quem viera salvar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 67).

Do ventre da mãe à tumba, Jesus havia experimentado grande perigo nas mãos de Satanás. Mas o diabo não ganhou a guerra. A abnegada vida e morte de Jesus envergonhou Satanás; e quando Cristo ressuscitou dos mortos, foi concedido aos seres humanos um modo de ser reconciliados com Deus. “Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo” (Ellen G. White, Educação, p. 27). Nossa união com Cristo é possível por causa da obediência de Jesus à vontade de Seu Pai. Sim, Jesus Cristo Se tornou a grande força para trazer de volta a glória de Deus aos seres humanos.

A expressão “em Cristo” em 2 Coríntios 5:17 revela de maneira breve, mas profunda, o significado de nossa redenção. Fala de segurança nAquele que suporta o juízo de Deus por nossos pecados, de aceitação nAquele em quem Deus Se compraz, e da certeza de uma glória presente e futura nEle, que está além de nossa capacidade de compreensão.

Por meio da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, os seres humanos são privilegiados em ter uma chance de estar novamente unidos a Cristo, a única escada que os conecta a Deus.

Paulo compara Adão e Cristo, enfatizando a vasta superioridade de Cristo. Adão é o cabeça da era antiga, mas Cristo é o cabeça da nova era. Seu dom de graça é muito mais poderoso que o “dom do pecado” que Adão deu à humanidade. Quando Jesus deu Sua vida, esse sacrifício foi suficiente para pagar pelos pecados de todos os seres humanos. O poder dessa única vida e desse único ato redentor triunfou sobre o poder do primeiro ato pecaminoso.

Obediência sobre a desobediência. Não há como escapar do fato de que os seres humanos são pecaminosos. Contudo, há uma parte de nosso eu interior que deseja as coisas de Deus e anseia estar de acordo com Sua boa e perfeita vontade. Apesar de nossas “nobres” intenções, o pecado freqüentemente assume o controle. Que recurso temos contra o pecado, o qual é mais forte que nossa vontade? Em nossa própria força, nenhum!

Se escolhermos pecar, escolheremos o caminho que leva à morte. A violação deliberada da ordem de Deus tornará a vida difícil, problemática e deprimente. Por que desejaríamos esse tipo de vida? A escolha é nossa. Como diz o texto bíblico: “A obediência é melhor do que o sacrifício” (1Sm 15:22, NVI).

Deus, que criou os seres humanos à Sua imagem, Se deleita grandemente quando um de nós aceita e experimenta a alegria de estar ligado a Cristo. Morrer com Cristo significa morrer para o pecado, pois Cristo morreu pelos pecadores que estavam desligados dEle. Nossos pecados vieram através de Adão mas, louvado seja Deus!, nossa salvação vem através de Cristo.

Pense nisto

1. Nossa desobediência deliberada diminui nosso valor diante do Criador? Por que sim ou por que não?
2. A obediência é resultado da graça de Deus nos salvando. Como a obediência mantém nosso relacionamento com Deus?
3. Explique quando a obediência se torna legalismo.
4. No que diz respeito à vida cristã, o que mais é resultado de estar “em Cristo”? O que, em nossa vida particular, é resultado de “morrer para o eu” e “estar nEle”?

Allen Y. Bano | Bongabon, Filipinas

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