sábado, 16 de abril de 2011

Roupa de inocência - Resumo Semanal - 16/04/2011 a 16/04/2011

VESTES DE INOCÊNCIA
Resumo Semanal - 10/04/2011 a 16/04/2011



Guilherme Silva

Introdução

Ninguém consegue entrar duas vezes no mesmo rio. Assim como as águas serão outras, nós também o seremos. Essa constatação do antigo pensador Heráclito, de Éfeso, destaca a transitoriedade da vida, o contínuo fluxo que marca a experiência humana. Em meio ao turbilhão da existência, é possível saber onde nasce essa torrente e onde ela irá desembocar? Ou seria a vida como um rio sem nascente e sem foz, que sai do nada e jamais alcança um destino? Como chegamos a ser o que somos? E o que podemos fazer a partir do que nos tornamos?


Na revelação bíblica, o drama da existência humana é analisado desde sua origem, passando pelo que hoje somos e apontando para o que podemos ser. É uma história de glória, queda e restauração. De modo semelhante às ruínas de um antigo palácio soterrado nas areia do deserto, o ser humano atual é aquilo que sobrou da tragédia que se abateu sobre a humanidade criada por Deus. Mas a obra de restauração divina traz às ruínas sua antiga glória. Isso é o que estudaremos a seguir.



A imagem de Deus

A vida surge da Vida. O humano nasce do divino: não por acaso, nem por acidente, mas pelo propósito soberano do Deus criador. “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27). A Bíblia revela que a obra da criação foi um evento espetacular. A criação do gênero humano, sua coroação. Os animais foram feitos segundo sua espécie. O ser humano foi criado segundo a imagem divina.


Porém, olhando para a grandiosidade de Deus e para nossa condição limitada, como podemos entender a divina imagem na humanidade? Essa também é a interrogação do salmista: “Quando contemplo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, pergunto: Que é o homem, para que com ele Te importes? E o filho do homem, para que com ele Te preocupes?” (Sl 8:3 e 4, NVI). Apesar da disparidade entre o Criador e a criatura, o salmista destaca a relevância da humanidade para Deus: “Tu o fizeste um pouco menor do que os seres celestiais1 e o coroaste de glória e de honra” (Sl 8:5, NVI).


No Antigo Oriente Médio, era comum que o soberano fosse considerado a imagem da divindade criadora. O faraó egípcio é por vezes mencionado como a imagem do deus Rá. Na Mesopotâmia, o rei era considerado a imagem do deus Marduque, entre outros deuses. O governante supremo seria um representante especial da divindade na Terra, diferente e superior aos demais seres humanos.2


O relato de Gênesis rompe a linha divisória que separa o soberano do povo. A imagem de Deus não é característica especial do governante, mas de toda a humanidade, de homens e mulheres. Considerado o ponto mais alto da criação terrestre, todo o gênero humano recebeu de Deus o domínio3 sobre as criaturas inferiores, tornando-se o administrador responsável pela recente obra divina (Sl 8:7, 8). Autoridade e responsabilidade foram concedidas a todo ser humano. Portanto, todos também compartilham os mesmos deveres de zelar pela criação divina e os mesmos direitos de ter acesso aos bens disponíveis na natureza. Dessa forma, entre Adão e Eva não havia guerra entre sexos, nem a subjugação de um pelo outro. Reinava harmonia enquanto se reconheciam mutuamente como depositários da imagem de Deus, com seus privilégios e responsabilidades. Por isso, podiam se relacionar como se fossem um, sem máscaras, sem disfarces, sem véus (Gn 2:25).


Como representante da criação, foi dado à humanidade não apenas o domínio, mas também a capacidade de se relacionar entre si e com o Criador. Fomos criados por Ele e para Ele (Cl 1:16). Por meio de um relacionamento afetuoso, a Terra estaria ligada ao Céu, e a vida, conectada ao seu propósito original. “Para entender o homem precisamos entendê-lo no seu relacionamento com Deus.”4 Na realidade, “todo esforço de entender o homem à parte do Criador em cuja imagem ele foi criado significa abandonar toda esperança de jamais encontrar o sentido de sua vida”5. O essencial para o ser humano como “imagem de Deus” é ouvir o Criador e falar com Ele.


Por meio do relacionamento direto com Deus e com os seres celestiais, a vida humana seria um processo contínuo de aprimoramento e descoberta, sem paralisação nem retrocesso, sem vazios existenciais. Adão e Eva não eram apenas “filhos sob o cuidado paternal de Deus, mas estudantes a receber instrução do Criador todo-sabedoria. Eram visitados pelos anjos, e lhes era concedida comunhão com seu Criador, sem nenhum véu protetor de separação. Estavam cheios do vigor comunicado pela árvore da vida, e sua capacidade intelectual era apenas pouco menor do que a dos anjos”6


Experimentando um relacionamento harmonioso com Deus, com o próximo, consigo mesmos e com toda a criação, o homem e a mulher habitavam o Éden, o jardim de “delícia”, em seu significado original7. A delícia da vida se revelava na capacidade de cumprir deveres que não eram penosos e desfrutar prazeres não destrutivos. Em perfeito equilíbrio, tudo o que Deus havia criado era “muito bom” (Gn 1:31).



Imagem corrompida

Entre todas as delícias do paraíso, apenas uma estava proibida. Deus a intitulou de árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 3:3). Em seu fruto estava embutida a associação entre o prazer e a dor. Entre suas contraindicações estava o conhecimento que, em vez de libertar, escraviza. Assim como para os seres celestiais, para a humanidade o mal também existia como possibilidade de escolha. Comer o fruto proibido não era uma travessura sem consequência. Era a decisão consciente de ingerir as sementes do mal.


O que estava em jogo não era a preservação dos frutos de uma árvore, mas a seriedade da orientação de Deus e a fidelidade do coração humano. “A essência primordial do pecado não é a magnitude de um ato errado. Pecado é, essencialmente, a criatura querendo ser independente do Criador. É a recusa do pecador em se submeter à autoridade divina, quer a rebelião seja em escala cósmica, quer meramente dentro de um coração. O pecado de anjos e seres humanos se resume na mesma coisa: obstinação em se submeter a nenhum outro deus senão a si mesmo. O moderno humanismo retrata o problema básico do ser humano pecador.”8


O ato voluntário de Adão, como representante da humanidade, introduziu no mundo o vírus do pecado, contaminou a criação divina e infectou toda a descendência de Adão, tendo como consequência final a morte (Rm 5:12). Nós, como seus descendentes, não somos culpados pelo seu pecado, mas contaminados por ele, de forma ampla e irrestrita, conforme vimos no comentário da primeira lição. Dessa maneira, podemos dizer que os seres humanos “não nascem corruptos porque são culpados, mas são considerados culpados porque são corruptos”.9


O pecado de Adão cortou a ligação entre o Céu e a Terra. Demonstrando a inimizade entre o coração pecaminoso e o Deus santo, Adão disse: “Ouvi Tua voz [...] e tive medo” (Gn 3:10). Infectados pelo mal, já nascemos apartados de Deus. Esse é o mais dramático efeito do pecado: a separação entre a humanidade e a fonte da vida. “As vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” (Is 59:2). Desligados da fonte da vida, estamos de fato mortos em nossos “delitos e pecados” (Ef 2:1).


Por isso, o pecado não se limita a ações pecaminosas: é uma condição da qual o homem não escapa por si mesmo. Essa é a razão pela qual as folhas de figueira, usadas no Éden como cobertura para a recém-descoberta nudez, não serviram para remover a vergonha (Gn 3:7). A solução humana apenas evidenciou a realidade da queda. Não trouxe solução.



Imagem restaurada

Atualmente, a cultura secular nega a dimensão do pecado, embora seja obrigada a conviver com seus efeitos. “Os pecados se tornaram crime e agora o crime está se tornando uma doença.”10 Atribuindo os problemas humanos apenas a condicionamentos sociais, biológicos e/ou psicológicos, justifica-se o pecado, mas o pecador é deixado sem solução. Com o diagnóstico errado, erra-se também na prescrição.
É preciso conhecer a imagem de Deus na humanidade e, ao mesmo tempo, reconhecer que essa imagem foi completamente arruinada pela condição pecaminosa. O pecado não apagou a imagem de Deus, mas degradou a humanidade em todos os níveis. Quando a Bíblia nos apresenta a nós mesmos como conhecedores do bem, mas escravos do mal (Rm 7:14), nos ajuda a entender quem somos de fato e quem podemos ser. “Diz a Bíblia que você é maravilhoso porque é feito à imagem de Deus e degradado porque, em determinado ponto na história, o ser humano caiu”.11


Se cremos que o homem é bom por natureza, a ilusão distorce a realidade. Se vemos apenas a maldade humana, a desilusão soterra a esperança. “O conhecimento de Deus sem o da própria miséria faz o orgulho. O conhecimento da própria miséria sem o de Deus faz o desespero. O conhecimento de Jesus Cristo acha-se no meio, porque nEle encontramos Deus e a nossa miséria.”12


Somente em Cristo há saída para a contradição que nos faz oscilar entre a dor e o prazer, o medo e a esperança. Na cruz de Cristo se cumpre a justiça da lei e se revela o incomparável amor divino, na medida em que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões” (2Co 5:19). Como ponte sobre o abismo, Cristo revela a distância intransponível que nos separa de Deus e nos concede novamente o acesso à presença do Pai.


Diferentemente das vestes de figueira, que apenas revelaram a vergonha humana, no Éden, as vestes de pele dadas por Deus ao primeiro casal (Gn 3:21) revelam a provisão divina como solução exclusiva para a condição pecaminosa.


Portanto, como pecadores nossa preocupação não deve ser a de tentar cobrir com nossas pretensas qualidades a vergonha de nossa nudez espiritual. De fato, é necessário reconhecer nossa miséria, pobreza e nudez, sem justificativas e desculpas, sem minimizar o poder letal de nossa enfermidade. Então, seremos cobertos, enriquecidos e curados pela justiça de Cristo (Pv 28:13).


Deus pode usar caminhos surpreendentes para nos ajudar a compreender de forma prática e real a profunda dimensão de Sua graça. “Assim um revés, uma derrota grave, o desabamento de um mundo majestoso pode ser o caminho necessário a um renascimento. Para cada um de nós, um fracasso pode se tornar a oportunidade de uma reviravolta sobre si mesmo e de um encontro pessoal com Deus.”13



Conclusão

A humanidade carrega em si a imagem divina, pois sua existência é a obra-prima da criação de Deus.


A queda afasta de Deus a humanidade pela barreira do pecado. Embora a imagem divina não se apague de forma completa, é inteiramente arruinada.


Carregando em si a imagem divina e o poder do pecado, o ser humano só escapa da contradição de sua existência por meio da redenção encontrada em Cristo.



1. O termo hebraico traduzido como “seres celestiais”, na Nova Versão Internacional, é “elohim”. Pode significar “Deus”, “deuses” ou “seres sobrenaturais em geral” (ver Comentário Bíblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p. 127). A Septuaginta, versão do Antigo Testamento para grego koiné, produzida por 72 sábios judeus no período intertestamentário, utiliza o termo “angelos”, significando que o ser humano foi criado um pouco abaixo dos anjos. A mesma interpretação se repete no Novo Testamento (Hb 2:5) e também nos escritos de Ellen G. White.

2. SCHMIDT, Werner H. A Fé do Antigo Testamento. São Leopoldo, RS: Sinodal, 2004. p. 293

3. O significado de “dominar” pode ser originado de “pisar”, uma ação transformadora como “pisar o lagar” para a preparação do vinho. É uma autorização ao ser humano para fazer transformações úteis. Isso não incluiu o domínio destrutivo e ameaçador ao meio ambiente e às demais criaturas divinas (ver WOLFF, Hans Walter. Antropologia do Antigo Testamento. 1 ed. São Paulo: Hagnos, 2007. p. 251.)

4. FORELL, George W. Ética da Decisão. 8ª ed. São Leopoldo, RS: Sinodal, p. 52.

5. Idem.

6. WHITE, Ellen G. Patriarcas e Profetas. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993. p. 50.

7. VELOSO, Mario. O Homem, uma Pessoa Vivente. São Paulo: Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia, 1984. p. 59.

8. Holbrook, Frank B. O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002. p. 72, 73.

9. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 3 ed. Campinas, SP: Luz para o caminho, 1994. p. 245.

10. KNIGTH, George R. Sin and Salvation. Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing Association, 2008. p. 28.

11. SCHAFFER, Francis. A Morte da Razão. 5 ed. São Paulo: ABU, 1989. p. 21.

12. PASCAL, Blaise. Pensamentos. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 166.

13. TOURNIER, Paul. Culpa e Graça: uma análise do sentimento de culpa e o ensino do evangelho. 1 ed. São Paulo: ABU, 1985. p. 133.



Guilherme Silva é pastor e jornalista. Atua como editor-associado de livros na Casa Publicadora Brasileira.

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Comemorando a aptidão física e espiritual - 16/04/2010 a 17/04/2010

Sexta, 16 de abril

Opinião

Colocando em ordem nossas prioridades


Tenho um amigo que é frugívoro. Segundo ele, comer qualquer coisa a não ser frutas é altamente prejudicial à saúde. Se ele nos vir comendo qualquer outra coisa, nos dá uma bronca e um sermão sobre a alimentação saudável e a preservação do corpo para o serviço de Deus. Um rápido exame da dieta e dos hábitos de saúde dele indicará que esse meu amigo é dedicado seguidor dos princípios de saúde de Cristo. Contudo, será que isso é tudo o que está envolvido em nosso relacionamento com Ele? Como nos definimos? Como zelotes que andam por aí dando bronca nas pessoas e fazendo com que elas se sintam julgadas e marginalizadas porque optam por comer um sanduíche de vez em quando?

Os crentes piedosos são conhecidos por seus frutos – os frutos do Espírito. Essa frase é um termo bíblico que reúne os nove atributos visíveis de uma vida cristã florescente. De acordo com Gálatas 5:22, 23 (NVI), esses atributos são: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Aprendemos pela Bíblia que esses não são frutos individuais dos quais podemos escolher ao acaso os que queremos. Ao contrário, é um só fruto com nove facetas que caracterizam todos os que verdadeiramente andam no Espírito Santo. Coletivamente, essas são as características que todos os cristãos deviam estar produzindo em sua vida com a ajuda do Espírito Santo.

A primeira carta a Timóteo 4:8 nos informa: “O exercício físico tem algum valor; a piedade, porém, tem valor para tudo, porque tem promessa da vida presente e da futura” (New International Version). Note que esse verso não diz que o exercício não tem valor! Diz que o exercício é valioso, mas coloca as prioridades na ordem certa ao dizer que a piedade tem maior valor.

Mãos à obra

1. Desenhe ou pinte sua ideia do que significa “boa saúde”.
2. Escreva seu ponto de vista pessoal sobre os efeitos dos hábitos saudáveis sobre a sua espiritualidade.
3. Escreva um poema ou música sobre sua vida e seu corpo sendo um templo para Deus.
4. Discuta com um grupo os efeitos da saúde sobre a espiritualidade. Partilhe exemplos de como você tem visto isso em sua própria vida.
5. Caminhe durante 30 minutos pelo menos uma vez por dia nesta semana. Você se sente mais relaxado? Está dormindo melhor? Já está aguardando com ansiedade que chegue a hora de caminhar?
6. Peça a Deus que guie você a uma melhor saúde física e espiritual, e para que o Santo Espírito lhe mostre as áreas em que você precisa melhorar.

Jonathan Gerber | República de Cingapura

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

A Jornada Cristã "Esperança " - 16/04/2009 a 18/04/2009

Quinta, 16 de abril

Aplicação
Esperança reconecta pessoas


8. Em que sentido a esperança do cristão culmina com a segunda vinda de Jesus? Ap 22:7, 10-12, 20. Por que essas promessas são tão importantes para nós?

9. Como o aspecto de tempo mencionado em 2 Pedro 3:8 e 9 afeta nossa compreensão da expressão “sem demora”com relação à segunda vinda?

O evangelho reconecta as pessoas. Une pessoas cujo egoísmo as havia isolado, e então capacita-as a se relacionar melhor com os outros. O evangelho reconecta as pessoas com Deus e umas com as outras.

Apegue-se firmemente à esperança. Como você pode ter certeza de que o que você está esperando vai acontecer? Como você pode se conectar com outros de modo que faça crescer sua esperança e a deles?

Entre. Ouça tão profundamente que as pessoas que contam sua história comecem a acreditar que tudo o que lhes importa é importante para você também. Ajude-as a acreditar nisso, porque é verdade. Lembre-se de que você não pode entrar profundamente na vida de alguém como juiz ou crítico, ou mesmo como conselheiro. Não fique ansioso para descobrir pecados ou corrigir erros. Ao contrário, vá até as pessoas entusiasmado pela visão do que elas irão se tornar quando Cristo habitar no coração delas (Gl 4:19).

Veja. Procure nos outros o que você já viu em você mesmo, tanto de bom como de ruim – nada mais, nada menos. Lembre-se de que o poder para ver claramente o coração de alguém depende, primeiramente, de ver o seu próprio. Espere ver duas realidades básicas: (1) uma fome por Deus que energiza a paixão para adorar e amar, e (2) a determinação de se proteger de mais sofrimento, na recusa em se conectar com qualquer pessoa; uma determinação que nos leva a procurar satisfação nos prazeres que achamos que podemos controlar.

Toque. Muitas pessoas nunca experimentaram pessoalmente como é ter um relacionamento com Cristo. Torne sua prioridade conhecer a Cristo suficientemente bem para experimentar a emoção de desfrutar perfeito amor e esperança, a fim de que você tenha um testemunho inspirador para partilhar, que possa tocar a vida dos que têm contato com você.

Quando você escolhe se apegar à esperança de sua salvação – o próprio Jesus – é como se você estivesse se ligando à Palavra de Deus e se apegando a ela como se sua vida estivesse em jogo. Então, quando vierem os ventos da adversidade, da dúvida, ou perseguição, você conseguirá ficar firme, sem cair.

Sua confiança no futuro está baseada na segurança das promessas de Deus, mesmo quando você não consegue ver qualquer sinal de que essas promessas estão sendo cumpridas. A esperança bíblica está baseada no que Deus disse, não no que podemos ver. Essa é a essência da fé – crer quando não se pode ver.

Rudy Espiritu | Olongapo, Filipinas

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