quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Abiatar - 11/11/2010 a 13/11/2010

Quinta, 11 de novembro

Aplicação
Preparados para uso santo


Podemos discutir se Abiatar estava ou não preparado para ser o sumo sacerdote. Contudo, precisamos também perguntar a nós mesmos se estamos preparados para ser filhos de Deus. Abaixo estão várias maneiras em que podemos estar preparados para a obra que Ele tem para fazermos:

Siga a direção de Deus em Sua Palavra (2Tm 3:16, 17). Quando tomamos o nome de cristãos, não podemos permanecer como estamos. Através da habitação do Espírito Santo, somos transformados à imagem de nosso Criador. Estudar a Palavra de Deus e aplicá-la a nossa vida é essencial para essa mudança.

Esteja disposto a mudar (Ez 36:22-28). Como povo de Deus, precisamos reconhecer que há um padrão que precisamos alcançar para ser considerados perfeitos por Jesus, nosso Senhor. A perfeição vem apenas de Deus, mas precisamos estar preparados para recebê-la dEle.

Reonheça que só Deus pode tornar você perfeito (Sl 18:32; Jo 17:23; 1Ts 5:23). Às vezes somos incapazes de discernir imediatamente Sua vontade para nossa vida; mas, se estivermos dispostos, Ele guiará nossos passos ao andarmos com Ele e Lhe permitirmos que nos guie. É importante nos lembrarmos de que esse processo dura toda uma vida.

Confie nEle (Sl 91:2; Pv 3:5, 6). É-nos assegurada Sua proteção quando fazemos isso.

Creia no poder dAquele que o(a) fortalece (Fp 4:13). Aqui é importante nos lembrarmos de que, por nós mesmos, nada podemos fazer (Jo 15:5).

Ande de maneira digna do elevado chamado (2Ts 1:11). Não siga o exemplo de Abiatar. Ele seguiu a Deus só por algum tempo. Após sua fidelidade na juventude, ele se colocou contra o ungido de Deus. Conserve os olhos em Jesus. Contemplando-O, seremos transformados (2Co 3:18).

Mãos à Bíblia

5. Após se tornar rei, como Salomão lidou com Abiatar e que razões ele deu? 1Rs 2:26, 27

Uma leitura superficial do verso pode dar a impressão de que Abiatar foi despedido por causa de uma profecia feita a Eli 100 anos antes (1Sm 2:30-36). Mas, na realidade, Deus sabe que escolhas livres faremos.

6. Compare essa história com a de Judas. Que princípio semelhante esteve em ação em ambos os casos? Explique essa predição à luz da remoção de Abiatar como sacerdote. Mt 26:14-16, 20-25

O fato de que Jesus sabia, desde o princípio, que Judas o trairia não O levou a afastá-lo. Como Abiatar, Judas não estava preparado para aceitar a vontade de Deus. A presciência não se traduz automaticamente em predestinação divina. As pessoas têm escolhas, como fizeram Judas e Abiatar. A presciência de Deus a respeito dessas escolhas não limita nossa liberdade de fazê-las.

Howard Kelly | Londres, Inglaterra

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Luta Pelo Poder - 11/11/09 a 14/11/09

Quarta, 11 de novembro

Evidência

A igreja laodiceana


A lição desta semana está relacionada a uma luta pelo poder, colocando Corá, Datã e Abirão contra Moisés e Arão. A luta pelo poder pode aparecer em todos os relacionamentos. Por que temos pessoas matando um grupo ou outro em nome da religião? É claramente declarado, em Êxodo 20:13, um preceito dos Dez Mandamentos: “Não matarás.” Onde há qualquer evidência de que Deus deseja que matemos em nome da religião?

Hamã não tinha nenhuma evidência contra Mordecai. Então, por que desejava executá-lo? Hamã estava cheio de ciúmes. Planejava executar Mordecai porque este não se inclinava perante ele. A Providência, contudo, interveio naquela noite. Leia Ester 6.

Até o Sinédrio procurou encontrar evidências para desacreditar a Jesus, o Filho de Deus. Leia Mateus 26:59.

Quem falará aos descrentes deste mundo? Será que os cristãos de hoje ainda estarão procurando evidências para seguir a atuação do Espírito Santo antes de sair e falar às pessoas sobre a volta de Cristo? Ou serão achados em falta, e deficientes na fé e no zelo? Virá um tempo em que o Rei do Universo mostrará todas as evidências sobre o bem e o mal. Haverá, então, luta pelo poder?

A Bíblia fala sobre a igreja laodiceana em Apocalipse 3:14-22. Ellen G. White escreveu sobre essa igreja: “Os que não querem agir quando o Senhor os chama, esperando por evidências mais certas e oportunidades mais favoráveis, andarão em trevas, pois a luz será retirada. A luz, uma vez concedida, se rejeitada, pode nunca mais ser repetida” (The Advent Review and Sabbath Herald, 16 de setembro de 1873).

Que luta pelo poder haverá quando Jesus Se levantar contra Satanás, o inimigo de nossa alma, ao ele tentar provar que merecemos condenação!

Mãos à Bíblia

7. Qual foi a reação do povo aos juízos de Deus contra os rebeldes? Nm 16:41-50. O que esse fato deve nos dizer sobre a natureza humana caída?

O que esse relato deve nos revelar é que o espírito de rebelião entre alguns do povo não terminou com Corá. Ele permaneceu no acampamento, mesmo depois de tudo o que acontecera.

8. O que significa a ideia de Arão em pé entre os vivos e os mortos? Nesta cena, como obtemos um vislumbre do que Jesus fez por nós? Nm 16:48.

Norma P. Brown | Atlanta, EUA

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

A Expiação em Símbolos (parte 2) - 11/11/2008 a 15/11/2008

Terça, 11 de novembro

Testemunho
A Trindade na expiação


3. Leia Levítico 16:16, 17, 21, 30, 33, 34. Que ênfase específica você encontra nesses versos? Os pecados de quem estavam sendo expiados naquele dia, em contraste com o ritual diário (Lv 1:1-4)?

Os textos indicam a natureza abrangente da purificação porque o ritual estava lidando com todos os pecados de todo o povo.

4. O que Deus esperava de Seu povo naquele dia? Lv 23:26-31

Por mais que o Dia da Expiação fosse um evento corporativo, envolvendo toda a nação, cada indivíduo tinha um papel a desempenhar em humilhar-se diante de Deus e entregar-se completamente a Ele.

Se Cristo é uma verdadeira revelação do caráter de Deus, e se o plano da redenção de Deus em Cristo verdadeiramente consiste de nossa salvação, então precisamos responder corretamente à pergunta: Quem são Deus e Cristo a fim de serem capazes de conseguir a salvação para os seres humanos pecadores?

As seguintes conotações nos ajudam na compreensão da expiação como meio de estabelecer a salvação.

Primeiro, precisamos compreender a identidade do Senhor Jesus Cristo encarnado, crucificado e ressurreto como a segunda pessoa da Trindade.

Segundo, a crucifixão de Jesus não é primariamente a punição pelo pecado, mas a remoção do pecado para sua conclusão lógica. Da mesma forma, a ressurreição e ascensão de Jesus são essenciais para a expiação porque é a intenção de Deus em Cristo transformar e recriar nossa natureza humana caída, permitindo assim que participemos da vida ressurreta de Seu Filho.

Terceiro, a graça é mediada para os seres humanos redimidos de maneira trinitária: do Pai, através da intercessão do Cristo ressurreto, e por meio do Espírito Santo. O Espírito que torna presente para nós a humanidade do Cristo ressurreto recria nossa humanidade à imagem divina.

“Aqueles que têm Cristo habitando no coração farão as obras de Cristo. Estes têm direito a todas as promessas de Sua Palavra. Tornando-se um com Cristo, realizam a vontade de Deus e exibem as riquezas de Sua graça. ... Os servos de Deus cantarão: ‘Render-Te-ei graças, Senhor, de todo o meu coração; na presença dos poderosos Te cantarei louvores. Prostrar-me-ei para o Teu santo templo e louvarei o Teu nome, por causa da Tua misericórdia e da Tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o Teu nome e a Tua palavra’ (Sl 138:1, 2). Portanto, não seja cultivada nenhuma aparência de orgulho ou importância própria, pois isto expulsará Jesus do coração, e o vácuo será preenchido com os atributos de Satanás” (Ellen G. White, Review and Herald, 1º de maio de 1913).

Benji Stephen | Puno, Índia

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