terça-feira, 7 de junho de 2011

A veste nupcial - 07/06/2011 a 11/06/2011

Terça, 7 de junho

Testemunho
Sem mancha ou ruga


Sempre acreditei que decência é importante – em todo lugar e em todas as ocasiões. Mas, à vista de um Deus misericordioso, tenho algumas vezes me perguntado porque meramente atender à festa de casamento não é suficiente. A seguir, está a resposta à minha pergunta.

“Pela veste nupcial da parábola é representado o caráter puro e imaculado que os verdadeiros seguidores de Cristo possuirão. Foi dado à igreja ‘que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente’ (Ap 19:8), ‘sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante’ (Ef 5:27). O linho fino, diz a Escritura, ‘é a justiça dos santos’ (Ap 19:8). A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal” (Parábolas de Jesus, p. 310).

“Não é bastante crermos que Jesus não é um impostor e que a religião da Bíblia não é uma fábula artificialmente composta. Podemos crer que o nome de Jesus é o único debaixo dos Céus pelo qual devemos ser salvos, e contudo podemos não torná-Lo pela fé nosso Salvador pessoal. Não é bastante crer na teoria da verdade. Não é bastante fazer profissão de fé em Cristo, e ter nosso nome registrado no rol da igreja” (Ibid, p. 312).

“O homem que foi à ceia sem a veste de bodas representa a condição de muitos hoje em dia. Professam ser cristãos e reclamam as bênçãos e privilégios do evangelho; contudo não sentem a necessidade de transformação de caráter. [...] Não venceram suas inclinações para a injustiça, herdadas e cultivadas. Contudo pensam ser bastante bons em si mesmos e confiam em seus próprios méritos em vez de nos de Cristo” (Ibid., p. 315).

“A verdade deve estar plantada no coração. Deve dirigir o espírito e regular as afeições. Todo o caráter deve ser estampado com a expressão divina. Cada jota e til da Palavra de Deus deve ser introduzido na vida diária” (Ibid., p. 313, 314).

Mãos à Bíblia

3. Leia o restante da parábola (Mt 22:9-14). Quem eram os que foram à festa do casamento? O que significa o fato de que, entre os que foram, havia “maus e bons”?

Você já percebeu que algumas das piores pessoas são cristãos declarados? Já notou que pessoas hipócritas ou más também vão à igreja, reivindicam as promessas bíblicas e dizem ter certeza da salvação? Não devemos julgar ninguém. Mas Deus deve julgar e julgará (Rm 14:10; Hb 10:30; Ec 12:14; Dn 7:9, 10). Os adventistas do sétimo dia chamam isso de “juízo investigativo”, que é revelado nessa parábola.

Sheryll Ann F. Manese – Silang, Cavite, Filipinas

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Otimismo: Felicidade e Cura - 07/06/2010 a 12/06/2010

Segunda

Os cuidados desta vida


Frequentemente, o otimismo e a esperança são excluídos de nossa vida por causa do excesso de atividades. Podemos ficar tão absorvidos pelas coisas e trabalhos, mesmo por atividades boas e necessárias, a ponto de perdermos o relacionamento com Jesus. Esse relacionamento é essencial para o crescimento em todos os aspectos da vida.

2. O que os textos seguintes nos dizem sobre a maneira pela qual devemos viver? Que lições podemos aprender desses exemplos?

a. Mq 6:8
b. Lc 8:14
c. Lc 10:38-42
d. Lc 12:16-21

O sucesso é cobiçado e ambicionado. Frequentemente, as pessoas passam longas horas perseguindo esse ideal. Com frequência, buscamos o sucesso quando nosso verdadeiro objetivo deveria ser a busca de sentido para a vida. O que faço, digo e penso é importante, ou sou como o fazendeiro “bem sucedido” na parábola que, chamado a prestar contas, foi considerado louco? (Veja também Lc 21:34.)

Marta estava interessada nas tarefas essenciais de prover alimento e bebida para seus convidados. Como nós, ela se envolveu tanto no trabalho para o Senhor que negligenciou o relacionamento doador de vida com o Senhor do trabalho.

Jesus a lembrou de que Maria havia escolhido mais sabiamente e confirmou a escolha de sentido no relacionamento de preferência ao sucesso no trabalho.

Às vezes, como a semente, podemos ser vencidos pelos cuidados desta vida só tentando sobreviver. Isso pode envolver o atendimento às necessidades da família, educação dos filhos, ou simplesmente a tentativa de acompanhar as exigências da vida deste Planeta tumultuado. O desenvolvimento de um relacionamento com Jesus afeta cada aspecto de nossa vida e permite a celebração de uma perspectiva otimista e cheia de esperança, mesmo em tempos de angústia e pressão.

Quanto do que você está fazendo será lembrado na eternidade? Em contraste, quanto você está fazendo que um dia será eternamente esquecido? O que sua resposta lhe diz sobre você mesmo, como você está vivendo e, talvez, as escolhas que você precisa fazer?

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sábado, 6 de junho de 2009

Jornada Cristã ''ADMINISTRAÇÃO" - 07/06/2009 a 13/06/2009

JORNADA CRISTÃ "ADMINISTRAÇÃO "


Porque aquele que tem muito receberá mais e assim terá mais ainda; mas quem não tem, até o pouco que tem será tirado dele” (Mt 25:29).

Prévia da semana: A fidelidade é vital ao discipulado. Priorize suas responsabilidades e valores e viva conforme o plano de Deus.

Leitura adicional: Malaquias 3:10; Mateus 19:16-21; Marcos 12:41-44


Domingo, 7 de junho

Introdução
Pastor ou mercenário?


1.
Que mensagem básica sobre a mordomia existe nas palavras de Jesus? Mt 25:14-30

Realidade 1: todos nós temos talentos. Realidade 2: nem todos temos o mesmo número de talentos. A lição de Jesus é clara: a quantidade de nossos talentos não é o mais importante; o que fazemos com os talentos é o que importa. Realidade 3: alguns recusam usar seus talentos. Realidade 4: não usar os talentos é coisa séria. O “servo mau” não teve segunda chance. Ele foi lançado “nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes” (Mt 25:30, NVI).

Dois homens saíram certa manhã para cuidar de ovelhas. Um deles era pastor, o outro, mercenário. O pastor andou grande distância até encontrar um pasto com grama verde e viçosa no topo de uma colina. Deixou as ovelhas na sombra enquanto as vigiava. Ao meio-dia, levou o rebanho até o riacho para que tivessem água fresca para beber. Mais tarde, ocorreu um drama. Dois lobos atacaram o rebanho. O pastor afugentou os atacantes e levou o rebanho até um lugar seguro.

Do outro lado da aldeia, o mercenário levou suas ovelhas para o primeiro pasto que encontrou. A grama estava seca, e não havia água. Deixou as ovelhas no sol enquanto encontrava uma sombra para si mesmo, e dormiu. Pouco antes do cair da noite, foi acordado pelo balido das ovelhas que estavam sendo dispersadas por lobos. Ele pegou sua bolsa e saiu correndo, deixando o rebanho em perigo.

O que fez a diferença entre o pastor e o mercenário? De acordo com João 10:13, o mercenário fugiu porque era contratado, e realmente não se importava com as ovelhas. O pastor, como o mercenário, poderia ter sido empregado para tomar conta das ovelhas. Ambos eram administradores do rebanho. A diferença era que o pastor se importava com as ovelhas, e isso o tornou um bom administrador.

Nós também fomos apontados como administradores. Mas como, se não cuidamos de ovelhas? Essa pode ser sua pergunta se você mora em certas partes do mundo como as Antilhas. A verdade é que Deus espera que sejamos administradores de qualquer posse que Ele tenha nos dado. Nossa propriedade, talentos, tempo, saúde, relacionamentos, ambiente natural, e a verdade, nos são dados por Deus para que os administremos para Ele.

Como o bom pastor, devemos cuidar das posses com as quais Deus nos abençoou; e devemos usá-las para Seu serviço. Não devemos permitir que o diabo, o lobo-mor, ataque essas posses. Se não usarmos as coisas que possuímos para a glória de Deus, então somos meros mercenários – não tendo cuidado pelas coisas que fomos apontados para administrar.

Um dia o verdadeiro Dono de tudo pedirá contas das propriedades que nos confiou. Na lição desta semana exploraremos o que Ele requer de nós com respeito à nossa administração. Que possamos ser achados administradores fiéis quando nosso Senhor retornar, uma vez que “o que se exige de quem tem essa responsabilidade é que seja fiel ao seu Senhor” (1Co 4:2).

Bentley Chambers St. Catherine, Jamaica

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