quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fé e Cura - 06/05/2010 a 09/05/2010

Quinta, 6 de maio

Aplicação
Um jardim de fé

Se desejamos ter verdadeira cura, precisamos cultivar um jardim de fé. Isso é importante, porque a fé em Deus pode acelerar a cura. Para cultivar seu jardim de fé, plante quatro fileiras de lírios e, finalmente, no centro, plante uma fileira de Edelweiss:

Primeira fileira – Leve-nos a um relacionamento com Deus. Abraão foi o pai dos israelitas. Onde quer que fosse, erigia um altar e fazia um sacrifício para mostrar sua fé em Deus. O supremo teste envolveu o sacrifício de seu único filho Isaque. Abraão passou no teste. Os altares de Abraão simbolizam o relacionamento especial de fé que ele possuía com Deus. Se adorarmos a Deus tão devotadamente como Abraão o fazia, nossa fé também irá crescer.

Segunda fileira – Leve-nos a ter um desejo ardente por Jesus. Em Mateus 9:20-22, Jesus curou uma mulher que havia estado doente por 12 anos. Ele disse a ela que sua fé nEle a havia curado. Para chegar até Jesus, ela forçou caminho por entre a imensa multidão, apesar de saber que sua doença a tornava impura e, portanto, impossibilitada de estar entre o público. Isso é fé!

Terceira fileira – Leve-nos a ser fortes como Jesus. Toda vez que caímos, precisamos nos levantar e continuar em frente. Nossos problemas só nos tornam fracos quando não dependemos da ajuda de Jesus.

Quarta fileira – Leve-nos a obedecer a todos os mandamentos de Deus. A experiência de Naamã em 2 Reis 5:1-27 nos ensina que, para nossa fé ser genuína, precisa ser acompanhada de ação. Se Naamã não tivesse se lavado no Jordão sete vezes, não teria sido curado. Fé e ação vão de mãos dadas.

Quinta fileira (a do meio) – Eduque sua mente para crer de todo o coração que Cristo é a resposta. Muitas pessoas sofrem mais de doenças da alma do que de doenças do corpo. Somente encontrarão alívio quando virem Cristo, que é a fonte de toda vida. Então, cansaço, solidão e insatisfação irão cessar, e a alegria dará saúde à mente e ao corpo (ver Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 403).

Mãos à Bíblia


7. Que se pode dizer sobre a fé daqueles que foram curados por Jesus? Que lições podemos tirar desses exemplos? Mt 12:9-13; Lc 13:11-13; 14:2-4; 22:47-52

Sempre existem aqueles casos em que, por razões que não entendemos, as curas não vêm como pedimos e desejamos. As boas-novas para nós, como cristãos adventistas, porém, são que ainda podemos confiar no amor, misericórdia e bondade de Deus, mesmo em meio às tragédias inexplicáveis que sempre fazem parte deste mundo caído.

Eko Tulistyawati Ricky | Bandung, Indonésia

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Jornada Cristã "PECADO" - 06/05/2009 a 09/05/2009

Quarta, 6 de maio

Testemunho

"Não peque mais"


Os resultados do pecado são visíveis em toda a natureza. São também visíveis nas guerras, no mal da escravidão, na maneira de explorarmos os re­cursos naturais e em outras formas de exploração. Mas até que ponto devemos assumir a culpa por esse estado coletivo de pecaminosidade? A verdade é que todos exercemos algum tipo de influência. Podemos tomar pequenas decisões que, às vezes, podem aumentar ou diminuir de alguma forma o mal neste mundo. Devemos trabalhar pela paz e justiça, demonstrar compaixão e cooperar com todos os que querem proteger o ambiente.

7. O que acrescentam à nossa compreensão deste assunto passagens como Eclesiastes 9:10, Lucas 16:10 e Filipenses 4:8, 9?

Como cristãos, somos chamados a evitar toda a aparência do mal. Davi desejou a mulher de outro. Ele desviou seu foco do Criador, e pecou. No momento em que nosso foco fica embaçado, já nos encontramos na areia movediça do pecado.

“Para que o ser humano seja purificado, enobrecido e habilitado para as cortes celestiais, há duas lições a ser aprendidas - abnegação e domínio-próprio. Alguns aprendem essas importantes lições com mais facilidade do que outros porque são adestrados pela simples disciplina que o Senhor lhes aplica com brandura e amor. Outros requerem a morosa disciplina do sofrimento, para que o fogo purificador possa livrar-lhes o coração do orgulho e da confiança em si mesmo, da paixão terrena e do egoísmo, a fim de que apareça o verdadeiro ouro do caráter e eles se tornem vitoriosos pela graça de Cristo” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 86).

Um dos pecados de Davi foi a lascívia, que foi crescendo numa louca busca de seu desejo pela esposa de Urias. Quando Bate-Seba ficou grávida de Davi, ele conspirou para que Urias perdesse a vida na batalha. Tentando encobrir seus atos pecaminosos, Davi foi afundando cada vez mais na areia movediça do pecado (2Sm 11).

“Deus não Se desanima conosco por causa de nossos pecados. Podemos cometer erros e ofender Seu Espírito; mas quando nos arrependemos e vamos ter com Ele com o coração contrito, Ele não nos faz voltar. ... Têm-se acariciado sentimentos errados, e tem havido orgulho, presunção, impaciência e murmurações. Tudo isso nos separa de Deus. Os pecados devem ser confessados; tem de haver mais profunda obra de graça no coração. Os que se sentem fracos e desanimados podem tornar-se fortes varões de Deus e fazer nobre trabalho pelo Mestre. Precisam, porém, trabalhar de um ponto de vista elevado; não devem ser influenciados por quaisquer motivos egoístas” (Ibid., p. 35).

Quando Davi percebeu seus atos pecaminosos, a compaixão de Cristo o tirou da areia movediça do pecado. Precisamos procurar perfeita comunhão com nosso Salvador. É desejo de Satanás fazer-nos sentir que nossos pecados são grandes demais aos olhos do Senhor. Mas, aos pés da cruz não há lugar para o orgulho e o julgamento próprio. Cristo está pronto a nos perdoar se a Ele formos com o coração arrependido.

Fabian Rose | Atlanta, EUA

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