quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Bons pensamentos - 03/02/2011 a 05/02/2011

Quinta, 3 de fevereiro

Aplicação
Luta mental


A mente é a parte mais poderosa do nosso corpo. Se sua mente desafiasse seu braço para uma queda de braço, ela ganharia do braço todas as vezes, se ela assim escolhesse. Falando de maneira simples, seus pensamentos podem simplesmente virar seu braço para trás – o placar seria “Mente 1, Braço 0”.

Nossos pensamentos controlam o corpo. O que, quando, onde e por que fazemos as coisas, é frequentemente decidido pela mente. Devido ao fato de nossos pensamentos desempenharem um papel crucial no controle de nossos atos e emoções, é tão importante cuidar da saúde da mente quanto de qualquer outra parte do corpo. Portanto, aqui estão algumas formas em que você pode usar melhor sua mente para ter uma vida mais feliz e saudável:

Mergulhe naquilo que é bom. Leia, veja, ouça coisas e tome parte em atividades que aumentem seu conhecimento de tudo o que é bom e eterno. Ocasionalmente pare para considerar se os programas de TV aos quais você assiste e as músicas que você ouve são dignas do espaço que ocupam em sua mente. O mesmo é válido para os filmes que você vê e as revistas que você lê. Também considere os sites que você visita, as compras que faz, os esportes e passatempos aos quais se dedica e os amigos que escolhe.

Não vandalize sua mente. Será difícil sua mente funcionar bem se você maltratar seu corpo com alimentos ou hábitos de sono ruins. Álcool, fumo, drogas, cafeína e falta de exercícios também podem sabotar sua mente.

Alimente uma atitude positiva. A felicidade não é algo que você possa comprar numa loja ou pedir por telefone. Cabe a você olhar para o lado positivo das situações da vida. Fazer isso ajudará você a ser feliz.

Evite falar mal dos outros. Falar negativamente das pessoas e situações pode fazer com que passemos a não gostar delas e a ficar infelizes com a vida. Concentrar-nos no positivo é muito mais benéfico para nossa mente e atitudes do que concentrar-nos em escândalos e em situações a respeito das quais podemos fazer pouco ou nada.

Mãos à Bíblia


7. Que coisas específicas somos chamados a fazer a fim de viver em Cristo como nos é prometido? Cl 3:1-17

Esta passagem nos leva à raiz dos comportamentos morais e imorais: a mente. As expressões do texto bíblico indicam que a fuga do pecado e a busca da virtude é questão de escolha e preparação, não de improvisação. O pecado só pode ser vencido quando mantemos a mente nas coisas de cima.

Scott Wegener | Melbourne, Austrália

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Amabilidade - 03/02/2010 a 06/02/2010

Quarta, 3 de fevereiro

Testemunho
Nos lábios a lei da bondade


Certa vez, passei por um ônibus que estava com o motor afogado. Os passageiros estavam relutantes em sair e empurrar o veículo para que o motorista pudesse fazê-lo pegar “no tranco”. Então, ele pediu que eu e alguns outros pedestres ajudássemos, o que fizemos alegremente.

Atos de amabilidade devem ser parte de nossa vida diária. Isso só é possível na medida em que o Espírito Santo vive em nós. Quando estivermos cheios de Sua presença, não esperaremos que as pessoas nos peçam ajuda. Em vez disso, mostraremos amabilidade a cada oportunidade que se apresentar, sem que nos solicitem.

Ellen G. White escreveu: “Sua influência alcança o ser humano. ... É seu dever ser cristão no mais alto sentido da palavra – ‘igual a Cristo’. É através das invisíveis linhas que os ligam a outras pessoas com as quais vocês entram em contato que vocês podem, se estiverem em constante comunhão com Deus, deixar impressões que os tornarão um cheiro de vida para a vida. De outro lado, se vocês são egoístas, orgulhosos, mundanos, não importa qual tenha sido a sua experiência, ou quanto sabem, se não tiverem nos lábios a lei da bondade, a doce fragrância do amor que exala do coração, nada poderão fazer do que deve ser feito” (Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 178.

Não devemos ser seletivos sobre as pessoas a quem mostramos amabilidade. Leia o que Jesus tinha a dizer sobre a seletividade em Mateus 5:43-45.

Mãos à Bíblia

5. Que princípio de vida Jesus mencionou em Lucas 6:38?
Como cristãos, devemos ser sempre benignos, mesmo que a benignidade não volte para nós. De fato, ser benignos para aqueles que são indelicados para conosco é a marca de legitimidade dos verdadeiros seguidores de Jesus. Em geral, porém, a maneira de tratarmos os outros afetará a maneira de tratarem a nós mesmos.

6. Que outra recomendação fez Jesus a respeito da amabilidade? Lc 6:35

É sempre fácil ser bom para os que, por sua vez, podem ser bons para conosco. Qualquer pessoa faz isso. O mais difícil, porém, é ser bondoso, especialmente aos que nunca poderão fazer algo por você. Esse é o verdadeiro teste.

Maganjo Kimani | Nairóbi, Quênia

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Testando os Profetas - 03/02/2009 a 07/02/2009

Terça, 3 de fevereiro

Exposição
O Deus que fala em Jesus

testando os Profetas3. Que princípio importante devemos ter em conta ao provar os profetas? Jr 18:6-10

A prova de um profeta verdadeiro está, em parte, no cumprimento de suas predições (veja 1Sm 9:6; Jr 28:9; Lm 3:37). Ao mesmo tempo, entretanto, nem todas as predições acontecem se as pessoas envolvidas têm uma mudança de coração. É o caso conhecido como profecia condicional, e é importante entender o que é isso.

4. Estude Jonas 3 e 4. O que deve ser tomado em consideração na aplicação da prova da profecia cumprida?

Jonas pregou que em quarenta dias Nínive seria “destruída” (Jn 3:4, NVI). Mas isso não aconteceu. Jonas foi um profeta falso? Claro que não! Em vez disso, devemos considerar que a profecia era condicional; seu cumprimento dependia da resposta do povo à mensagem divina. Esse princípio pode explicar por que não se cumpriram algumas profecias feitas por Ellen White.

Um menino estava olhando para a fotografia do pai, que estava atuando como soldado num país distante. Ele disse: “Eu gostaria que meu pai pudesse sair da fotografia e estar comigo.” Foi isso que Jesus fez na Encarnação. Ele saiu da eternidade e entrou no tempo. Em Jesus, Deus Se tornou homem, um conosco. Em Jesus, Deus expressou a mais plena, rica, clara, convincente e cativante mensagem de Seu amor pela humanidade. É uma mensagem dada pessoalmente por Jesus – a manifestação humana de Deus.

A Encarnação. Como Deus Se tornou homem e entrou em nosso mundo é algo que está além de nossa compreensão. Como Paulo expressou, “Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo...” (1Tm 3:16, NVI).

É importante compreender que a verdade da Encarnação é uma verdade revelada. É Deus revelando a nós Sua vontade e propósito através dos profetas e apóstolos (Am 3:7). Há verdades que não podemos conhecer sem que Deus as revele a nós; por exemplo: a Criação, a origem do pecado, a segunda vinda, a Trindade. Tais verdades nos são dadas a conhecer sobrenaturalmente por revelação divina. Aceitando-as pela fé, chegamos a compreendê-las (Hb 11:3).

Deus fala no Logos. Ellen White faz uma declaração profunda sobre o significado do termo Logos (ou Palavra) da forma como é aplicada a Jesus: “Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus – o pensamento de Deus tornado audível” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 19).

João 1:18 nos diz que Jesus, o Logos, explica quem Deus é.
João 1:1 e 2
nos diz que Jesus, o Logos, é divino, eterno, e que, o que Deus é, o Logos é.
João 1:3
nos diz que Jesus, o Logos, é o Criador de todas as coisas.
João 1:4
nos diz que Jesus, o Logos, é a fonte da vida.
João 1:5
nos diz que há um conflito entre a luz e as trevas e que a Luz é inextinguível.

João apresenta várias idéias vitais que ampliam e confirmam a Encarnação de Jesus:

1. A Encarnação é atestada pela profecia. João Batista cumpriu a profecia de Isaías: “Uma voz clama: ‘No deserto preparem o caminho para o Senhor; façam no deserto um caminho reto para o nosso Deus. ... A glória do Senhor será revelada, e, juntos, todos a verão. Pois é o Senhor quem fala’” (Is 40:3, 5, NVI).

2.
É um fato histórico. “Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1:14, NVI).

“No âmago da mensagem cristã está um fato novo: Deus havia agido – e lembremo-nos de que o significado original de ‘fato’ é o latim factum, ‘algo feito’. Deus havia agido de uma forma que, se crida, deveria, daí por diante, determinar todas as nossas formas de pensar.”*

Nosso estudo desta semana não apenas testa a palavra profética, mas nos coloca face a face com o que ela revela a nós sobre natureza, caráter, amor, vontade e propósitos de Deus.

O Logos fala. As Escrituras e as profecias não são simplesmente agentes de transferência de informações. Embora a profecia revele a vontade e propósito de Deus, seu objetivo primário é a salvação – mostrar como os fracos seres humanos podem ser unidos a um Deus santo.

É em Jesus, o Logos, que recebemos poder para nos tornar filhos de Deus (Jo 1:12, 13). Em Jesus, o Logos, recebemos graça e verdade em sua plenitude, e graça sobre graça (Jo 1:14, 16).

O uso do termo Logos, que significa “Palavra”, tem o objetivo de transmitir a mais positiva e otimista mensagem possível. Jesus é a Palavra Viva de Deus. Foi a palavra falada de Deus que trouxe a Terra à existência. “Deus disse”... e tudo aconteceu (Gn 1:3). Pela Palavra de Deus os céus foram formados (Sl 33:6).

Na Palavra escrita de Deus, há o mesmo poder divino de recriar as pessoas pecaminosas e torná-las novas criaturas (Tg 1:18). Ele escolheu nos fazer nascer através da palavra da verdade (1Pe 1:23).

Nosso estudo dos profetas tem o objetivo de levar-nos a uma experiência crescente e progressiva com Jesus, que é o objeto da profecia (1Pe 1:10-12). Quando comprovamos as profecias da Escritura, encontramos âncoras para a nossa fé; porém, mais do que isso, entramos num companheirismo íntimo e realizador com Jesus.

Pedro apresenta essa idéia quando nos chama a “prestar atenção” à palavra profética como a uma luz que brilha em lugar escuro. Ele diz que devemos continuar a estudá-la até que Jesus volte. A verdade é progressiva e expansiva. Nosso estudo contínuo não esgotará seu significado nem seus benefícios (2Pe 1:19).

Pense nisto

João 1:10 e 11 nos diz que, quando Jesus veio à Terra, não foi reconhecido por Seu povo escolhido. De que forma a ignorância das profecias do Antigo Testamento poderia ser uma razão para a Sua rejeição?
Que aplicação Hebreus 2:1-3 tem para nós hoje?
Que perigo há em crer na profecia bíblica sem prová-la?
Como podemos saber que não estamos substituindo a experiência pelo conhecimento?
Quando provamos que a profecia é confiável, qual é o passo seguinte?

* Lesslie Newbigin, Proper Confidence (S.P.C.K: Londres, 1995), p. 5.

Patrick Boyle Watford, Inglaterra

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