sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O “Homem de Deus” - 03/12/2010 a 04/12/2010

Sexta, 3 de dezembro

Opinião
Liberdade e Obediência

“Obedeça antes de reclamar” é um princípio bem conhecido nos círculos militares. “Um bom líder é um bom seguidor” – é o ditado das pessoas sábias. Em qualquer organização há regras a ser seguidas. Alguns tentam alterar essas regras, mas, no final, haverá consequências por fazê-lo. É por isso que os cristãos enfatizam a necessidade de obediência para conservar a confiança e o amor. Muitos jovens escolhem pensar que a obediência sufoca sua liberdade de escolha, em vez de entender as vantagens da obediência.

Certo sábado, observei na igreja uma criança sendo completamente desobediente. Finalmente, a mãe teve de sair do culto para disciplinar a criança. Enquanto eles estavam saindo, não pude deixar de pensar na dor que a mãe estava sentindo pelo filho e como sua dor era como a dor que Deus sente por nós quando vivemos de maneira contrária à Sua lei.

Muitas vezes nos vemos sofrendo os resultados de más decisões que tomamos, decisões que foram contra os princípios de nossa fé. Pior é quando não admitimos nossos erros e tentamos esconder o que fizemos. Isso causa mais dor, inquietude e culpa. Por que vivemos dessa forma quando temos a promessa de que o Espírito Santo nos guiará? Perguntei à minha classe da escola sabatina certa vez: “Se verdadeiramente amamos a Deus, é realmente difícil seguir Suas palavras?” (Ver João 14:15.) Alguns disseram que não, outros que sim. Então alguém disse: “Não é difícil fazer a vontade de Deus, mas é difícil vencer nossa natureza humana pecaminosa”.

Nossa natureza humana pecaminosa torna bastante difícil para nós o escolhermos o que é certo. Preferimos satisfazer o desejo de nosso coração. Contudo, quando o Espírito Santo vive em nosso coração, então somos capazes de escolher o desejo de Deus para nós. Deus nos deu a lei porque nos ama e sabe o que é melhor para nós. Sua lei é baseada no amor. Leia Mateus 22:34-40.

Mãos à obra

1. Acrescente uma ou duas gotas de corante alimentício à água e misture bem. Continue adicionando gotas de corante e misturando, notando quanto você precisa acrescentar antes que a água mude de cor. Imagine que o corante é veneno. Quanto você precisaria acrescentar para que não pudesse beber a água? De que forma a desobediência é como veneno em nossa vida?
2. Converse com um amigo sobre uma área em sua vida na qual você está lutando para obedecer à vontade de Deus. Peça a esse amigo que ore com você, por você e que seja alguém a quem você precise prestar contas de seus atos nesta área.
3. Anote 10 promessas onde Deus declara que estará conosco. Com um amigo, decore uma ou duas dessas promessas.
4. Peça a três pessoas que definam a palavra obediência. Como as definições se encaixam na lição desta semana?

Samuel D. Bagano Jr | Muntinlupa, Filipinas

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A “Loucura” do Profeta - 03/12/09 a 05/12/09

Quinta, 3 de dezembro

Aplicação
Permanecer forte em defesa de Deus


Balaão nos lembra de alguns traços de caráter que serão úteis quando estivermos enfrentando a tentação e a pressão do grupo. Vamos colocar isso em prática. Você está conhecendo alguns amigos novos. Eles sabem que você é adventista do sétimo dia, mas não têm nenhuma ideia do que seja viver como um adventista. Esses amigos sabem que você está precisando de dinheiro. Descobriram uma ótima oportunidade de trabalho e convidaram você para ir com eles. A escola tem um jogo de futebol toda sexta-feira à noite e eles precisam de alguém para recolher o lixo das arquibancadas depois do jogo. O salário é muito bom por duas horas de trabalho. Você sabe que esse emprego envolve o dia especial que Deus deseja que você passe com Ele. Mas parte de sua mente racionaliza por que provavelmente isso não faz mal. O que você faz?

Consulte a Deus. Discernir o certo do errado é seu primeiro passo. Talvez você não precise passar longas horas em oração e estudo sobre esse assunto, porque sabe que o sábado começa ao pôr do sol da sexta-feira, e que você deve santificá-lo não trabalhando nele. Então, talvez você esteja precisando orar para que Deus lhe dê forças para fazer o que você já sabe que é o certo. Outras situações podem não ser tão claras como esta. Nesses casos, a oração e o estudo da Bíblia terão um impacto notável.

Diga aos outros. Esse é o passo que faz com que a história de Balaão se destaque. Quando ele decidiu o que Deus desejava que ele fizesse, disse ousadamente aos príncipes, e até ao rei (Nm 22:12, 13, 18, 23, 38) que tinha que falar as palavras de Deus. Ele conhecia a importância de seguir a Deus e a loucura de ir contra Ele.

Diga a si mesmo. Este passo surge da necessidade. Balaão consultou a Deus e até falou aos outros quais eram suas crenças, mas quando teve que decidir, escolheu ir com os moabitas para ver se podia amaldiçoar Israel. Preocupou-se com o dinheiro que ia perder e com sua reputação como adivinhador pago (Nm 22:7). No fim, acabou perdendo o dinheiro de qualquer forma.

Se você sabe o que é certo, continue dizendo isso a si mesmo. E faça-o. Você poupará a si mesmo muitos problemas. Pode acreditar.

Mãos à Bíblia

7. Leia a profecia de Balaão em Números 24:15-17. De que tratava e como ela se cumpriu? Gn 49:10; Mt 2:1, 2

Por muito tempo, os estudiosos da Bíblia viram nessas palavras uma predição messiânica, referindo-se ao Redentor vindouro, Jesus. A imagem de um cetro (poder) e de uma estrela (luz) são símbolos apropriados de Jesus. Embora, no momento da profecia em si, o Senhor tenha usado símbolos locais, que teriam significado para aqueles que a ouviram naquele tempo, o princípio por trás da profecia – de poder e da vitória de Cristo – se aplica ao mundo todo. Jesus é a luz do mundo e seu proprietário legítimo, e não importa quais sejam os planos humanos, no fim, o mundo inteiro O verá prevalecer (veja Is 45:23; Rm 14:11; Fp 2:10).

Jarrod Purkeypile |
Keene, EUA

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Expiação na Cruz - 03/12/2008 a 06/12/2008

Quarta, 3 de dezembro

Testemunho

Iluminação do caráter de Cristo


Na cruz, Jesus estava sofrendo intensamente. Mas o mesmo estava se passando com o Pai. Deus estava em Cristo e, portanto, “Deus sofria com Seu Filho” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 693). Até poderia ser dito que “o próprio Deus foi crucificado com Cristo; pois Cristo era um com o Pai” (Ellen G. White em Signs of the Times, 26 de março de 1894). Qual foi a natureza do sofrimento experimentado pela Divindade que levou Cristo a clamar: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” (Mt 27:46).

5. Como você entende o grito de Jesus nesse verso?

Na cruz, Deus experimentou algo que nunca antes havia experimentado: a penalidade pelo pecado. Ele sofreu as conseqüências dos nossos pecados. Esse é o preço da nossa salvação!

“Torne-se a cruz de Cristo a ciência de toda educação, o centro de todo ensino e estudo. Seja ela introduzida na experiência diária da vida prática. Assim se tornará o Salvador para os jovens o companheiro e amigo de cada dia. Todo pensamento será levado cativo à obediência de Cristo. Como o apóstolo Paulo, deverão poder dizer: ‘Longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo.’ Gál. 6:14(Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 460).

“Quanto mais estudarmos o caráter divino à luz que vem da cruz, tanto mais veremos a misericórdia, a ternura e o perdão aliados à eqüidade e à justiça, e tanto mais claramente discerniremos as inumeráveis provas de um amor que é infinito, e de uma terna compaixão que sobrepuja o amor anelante da mãe para com o filho extraviado” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 15).

“Demonstrar amor àqueles por quem Cristo morreu, significa a crucifixão do próprio eu. Aquele que compreende ser filho de Deus deve, daí em diante, considerar-se um elo na cadeia baixada para salvar o mundo, um com Cristo em Seu plano de misericórdia, indo com Ele em busca dos perdidos para os salvar. O cristão deve sempre ter presente que se consagrou a Deus, e que seu caráter deve revelar Cristo perante o mundo. O espírito de sacrifício, a simpatia, o amor manifestados na vida de Cristo, devem reaparecer na existência do obreiro de Deus” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 417).

“Por intermédio da cruz aprendemos que o Pai celestial nos ama com amor infinito. ... É nosso privilégio também nos gloriar na cruz, nosso privilégio dar-nos inteiramente a Ele, como Ele Se deu por nós. Então, com a luz que jorra do Calvário a brilhar em nossa face, podemos sair para revelar esta luz aos que estão em trevas” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 210).

Fidel Cabannag Vicente Jr. | Calongbuyan, Filipinas

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