quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Redenção para judeus e gentios - 02/09/2010 a 04/09/2010

Quinta, 2 de setembro

Aplicação

O plano de Deus versus a escolha


Quando Deus criou o Éden para Adão e Eva, desejava que desfrutassem de eterna felicidade. Infelizmente, Adão e Eva escolheram permitir que o pecado entrasse em seu lar ao desconsiderarem a ordem de Deus. Leia Gênesis 6:5, 6.

Embora Deus ficasse entristecido pelas escolhas das pessoas e até tenha permitido que um dilúvio destruísse a Terra, não rejeitou completamente os seres humanos. Separou um certo número deles para Si. Por intermédio de Abraão, Ele escolheu os judeus. Escolheu-os pois os amou, não porque fossem mais numerosos (Dt 7:7). Escolheu Israel por causa da aliança que fez com o ancestral deles, Abraão, o pai da fé. Pela fé e obediência, Israel devia ser uma fonte de bênção para o mundo todo (leia Atos 13:47). A escolha de Deus não garantia a salvação nem excluía os gentios (leia-se todas as outras pessoas). A escolha dEle é acompanhada por uma escolha pessoal. Talvez nenhum capítulo da Bíblia torne essa realidade da salvação mais clara do que Romanos 9. Note especialmente os versos 30 a 33.

Mesmo hoje, Deus está convidando tanto jovens como adultos a serem Seus filhos (1Pe 2:9). As escolhas que fazemos diariamente determinam nosso destino. Então, como podemos fazer escolhas que nos capacitem a aceitar o convite de Deus? A seguir estão seis perguntas que podem nos ajudar:*

1. Como minha escolha me ajudará a testemunhar de Cristo? (1Co 9:19-22)
2. Que escolha me ajudará a fazer meu melhor? (1Co 9:25)
3. Quais das escolhas que enfrento vão contra as ordens ou princípios de Deus? (1Co 10:12)
4. Que escolhas mostram amorosa preocupação pelos outros? E quais são egoístas? (1Co 10:28-31)
5. Que escolha glorifica a Deus? (1Co 10:31)
6. Minha escolha pode fazer com que alguém peque? (1Co 10:32)

*Life Application Study Bible (Wheaton: Tyndale House, 1991), p. 2079.

Mãos à Bíblia


5. Como podemos tomar a mensagem de Romanos 9:30-32, escrita em certo tempo e lugar, e aplicar os princípios a nós mesmos, hoje? Como podemos, em nosso contexto, evitar os mesmos enganos que alguns israelitas cometeram em seu tempo?

O problema foi que parte dos israelitas tropeçaram na “pedra de tropeço” (Rm 9:33). Porém, não todos (veja At 2:41) se recusavam a aceitar Jesus de Nazaré como o Messias a quem Deus enviou.

Larry Kiage – Atlanta, EUA

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Confiança - 02/09/2009 a 05/09/2009

Quarta, 2 de setembro

Testemunho
Cristo, nossa âncora


Temos em nosso coração a esperança de que Cristo é nossa âncora, como diz Hebreus 6:19, mas será que realmente cremos que Ele é? Às vezes, os crisóis da vida nos abatem tanto que nos esquecemos e até duvidamos da existência de Deus. Contudo, as promessas de Cristo a nós nunca mudam. Sua vitória na cruz como Salvador do mundo “traz paz perfeita, perfeito amor, segurança perfeita” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 420) para que também possamos vencer os problemas desta vida.

Com essa segurança perfeita, nossa esperança é a força que nos mantém flutuando no oceano da vida. Apeguemo-nos à Rocha inamovível. Estejamos alicerçados de maneira firme e profunda. “Ao estarmos fortemente firmados em Cristo, possuímos uma força de que ser humano algum nos poderá despojar. E por quê? Porque, ao fugir da corrupção que pela concupiscência há no mundo, somos participantes da natureza divina” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 187). Se tão-somente pudermos ter um pouco de confiança nEle e não em nossa inteligência, conhecimento, riqueza, habilidades e talentos, Cristo nos levará como sobre Suas asas. Ele não permitirá que sejamos engolidos pelas frustrações do mundo.

O Senhor “calcula o peso de cada carga antes de permitir que esteja sobre o coração dos que estão trabalhando juntamente com Ele. A cada um de Seus obreiros nosso amante Pai celestial diz: ‘Lança o teu fardo sobre o Senhor, e Ele te sustentará’ (Sl 55:22). Compreendam os que carregam fardos, que Ele levará cada carga, grande ou pequena.

“Jesus consente em levar nossos fardos somente quando nEle confiamos. ... Confiemos nEle. A preocupação é cega, e não pode discernir o futuro. Mas Jesus vê o fim desde o princípio, e em cada dificuldade Ele tem Seu caminho preparado para levar alívio. Permanecendo em Cristo, podemos tudo, pois Ele nos fortalece.” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 297, 298).

Mãos à Bíblia


Em 1 João 5:18 e 19, o apóstolo menciona duas vezes a palavra “sabemos”. Os dois versos começam com essa declaração. Porém, João não estava preocupado com o conhecimento intelectual apenas.

5. Que desafios indiretos os versos 18 e 19 contêm?

6. Que conforto estes versos apresentam? 1Jo 5:18, 19

Na batalha contra o mal, os discípulos de Jesus são encontrados junto com Deus o Pai e com Jesus. Esses crentes são protegidos por Ele. Jesus os guarda e não permite que Satanás os toque. Então, eles podem dizer não ao pecado e resistir às tentações.

Gifty Ama Anima Ampomah | Kumasi, Gana

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terça-feira, 2 de setembro de 2008

MULHERES EM MISSÃO - 02/09/2008 a 06/09/2008

Terça, 2 de setembro

Exposição
Mulheres em ação


A divisão entre judeus e samaritanos vinha de há muito tempo e era amarga. (Leia as raízes históricas disso em 2Rs 17:24-41)

2. Como Jesus Se comportava em relação aos samaritanos? O que Seu exemplo deve nos dizer sobre nossas atitudes para com os que, tradicionalmente, são menosprezados por nossa cultura? Lc 9:51-56; 10:30-37; 17:11-19

3. Como Jesus relacionou a vida e as circunstâncias diárias da mulher – que também era desprezada naquele tempo – com a verdade espiritual que Ele queria transmitir? Em outras palavras, como Ele pode Se relacionar com suas necessidades espirituais? Jo 4:1-40

A mulher ficou tão agitada com o que viu e ouviu que se apressou de volta à cidade, nem mesmo se incomodando de deixar o cântaro de água (Jo 4:28). Ela havia encontrado o Messias, e tinha que anunciar isso aos outros. Podem ser tiradas muitas lições desse relato. Uma importante afirmação é que, fazendo o que fez, Jesus claramente cortou relações com as tradições de Seu tempo, testemunhando não só a uma mulher, mas a uma mulher samaritana, e então usando essa mulher para ser mensageira e evangelista.

Doze anos pode ser um longo tempo (Lc 8:43-48). Havia dois aspectos essenciais requeridos para a cura da mulher com fluxo de sangue. Primeiro, ela precisava ter fé; e segundo, tinha que agir com base nessa fé. Ela não só necessitava crer que seria curada se estendesse a mão e tocasse a orla da veste de Jesus, mas também tinha que tocar fisicamente essa orla.

Nada é impossível para Deus (Lc 1:37) e nossa situação extrema é a oportunidade de Deus. Essa mulher gastara todo o seu dinheiro com médicos, em busca de cura. Mas só foi curada quando estendeu a mão para o Grande Médico. A distância mais curta entre um problema e a solução é muitas vezes a distância entre nossos joelhos e o chão. Não há problema grande demais para Deus resolver.

“Não foram vocês que Me escolheram; pelo contrário, fui Eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca” (Jo 15:16). A grande fé da mulher resultou num grande milagre.

Uma filha de doze anos (Lc 8:49-55). Jairo pediu ansiosamente a Jesus que curasse sua filha única. Ele era o principal da sinagoga e sabia que Jesus era o único homem que podia restaurá-la à saúde.

Um servo da casa de Jairo achou que era tarde demais, quando disse: “Seu Jairo, a menina já morreu. Não aborreça mais o Mestre” (Lc 8:49). Mas Deus nunca está atrasado demais. Ele sempre chega na hora certa. Quando os filhos de Israel ficaram presos entre um irado exército egípcio atrás de si e o Mar Vermelho à sua frente (Ex 14:21, 22), Deus abriu um caminho onde não havia nenhum.

A mulher junto ao poço (Jo 4:1-40). Quando Jesus encontrou a samaritana no poço de Jacó, teria sido aceitável que Ele ignorasse a mulher, porque Ele era judeu e ela, samaritana, e os dois grupos não se comunicavam. Mas Jesus olhou para além dos conflitos tribais e viu somente uma mulher sedenta. Da mesma forma, não devemos julgar as pessoas pela cor da pele, pela língua que falam ou pelas roupas que usam. Devemos passar por alto todas as aparências externas e ver apenas sua necessidade de um Salvador. Jesus usou essa mulher, que era desprezada pelos discípulos, para ajudar toda uma cidade a aprender sobre Ele.

E que dizer de nós? Somos rápidos para contar aos nossos amigos a última fofoca sobre alguma celebridade da TV ou do cinema, mas relutantes em falar a eles sobre Deus e sobre a água viva que Ele pode dar. Lembremo-nos de que Deus não chama os qualificados, mas qualifica aqueles a quem chama. Quando Jesus nos chama para o dever, nossa primeira reação é ver nossas deficiências; mas se colocarmos essas deficiências em Suas mãos feridas pelos cravos, Ele pode usá-las como poderoso instrumento.

Quer sejamos jovens ou velhos, sadios ou enfermos, pertencentes à minoria odiada ou à maioria amada; quer sejamos homens ou mulheres, nosso testemunho em favor de Deus pode ser poderoso.

Pense nisto
1. Deus vê algumas funções no ministério como sendo secundárias, ou vê todas como tendo igual importância? Explique sua resposta.
2. Deus usa pastores de maneira poderosa para pregar o evangelho. Mencione cinco outras ocupações que Deus pode usar para pregar a Palavra de maneira igualmente eficaz.
3. Faça uma lista de outras mulheres da Bíblia (tanto do Antigo quanto do Novo Testamento) que nos ajudam a compreender o amor e a salvação de Deus. Quais delas falam a você pessoalmente, e por quê?

Solwazi Khumalo | Pretória, África do Sul

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