sábado, 2 de outubro de 2010

História e histórias - 26/09/2010 a 02/10/2010

Histórias e histórias
Resumo Semanal - 26/09/2010 a 02/10/2010



Ivanaudo Barbosa

OBJETIVO DESTE ESTUDO – Mostrar que, por trás dos fatos históricos, Deus está dirigindo os acontecimentos.


VERDADE CENTRAL – Deus é o dono da história.


INTRODUÇÃO – O VALOR DAS HISTÓRIAS
a) Uma nova série de lições está diante de nós. Alguém poderá perguntar: Por que estudar histórias, algumas de personagens até pouco conhecidos? Neste trimestre, estudaremos a vida de pessoas que não foram estrelas em seus dias. Foram pessoas que trabalharam para Deus nos bastidores, mas nos legaram preciosas lições que, se seguidas, nos ajudarão em nossa caminhada cristã. Passado o período da era moderna, onde o científico tomou o lugar das histórias, chegamos à era pós-moderna, quando as histórias são valorizadas novamente.
Uma pergunta que poderá vir à sua mente enquanto estuda estas lições poderá ser: Por que a história de algumas nações são mencionadas nos relatos bíblicos e outras, não? Por que algumas pessoas são mencionadas e outras não? A resposta é: Deus é o dono da história e todos os acontecimentos, quer de nações ou de indivíduos são registrados na história bíblica porque cumpriram algo determinado por Deus no desenrolar de Seu grande plano – a salvação da humanidade.


Isso mostra que é Deus quem dirige a história, e não os homens. Ellen White nos ajuda com este pensamento ao dizer: “Nos anais da história humana, o crescimento das nações, o levantamento e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade” (Educação, p. 173).


b) Algumas respostas para seus alunos, por que estamos estudando a história e as histórias seriam:
1- Mostrar que é Deus quem dirige a história.
2- A verdadeira filosofia da história é encontrada na Palavra de Deus.
3- Cada pessoa e cada reino tem um lugar designado por Deus na história.
4- Cada um é responsável pela sua própria história.
5- Nada acontece por acaso no plano divino.


Obs. Leia as cinco declarações acima e pergunte se seus alunos têm sentido isso na vida da Igreja e em sua vida particular.



I – PESSOAS E ENREDOS

O autor das lições deste trimestre define enredo como uma sucessão de eventos que leva a uma conclusão. Em nosso estudo, analisaremos o enredo das histórias com seus personagens que aparecem na Bíblia como parte do plano de Deus – a salvação da humanidade. Nos acontecimentos naturais, como terremotos, maremotos, vendavais, tsunamis, etc, há o registro dos acontecimentos, há um enredo, mas, não havendo personagens, não serão analisados neste estudo. No pensamento escatológico adventista, há duas dimensões em cada fato histórico. A dimensão humana e a divina.


No livro Educação, há um belo comentário sobre a visão de Ezequiel capítulo primeiro. Ali aparecem rodas se movendo de maneira aparentemente muito complicada, querubins que se movem, criaturas viventes, etc. O enredo parece muito confuso. Entretanto, Ellen White diz que tudo se movia em perfeita harmonia, porque acima de toda aparente confusão estava o Eterno (Educação, p. 177, 178).



Em cada uma das histórias analisadas neste estudo, destacamos os seguintes pontos:


1- O enredo tem duas dimensões – A humana e a divina.
2- Deus está sempre ativo no desenrolar da história.
3- Os personagens analisados fazem parte do enredo.
4- Algumas informações dos personagens são muito concisas e resumidas, mas suficientes para entendermos o papel que o personagem desempenhou.
5- No juízo final, cada personagem terá oportunidade de ver o papel que desempenhou como parte da História.


Comentando os momentos finais da história da humanidade, antes da destruição final dos ímpios e Satanás, Ellen White descreve o momento em que as últimas cenas da vida de cada um são apresentadas diante do Universo. Os que participaram da morte de Cristo, os perseguidores, os malvados e os ímpios veem pela última vez sua história repassada diante dos olhos. “Cada ator relembra a parte que desempenhou”, afirma Ellen White (O Grande Conflito, p. 667).


Obs. Pergunte aos seus alunos: Olhando para sua vida até hoje, como tem sido sua atuação como ator nesse drama da história?



II – CENÁRIO

Neste estudo, além do enredo, analisaremos o cenário. Cenário é o ambiente com todos os detalhes em que ocorre a história, incluindo os personagens. A atitude das pessoas, vista num cenário adequado, nos ajuda a compreender melhor o que aconteceu. Falando da história secular, os escritores SEMPRE deixaram lacunas. Às vezes, nos privam de fatos muito importantes, que aos olhos do autor não eram relevantes. Entretanto, no futuro, esses fatos omitidos deixaram as histórias incompletas.


No caso do narrador bíblico, isso não aconteceu. “Por que não, os autores foram COMPLETOS em suas narrativas?” você perguntará.



Resposta: Eles não foram COMPLETOS quanto aos fatos. Mas, como foram orientados pelo Espírito Santo, narraram somente o que era necessário para que compreendêssemos o plano geral de Deus para nossa vida. As partes relevantes foram narradas, por isso, estão fielmente registradas. Veja alguns cenários com seus personagens e tente extrair lições para sua vida.


1- O cenário da caverna em que Davi encontrou Saul e poderia tê-lo matado, mas não o fez (1Sm 24:1-6).
2- O cenário de José sendo assediado pela patroa e não cedendo à tentação (Gn 39:6-12).
3- O cenário de Boaz à porta da cidade legalizando seu direito de cuidar de Rute (Rt 1: 1, 2).



O que o cenário nos proporciona?
1- O cenário nos ajuda a entender melhor a atuação de cada ator no desenrolar da história.
2- O cenário pode nos situar no tempo em que o fato aconteceu. A arqueologia tem desvendado mistérios que até então lançavam dúvidas sobre alguns relatos bíblicos, hoje comprovados pelo cenário que foi desenterrado.
3- O cenário pode nos levar a racionalizar sobre nossas atitudes. Davi poderia ter matado Saul e se desculpar porque estava acuado e pressionado por seus homens. Mas não o fez. José poderia ter racionalizado dizendo que, por ser subordinado, tinha que atender à sua patroa. Mas não o fez.
4- O cenário pode nos ajudar a compreender melhor o caráter dos personagens (Dê exemplos de situações em que tudo era desfavorável, mas eles se mantiveram fiéis).


Obs. Comente com seus alunos sobre situações em que fracassamos, pondo a culpa no cenário.



III – ESCREVENDO MINHA HISTÓRIA

Alguém sentenciou: “Cada um escreve sua própria história.” Eis aí uma grande verdade. Nesta primeira lição, uma base é lançada como pano de fundo para que possamos compreender melhor as lições e os personagens subsequentes. Moisés havia morrido, e agor,a Josué assumia o comando do povo escolhido de Deus. O primeiro desafio era cruzar o maior obstáculo físico – o rio Jordão. Como fazê-lo? Era o desafio. Essa geração conhecia apenas a história da passagem do mar Vermelho. Não tinha vivido aquela experiência. Por isso, Deus secou o Jordão para lhes mostrar que o Deus que secara o mar Vermelho havia quarenta anos ainda era o mesmo Deus.


Enquanto Josué viveu, o povo se ocupou em colonizar a terra e expulsar os cananeus. Após a morte de Josué, o povo se acomodou, e o restante dos habitantes da terra continuou a conviver lado a lado com eles. Mais adiante, os cananeus seriam uma pedra no sapato dos israelitas pelo resto da vida. Não tendo mais a figura de Josué como líder forte, as tribos não tinham mais um comando centralizado, e a história bíblica relata que “cada um fazia o que achava mais reto.” (Jz 21:25).


Vamos analisar daqui para a frente a história de Israel, embora esta tenha se iniciado com a migração dos patriarcas hebreus da Mesopotâmia para a Palestina (John Bright, História de Israel, p. 15.) A ocupação israelita da Palestina ficou concluída, e a confederação tribal formada, aproximadamente no final do século treze (Idem, p. 222). Esse período ficou conhecido como a idade das trevas.



Analisemos alguns pontos:


1- Pela situação geográfica da região, a unidade das tribos era muito difícil.
2- As guerras, a partir da morte de Josué, eram feitas mais em sentido de emergência – defesa do que de conquista.
3- Em algumas regiões, os israelitas se uniram aos povos da terra, absorvendo suas práticas religiosas e seus cultos.
4- Os israelitas aprofundaram a desunião nesse tempo por situações geográficas, distâncias e acomodação dos interesses individuais de cada tribo.
5- Perderam a visão do conjunto por se dedicarem aos interesses individuais.
6- A história desses cerca de 200 anos mostra que Israel sobreviveu graças à atuação divina em suscitar lideres carismáticos que se levantavam em defesa de todos.


Obs: Que lições podemos aprender da história de Israel nesse período, baseado nos seis itens mostrados acima?



IV – A FORÇA DA CULTURA

Em nosso estudo, chegamos à conclusão de que há dois tipos de cultura: a cultura do Céu e a cultura terrena. A cultura do Céu é comunicada a nós pela revelação divina. É ímpar, retilínea, consistente, apropriada a todos e aceita universalmente. A cultura terrena é multifacetada. Na verdade, são culturas diferentes e diversas. Tem origens em seus ancestrais, sofre mutações e adaptações, faz parte da vida de um povo e pode influenciar e ser influenciada por outras culturas.


Voltando aos israelitas, chegamos ao momento em que eles ainda não tinham uma cultura sólida na terra da Palestina. Estavam se acomodando a um novo estilo de vida, vivendo num ambiente novo e sendo influenciados pela cultura dos vizinhos. Esses tinham reis como líderes, e não tardou para que Israel pedisse a Deus um rei. Deus atendeu ao seu pedido. Entretanto, ao viver a nova experiência, tiveram muitas dificuldades e continuaram sendo influenciados pela cultura regida por uma monarquia. Vejamos alguns problemas que tiveram de enfrentar:


1- Salomão se adaptou à cultura religiosa de suas mulheres e passou a adotar a prática religiosa delas.
2- Os reis eram polígamos. Essa prática foi absorvida pelos reis de Israel (Davi, Salomão, etc.).
3- Jeroboão I adotou as práticas culturais do culto cananita, construindo dois lugares para adoração (Betel e Dã), em oposição à adoração centralizada em Jerusalém e ministrada pelos sacerdotes escolhidos por Deus.
4- Nos cerca de duzentos anos seguintes, a nação de Deus estava tão distante da cultura do Céu e tão adaptada às culturas terrenas que a Assíria invadiu Israel em 722 a.C. e o levou para o cativeiro, e Babilônia invadiu Judá entre 605 e 586 a.C. e a levou para o cativeiro babilônico. O povo de Deus como nação já dividida em duas sucumbiu totalmente.


Quais os princípios que devem nos reger em relação às culturas?
a) Os valores eternos não devem ser comprometidos para se acomodar às práticas culturais locais não aceitáveis.
b) Os cidadãos da cultura celestial não devem ser preconceituosos, desvalorizando os que não conhecem a cultura divina. Veja o exemplo de Pedro e Cornélio.
c) Devemos usar as práticas culturais compatíveis com a Bíblia para fazer a aproximação.
d) Devemos rejeitar as práticas culturais que se chocam com a cultura divina, expressa na revelação.


Obs. Como você avalia a atitude de Deus na história, ao trazer Seu povo de volta, depois de setenta anos de cativeiro e os restaurar novamente à sua terra?



CONCLUSÃO

O envolvimento ativo de ­Deus na história é um conceito muito importante nas Escrituras. Leia Daniel 2:21. Ellen White nos desafia a ter confiança na condução da história pela mão de Deus com as seguintes palavras, conhecidas pela maioria dos adventistas do sétimo dia: “Ao recapitular nossa história passada, havendo percorrido todos os passos de nosso progresso até o estado atual, posso dizer: Louvado seja Deus! Quando vejo o que Deus tem executado, encho-me de admiração e de confiança na liderança de Cristo. Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado. Somos agora um povo forte, se pusermos nossa confiança no Senhor; pois estamos lidando com as poderosas verdades da Palavra de Deus. Tudo temos a agradecer” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 162).



ITENS PARA DISCUSSÃO EM CLASSE COM SEUS ALUNOS:
1 - Sua história está sendo escrita. Com que você está se preocupando?
2 - Como as histórias podem ser ferramentas eficazes no ensino da verdade?
3 - Com que frequência você julgou alguém precipitadamente, antes de conhecer fatos importantes sobre a pessoa e suas circunstâncias?
4 - Com que frequência você foi julgado por pessoas que não conheciam todos os fatos a seu respei
to?


Ivanaudo Barbosa Oliveira, nascido em Jacobina/BA e casado com Magali Barbosa de Oliveira, tem dois filhos: Audrey e Edrey. Na União Sul-Brasileira foi pastor distrital, departamental, secretário, presidente de associação e secretário da União. Em 2004, passou a ser Secretário e Ministerial da União Nordeste-Brasileira, onde atua até o presente.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Uma Nova Ordem - 02/10/09 a 03/10/09

Sexta, 2 de outubro

Opinião
O centro de atenção


Na vida, temos uma multidão de escolhas a fazer. Às vezes, podemos olhar para uma escolha que fizemos e pensar que, se tivéssemos a chance de tomar essa decisão de novo, faríamos escolha diferente. Algumas escolhas que fazemos são mais importantes, e outras, menos importantes. Mas a escolha mais importante que jamais teremos que fazer é ilustrada em Números 2.

Êxodo 25:8 nos diz que Deus ordenou a Moisés que construísse o tabernáculo para que Ele pudesse habitar no meio do povo. Números 2:2 diz que os israelitas deviam habitar ao redor do tabernáculo. Deus deu ordens diretas sobre o lugar em que os israelitas deviam acampar em relação ao tabernáculo – a tenda onde Ele “morava”. O resto de Números 2 descreve como Ele planejou que Sua tenda estivesse no próprio centro do acampamento israelita. Isso ilustra que era Seu desejo não só morar com eles, mas estar no próprio centro da vida deles.

O livro de Hebreus descreve como Jesus foi um cumprimento do tabernáculo e seus serviços (Hb 8, 9, 10). Deus deixou Sua escolha totalmente clara: Ele deseja que Jesus Cristo esteja no próprio centro de nossa vida. Para mim, é incrível que um Deus santo, o Criador do Universo, deseje estar no centro de minha vida! É ali que encontramos a mais importante escolha que teremos de fazer: Como respondemos ao desejo de Deus de ser o centro de nossa vida? Nós O aceitamos? Ou voltamos as costas para Ele?

Importa o que cremos com respeito a esse assunto? Sim, importa, e o aspecto que mais importa é em nossa vida diária. A maneira de viver cada dia deixa claro se Cristo está realmente ou não no centro de nosso mundo.

Pedro escreveu que nosso “inimigo..., o Diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar”. Satanás tem várias maneiras de tentar desviar nossa atenção de Jesus.

Reconhecemos que não é natural para nós, seres humanos, manter-nos concentrados em Cristo. Felizmente, porém, Cristo diz a nós as mesmas palavras que disse ao apóstolo Paulo: “Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9, NVI).

Mãos à obra

10. O tema da santidade de Deus atravessa as Escrituras como um fio de prata. Defina santidade. Que relação tem a santidade com o crente? Êx 28:36; Lv 11:44, 45; Is 6:1-7; Hb 12:14; 1Pe 1:15, 16.

“Todos os que desejarem a cooperação dos mensageiros celestiais, devem trabalhar em harmonia com eles. Os que receberam a unção do Céu, em todos os seus esforços incentivarão a ordem, a disciplina e unidade de ação, e então, os anjos de Deus poderão cooperar com eles” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 28).

Adam Keough | Belfast, Reino Unido

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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

A Expiação e a Cruz de Cristo - 02/10/2008 a 04/10/2008

Quinta

Aplicação
Aprendendo a ser amados

8. Que diz a Bíblia sobre o conhecimento de Deus? Sl 139:1-4, 15, 16; Is 46:10; Mt 10:30
9. Esse conhecimento inclui o conhecimento prévio sobre o surgimento do pecado? 1Pe 1:19, 20 Visto que Deus sabe tudo, o pecado não foi algo que O apanhou de surpresa. Deus sabia com antecedência da queda de um de Seus querubins e, então, formulou um plano para lidar com o problema do pecado, mesmo antes que ele surgisse nos seres humanos. Sob a perspectiva divina, Cristo é “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13:8).
Tem sido difícil, para mim, aceitar o amor de Deus. Quando adolescente, eu não me sentia particularmente digna de amor, porque experimentava muita rejeição da parte de minhas colegas. Meu desenvolvimento se deu mais tarde, e as garotas em minha classe se preocupavam com a aparência e com os rapazes. Eu era verbalmente maltratada e acreditava no que me diziam.

Hoje, muitos anos mais tarde, já trabalhei muitos desses sentimentos, e me sinto bem mais confiante em quem sou. Eis como você pode fazer a mesma coisa:

1. Aceite o amor de Deus. Se você é como eu e tem um determinado pecado que o(a) persegue, lembre-se de que Deus ainda o(a) ama. Como mãe, não posso imaginar como em algum momento eu não venha a amar minha filha. Posso ficar zangada com ela ou me sentir envergonhada por causa dela, mas sempre a amarei. Deus é o Pai perfeito; Ele aceita e ama você de uma forma que nenhum pai ou mãe terrestre pode fazer.

2. Viva como uma filha ou filho muito amado. Levante a cabeça. Deus diz que você é filho(a) dEle, e Ele ama você como você é. Você não tem que satisfazer nenhum critério ou padrão para que Ele o(a) ame. É disso que deve vir seu senso de valor. Os outros podem olhar para seus atos e aparências, mas Deus sabe quem você verdadeiramente é e ama você da mesma forma.
3. Reflita Seu amor a outros. É aqui que entra a obediência. Viva como Jesus viveu. Coloque as necessidades dos outros antes das suas. Tenha a certeza de que Deus lhe dará poder para fazê-lo. De que forma você poderia mostrar o amor de Deus a alguém em necessidade?

O serviço sacrifical dos israelitas era um lembrete de que Deus os amava. Em contraste, as divindades das culturas ao redor deles eram vistas como deuses irados que precisavam receber presentes a fim de responder positivamente ao adorador. Conquanto os sacrifícios dos israelitas pudessem parecer semelhantes, o motivo por trás desses sacrifícios era completamente diferente. Os sacrifícios dos israelitas deviam lembrá-los do grande amor de Deus ao enviar um Salvador.

Rochelle Woods | Melbourne, Austrália

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