quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O “Homem de Deus” - 02/12/2010 a 04/12/2010

Quinta, 2 de dezembro

Aplicação
Dicas de obediência


Na lição de hoje, vamos estudar algumas dicas sobre como ser obedientes.

Não seja teimoso. Os israelitas eram um povo obstinado (Êxodo 32). Às vezes nós também o somos. Quando nossos pais nos diziam o que fazer, nós lhes desobedecemos. Mas, devido à natureza humana caída, nossos pais também podem cometer erros. Não é obrigatório obedecer-lhes, se o que eles estão exigindo é contrário à Palavra de Deus. João 14:15 é claro: “Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos”.

Tenha a motivação adequada. Quando obedecemos a certas ordens de nossos pais, eles às vezes nos recompensam. Quando eu era criança, meu pai me dizia que se eu estudasse minhas lições e tirasse notas altas, ele compensaria isso em meu aniversário. Sendo uma criança, eu não conseguia resistir. As recompensas, contudo, não devem ser a única força que nos impele a obedecer. No que diz respeito a obedecer a Deus, nosso amor por Ele deve ser nossa motivação.

Leia a Bíblia regularmente. Neste mundo agitado, estamos tão ocupados com tantas coisas, que há dias em que pulamos o estudo da Bíblia. Contudo, ao ler a Palavra de Deus diariamente, passamos a conhecê-Lo e a compreender Sua vontade.

Quando tropeçar, levante-se e continue em frente. Às vezes nos desviamos do caminho estreito da obediência. Quando pedimos perdão, endireitamos as coisas e aproveitamos as oportunidades que Ele nos concede, encontramos paz e alegria que só Ele pode trazer. Muitos se afastam de seus pais e preferem ficar com os colegas. Mas, muitas vezes, esses supostos amigos os levam ao mau caminho. A boa notícia é que Deus ainda lhes dá a chance de uma nova vida, se tão-somente estiverem dispostos a se submeter a Ele.

Siga a Deus apesar da oposição. As agências de Satanás irão testar seus limites e ver até onde podem chegar conosco. João 15:21 diz: “Tratarão assim vocês por causa do Meu nome, pois não conhecem aquele que Me enviou”. Se, contudo, conhecemos a Jesus, Ele estará conosco a cada passo do caminho.

Mãos à Bíblia

7. O homem de Deus enfrentou duas tentações. A primeira, a que ele resistiu poderosamente, veio do rei; a segunda, à qual sucumbiu, veio do velho profeta. Que lição podemos extrair desse fato? 2Tm 4:3; 2Pe 2:1; Jd 4-16

A maior ameaça para nossa fé muitas vezes vem daqueles que afirmam falar em nome de Deus. É fundamental ter uma clara palavra do Senhor. Precisamos estudar a Bíblia por nós mesmos. Um verdadeiro profeta ou mestre não contradirá outra revelação inspirada. Ele irá encorajar a obediência, e nunca a desobediência. Finalmente, podemos julgar os profetas e mestres pelos resultados de seu ensino a seu público e em sua própria vida.

8. Que acontece em seguida, e que lições existem para nós? 1Rs 13:20-34

Raleigh Herbert G. Ampuan | Sta. Ana, Filipinas

Marcadores: , , ,

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A “Loucura” do Profeta - 02/12/09 a 05/12/09

Quarta, 2 de dezembro

Testemunho

O pecado de um homem


“O Senhor apareceu a Balaão e disse: ‘Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles. ...’ (Nm 22:20). Até este ponto o Senhor permitiria que Balaão seguisse sua vontade, porque ele estava resolvido a isto. Não procurou fazer a vontade de Deus, mas escolheu seu próprio caminho. ... Há na atualidade milhares que estão seguindo uma conduta semelhante. Não teriam dificuldade em compreender seu dever se este estivesse em harmonia com suas inclinações. Acha-se na Bíblia claramente posto diante deles, ou é evidentemente indicado pelas circunstâncias ou pela razão. Mas porque tais evidências são contrárias aos seus desejos e inclinações, frequentemente as põem de lado, e ousam ir a Deus para saberem o seu dever. Aparentemente com grande consciência, oram demorada e fervorosamente rogando luz. Mas com Deus não se brinca. Ele muitas vezes permite que tais pessoas sigam seus desejos, e sofram o resultado. ‘O Meu povo não quis ouvir a Minha voz. ... Pelo que Eu os entreguei aos desejos dos seus corações, e andaram segundo os seus próprios conselhos’ (Sl 81:11, 12). Quando alguém vê claramente o dever, não tome a liberdade de ir a Deus com oração para que possa ser dispensado de o cumprir. Antes, deve com espírito humilde e submisso, rogar força e sabedoria divinas para satisfazer as exigências desse dever” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 440, 441).

“Balaão... [havia] recebido grande luz e desfrutado privilégios especiais; mas um simples pecado que era acalentado... [lhe] envenenou todo o caráter, e ocasionou... [sua] destruição. ... É coisa perigosa permitir que uma característica infiel viva no coração. Um pecado acariciado pouco a pouco aviltará o caráter, levando todas as suas faculdades mais nobres em sujeição ao ruim desejo. A remoção de uma única salvaguarda da consciência, a condescendência com um mau hábito sequer, o descuido das elevadas exigências do dever, derribam as defesas da alma, e abrem o caminho para entrar Satanás e transviar-nos. O único meio seguro é fazer nossas orações subirem diariamente, de um coração sincero, como fazia Davi: ‘Dirige os meus passos nos Teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem. Sal. 17:5’” (Ibid, p. 452).

Mãos à Bíblia


5. Leia as palavras que Balaão, controlado por Deus, falou sobre os filhos de Israel. Que poderosa mensagem e promessa é encontrada nessa profecia? Que esperança nelas é também oferecida a nós todos? Nm 23:5-10; veja também 1Co 15.

“[Balaão] Viu-os amparados pelo Seu braço, ao entrarem no escuro vale da sombra da morte. E viu-os saírem de seus túmulos, coroados de glória, honra e imortalidade. Contemplou os resgatados se regozijando nas glórias imarcescíveis da Terra renovada. Olhando para esta cena, exclamou: ‘Quem contará o pó de Jacó, e o número da quarta parte de Israel?’ E, ao ver a coroa de glória em cada fronte, a alegria irradiando de cada semblante, e olhando para aquela vida intérmina de pura felicidade, proferiu a solene oração: ‘A minha alma morra a morte do justo, e seja o meu fim como o seu’”(Nm 23:10; Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 447).

6. Que significa morrer a morte “dos justos”? Qual é a única forma pela qual podemos morrer assim? Rm 3:20-24.

Eileen Neave | Keene, EUA

Marcadores: , , ,

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Expiação na Cruz - 02/12/2008 a 06/12/2008

Terça, 2 de dezembro

Exposição
O pano de fundo

De acordo com Mateus 26:45, 46, Jesus foi entregue nas mãos dos pecadores; isto é, nas mãos dos poderes do mal. Para Ele, essa foi a hora “em que as trevas reinaram” (Lc 22:53, NVI), hora em que Ele experimentou a total separação do amor do Pai. Cristo entrou sem ajuda no reino das trevas; e foi lá, nesse reino, que Ele derrotou o mal de uma vez por todas. Como Deus encarnado, Ele venceu o reino de Satanás.

Justificar4. Como Jesus descreve Sua vitória sobre o poder das trevas? Lc 11:20-22

Cristo entrou no império das trevas, experimentou o que deveríamos ter experimentado, e fez isso a fim de nos livrar do poder de Satanás (At 26:18).

Quando eu estava na faculdade, um professor de teologia explicou o significado da expiação como reconciliação – estar em condição de unidade ou acordo. Essa definição denota harmonia em relacionamentos, que resulta em reconciliação. E a cruz de Cristo tem tudo a ver com reconciliação. A cruz proveu o meio pelo qual podemos ser restaurados para Deus. A fim de compreendermos melhor o significado da expiação de Cristo, refletiremos hoje sobre a experiência de Jesus no Getsêmani durante Sua crucifixão.

Carência de companhia e simpatia (Mt 26:37, 38; Lc 22:39-46; Jo 19:28-30). Antes de Sua crucifixão, Jesus foi com os discípulos a um olival chamado Getsêmani, que significa “prensa de óleo”. Ao longo de Seu ministério, Jesus havia freqüentemente recorrido a lugares assim para meditação, oração e descanso. Agora, pouco antes de Sua morte, Ele ansiava por companheirismo e simpatia. Ao entrar no jardim, pediu a Pedro, Tiago e João que fossem com Ele um pouco adiante. Esses três discípulos desfrutavam de uma associação mais íntima com Ele que os outros. Estavam com Ele quando ressuscitou a filha de Jairo (Lc 8:51) e em Sua transfiguração (Mt 17:1, 2) – o momento da revelação especial de Sua divindade.

O cálice amargo e a causa da pesada dor de Jesus (Lc 22:39-46). No Jardim do Getsêmani, Jesus suplicou: “Pai, se queres, afasta de Mim este cálice de sofrimento! Porém, que não seja feito o que Eu quero, mas o que Tu queres” (Lc 22:42). Essa oração nos ensina que nunca é errado expressar a Deus nossos verdadeiros sentimentos.

O cálice do qual Jesus falou se referia à terrível agonia física, e à angústia mental e espiritual que Ele sofreria ao enfrentar a perspectiva da separação eterna de Seu Pai quando tomasse sobre Si a pena pelo pecado da humanidade. Não é de admirar que Ele precisasse orar!

O sofrimento físico de Jesus era o reflexo visível do sofrimento espiritual que Ele estava experimentando – o sofrimento espiritual provocado por Seu ato de tomar sobre Si os pecados de toda a humanidade. Ele parecia estar excluído da luz da presença e do amor de Seu Pai. Então, foi contado com os transgressores e recebeu a culpa da humanidade caída.

Suportando a pena dos pecados da humanidade (Mt 27:45-55; Jo 19:28-30). Das nove da manhã até o meio-dia, Jesus ficou pendurado na cruz. Ao meio-dia, a escuridão baixou sobre a Terra até a hora nona – três horas da tarde. Naquele momento, a natureza testificou da gravidade da morte de Jesus. A escuridão daquela tarde de sexta-feira era física e também espiritual. Enquanto caía o silêncio tanto sobre os amigos quanto sobre os inimigos de Jesus naquela escuridão que os envolvia, Ele clamava: “Meu Deus, Meu Deus, por que Me abandonaste?” (Mt 27:46). Jesus não estava questionando a Deus, mas citando o primeiro verso do Salmo 22, uma profunda expressão da angústia que Ele sentia ao tomar sobre Si os pecados do mundo.

Depois disso, e sabendo que todas as coisas estavam consumadas, para que a Escritura se cumprisse, Jesus disse: “Estou com sede!” Ele estava desidratado; mas será que também não teria estado sedento da justiça a ser realizada através de Seu sofrimento?

Assim, os soldados mergulharam uma esponja numa jarra de vinagre e levaram aos lábios dEle. Quando Jesus recebeu o vinagre azedo, declarou: “Tudo está completado!” Então, baixou a cabeça e rendeu o espírito. O plano da redenção, elaborado antes da fundação do mundo (1Pe 1:20), foi completado de acordo com o programado. Apesar de suas muitas e variadas tentativas, Satanás não conseguiu frustrar esse plano. A vitória de Cristo assegura a salvação para qualquer homem, mulher e criança que a aceitar. Jesus veio à Terra para completar a obra da expiação de Deus. Veio para pagar totalmente a penalidade de nossos pecados. Agora, aqueles que crêem em Sua morte e ressurreição podem se aproximar totalmente de Deus e viver eternamente com Ele.

Pense nisto
Encontre tempo cada dia, durante o resto desta semana, para meditar no sofrimento de Cristo na cruz. Ao fazê-lo, lembre-se de que Ele esteve disposto a sofrer tão horrivelmente porque ama você graciosamente.

Benjamin C. de Vera | Artacho, Filipinas

Marcadores: , , ,