quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Rispa - 25/11/2010 a 27/11/2010

Quinta, 25 de novembro

Aplicação

Fiel em meio aos obstáculos


Muitos de nós achamos que porque não somos tão “santos” ou tão “importantes” como outros membros de nossa igreja, não precisamos ser fiéis em todos os momentos e em todas as coisas. Afinal de contas, as pessoas já pensam o pior de nós; então por que devemos lutar para permanecer fiéis quando ninguém acredita em nossa sinceridade? Imagino que deve ter sido assim que Rispa se sentiu quando seus filhos foram entregues aos gibeonitas para ser enforcados. Por que devia ela se importar em vigiar os corpos dos filhos quando ninguém se importaria o suficiente para enterrá-los? Por que Davi deveria se importar com uma concubina de seu inimigo derrotado? Rispa protegeu fielmente os corpos de seus filhos por meses a fio, até que Davi lhes deu um sepultamento adequado. A fidelidade da concubina deu à luz a misericórdia do rei.

Como podemos alcançar a fidelidade que persevera em meio a todos os obstáculos? Como se alcança uma fé que vence uma reputação machada? Creio que tal fé pode ser alcançada se fizermos três coisas:

Parar de achar que o cristão tem vida fácil. Em Marcos 13:13, Jesus disse a Seus discípulos: “Todos odiarão vocês por Minha causa; mas aquele que perseverar até o fim será salvo”. Aqui aprendemos que precisamos permanecer fiéis até o fim, e assim seremos salvos. Se isso fosse fácil, Ele não teria usado a palavra “perseverar”. Portanto, paremos de achar que, porque somos filhos de Deus, nossa vida será um passeio no parque.

Pedir a Deus que nos conserve fiéis. Precisamos ser como o pai fiel de Marcos 9:14-29 que clama a Jesus: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!”.

Compreender que temos uma reputação cristã a zelar. Somente quando nos lembramos que, “sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8), Deus nos amou o suficiente para enviar Seu Filho para morrer por nós, podemos compreender que o mais importante é permanecermos fiéis a Ele. Pertencemos a Ele, e por isso não podemos trazer vergonha ao Seu nome e à Sua igreja.

Mãos à Bíblia

O exemplo de fidelidade de Rispa chamou a atenção de Davi. O fato de ela estar na montanha “perante o Senhor”, perto dos sete corpos, parece ter motivado Davi a considerar isso um ato muito importante: o sepultamento apropriado de Saul, de Jônatas e dos descendentes de Saul.

7. Como Davi foi afetado pelas ações de Rispa? 2Sm 21:11-14

8. De acordo com o texto de hoje, o que causou o fim da fome? 2Sm 21:1-14

A fome não terminou assim que os sete descendentes de Saul foram executados. Deus respondeu ao apelo em favor da terra só depois que Davi proveu um lugar respeitável de descanso para os restos de Saul e seus descendentes. O exemplo de Rispa promoveu reconciliação, resultando em um Israel preparado para começar a curar as feridas da guerra entre as tribos.

Trufosa Mochache | Cedar Hill, EUA

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Pecado de Moisés e Arão - 25/11/09 a 28/11/09

Quarta, 25 de novembro

Evidência
Duas batidas e você está fora

Em Números 20, encontramos o exausto líder de um grupo de pessoas ingratas sendo submetido a mais uma prova. Moisés os havia guiado sob a instrução de Deus por 40 anos. Havia suportado pacientemente toda a reclamação deles, muitas vezes se prostrando diante de Deus em favor do povo.

Agora o povo se une novamente contra ele e Arão. Acham que Deus os conduziu a um lugar ruim, e que eles e seus animais estão morrendo de sede. Não é de admirar que Moisés e Arão fiquem indignados. Mas em vez de ficarem indignados porque Deus foi insultado, sentem raiva por causa de tudo que têm tido de suportar. Em vez de seguirem as instruções de Deus no assunto, deixam-se dominar por sua ira e impaciência. Esse momento de fraqueza lhes custa caro.

Moisés e Arão “haviam sido vencidos por uma tentação súbita, e sua contrição foi imediata e provinha do coração. O Senhor aceitou seu arrependimento, embora não pudesse remover a punição” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 419).

Muitos dos fiéis líderes de nossa igreja têm suportado críticas e murmurações contra si por se apegarem às ordens de Deus. Nós, os membros (exatamente como Israel do passado), somos propensos a citar ditados populares e a chegar a nossas próprias decisões independentes do conselho de Deus. Também esperamos que os líderes atendam a nossas exigências a despeito de suas convicções ou das sugestões do Espírito Santo.

Você pode pensar em outros exemplos de líderes que sucumbiram à pressão? Arão o fizera anteriormente, no deserto, quando o povo pediu que lhes fizesse um ídolo para adorarem enquanto Moisés estava no monte. Pilatos não queria crucificar Jesus, mas ficou com medo de enfrentar a multidão que exigia a morte do Mestre. Não será interessante descobrir, no dia do juízo, quantos líderes se perderam devido à pressão daqueles a quem estavam liderando?

Contudo, Deus espera que aqueles a quem Ele escolheu para serem líderes permaneçam fiéis aos princípios, apesar da pressão. Quanto aos membros do rebanho, é um positivo chamado que busquem o conhecimento de Deus e estejam em sintonia com Sua vontade, para que possam apoiar os líderes em vez de serem uma pedra de tropeço.

Mãos à Bíblia

5. Como vemos novamente Moisés no papel de intercessor? Por que, especialmente nessa ocasião, o povo precisava de um intercessor? Nm 21:5-9

Deus não havia enviado as serpentes venenosas aos israelitas; ao contrário, o Senhor havia tirado deles Sua proteção e, então, eles sofreram as consequências.

6. Como Jesus relacionou o incidente das serpentes com o plano de salvação? Jo 3:14, 15. Em que sentido todos nós fomos picados por serpentes abrasadoras?

A morte de Jesus, em si, não traz automaticamente salvação ao mundo. Sua morte forneceu os meios de salvação. Mas, assim como o povo no deserto precisava olhar para a serpente de metal, temos que olhar para Jesus e crer a fim de receber o que Ele oferece tão livre e graciosamente.

Danny Williams | Missão La Vida, Novo México, EUA

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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Metáforas da Salvação - 25/11/2008 a 29/11/2008

Terça, 25 de novembro

Testemunho
À procura do perdido


3. Por que Paulo contrasta a justificação pela fé com a obediência à lei, e como isso nos ajuda a entender a justificação? Rm 3:19-24
Os seres humanos foram acusados de um crime. Todos estão sob a condenação da lei (Romanos 2). Mas Deus forneceu aos seres humanos uma saída da dificuldade. “Agora”, com a vinda de Cristo, “se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da lei”, isto é, não determinada pela nossa obediência à lei (Rm 3:21, NVI). Paulo explica que essa “justiça de Deus [vem] mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que crêem” (v. 22, NVI). Essa justificação é dirigida tanto aos judeus como aos gentios (v. 22, 29). Esse dom de salvação é acompanhado da recepção do Espírito que nos habilita a andar em novidade de vida (Gl 3:2, 3; Rm 6:4).

Metáforas que nos ajudam a compreender o que Cristo fez por nós são abundantes na Bíblia. Lucas 15 inclui três delas. Eis aqui o que Ellen G. White tinha a dizer sobre as duas primeiras.

“Na parábola, o pastor sai em busca de uma ovelha – o mínimo que pode ser numerado. Assim, se houvesse apenas uma pessoa perdida, Cristo por ela teria morrido.

“A ovelha desgarrada do rebanho é a mais desamparada de todas as criaturas. Precisa ser procurada pelo pastor, pois não pode, sozinha, encontrar o caminho de volta. O mesmo se dá com alguém que se desviou de Deus; está tão desamparado quanto a ovelha perdida, e se o amor divino não for salvá-la, jamais poderia achar o caminho para Deus.

“O pastor que descobre a ausência de uma ovelha, não contempla indiferentemente o rebanho que está seguro no redil, dizendo: ‘Tenho noventa e nove, e vai causar-me tremenda perturbação sair em busca da desgarrada.’ ... Não! Logo que a ovelha se afasta, o pastor enche-se de cuidados e apreensões. Conta e reconta o rebanho. Quando se certifica de que realmente uma ovelha se perdeu, não dormita. Deixa as noventa e nove no redil e sai em busca da ovelha desgarrada” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 187, 188).

Conquanto a ovelha saiba que está perdida, e portanto representa pessoas que sabem que estão separadas de Deus, a moeda na segunda parábola “representa os que estão perdidos em delitos e pecados, mas não estão conscientes de sua condição. Estão alienados de Deus, mas não o sabem. Sua vida está em perigo, porém estão disso inconscientes e descuidados. Nessa parábola, Cristo ensina que mesmo os que são indiferentes às reivindicações de Deus são objeto de Seu amor piedoso. Precisam ser procurados para serem reconduzidos a Deus. ...

“Nesta parábola há uma lição para as famílias. No círculo familiar há muitas vezes grande indiferença quanto à condição espiritual de seus componentes. Pode haver um dentre eles que esteja separado de Deus; mas quão pouca ansiedade é sentida na família, pela perda de uma das dádivas confiadas por Deus! ...

“Onde quer que estejamos, a dracma perdida espera que a procuremos. Iremos procurá-la?” (Ibid., p. 193-196).

Clyde Evans | Ypsilanti, EUA

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