sábado, 25 de dezembro de 2010

Baruque - Resumo Semanal - 25/12/2010 a 25/12/2010

BARUQUE
Construindo um legado em um mundo despedaçado
Resumo Semanal - 19/12/2010 a 25/12/2010



Ivanaudo Barbosa

Objetivo desta lição: Mostrar como Baruque entendeu a verdadeira grandeza.

Verdade central: A verdadeira grandeza se mede pelo serviço fiel a Deus.

Introdução
Neste estudo apresentamos o último personagem dos 12 heróis deste trimestre. Baruque. Este é seu nome. Baruque viveu num período conturbado na vida de Judá. Havia “problemas cruciais no campo moral e espiritual. Em seus dias, Jerusalém foi tomada, o templo, destruído, e muitos judeus foram levados cativos. Ele viveu nesse tempo de dramática mudança e perda. Embora seu mundo estivesse desmoronando, ele deixou um legado que nenhum rei nem a guerra poderiam destruir.”


PARA A CLASSE: Você vai notar na vida de Baruque, que servir ao Senhor custa, e custa muito. Mencione experiências suas em que você pagou alto preço por ser leal aos princípios que Deus nos deixou.


I. Quem foi Baruque?

Na Wikipédia encontramos esta apresentação dele: “Filho de Nerias, irmão de Seraías, amigo e secretário do profeta Jeremias (Jr 36:4). Era homem erudito, de nobre família (Jr 51:59), tendo servido fielmente ao profeta. Pelas instruções de Jeremias, Baruque escreveu as profecias daquele profeta, comunicando-as aos príncipes e governadores. E um destes foi acusar de traição o escrevente e o profeta Jeremias, mostrando ao rei, como prova das suas afirmações, os escritos, de que tinha conseguido lançar mão. Quando o rei leu os documentos, foi grande seu furor. Mandou que fossem presos os dois, mas eles escaparam. Depois da conquista de Jerusalém pelos babilônios (586 a.C.), Jeremias foi bem tratado pelo rei Nabucodonosor – e Baruque foi acusado de exercer influência sobre Jeremias a fim de não fugirem para o Egito (Jr 43:3). Mas, por fim, ambos foram compelidos a ir para ali com a parte remanescente de Judá (Jr 43:6).


Durante seu encarceramento, Jeremias deu a Baruque o título de propriedade daquela herdade que tinha sido comprada a Hanameel” (Jr 32:8-12). Em resumo, Baruque foi “um alto funcionário da administração babilônica na Judeia”, um erudito de família nobre, e secretário do profeta Jeremias no período da invasão de Judá por Babilônia no século sétimo a.C. (Tradução Ecumênica da Bíblia, Ed. Loyola, São Paulo, 1994, p. 710). O ministério de Baruque vai desde o 13° ano de Josias (626 a.C.) até o 4° ano de Jeoaquim (609). Pouco tempo atrás. os arqueólogos acharam num sítio arqueológico em Israel um selo de argila com a inscrição “Baruque, filho de Nerias, o escriba”. Deve ter 2.600 anos. Ter um selo pessoal era sinal de destaque e grandeza (Dicionário Ilustrado da Bíblia, p. 179). Seu nome significa “aquele que é abençoado”.


Para o professor: Quais personagens bíblicos e ou seculares que você se lembra abandonaram uma carreira ou posição de prestígio para servir a Deus?


II. Uma vista geral dos tempos de Baruque

O rei Josias foi o último bom rei de Judá. Ele começou reinar com oito anos. Quando estava com 16 anos, começou a buscar o Deus de seus pais e, aos vinte, começou a erradicar as práticas idolátricas que havia em Judá (2Cr 34:3). Quando tinha 26 anos, iniciou os reparos do templo que estava abandonado. Ali foi encontrado o livro da lei. Esse foi o início da reforma espiritual que houve em Judá (2Rs 22:3-5). Entretanto, Josias morreu cedo numa batalha contra o rei do Egito (2Rs 23:29 e 30). Daí para frente, Judá entrou no caminho descendente da apostasia sob os governos de Jeoaquim e Zedequias filhos de Josias. Nesse tempo, Deus chamou Jeremias para o ministério profético.


A tônica da mensagem de Jeremias era: Voltem-se para o Senhor, busquem o Senhor! Não resistam a Nabucodonosor! Não façam aliança com o Egito! Entreguem-se a Nabucodonosor e ele os levará como cativos para Babilônia. Mas, depois de 70 anos, Deus os trará de volta!. Mas o rei e o povo jamais aceitaram a mensagem de Jeremias. Ao contrário, ele era tido como um subversivo. Aqui entra a figura de Baruque. O homem que escreveu as mensagens de Jeremias, o homem que foi perseguido com Jeremias, o homem que trocou um lugar de destaque em sua sociedade para ser um copista do profeta Jeremias: Baruque.


PARA MEDITAR: Pelo que você viu acima, o contexto social das nações vizinhas e a vida espiritual de Judá parece uma descrição do que nos cerca, incluindo a igreja ASD. Ali estão Josias, Jeremias e Baruque para mudar o quadro. O que posso fazer para mudar o quadro na minha igreja? Dê sugestões práticas.


III. Baruque, o escriba, como assistente literário de Jeremias

Baruque não foi um profeta. Ele foi um escriba ou copista das mensagens do profeta Jeremias. Ser um escriba não era uma simples profissão. “Os escribas no Egito e na Mesopotâmia eram pessoas que ocupavam cargos administrativos importantes nos palácios reais. Eram obrigados a manter relatórios fidedignos em departamentos complexos do Estado” (G. Glingbeil, Histórias Pouco Contadas, p. 135).


Ao trocar sua posição de escriba da corte pela de assistente literário de Jeremias, Baruque não fez uma troca vantajosa aos olhos de posição e/ou status social. Aqui começa o legado que ele nos deixou. Outros autores bíblicos tiveram assistentes literários e Ellen White também. Então, alguém poderá perguntar: Os assistentes literários eram coautores das mensagens? A resposta é que não. Primeiro, porque não cremos na inspiração verbal mas, sim, na inspiração do profeta. Então, as palavras podiam ser escolhidas pelo autor ou pelo copista, mas a mensagem vinha de Deus.


Falando desse tema, W. C. White, filho da senhora White diz: “Minha mãe nunca fez reivindicações à inspiração verbal, e não vejo que meu pai, ou o Pastor Bates, Andrews, Smith ou Waggoner as fizessem. Caso houvesse inspiração verbal ao ela escrever seus manuscritos, por que haveria de sua parte o trabalho de acréscimo ou de adaptação? Verdade é que mamãe muitas vezes toma um de seus manuscritos e o lê atentamente, fazendo acréscimos que desenvolvem ainda mais o pensamento” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 437).


E Ellen White afirma com certeza: “Não são as palavras da Bíblia que são inspiradas, mas os homens é que o foram. A inspiração não atua nas palavras do homem nem em suas expressões, mas no próprio homem que, sob a influência do Espírito Santo, é possuído de pensamentos. As palavras, porém, recebem o cunho da mente individual. A mente divina é difusa. A mente divina, bem como Sua vontade, é combinada com a mente e a vontade humanas; assim as declarações do homem são a Palavra de Deus” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 20 e 21).


Quando Lucas escreveu seu livro, ele fez pesquisas e se valeu de várias fontes históricas disponíveis. O que cremos é que o Espírito Santo guiou Lucas a encontrar as fontes mais fidedignas. Falando da escolha de Baruque por Jeremias, Ellen White escreve: “É-me fácil crer que Jeremias foi dirigido por Deus em sua escolha de Baruque como copista…” (Mensagens Escolhidas v. 3, p. 455).


Embora Baruque tenha sido o escritor, a revelação da mensagem veio pelo próprio Deus a Jeremias. Portanto, o autor das mensagens era o próprio Deus.


“Em obediência a essa ordem, Jeremias chamou em seu auxílio um fiel amigo, Baruque, o escriba, e ditou-lhe “todas as palavras do Senhor, que Ele lhe tinha revelado, no rolo” (Profetas e Reis, p. 432). Depois que o rei Jeoaquim queimou o primeiro livro, Deus ordenou a Jeremias que escrevesse outro livro com a mesma mensagem do primeiro e ainda acrescentou outras mensagens. Note esta citação: “Tomando outro rolo, Jeremias deu-o a Baruque, o qual escreveu nele da boca de Jeremias todas as palavras do livro que Jeoaquim, rei de Judá, tinha queimado no fogo; e ainda se acrescentaram a elas muitas palavras semelhantes” (Profetas e Reis, p. 437: Jr 36:28 e 32).

Ellen White garante que suas assistentes literárias não mudavam suas mensagens. “Você viu minhas copistas. Elas não modificam minha linguagem. Essa permanece assim como escrevo. ...” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 90). O filho da irmã White escreveu: “Tenho a convicção de que a irmã Ellen G. White teve orientação celestial ao escolher as pessoas que deviam servir de copistas e as que deviam ajudar a preparar artigos para nossos periódicos e capítulos para nossos livros” (Carta de G. C. White a L. E. Froom, 8 de janeiro de 1928; citado em Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 455).


PARA A CLASSE: Baruque tinha um sonho. Qual é seu sonho para sua igreja?


IV. “Ai de mim!: O choro de Baruque

Depois de ter escrito o livro, ter lido a mensagem diante do povo e perante os príncipes e saber que o rei havia queimado o livro, Baruque teve uma crise e desabafou: “Ai de mim agora! Porque me acrescentou o Senhor tristeza ao meu sofrimento; estou cansado do meu gemer e não acho descanso (Jr 45:3). Por que Baruque chorou? O escritor Elben M. Lenz César mostra cinco razões por que Baruque chorou. São elas:



1. Baruque teria chorado porque alimentava a mesma expectativa de Deus e de Jeremias quanto ao resultado da leitura do livro.
2. Ele teria chorado porque corria risco de vida.
3. Ele teria chorado porque, ao escrever o livro, teve uma percepção clara da condição espiritual do povo.
4. Ele teria chorado porque, ao escrever o livro, tomou conhecimento das desgraças que Deus planejava trazer sobre o povo (Jr 36:3).
5. Ele teria chorado porque, mesmo não participando da corrupção generalizada, ele também estava ao alcance das desgraças que iam se sucedendo.


Além dessas, podemos ainda acrescentar o que Klingbeil menciona:
1. Provavelmente, Jeremias estivesse na prisão, e a perspectiva de um reavivamento em meio aos líderes de Judá não mais parecia possível.
2. O futuro de Baruque, pelo menos da perspectiva terrena, no mínimo, parecia desolador.

Entretanto, Deus prometeu estar com Baruque e proteger sua vida (Jr 45:5). Imagine o quadro que Baruque viveu ao lado de seus irmãos. Ele viu a chegada dos exércitos caldeus. Viu os muros sendo derrubados, viu as lindas casas mobiliadas sendo destruídas. Ele viu muitas pessoas sendo mortas barbaramente. Mas Deus prometera dar sua vida por despojo. Alguns escritores dizem que Baruque foi levado com Jeremias para o Egito. Flávio Josefo diz que Nabucodonosor o levou para Babilônia (Antiguidades dos Judeus, 10: p. 179 a 182) Não sabemos com certeza o que aconteceu com Baruque. O que sabemos é que ele escolheu trocar a vida confortável do palácio para ser um fiel companheiro de Jeremias em meio a perseguição, fugas e talvez pobreza. Mas a riqueza que ele nos deixou é um tesouro que tem ajudado milhões de pessoas a encontrar o caminho da lealdade a Deus.


DISCUTA COM SUA CLASSE: Jeremias chorou. Baruque entrou em desespero ao ver a situação sem esperança de seus irmãos. Você já se sentiu esmagado pela dor de ver sua igreja atravessando períodos de crise? Compartilhe seus sentimentos.


Conclusão

Em alguns túmulos há algumas frases que dizem: “AGRÔNOMO: Favor regar o solo com Nevugon. Evita vermes!” ALCOÓLATRA: Enfim, sóbrio! Na lápide de Isaac Newton estão estas palavras: “É uma honra para o gênero humano que tal homem tenha existido.” Na de Jô Soares, ele gostaria que escrevessem: “Enfim, magro!”


Quando a vida terminar, o que você gostaria que escrevessem em sua lápide? O que seria uma boa frase para ser colocada no túmulo de Baruque? No capítulo 36 de Jeremias, quando o povo foi ao templo, Baruque viu na linha do horizonte um fio de esperança. Mas isso logo desapareceu e a rebeldia tomou seu lugar novamente na vida deles. Talvez ele poderia ter pensado numa vida com mais conforto. Talvez menos desprezo. Quem sabe até um cargo no palácio, numa nação em paz. O autor da lição diz: “Na possível reforma, ele seria um homem de importância, talvez elevado a uma alta posição no governo.” Mas a frustração tomou conta de seu coração ao ver a rebeldia do povo. Ele, porém não desistiu de ser fiel a Deus.


Para Baruque, o verdadeiro sentido da vida não estava numa boa educação, numa linda casa nem num cargo bem remunerado. Aquele que deixou Seu lar no Céu e veio viver entre nós para que pudéssemos ser alguém foi o padrão que moldou a vida de Baruque. Aquele que trocou o Céu pela Terra, a paz pela perseguição, o conforto pelas estradas da Judeia inspirou Baruque a viver uma vida completa para Deus num país despedaçado. Então, o que escreveremos no túmulo de Baruque? Tente uma frase. Vou colocar a minha. “Aqui jaz um homem que soube dar valor à vida” E no seu, o que escreveremos?

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Cidades de Refúgio - 25/12/2009 a 26/12/2009

Sexta, 25 de dezembro

Opinião
Com ou sem você, Ele vai vencer


Precisamos segurar a imutável mão de Deus. Ele está procurando pessoas fiéis para dar testemunho de Sua bondade, assim como Jó, que permaneceu fiel apesar de grande dificuldade. É vital que exemplifiquemos o caráter de Cristo, para que possamos ser uma luz para outros.

As promessas de Deus são verdadeiras, e Sua palavra permanecerá para sempre. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Como Seu povo, precisamos buscar Sua face para compreender Sua vontade. Alguns cristãos não veem Deus atuando em sua vida porque não são obedientes a Sua vontade.

Israel devia ter aprendido com a experiência, porque haviam visto Deus atuar vez após vez. Experimentaram em primeira mão Seu poder de prover alimento, água e vitória sobre os inimigos. Contudo, em vez de confiarem, eles reclamavam. É tão irônico como as pessoas nascidas após o Êxodo reclamavam que desejavam voltar ao Egito, quando nem ao mesmo o conheciam. Só tinham ouvido falar dele através das reclamações de seus pais.

Muitas vezes tendemos a perder de vista as promessas de Deus. Precisamos permanecer fiéis e pacientes, porque a prova de nossa fé produz paciência.

Falamos sobre como as pessoas estão sempre em movimento. Mas, como povo de Deus, precisamos saber para onde estamos indo e como chegar lá. E o mais importante, o que fazemos no caminho para lá? A Bíblia nos deu claras diretivas sobre essas perguntas. Como povo de Deus, precisamos estar prontos a nos colocar em movimento quando Deus nos orientar a fazê-lo. Abraão se colocou em movimento quando Deus lhe disse que saísse da terra de Ur. Ele não questionou a Deus. Precisamos seguir o exemplo de Abraão e nos lembrar de que Deus sabe o que está fazendo. Quando Ele nos pede que façamos algo, também nos dá o poder para fazê-lo. O livro de Números serve como lembrete para que confiemos em Deus, para que deixemos que Ele nos guie onde quer que nos peça para ir.

Nesta semana, estudamos sobre as cidades de refúgio. Devemos encontrar refúgio, descanso, nos braços de Cristo, para que não cometamos os mesmos erros que os hebreus cometeram enquanto viajavam para Canaã. Concentre-se nEle, como um de Seus filhos redimidos, a fim de que você possa desfrutar a vida eterna na Nova Terra.

Mãos à obra

1. Num mapa atrás de sua Bíblia, ou num atlas bíblico, identifique as cidades de refúgio (Js 20:7, 8). Após identificar os locais, registre quão distantes elas estavam uma da outra; a distância que alguém precisaria viajar para estar a salvo; quanto tempo em média levaria para alguém chegar a uma das cidades de refúgio a pé.
2. Você é o presidente da comissão que recebe os que fogem para sua cidade de refúgio. O que você tem para oferecer-lhes, e o que eles podem esperar? Quem provê esses recursos? Como você cuida não só das necessidades físicas deles, mas também de suas necessidades emocionais e espirituais?
3. Escreva um salmo de louvor pelos lugares de refúgio que Deus providenciou em sua vida. Lembre-se de admitir seus erros, recordar as dificuldades que enfrentou, e louvar a Deus pelas pessoas e lugares que fazem você se sentir seguro.

Marcia Na’ Tricia Smith | Nassau, Bahamas

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

A Expiação e a Harmonia Universal - 25/12/2008 a 27/12/2008

Quinta, 25 de dezembro

Aplicação

Felizes para sempre


6. Como Paulo descreve esse contraste? 1Co 13:9-13

Os remidos empregarão grande parte de seu tempo “a pesquisar os mistérios da redenção. Ao longo de toda a extensão da eternidade, esse assunto será continuamente aberto à sua mente” (Comentários de Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 7, p. 990). Nada trará mais alegria aos remidos que explorar o mistério de sua salvação, o significado da cruz de Cristo.

Imagine, se puder, celebrar o aniversário da encarnação de Cristo quando chegarmos ao Céu. Comemorar o primeiro advento à luz de haver acabado de experimentar o segundo advento assumirá um significado inteiramente novo. A fé será substituída pela vista. E o conceito de momento de louvor será elevado a um nível inteiramente novo!

Mas ainda não chegou aquela “noite de Natal”. Ainda não. Ainda estamos presos a este mundo, onde fé ainda é fé, e onde ainda estamos à espera desses “níveis inteiramente novos”.

Então, como podemos nos preparar para aquele evento? Aqui estão alguns pontos a ponderar. Prepare-se para uma nova entrada. Desde o Éden, a raça humana não vive do outro lado do pecado. A vida será diferente numa sociedade livre de pecado. Prepare-se! Vai ser muito melhor viver! Precisamos deixar Jesus nos encher para que o pecado seja expulso de nossa vida enquanto ainda estamos na Terra (1Jo 1:7; 2:1, 10). Então, considere estas dicas:

1. Pratique viver na presença de Deus (Salmo 139). Há áreas de nossa vida que obviamente incluem Deus. Mas, provavelmente, há áreas que julgamos “seculares”, nas quais não somos inclinados a incluí-Lo. Talvez devêssemos incluí-Lo conscientemente em todas as áreas e viver como se Ele estivesse bem ao nosso lado o tempo todo – porque na verdade Ele está!

2. Imagine o inimaginável (1Co 2:9)! Um ambiente sem pecado, sem histórias de partir o coração na hora do noticiário da noite, sem relacionamentos problemáticos, sem problema nenhum! Somente paz, contentamento, propósito, alegria que permeia cada célula de nosso corpo. Posso só imaginar.

3. Prepare-se para a festa (Ap 5:12; 19:9)! A maioria de nós não tem nenhuma idéia de quanto o pecado pesa sobre nós. Por isso, ter esse peso removido por causa do que Jesus fez por nós muito antes de termos nascido é algo com o qual nos relacionamos só teoricamente. Um amigo meu compreende isso. Ele perdeu a filhinha num acidente absurdo e depois, vários anos depois, perdeu a esposa com câncer. Ele conhece a dor como poucas pessoas que conheci. O peso é dolorosamente óbvio. Ele mal pode esperar que seja também removido. E mal pode esperar a festa de gratidão a um Deus que em breve endireitará tudo.

O que Jesus fez na cruz é incrível em sua simplicidade e em sua complexidade. Logo tudo irá terminar como nada jamais terminou! E então, nada mais haverá de errado, triste, injusto no mundo.

Jan Yakush | Smithsburg, EUA

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