sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Baruque - 24/12/2010 a 25/12/2010

Sexta, 24 de dezembro

Opinião
Levante-se!


Durante o inverno australiano de 1988, eu e um grupo de rapazes do Colégio Avondale, em Cooranbong, decidimos jogar com os Wyong Magpies, uma equipe de futebol australiano que estava se esforçando para crescer. Lembro-me particularmente do dia em que jogamos contra os Terrigal Tigers. Pouco antes dessa partida, tínhamos ganhado um jogo apertado contra o time de reserva deles. Exaustos como estávamos, 15 de nós (em vez de 18 descansados) tínhamos de enfrentar o próximo jogo, que era o principal evento contra o melhor time da competição.

O resultado? Perdemos! Até aí nada de chocante, mas foi a maneira em que perdemos que realmente se destacou. Foi como um time de profissionais chegando para enfrentar um bando de bebês. Até viramos notícia nacional como o time com a maior derrota na história do futebol a australiano – 472 a 0. A bola nem mesmo chegou ao nosso lado de ataque no campo. Não foi por falta de tentar – ou desejar. Era uma tarefa impossível contra um impressivo adversário. Ficamos embaraçados, mas não tínhamos onde nos esconder!

Boa história, você pode dizer, mas que relevância tem isso para mim hoje? Bem, a vida nos derrota, e ficamos embaraçados. Se formos derrubados muitas vezes, simplesmente vamos ficar deitados ali, pensando que talvez esse seja o lugar certo para ficar. Foi assim que Baruque deve ter-se sentido quando os rolos que ele escreveu para Jeremias foram destruídos. Mas então Deus nos diz para nos levantarmos, que Ele nos dará forças. O que nos ajuda nessas situações difíceis? O saber que a batalha já foi ganha, que porque Jesus morreu por nós, não temos de sofrer a penalidade, pois Ele a sofreu por nós.

Isaías o expressou melhor quando nos lembrou de onde vem nossa força: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.” (Is 41:10).

Nunca se esqueça de que não importa quão fraco você se sinta, Deus tem a força que você precisa, no momento que você precisa; mas cabe a você pedi-la a Ele!

Mãos à obra

1. Entreviste alguém que “trabalha nos bastidores”. Que tipo de temperamento essa pessoa tem? Há algum temperamento que seja mais adequado para esse trabalho? Se sim, descreva esse temperamento.
2. Para ter uma ideia do que foi o trabalho de Baruque, tente escrever o que um amigo dita ou anote por dois ou três minutos um discurso político que está sendo feito na TV.
3. Envie um cartão de agradecimento escrito à mão para duas pessoas “que trabalham nos bastidores” – uma em sua igreja e outra em seu círculo de amigos. Diga-lhes especificamente por que você as admira.
4. Entreviste três secretárias para descobrir o que elas mais gostam na função de assistentes. Peça-lhes que coloquem essa lista em ordem de prioridade.

Neil Richmund | Avon, EUA

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Cidades de Refúgio - 24/12/2009 a 26/12/2009

Quinta, 24 de dezembro

Aplicação

Para onde é que eu vou?


Após 40 anos de vagueações no deserto, os israelitas finalmente estavam prestes a reivindicar a promessa que Deus lhes havia dado. Haviam lutado tanto física quanto espiritualmente ao longo do caminho, vencendo o pecado e o eu, as montanhas e as murmurações, as nações e a natureza. Muitos haviam morrido ao longo do caminho, inclusive seu amado líder Moisés, que deixou de entrar em Canaã por causa de desobediência, mas havia obtido, após sincero arrependimento, um lugar na eterna Terra da Promessa.

“A cada um deles foi dado segundo sua fé. Os incrédulos viram cumprir-se seus temores. Apesar da promessa de Deus, declararam que era impossível herdar Canaã, e não a possuíram. Mas aqueles que confiaram em Deus, não olhando tanto para as dificuldade a se encontrarem, como para a força de seu Auxiliador todo-poderoso, entraram na boa terra” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 513).

A história dos israelitas não é singular, e quanto mais estudamos suas experiências, mais vemos a semelhança em nossa vida. O palco estava montado. Eles podiam ver a terra ao longe. Contudo, os israelitas enfrentaram de novo o “grande” desafio de fé. Será que se esqueceriam, como muitas vezes o fazemos, de quem os havia guiado no passado? Mas Deus mais uma vez os conduziria vitoriosos em meio à dificuldade. A batalha não seria ganha instantaneamente, mas tribo a tribo, vitória miraculosa após vitória miraculosa. Canaã acabaria sendo deles. Mesmo então Deus ainda teve de estabelecer cidades de refúgio em Canaã e ao seu redor, lugares seguros nos quais os pecadores condenados pelas leis judaicas poderiam estar a salvo. O Salmo 46:1 nos lembra que “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”. Eis aqui alguns conceitos dos quais precisamos nos lembrar ao reivindicarmos essa promessa: (1)Virão batalhas, em algumas das quais fracassaremos. O diabo tentará valentemente, até o fim, obter a vitória. A luta é um processo diário com novos desafios todos os dias. (2) Deus estabelece cidades de refúgio ao longo do caminho para que nos lembremos de quão disposto Ele está a nos salvar por Sua graça. (3) A batalha não é nossa, mas do Senhor. (4) A vitória está assegurada. A Terra Prometida nos aguarda. Cabe a nós confiar nas promessas de Deus e reivindicá-las!

Mãos à Bíblia

11. Como 2 Samuel 22:3 reflete, pelo menos em parte, o refúgio que as cidades forneciam?

12. Como encontramos em Cristo o mesmo tipo de refúgio e proteção que encontravam aqueles que fugiam para as cidades de refúgio? Veja Jo 8:10, 11; Ef 1:7; Cl 1:14; Hb 6:18.

Ao mesmo tempo, a comparação não é exata, porque nossa compreensão da cruz é que até mesmo os que cometeram pecados premeditados, até mesmo o assassinato, podem ser perdoados pelo Senhor.

Kerri-Ann McKenzie | Kingston, Jamaica

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

A Expiação e a Harmonia Universal - 24/12/2008 a 27/12/2008

Quarta, 24 de dezembro
Evidência
Vantagens para ambas as partes


5. Como a Bíblia descreve a solução final para o problema do pecado no Universo? Ap 20:11-15; 22:3-6

A esperança bíblica abrange todo o Universo, e antecipa o momento em que a reconciliação obtida pelo sangue do Cordeiro alcançará dimensões universais. Isso acontecerá no fim do milênio, quando os ímpios serão restaurados à vida e Satanás se preparará para lutar contra Deus e Seu povo. Mas será justamente depois do milênio, quando todas as perguntas tiverem sido respondidas para a satisfação do remidos, que os inimigos de Deus serão confrontados com o registro de seus pecados e sua rebelião. Naquela ocasião, diante do trono de Deus, a justiça e o amor de Deus serão publicamente reconhecidos por todas as partes envolvidas, inclusive Satanás, seus anjos e os perdidos. Todos confessarão a justiça de Deus, reconhecerão o senhorio de Cristo e aceitarão a sentença divina pronunciada contra eles (Fp 2:9-11), admitindo assim que merecem morrer.

Grande parte de Deuteronômio reitera a aliança entre Deus e Israel: a lei de Deus e Suas promessas para a obediência e para a desobediência. Deuteronômio dá um exemplo de como Deus deseja Se relacionar com Seu povo. Conquanto Deus ordene um compromisso total de amor para com Ele e o amor ao próximo como a si mesmo (Mt 22:34-40), em troca promete abençoar-nos. Contudo, não só há bênçãos reservadas para nós. A guarda de Seus mandamentos, em si mesma, é para o bem geral de Seus seguidores (Dt 10:13).

O resumo que Deuteronômio faz da lei pode ser visto como um contrato legal. Contudo, são evidentes muitos exemplos de como Israel não honrou esse contrato. Não obstante, Deus permaneceu fiel. Podemos aprender com os erros de Israel.

Embora estejamos sob uma nova aliança, podemos aprender da antiga aliança, porque ela mostra os desejos de Deus em termos de como Seu povo deve se comportar. As leis em Deuteronômio muitas vezes têm como centro o mandamento “ame cada um o seu próximo como a si mesmo”. Por exemplo, leia Deuteronômio 5:20.

Contudo, a nova aliança tem a morte e ressurreição de Cristo como centro, habilitando o cumprimento dos princípios que a antiga aliança almejava comunicar (Rm 8:3, 4). Através do sacrifício expiatório de Cristo somos transformados, de maneira que podemos ter com Deus o tipo de relacionamento que Ele desejava ter com Israel. Além disso, podemos usar o exemplo histórico de Israel para ter sucesso em nossa aliança pessoal com Deus. Somos capazes de ver a fidelidade de Deus e, por nossa vez, iniciar uma humilde e fiel caminhada com Ele. Andemos de maneira digna da aliança, como Cristo tornou possível, usando a mensagem de Deuteronômio e a história de Israel para vivermos de acordo com a vontade de Deus.

Rowland Morgan | Surrey, Inglaterra

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