terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rispa - 23/11/2010 a 27/11/2010

Terça, 23 de novembro

Testemunho

Pano de saco e paixão


Rispa queria dar uma mensagem, e era esta: “Aqui estão meus filhos, tirados de mim, envergonhados e entregues para corrigir os pecados de seu pai. Mas embora eles estejam mortos, ainda guardo no coração o vínculo que nos unia”. Ela estava determinada a mostrar sua paixão sob o abrigo de pano de saco – não por uma hora ou duas, um dia ou dois, ou uma semana ou duas – mas desde a primavera até o outono. Ela não enviou uma mensagem expressando o clamor de seu coração. Simplesmente viveu sua dedicação do princípio da colheita até que a chuva caiu. Foi assim que sua influência foi sentida. Foi assim que ela conseguiu influenciar o rei Davi. Será que temos essa paixão? “É nosso caráter e experiência que determinam nossa influência sobre o próximo. A fim de convencer os outros acerca do poder da graça de Cristo, devemos ter experimentado o Seu poder em nosso próprio coração e vida. ... Só por uma fé viva em Cristo como Salvador pessoal é que se torna possível fazer sentir nossa influência num mundo incrédulo” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 469).

Embora pudesse ter parecido inútil guardar os corpos de seus filhos, Rispa foi fiel ao que ela achava ser a coisa certa a ser feita, e o mesmo devemos fazer. “Ninguém pode saber qual haja de ser o propósito de Deus em Sua disciplina; mas todos podem estar certos de que a fidelidade nas pequenas coisas é a evidência do preparo para maiores responsabilidades” (Ellen G. White, Educação, p. 61).

A influência de sua paixão levou o rei a agir. Quer ela soubesse ou não, seus atos levaram a um ato maior. Assim, “centenas e milhares são ajudados pela nossa influência por nós despercebida. O verdadeiro seguidor de Cristo fortalece os bons propósitos de todos aqueles com quem entra em contato” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 348).

Mãos à Bíblia

Houve uma terrível fome em Israel, e Davi consultou ao Senhor. Não sabemos por que meios ele recebeu a resposta de Deus, mas seu conteúdo é muito claro: “Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa” (2Sm 21:1).

4. Leia 2 Samuel 21:1-6. Por que os descendentes de Saul deveriam sofrer pela culpa de seu antepassado? Isso não contradiz Deuteronômio 24:16, Jeremias 31:29, 30 e Ezequiel 18:1-4?

O texto destaca que, embora a salvação dependa de nossas decisões, nossas ações e escolhas afetam muitos ao nosso redor e nunca ocorrem em isolamento. Quando reis fiéis reinavam em Jerusalém, todo o reino era favorecido; por outro lado, reis infiéis derrubavam muitos em Israel.

Elvis Mogoi | Wilmington, EUA

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Pecado de Moisés e Arão - 23/11/09 a 28/11/09

Segunda, 23 de novembro

Exposição
O plano da salvação


O pecado entra (Pv 29:23). Israel precisava de comida e água. Quando chegaram a Cades, não viram nenhuma das duas coisas. Essa não era a primeira vez que eles precisavam ter essas duas necessidades satisfeitas. Veja Êxodo 15:22-26; 17:1-7; e Números 20:8.

Quando Moisés estava sobre seu rosto diante de Deus, o Senhor lhe deu sabedoria. Quando Moisés desobedeceu à ordem de Deus, foi sentenciado a morrer no deserto. Antes de ferir a rocha, ele creditou a si mesmo o milagre que estava para acontecer: “Será que teremos que tirar água?” (Nm 20:10, NVI). Essa desobediência, essa rebelião significou que Moisés morreria sem ver a terra prometida.

Moisés encontra um jeito (Nm 21:4). Moisés não tinha razão para continuar em frente; mas tinha como objetivo a terra prometida e desejava levar seu povo até lá de qualquer forma. Contudo, Edom estava no caminho, e Edom não confiava em Israel.

Israel recebera seu nome do patriarca Jacó, que recebera o nome Israel de Jesus. Edom tinha um patriarca também, e seu nome era Esaú, o irmão de Jacó. Jacó/Israel era conhecido por sua traição de Esaú, e Edom havia aprendido, por meio dessas experiências passadas, a não confiar em Israel. Moisés prometeu que Israel não interferiria com Edom enquanto passassem, mas de qualquer forma o acesso deles foi negado.

Israel não precisou lutar para passar por Edom. Moisés se encarregou de achar outra rota (Nm 21:4). Da mesma forma, após o pecado, não precisamos trabalhar para percorrer o caminho de volta às cortes celestiais. Cristo encontrou uma rota diferente. Ele achou uma forma de travar a guerra por nós, e pelas Suas feridas fomos curados (Is 53:5).

O poder do perdão (Tg 4:7-10). Agora era hora de Arão dizer adeus ao resto dos viajantes. Contudo, ao ele se aproximar da morte, certas rebeliões vieram à mente, mais notavelmente a do bezerro de ouro (Êx 32). Arão deve ter ficado preocupado com sua salvação, mas Deus não ficou. “Todas as suas [de Moisés e Arão] capacidades tinham-se desenvolvido, exaltado, dignificado, pela comunhão com o Ser infinito. Sua vida fora despendida em abnegado trabalho para Deus e seus semelhantes; seu rosto evidenciava ... firmeza e nobreza de propósitos” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 425).

Você vê as incríveis coisas ditas sobre Arão no fim de sua vida? Leia Tiago 4:7-10. Se Arão tivesse tido o Novo Testamento, essas palavras de Tiago teriam sido inspiradoras para o velho e cansado sumo sacerdote.

Na Bíblia, as más notícias são sempre seguidas por boas notícias. Arão era um pecador. Deus o perdoou. Leia as más notícias de Romanos 3:23, e depois leia as boas notícias que vêm no verso 24.

Cristo se tornou uma serpente por nós? (Jo 3:14, 15; Rm 6:10). Do Gênesis ao Apocalipse, a serpente representa Satanás. É por isso que essa história em Números 21 pode confundir. Enquanto as pessoas continuavam sua pecaminosa murmuração ao redor de Edom, serpentes abrasadoras começaram a picar o povo, e muitas pessoas morreram. Eles admitiram seu crime e foram até seu mediador, Moisés, em busca de ajuda. Então a história toma um rumo estranho. Uma serpente deve ser levantada e todos os olhos devem se voltar para ela. Os que olharem serão instantaneamente curados.

As serpentes abrasadoras são as consequências do pecado, enquanto que a serpente de bronze é Cristo. Cristo Se humilhou, de forma que pudéssemos exaltá-Lo por ter tomado sobre Si as consequências de nossos pecados. Nenhuma outra religião fala de Deus se tornar homem para ajudar a humanidade. Nunca se esqueça de quão especial é isso.

Vitória em Jesus (Rm 13:11, 12; 1Jo 1:9). Qualquer pai sabe quão frequentemente dizem a seus filhos que eles “reclamam demais”. Israel era esse filho. Eles também tiveram seu quinhão de pecados, rebeliões, revoltas e lapsos de falta de fé. Como foi então que Deus pôde continuar e levá-los até a terra prometida? Leia sobre Seu perdão em Romanos 3:24 e 1 João 1:9.

Israel teve alguns momentos difíceis, mas também viram Deus fazer muitas maravilhas. Quanto mais Israel “vagueava” para longe do Egito, mais viajavam próximos de Deus. Israel foi a “igreja militante” (incluindo as três principais vitórias encontradas em Números 20 e 21) e estava se tornando a “igreja triunfante”. Logo após suas vitórias sobre os povos do sul de Canaã, os amorreus e os residentes de Basã, acamparam-se às margens do Rio Jordão, prontos a reivindicar o que era deles. Medite nas palavras de Paulo em Romanos 13:11 e 12. Estamos, como igreja, prontos a despertar e nos tornar a “igreja triunfante”? Todos nós temos pecado, mas Cristo achou uma forma de nos salvar. Ele Se ofereceu como nosso resgate. Oferece-nos perdão e nos concede completa vitória.

Mãos à Bíblia

2. Que fatos interessantes foram registrados na morte de Arão? Por que Deus anunciou dessa forma esse acontecimento? Nm 20:23-29. Que lições podemos tirar desse acontecimento sobre a sucessão da obra de Deus?

O capítulo 20 começa com a morte de Miriã e termina com a morte de Arão. É claro que a geração mais velha estava passando, e a nova devia assumir as responsabilidades onde os mais antigos pararam. Vemos a mesma coisa em nossa igreja hoje. Podemos cumprir fielmente nosso dever, mas, cedo ou tarde, saímos de cena, e outros erguem o estandarte onde o deixamos.

Phil Vecchiarelli | Kinlichee, EUA

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domingo, 23 de novembro de 2008

Metáforas da Salvação - 23/11/2008 a 29/11/2008

METÁFORAS DA SALVAÇÃO


“Deus O ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo Seu sangue, demonstrando a Sua justiça. Em Sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos” (Rm 3:25, NVI).

Prévia da semana: A decisão de Cristo de morrer por nós nos une a Ele de um modo que nenhum outro dos seres celestiais pode entender nem experimentar.

Domingo, 23 de novembro

Introdução
Partilhando com um amigo

1. Como você entende o conceito de “redenção”? Mc 10:45; Gl 3:13; Ef 1:7; 1Pe 1:18, 19

Redenção é a libertação de uma dívida ou da escravidão pelo pagamento de um resgate, e é uma imagem usada no Novo Testamento para interpretar a morte de Cristo. Nessa idéia, o mundo todo se tornou prisioneiro do pecado, e a lei era o carcereiro (Gl 3:22, 23). Como escravos do pecado, os seres humanos estavam destinados à morte eterna (Rm 6:6, 23). A dívida só poderia ser paga pela renúncia à própria vida. Então, Cristo veio ao mundo e pagou o preço da nossa redenção, tornando disponível a vida a todos os que crerem nEle. Esses indivíduos eram “escravos do pecado”, mas agora “libertados do pecado” se tornaram “servos da justiça” (Rm 6:17, 18).

Um amigo seu lhe fez uma pergunta: O que a Bíblia diz sobre a salvação? Você começa a recordar o que aprendeu nas aulas de Bíblia, ou o que leu recentemente no Ano Bíblico e no livro de meditações diárias. Você começa dizendo a esse amigo que todos nós pecamos de alguma forma, mas Deus ainda nos ama, e “deu o Seu único Filho, para que todo aquele que nEle crer não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Você também explica que o pecado nos separa de Deus, erigindo uma barreira que só Jesus Cristo pode remover.

Você sabe que toda pessoa que ouve falar da salvação pode ter noções diferentes dela. Por ser a morte de Cristo na cruz tão importante, a Bíblia compara a salvação a várias coisas práticas para nos ajudar a compreender melhor quão valiosa ela é e quão desesperadamente precisamos dela. Talvez você até tenha encontrado algumas dessas metáforas que descrevem a morte de Cristo na cruz:

- Dom gratuito. Tudo o que podemos fazer é recebê-lo, crendo em Cristo (Romanos 5).
- Resgate pago para libertar-nos do cativeiro do pecado
(Mt 20:28).
- Restauração de nossa antiga união com Deus
(Is 58:12).
- Alvejar de roupas do vermelho para o branco
(Is 1:18).

Creio que a salvação é algo que precisamos saber de memória. Precisamos conhecê-la porque, uma vez que a compreendermos, teremos uma concepção mais clara de como Deus nos ama e de como Ele desperta nosso relacionamento com Cristo, nosso Salvador pessoal. Sabendo que Jesus morreu em nosso lugar, nunca teremos segundos pensamentos sobre Seu amor por nós. Confiaremos nEle inteiramente e nosso coração se inclinará para a obediência. Toda vez que nossos desejos fizerem com que pequemos, devemos nos arrepender, fazer reparos, pedir a Deus que nos perdoe e, com a ajuda do Espírito Santo, viver como alguém que foi perdoado.

Na verdade, é impressionante o amor e a fidelidade de Deus para com os seres humanos pecaminosos. E Ele continua a mostrá-los a nós todos os dias. Minha oração é que, ao você continuar a ler a lição desta semana, possa ter paz mental e encontrar mais metáforas valiosas sobre o amor de Deus para partilhar com seus amigos.

Jontue Jarin | Caloocan, Filipinas

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