terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Autoestima - 22/02/2011 a 26/02/2011

Terça, 22 de fevereiro

Testemunho
Ele nos exaltará

“Na sexta-feira eu tinha escrito cerca de quarenta páginas, e no sábado pela manhã eu estava cansada, mas isso não me desanimou. Sei no braço de quem estou me apoiando, e o Senhor não me desapontou. Ao meditar sobre a bondade, misericórdia e amor de Deus, a única coisa que posso fazer é louvar Seu santo nome. ‘Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’

“Se essas palavras não emocionarem completamente toda alma que as contemplar, o que o fará? Este é o preço de nossa salvação – a morte mais humilhante e agonizante que um ser humano poderia sofrer. E o Filho de Deus suportou essa vergonha como a penalidade pela culpa, a fim de que o pecador possa ficar sem culpa e inocente diante do trono de Deus. Veja o que pode surgir da grande exaltação da qual nosso Salvador veio, e da profunda humilhação à qual Ele foi a fim de tomar o pecador e elevá-lo para que se torne participante de Sua natureza divina, e una sua vida, sua alma, com o Infinito Deus. Quando obtemos uma visão dessa cruz, quando aquele sofredor e agonizante brado, ‘Está consumado’, penetra nossos ouvidos, o sacrifício está completo. Seu amor gravou o nome de todo santo sobre as palmas de Suas mãos.

“Oh, graça ilimitada! Que expressão de amor! Não expulsaremos o orgulho da mente? Podemos acariciar o amor próprio e abrigar obstinação de pensamentos quando vemos e compreendemos o que nossa redenção custou? Uma visão da cruz não fará com que nos humilhemos à vista de Deus, a fim de que Ele possa nos exaltar?

“Mas conquanto devamos humilhar a nós mesmos, devemos ter um verdadeiro senso de nosso valor na forma como Deus nos avaliou, no preço pago por nossa redenção. Devemos valorizar toda habilidade, todo talento a nós confiado, como a mais preciosa dotação do Senhor, a fim de que possamos usá-los para a glória do Seu nome.

(Ellen G. White, Manuscript Releases, v. 18, p. 19, 20).

Mãos à Bíblia

4. Quais são as coisas que nossa sociedade e cultura valorizam? Qual é a importância dessas coisas para Deus?

5. Como o preconceito de gênero, classe ou nacionalidade afeta a autoestima das pessoas? Como o cristão deve lidar com o preconceito e a discriminação? Gl 3:28

Stuart Griffin – Mount Holly, EUA

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Mansidão - 22/02/2010 a 27/02/2010

Segunda, 22 de fevereiro

Exposição
Poder mantido sob controle


Compreendendo a mansidão (Mt 5:5; 11:29). Quando a maioria das pessoas ouve a palavra “manso”, faz a imagem mental do macarrão cozido. Um amigo meu brinca, dizendo: “Os mansos herdarão a Terra... se isso estiver bem para todas as outras pessoas.” Contudo, quando olhamos para a palavra grega traduzida como “manso” – praus –, vemos um significado realmente diferente. O primeiro significado descreve um equilíbrio entre extremos emocionais. Em outras palavras, a mansidão significaria um equilíbrio entre ira insuficiente e ira demasiada. Quando a Bíblia nos diz: “Quando vocês ficarem irados, não pequem!” (Ef 4:26, NVI), está dizendo que há uma forma justa e justificável de ira. Como cristãos, é apropriado que nos sintamos irados com a injustiça no mundo, mas estaríamos errados em reagir de maneira “esquentada” a uma desfeita pessoal a nós. O primeiro significado de mansidão marca esse equilíbrio entre extremos emocionais.

O segundo e mais profundo significado de mansidão é quando ela descreve a dinâmica de um cavalo ou boi se acalmando e aceitando um necessário grau de controle por parte de seu dono. É aqui que encontramos um animal forte, que bem poderia esmagar seu proprietário, permitindo-se ser conduzido, treinado e dirigido pela vontade do dono. Ao declarar que a mansidão é um indicativo da vida cheia do Espírito, a Bíblia mostra assim que o cristão tem força, mas submete essa força à vontade de Deus.

A aversão dos seres humanos à mansidão (1Co 2:14). A natureza pecaminosa levanta sua horrível cabeça na forma da vontade própria. A natureza carnal não se permite ser domada nem subjugada por nada nem ninguém. Foi no Jardim do Éden que Eva, ao ouvir a voz da serpente, duvidou de Deus e exerceu sua própria vontade contra a vontade dEle. Ao fazer isso, ela foi contra o espírito de mansidão. Não permaneceu submissa a Deus. A maioria das pessoas concordaria que, como seres humanos, temos muita dificuldade com a submissão. A origem do pecado nos mostra que Deus concedeu o dom da mansidão a fim de que os seres humanos permanecessem em Sua vontade.

Jesus diz: “Sejam como Eu” (Mt 11:29). Jesus, nosso exemplo perfeito, veio ao mundo para nos mostrar o caminho da salvação. Sua vida foi de inteira entrega a Seu Pai celestial e confiança nEle. A Bíblia nos conta como Ele frequentemente orava a noite toda para obter força a fim de cumprir Sua missão. Assim, Ele nos convida a considerar o Seu jugo. Na época dEle, o jugo ou canga não era algo que você comprava no Wal-Mart de Jerusalém, na seção de cangas. Ao contrário, a canga era algo feito sob medida, que um carpinteiro especializado teria de fazer segundo especificações precisas, a fim de acomodar os animais que a usariam para puxar uma carga pesada. A canga em si não era o fardo, mas sim um instrumento que tornava o fardo mais fácil de carregar. Assim, em essência, Jesus está dizendo: “Enquanto vocês estiverem carregando esse fardo, deixem-Me dar a vocês uma canga, ou jugo, para ajudá-los. E, a propósito, Meu jugo é fácil.” Jesus também expressou isso da seguinte forma: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (Jo 16:33, NVI).

Jesus não só advoga a mansidão, mas a personifica. Em sua busca para salvar a humanidade, Ele exemplificou a única maneira pela qual é possível entrar num relacionamento correto com Deus e experimentar verdadeira alegria – pela mansa entrega, que proporciona felicidade sem fim. Jesus poderia ter facilmente usado Seu poder para dominar Seus inimigos. Contudo, manteve esse poder sob a vontade controladora de Deus o Pai. É um engano pensar que podemos verdadeiramente ser felizes fora da vontade de Deus. A verdadeira felicidade pode ser encontrada apenas na entrega.

“Em seu estado de inocência mantinha o homem feliz comunhão com... [Deus]. Depois de pecar, porém, já não podia encontrar alegria na santidade, e procurou esconder-se da presença de Deus. Tal é ainda hoje o estado do coração não convertido. ... Se lhe fosse permitido entrar no Céu, este nenhuma alegria lhe proporcionaria. O espírito de abnegado amor que ali reina... não encontraria eco em sua alma. Seus pensamentos, seus interesses, seus motivos seriam bem diferentes dos que animam os imaculados habitantes dali” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 17, 18).

Jesus exemplificou essa entrega e nos convida a segui-Lo em mansidão.

A promessa dos mansos (Gn 1:28; Sl 37:11; Mt 5:5; Gl 5:22, 23). Se você já ficou pensando por que os santos herdarão a Terra, não é o único. Nossos primeiro pais receberam de Deus a ordem de encher a Terra e sujeitá-la. O pecado mudou tudo isso. Contudo, também encontramos no Antigo Testamento um apelo aos seres humanos para que submetam novamente a vontade a Deus, baseados na seguinte promessa: “Mas os mansos herdarão a Terra e se deleitarão na abundância de paz” (Sl 37:11). A vida de Jesus na Terra nos mostrou o que é a verdadeira mansidão. Em Gálatas, a promessa de os mansos herdarem a Terra é renovada, de forma que agora, por meio do Espírito, podemos receber esse fruto.

Mãos à Bíblia

Abraão enfrentou uma crise ao decidir com seu sobrinho, Ló, como repartir a terra. Mas ele permitiu que Ló escolhesse primeiro. José foi vendido como escravo ao Egito por seus irmãos. Como a mansidão de José determinou sua maneira de tratar os irmãos? Davi foi ungido para ser rei de Israel e o rei Saul procurou matá-lo. Em duas ocasiões, Davi teve a oportunidade de matar Saul (1Sm 24:3-7; 26:7-12). Se Davi não fosse manso, qual poderia ter sido seu raciocínio para matar Saul? Em Números 12:3, Moisés é descrito como o homem mais manso de seu tempo. Mas quando Israel adorou o bezerro de ouro, sua ira se acendeu e ele tomou o bezerro, queimou-o, reduziu-o a pó, espalhou as cinzas sobre a água e a deu para que os filhos de Israel bebessem (Êx 32:19, 20). Evidentemente, Jesus é o maior modelo de mansidão (Mt 11:29). Quais são alguns dos exemplos de Sua mansidão? Mas encontramos exemplos de Jesus fazendo coisas que não parecem ser mansas, como quando Ele expulsou os cambistas do templo. Como esses exemplos nos ajudam a entender que a mansidão pode se manifestar de maneira muito corajosa?

Kendall Turcios | Houston, EUA

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domingo, 22 de fevereiro de 2009

A Integridade do Dom Profético - 22/02/2009 a 28/02/2009

A INTEGRIDADE DO DOM PROFÉTICO


“Respondeu Micaías: Tão certo como vive o Senhor, o que meu Deus me disser, isso falarei” (2 Cr 18:13).

Prévia da semana: Os profetas não são perfeitos. Nossas expectativas a respeito de Ellen G. White devem refletir o modelo dos profetas bíblicos. A qualquer momento, Deus pode corrigir e desenvolver ainda mais a compreensão a respeito dos profetas em Sua igreja.

Domingo, 22 de fevereiro

Introdução
O custo do conhecimento futuro

1. Como o oficial de Acabe tentou influenciar Micaías, e o que o profeta fez, apesar das circunstâncias? 1Rs 22:10-18

A mensagem de Micaías foi desagradável ao rei Acabe e, por isso, ele foi enviado para a prisão (1Rs 22:27). Apesar da advertência do profeta, Acabe foi para a batalha e foi morto; e o rei Josafá, que em um momento de fraqueza concordou em apoiar o rei Acabe, escapou por pouco de perder a vida.

Durante a vida de Ellen White, os críticos questionaram sua integridade e continuam a fazer isso desde sua morte. Ela foi acusada de engano, falsidade e mentira.

A Bíblia está repleta de profecias, muitas das quais se cumpriram, e muitas ainda não. As profecias bíblicas que se cumpriram são indicação de que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus. Ele nos dá essas profecias não como uma forma de vermos o futuro em nossa vida individual, mas como uma forma de vermos nosso futuro espiritual, apontando-nos o Salvador. Há muitas outras profecias no mundo hoje, além das que se encontram na Bíblia. Dessas, em quais podemos crer? A profecia é um grande negócio. Vemos isso em nossa rotina diária. Há profecias nos tablóides localizados nas bancas e supermercados, e na vizinhança, há locais em que supostos profetas ou videntes leem o futuro para nós mediante o pagamento de uma taxa. Podemos até fazer uma ligação telefônica do conforto de nossa casa para obter predições feitas por certos indivíduos. É claro que precisamos ter um cartão de crédito para obter essa informação. As pessoas desejam saber o futuro e estão dispostas a gastar dinheiro para obter um vislumbre sobre o que está por vir. É por isso que há tantas profecias hoje em dia.

Há também pessoas nas igrejas que afirmam ter o dom de profecia. Como sabemos se essas pessoas estão verdadeiramente predizendo algo que acontecerá no futuro, ou se suas predições são falsas? Há apenas um modo de saber ao certo quais profecias são verdadeiras. Esse modo é estudar a Bíblia. 1 João 4:1 declara: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo” (NVI).

A Bíblia é a única fonte que devemos usar ao decidir em quais profecias podemos crer. Só Deus é onisciente. Portanto, Ele é o único que pode, na verdade, ver o futuro. Se pusermos à prova as profecias, por Sua Palavra, então poderemos saber quais se cumprirão e quais são falsas. A Bíblia dá maneiras definidas de provarmos todas as profecias.

Deus deseja que saibamos alguma coisa do que vai acontecer no futuro, a fim de que estejamos preparados para elas. Ao lermos essas profecias, precisamos sempre nos lembrar de que é a vontade de Deus que está sendo cumprida.

James Lawson | Burleson, EUA

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