quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Paz - 21/01/10 a 23/01/10

Quinta, 21 de janeiro

Aplicação
Uma vida cristã de paz


Não é fácil alguém, por si só, viver uma vida de paz. Contudo, apegando-se à Fonte da Paz, o crente pode alcançar a perfeita paz. Os seguintes passos podem ajudar você:

Aja com fé. Uma fé dinâmica é essencial para enfrentarmos os problemas da vida. Quando Jesus chamou Seus discípulos a fim de atravessarem para o outro lado do Mar da Galileia, eles “fielmente” iniciaram a viagem. Mas quando a fúria da natureza os colocou à prova, deixaram de agir com fé. Jesus, contudo, veio em socorro deles, mas não sem lhes perguntar: “Por que vocês estão com medo, homens de pequena fé?” (Mt 8:26, NVI). Essa pergunta nos ensina que, em situações difíceis, não temos que perder a fé. Em vez disso, precisamos de fato agir com fé. Leia Tiago 2:14-26. Aqui aprendemos que a fé sem obras é morta (v. 26). Portanto, para ter uma vida de paz, aja com fé em todos os momentos.

Confie nAquele que carrega os fardos. Se estiver andando sozinho com uma bagagem pesada e alguém oferecer ajuda, você vai ficar muito feliz e aliviado. O mesmo acontece em nossa vida cristã. Estamos carregando uma bagagem pesada – o fardo do pecado. Jesus, contudo, Se oferece para carregar, Ele mesmo, todo o fardo (Mt 11:28, 29). Seu jugo se refere a Seu modo de vida.* E Seu modo de vida foi submeter Sua vontade à vontade do Pai.

Pratique a paz. Praticar a paz que recebemos de Jesus é um processo que dura a vida toda. É por isso que o apóstolo Paulo diz que devemos nos esforçar “para viver em paz com todos” (Hb 12:14). A fim de ter uma vida pacífica, precisamos praticar a paz com nosso próximo por meio de nossas palavras e atos.

*The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 389.

Mãos à Bíblia


6. Leia Mateus 5:23 e 24. Que princípio básico Jesus ensinou aqui? Por que é tão difícil cumprir esse princípio em nossa vida?

É evidente que Jesus leva mais a sério nossas relações mútuas do que nós. Não é difícil que, por anos, exista amargura e ressentimento entre os membros de uma igreja. Imagine como as coisas seriam diferentes se todos seguíssemos esse ensino.

7. Qual é uma das características dos filhos de Deus? Mt 5:9. Que significa ser “pacificador”?

8. De acordo com Colossenses 3:13-15, de que três maneiras devemos nos relacionar com os outros membros da igreja? Que significam essas recomendações?

Stenoy Stephenson | Pune, Índia

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O Dom de Profecia e a Igreja Remanescente - 21/01/2009 a 24/01/2009

Quarta, 21 de janeiro

Testemunho

Pequeno rebanho


O Dom de Profecia e a Igreja Remanescente6. Apocalipse 19:10 diz: “Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.” Em todas as Escrituras, a expressão “o espírito de profecia” aparece só neste texto. O que significa? 1Co 12:8-10, 28; Ef 4:11

O paralelo mais próximo da expressão “o espírito de profecia” na Bíblia é encontrado em 1 Coríntios 12:8-10. Nesses versos, Paulo se refere ao Espírito Santo, que dá o dom de profecia, entre outros dons (charismata); e a pessoa que recebe esse dom é chamada de profeta. Assim como acontece em 1 Coríntios 12:28, aqueles que têm o dom de profecia (verso 10 do mesmo capítulo) são chamados de profetas – em Apocalipse 22:8, 9, aqueles que têm o espírito de profecia (Ap 19:10) também são chamados de “profetas”.

“De especial valor para a igreja de Deus sobre a Terra hoje – os guardas de Sua vinha – são as mensagens de consolo e admoestação dadas através dos profetas que tornaram claro Seu eterno propósito em favor da humanidade. Nos ensinos dos profetas, Seu amor pela raça caída e Seu plano para a sua salvação são revelados claramente. A história do chamado de Israel, de seus sucessos e fracassos, sua restauração ao favor divino, a rejeição do Senhor da vinha e a execução do plano dos séculos por um bom remanescente a quem seriam cumpridas todas as promessas do concerto – tal foi o tema dos mensageiros de Deus a Sua igreja através dos séculos já passados” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 15).

“Em comparação com os milhões do mundo, o povo de Deus será, como tem sido sempre, um pequeno rebanho; mas se permanecerem na verdade como revelada em Sua Palavra, Deus será seu refúgio. Permanecerão sob o amplo abrigo da Onipotência. Deus é sempre a maioria. Quando o som da última trombeta penetrar a prisão dos mortos, e os justos saírem triunfantes, exclamando: ‘Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?’ (1 Co 15:55), para permanecerem então com Deus, com Cristo, com os anjos e com os leais e fiéis de todos os tempos, os filhos de Deus serão a grande maioria” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 590).

“Os remanescentes que purificam a alma pela obediência da verdade adquirem forças do próprio processo probante, exibindo a beleza da santidade entre a apostasia que os rodeia. Todos esses, diz Ele, ‘nas palmas das Minhas mãos... tenho gravado’ (Is 49:16). Eles são conservados em eterna, imperecível lembrança. Carecemos de fé, agora, fé viva. Carecemos possuir um testemunho vivo que penetre no coração do pecador” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas,v. 2, p. 380).

“O povo que observa os mandamentos de Deus é descrito pelo profeta como ‘homens portentosos’. Cumpre-nos ser um povo diferente do mundo. Os olhos do mundo se encontram sobre nós, e somos observados por muitos de quem não temos conhecimento” (Ibid., p. 386).

“Deus tem uma igreja. Não é uma grande catedral, nem é a instituição nacional, nem são as várias denominações; trata-se do povo que ama a Deus e guarda os Seus mandamentos. ‘Onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, ali estou no meio deles’ (Mt 18:20) (Ellen G. White, Olhando Para o Alto [MM 1983], p. 315).

Jordan Wagner | Spencerport, EUA

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