sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Joabe - 19/11/2010 a 20/11/2010

Sexta, 19 de novembro

Opinião

Lealdade mista


Estou tentando imaginar o que aconteceria hoje se soldados comprometessem sua lealdade como fez Joabe. O dicionário define “leal” como “permanecer fiel a alguém ou algo e apoiar essa pessoa ou coisa”.

Em virtude de sua posição, Joabe deveria obedecer às ordens de seu senhor. Contudo, sua lealdade a Davi deixou a desejar. Podemos ver que, após ter sido advertido por Davi a não matar Absalão (2Sm 18:5), Joabe mais tarde perseguiu Absalão e fez exatamente isso (2Sm 18:14). Com esse exemplo e outros, vemos Joabe como um comandante de lealdade questionável.

Ser cristãos nos coloca numa situação em que devemos levar ao resto do mundo a luz que recebemos de Cristo. Quando deixamos de passar adiante a tocha de Cristo para a próxima pessoa e quando ignoramos a obra de pregar o evangelho, nos comportamos como Joabe e desafiamos as ordens de nosso Senhor.

Para que permaneçamos com Cristo até o final, precisamos evitar tudo o que nos faça comprometer nossa integridade moral e ficar aquém das expectativas de Deus. O Espírito Santo nos dará um coração transformado e uma nova maneira de pensar.

“Ao falar Jesus do novo coração, refere-Se Ele à mente, à vida, ao ser todo. Ter uma mudança de coração é retirar as afeições do mundo e uni-las a Cristo. Ter um coração novo é possuir novo espírito, novos propósitos, motivos novos. Qual é o sinal de um coração novo? – A vida transformada. Há um morrer dia a dia, hora a hora, para o egoísmo e o orgulho” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 72).

Ore para que Deus lhe dê o poder, através de Seu Santo Espírito, para conservar um relacionamento íntimo com Ele. A lealdade não dividida deve ser parte integrante de nossa vida, e devemos ter em mente que “perfeição de caráter não pode ser alcançada sem auto-sacrifício” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 53).

Mãos à obra


1. Dê uma nota para si mesmo em relação à sua lealdade para com as seguintes pessoas:
a. Deus
b. Seus pais
c. Seu namorado ou cônjuge
d. Autoridades/amigos
2. Pense numa ocasião em que você ficou aquém das expectativas. Você permitiu que outras pessoas ajudassem você a superar aquele momento? De que forma sua capacidade de ser um exemplo para os outros ficou comprometida?
3. Ore por nossos líderes, tanto do governo quanto da igreja, que, por força da personalidade ou posição de poder podem vir a enfrentar tentações que poderiam levar a resultados desastrosos.
4. Analise o significado cristão da palavra “coração” e pense por que esse significado é dado a esse órgão em vez de a outro órgão do corpo.

Julius Nyerere | Nairóbi, Quênia

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sacerdotes e Levitas - 19/11/09 a 21/11/09

Quinta, 19 de novembro

Aplicação
Ser alguém que dá com alegria


Deus designou os sacerdotes e levitas para distintos papéis e responsabilidades quanto à administração do santuário. Ele desejava que os filhos de Israel apoiassem esses obreiros do santuário com porções de seus sacrifícios. Contudo, até os levitas deviam dar o dízimo do que recebiam.

Deus é tão bom para nós! Ele sempre abençoa cada um de nós de acordo com nossas necessidades. Portanto, precisamos ser fiéis em servi-Lo e em devolver o que é dEle. Como podemos fazer isso? Como podemos ser pessoas que doam com alegria?

Seja honesto. A honestidade não é apenas uma série de bons atos, mas uma atitude que abarca toda a vida. A Bíblia diz que quem é fiel em assuntos pequenos será fiel nos maiores (Lc 16:10, 11). Devolvendo o dízimo fielmente, estamos sendo honestos com Deus.

Seja fiel. Leia Lucas 12:42-48. Esses versos nos ensinam que daquele a quem muito é dado, muito será exigido, e daquele a quem muito é confiado, muito será pedido. Quando pequenos, muitos de nós aprendemos de nossos pais que devemos cuidar de nossas coisas, e que se não cuidarmos de nossos brinquedos, ninguém deixará que lidemos com os brinquedos de outra pessoa. O ensino de Jesus vai um passo além: como Seus servos, a fidelidade em lidarmos com Sua propriedade nos qualifica a lidar com o que é nosso.

Seja generoso sem esperar nada em troca. Como cristãos, devemos praticar esta atitude altruísta assim como a viúva o fez em Marcos 12:41-44. Ela deu tudo o que tinha apesar de sua condição humilde, mas não esperou nada em troca. Quando damos ao Senhor, deve ser nosso desejo fazê-lo, não só porque outras pessoas nos disseram que devíamos fazê-lo, ou porque se espera que o façamos.

Doe com alegria. Jesus dá com alegria. Seu imenso amor nos leva a doar com alegria. Ele nos concede tempo e talentos para proclamarmos Sua mensagem. Até Se sacrificou para salvar-nos. E quanto a você? Tem sido um mordomo fiel? Está usando suas capacidades para apressar a volta de Jesus? Seu dízimo está em dia? Hoje é o momento certo para darmos com alegria, para agradecermos a Jesus por deixar que nós, administradores de Sua vasta riqueza, partilhássemos Suas bênçãos com outros.

Mãos à Bíblia

7. O sacrifício de uma novilha de vermelho puro que nunca tivesse levado jugo é a cerimônia mais estranha no sistema do santuário de Israel (Nm 19:1-10). Que lições podemos aprender desse ritual?

A novilha deveria ser vermelha, símbolo de sangue, obviamente, sangue de Cristo. Tinha também que ser sem marca e nunca haver levado jugo – outro símbolo de Cristo, que realizou um sacrifício imaculado. Não havia nenhum jugo obrigatório sobre Ele, pois Ele era independente e acima de toda lei. A novilha sacrifical era levada para fora do acampamento e morta. Assim, Cristo sofreu fora das portas de Jerusalém (Hb 13:12), mostrando que Ele não morreu unicamente pelos hebreus, mas por toda a humanidade (Rm 5:12-20). O sacerdote tomava em suas mãos o sangue vertido do corpo da novilha e o aspergia sete vezes em direção ao tabernáculo. Assim, Cristo, depois de derramar Seu sangue precioso, ministra no santuário celestial em favor do pecador (veja Hb 10:21-23). A água purificadora, aspergida sobre os impuros, simbolizava o sangue de Cristo derramado para nos purificar das impurezas morais.

Irene F. Fornoles | Muntinlupa, Filipinas

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Expiação e a Encarnação - 19/11/2008 a 22/11/2008

Quarta, 19 de novembro

Testemunho

O plano


6. Resuma as três tentações que Jesus enfrentou no deserto depois de Seu batismo. Mt 4:1-11; Mc 1:12, 13

7. O que a vitória de Jesus sobre cada pecado significa para nós e para o processo de expiação? 2Co 5:21

“O plano pelo qual poderia unicamente conseguir-se a salvação do homem abrangia o Céu todo em seu infinito sacrifício. Os anjos não puderam regozijar-se ao desvendar-lhes Cristo o plano da redenção; pois viram que a salvação do homem deveria custar a indizível mágoa de seu amado Comandante. Com pesar e admiração escutaram Suas palavras ao contar-lhes Ele como deveria descer da pureza e paz do Céu, de Sua alegria, glória e vida imortal, e vir em contato com a degradação da Terra, para suportar suas tristezas, ignomínia e morte.

“Ele deveria ficar entre o pecador e a pena do pecado; poucos, todavia, O receberiam como o Filho de Deus. Deixaria Sua elevada posição como a Majestade do Céu, apareceria na Terra e Se humilharia como um homem, e, pela Sua própria experiência, estaria familiarizado com as tristezas e tentações que o homem teria de enfrentar. Tudo isso seria necessário a fim de que Ele pudesse socorrer os que fossem tentados (Hb 2:18).

“Quando Sua missão como ensinador estivesse terminada, deveria ser entregue nas mãos de homens ímpios, e ser submetido a todo insulto e tortura que Satanás os poderia inspirar a infligir. Deveria morrer a mais cruel das mortes, suspenso entre o céu e a Terra como um pecador criminoso. Deveria passar longas horas de agonia tão terrível que anjos não poderiam olhar para isso, mas velariam o rosto para não verem aquele quadro. Deveria suportar aflição de alma, a ocultação da face do Pai, enquanto a culpa da transgressão – o peso dos pecados do mundo inteiro – estivessem sobre Ele” (Ellen G. White, Cristo Triunfante [MM 2002], p. 31).

“A Providência havia dirigido os movimentos das nações, e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. ... Com olhares ansiosos, aguardavam ... [o momento em que] as trevas seriam dispersas, e claro se tornaria o mistério do futuro. ... Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 32, 33).
“Cristo veio à Terra, tomando sobre Si a humanidade e constituindo-Se representante do homem, para mostrar, no conflito com Satanás, que o homem, tal como Deus o criou, unido ao Pai e ao Filho, poderia obedecer a todo reclamo divino” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 253).

“Que condescendência! Que privilégio nos é concedido! Cristo é o elemento de ligação entre Deus e o homem. ... Ao nos aproximarmos de Deus mediante a virtude dos méritos de Cristo, somos cobertos com Suas vestes sacerdotais. Ele nos coloca bem junto a Seu lado, estreitando-nos com Seu braço humano, enquanto com o Seu braço divino Ele alcança o trono do Infinito. Põe os Seus méritos, qual incenso suave, num incensário que nos entrega nas mãos, a fim de encorajar as nossas petições. Promete ouvir e atender a nossas súplicas” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 77).

Pamela U. Ebanks | Grand Cayman, Ilhas Cayman

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