domingo, 19 de dezembro de 2010

BARUQUE

“À lei e aos mandamentos!” Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Is 8:20).

Prévia da semana: Trabalhando nos “bastidores”, Baruque resistiu à pressão da opinião pública. Seu trabalho se tornou um modelo de ministério de apoio.

Leitura adicional: Jeremias 7:1–11; Jeremias 28; Profetas e Reis, capítulo 35, p. 422-440.

Domingo, 19 de dezembro

Introdução
Ministério de apoio


Acontece à maioria de nós, de uma forma ou outra, em algum ponto de nossa vida. Ao estarmos debaixo do chuveiro, parados no trânsito ou sentados em nossa escrivaninha, sonhamos acordados que estamos em frente a uma multidão, aceitando uma condecoração e agradecendo a todas as pessoas que nos ajudaram a alcançar tal grandeza.

A mesma coisa acontece dentro da comunidade cristã. Temos nossos pastores, evangelistas ou cantores que são “celebridades”, a quem admiramos sem pensar muito nas pessoas que lhes dão o apoio necessário para eles fazerem o que fazem. Encontramos essas situações até mesmo na Bíblia. Toda vez que leio sobre Noé, por exemplo, penso em como ele não poderia ter construído aquela arca e pregado sobre o dilúvio vindouro sem muitas pessoas que o apoiassem.

Cada um de nós tem talentos naturais e dons espirituais dados por Deus para fazer avançar Sua missão na Terra. Esses talentos e dons não se resumem apenas a ter uma grande voz para cantar nem a capacidade de pregar um sermão tocante. Veja a lista de dons espirituais na Bíblia (Rm 12:6-8; 1Co 12:8-10; Ef 4:11,12) e pense nos seus talentos e habilidades naturais. Imagine quantas possibilidades você tem para servir!

O desafio para cada um de nós é este: depois que identificamos nossos dons e talentos, podemos colocar de lado nosso orgulho e nosso medo, e entrar no papel que Deus escolheu para cada um de nós.

Nesta semana que é a última semana do trimestre, estudaremos sobre Baruque, um homem que poderíamos dizer que ficou à sombra do profeta Jeremias. Aprenderemos sobre seu desapontamento esmagador, como esse desapontamento o fez se sentir e como Deus o ajudou a superá-lo. Ao estudar sobre esse homem, considere como Deus chamou você e se você se sente ou não chamado para um papel de apoio ou de liderança no ministério. E lembre-se de que não importa que papel Deus tenha em mente para você, se você o aceitar, será um vencedor.

Mãos à Bíblia

Na época de Baruque, o país de Judá estava sob o domínio babilônico. Economicamente, vemos que uma parte da população enriquecia às custas dos pobres. Já o sistema religioso do antigo reino de Judá seguia os rituais previstos na lei.

1. Que problemas cruciais no campo moral e espiritual o povo estava enfrentando? Que paralelos podemos encontrar em nosso tempo? Jr 7:1-11

Em seu tempo, Baruque era um escriba altamente educado. Não sabemos como ele foi atraído para o serviço do sacerdote e profeta Jeremias. Porém, vemos que o ideal social, político e econômico que Jeremias pregava estava firmemente enraizado na revelação de Deus. Em suas visões, Jeremias compreendeu a fragilidade das estruturas em que sua sociedade confiava, e foi chamado pelo Senhor para advertir o povo. E Baruque se uniu a esse ideal.

Arthur Parrino | Avon, EUA

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sábado, 19 de dezembro de 2009

A Segunda Geração: Admoestações - 19/12/09 a 19/12/09

A segunda geração: advertências
Resumo Semanal - 13/12/2009 a 19/12/2009


Guilherme Silva
Editor associado de didáticos
na Casa Publicadora Brasileira


A seguir, consideramos alguns tópicos relacionados aos capítulos 26 a 32 de Números, os quais falam da experiência dos israelitas na fronteira de Canaã. A reflexão sobre a experiência passada é motivo de aprendizado para os cristãos que creem estar no limiar do reino celestial.

Desafios da segunda geração


Aproximadamente 40 anos haviam transcorrido. Do primeiro censo israelita (Nm 1), na região do Sinai, para o segundo (Nm 26), nas campinas de Moabe, a variação dos dados foi pequena. O primeiro censo contabilizou 603.550 homens acima de 20 anos, aptos para a guerra. O segundo totalizou 601.703.1 Um insignificante decréscimo de 0,3%. À primeira vista, isso pode parecer positivo diante de todos os desafios da vida no deserto. Porém, uma palavra ajuda a definir a experiência israelita vivida entre as quase quatro décadas que separaram os dois censos: estagnação. O tempo passou, mas o mesmo número de homens continuava com o mesmo desafio: tomar posse da Terra Prometida.

A experiência da primeira geração foi inicialmente grandiosa, com a saída do Egito por meio dos sinais e prodígios divinos. Porém, perdeu-se em uma rotina de muito movimento mas pouco progresso. O recuo diante do desafio da conquista de Canaã (Nm 13), iniciado a partir do relatório negativo dos dez espias temerosos, degenerou em perda da visão e da missão que se alicerçavam na promessa divina. De todos os homens contados no primeiro censo, apenas Josué e Calebe também foram contados no segundo. Exatamente os únicos que mantiveram a visão nas promessas de Deus e o coração aquecido pela missão da conquista. Para os demais, a perda de sentido para sua peregrinação coincidiu com a perda da própria vida durante suas vagueações.

A segunda geração de israelitas peregrinos precisava aprender com os erros do passado. “A peregrinação pelo deserto não foi simplesmente ordenada como um juízo sobre os rebeldes e murmuradores, mas servia à geração que crescia, como disciplina preparatória à sua entrada na Terra Prometida”2. Porém, esse aprendizado não significava meramente apontar os erros da geração anterior. Na realidade, significava identificar de que maneira eles se repetiam na própria experiência. Significava romper padrões de conduta, cômodos mas absolutamente equivocados e ineficientes.

O episódio de Baal-Peor (Nm 25) mostra que a segunda geração tinha a mesma inclinação para a idolatria e pecados decorrentes manifestados pela antiga geração no episódio do bezerro de ouro (Êx 32). Porém, o relato bíblico revela que é possível construir caminhos novos e obter vitória onde se havia tido derrota. A vitória sobre a idolatria e a licenciosidade teve como continuidade a vitória sobre os inimigos.

A guerra contra os midianitas, feita por 12 mil homens de Israel (Nm 31:5), teve como resultado a aniquilação daquele povo. A mentalidade contemporânea tem dificuldade em compreender o porquê de tamanha destruição: de todo o povo midianita: restaram vivas apenas 32 mil mulheres virgens, sem culpa no caso de Baal-Peor.

Conforme foi destacado por Wendel Lima, no comentário da Lição 10, as guerras da antiguidade tinham forte ingrediente espiritual: “Significavam mais do que conflitos entre exércitos, mas um duelo entre divindades”. O confronto entre israelitas e midianitas também demonstrava a oposição entre dois sistemas religiosos: religião ética versus religião mágica. Yahweh, reconhecido pelos israelitas como único e verdadeiro Deus, relacionava-Se com Seu povo por meio da aliança. Nessa relação, havia direitos e deveres bem claros que regulamentavam a interação entre Deus e os homens, e o derramamento de bênçãos e maldições. A obediência aos padrões éticos revelados por Deus configurava uma religiosidade que unia fé e razão. Por outro lado, a religiosidade mágica dos midianitas era praticada por meio de cerimônias que tentavam controlar a ação das divindades pagãs por meio de rituais marcados por delírio e êxtase, usando a divindade como objeto de realização pessoal. Manter uma religiosidade centrada nas orientações da revelação divina e refutar a religiosidade centrada no arbítrio pessoal é também um desafio para a igreja na atualidade.

Ainda é preciso considerar que Deus não mandou destruir os povos pagãos por mera preferência em relação aos israelitas. Na verdade, todos aqueles que rejeitaram Sua aliança, tanto entre os hebreus quanto entre os pagãos, receberam a condenação. Por outro lado, todos os que escolheram os valores divinos receberam a bênção. O mesmo acontecerá no juízo final (Ap 22).

Filhas de Zelofeade


Embora o povo hebreu formasse uma sociedade patriarcal, o relato sobre as filhas de Zelofeade mostra que o valor da mulher está presente desde a gênese da nação israelita. A Bíblia relata o caso dessas cinco filhas de um pai que havia morrido no deserto sem deixar sucessor do sexo masculino. A partilha da Terra que se conquistaria em Canaã seria definida pelos homens chefes de família. Como o pai havia falecido e as filhas não tinham nenhum irmão, elas pleitearam junto a Moisés o direito de herdar a terra e dar continuidade ao nome paterno. O pedido foi recebido por Moisés e, por orientação divina, foi aceito. Mais do que isso, tornou-se uma lei que passou a regulamentar questões relacionadas a heranças. Se o pai morresse e não deixasse filhos do sexo masculino, a herança passaria automaticamente para a(s) filha(s). Se considerarmos que, até recentemente, uma mulher brasileira não poderia obter empréstimo bancário sem expressa autorização do pai ou do marido, vemos que o sistema israelita introduzia novidades em relação ao trato com as mulheres na antiguidade. Segundo Livingston, verdades do Novo Testamento como o fato de que em Cristo não há supremacia entre homens e mulheres, judeus e gentios (Gl 3:26-29) “estavam em estágio embrionário no bojo destas leis antigas”3.

Sucessão


A segunda geração de israelitas, prestes a entrar na Terra Prometida, efetuaria a conquista sob a liderança de um novo comandante. Quando Deus anunciou a Moisés a aproximação de sua morte, sem que pudesse adentrar à terra da promessa (Nm 27:12-23), sua reação foi de maturidade e confiança inigualáveis. Seus pensamentos se voltaram àquilo que seria melhor para o povo, segundo a vontade divina. “Moisés não procurou instalar um de seus filhos, Gérson ou Eliézer. Não confiava em seu próprio raciocínio para estudar a situação e escolher um homem, mas pediu a direção de Deus”4. A sequência de conquistas marcou o acerto de uma decisão de sabedoria superior.

A preocupação com projetos de sucessão está presente em organizações sociais cuja missão é superior em alcance e propósito à vida e à visão de um único líder. Grandes impérios do passado, como aqueles que são listados em Daniel 2, entraram para a história com o tempo de ascensão e declínio contado em décadas ou alguns séculos. No Brasil, o conglomerado industrial dos Matarazzo, fundado por imigrantes italianos, teve seu ciclo de sucesso e derrocada no período de quatro gerações5. Conflitos internos e disputa de poder foram a tônica nesses processos sucessórios.

A sucessão também foi uma preocupação de Cristo para que a mensagem do evangelho atravessasse longos séculos e pudesse alcançar-nos hoje. “Ele ordenou que houvesse uma sucessão de homens cuja autoridade proviesse dos primeiros mestres da fé para a contínua pregação de Cristo e este crucificado”6. Contudo, seus verdadeiros sucessores jamais dominaram pelo poder das armas, pela influência do dinheiro nem pela proximidade aos poderes terrenos, mas unicamente pela Palavra de Deus, a qual permanece eternamente (Is 40:8).

“Assim, a sucessão apostólica não se baseia na transmissão de autoridade eclesiástica, mas nas relações espirituais. Uma vida influenciada pelo espírito dos apóstolos, a crença e ensino da verdade por eles ensinada, eis a verdadeira prova da sucessão apostólica. Isto é que constitui os homens sucessores dos primeiros mestres do evangelho.”7

Sacrifícios


Em meio à narrativa do percurso de Israel, encontramos prescrições sobre os sacrifícios. Nos capítulos 28 e 29 de Números, a preocupação principal é com os sacrifícios que os sacerdotes deveriam oferecer em favor de toda a nação. Diante da proximidade da Terra Prometida, a riqueza dos sacrifícios que deveriam ser oferecidos demonstra que Israel estava destinado ao sucesso como uma nação agropastoril. Os cálculos de Wenhan, com base no texto bíblico, revelam que “a cada ano no futuro os sacerdotes iriam sacrificar 113 novilhos, 32 carneiros, 1086 ovelhas, e oferecer mais de uma tonelada de farinha e mil garrafões de óleo e vinho”8.

Todo o antigo sistema sacrifical é uma tipificação do ministério de Cristo e Sua morte na cruz. Entre os rituais, o sacrifício diário dos cordeiros oferecidos todas as tardes e manhãs é o que mais facilmente se identifica com Cristo. “De fato, Ele morreu na hora do sacrifício da tarde. A Sua morte tornou obsoletos os sacrifícios de animais”9.

Votos


O relato de Números 30 oferece diretrizes que regulariam os votos feitos a Deus pelos israelitas. Considerando o pai como líder da família, os votos feitos pela esposa ou pela filha poderiam ser anulados pelo pai. Toda essa preocupação demonstra o valor de um voto feito a Deus.

O voto não pode ser confundido com uma prática muito comum da religiosidade brasileira de “pagar promessas” relacionadas a alguma flagelação pessoal em troca de milagres e curas. Jacó (Gn 28:22) e Ana (1Sm 1:11) estão entre os exemplos bíblicos de votos feitos a Deus. Jacó rogou a Deus que o protegesse em seus desafios longe do lar e que o trouxesse de volta à casa paterna. Seu voto foi o de ser inteiramente fiel na devolução dos dízimos. Ana clamou por um filho. Sua promessa foi dedicá-lo inteiramente à causa de Deus. Por outro lado, Ananias e Safira (At 5) tornaram-se o exemplo máximo de desonestidade nos compromissos espirituais. Esses exemplos asseguram que um voto é um compromisso de dedicação e entrega a Deus. Jamais é uma forma de autopunição para alcançar favores divinos. Por isso é tão sagrado. Por representar uma entrega completa, não pode ser tratado como uma barganha em que se pechincham bênçãos.

Na fronteira


Quando os planos de ocupação da Terra Prometida estavam para entrar na fase de execução, Moisés foi surpreendido pelo pedido dos líderes das tribos de Gade e Rúben para que não precisassem atravessar o Jordão. A região identificada como Transjordânia, onde desejavam ficar, era formada por planaltos, acima do vale do Jordão. Ali era possível desfrutar de terras férteis e um regime de chuvas muito propício à atividade agrária10. Porém, o Jordão era uma das fronteiras do território que havia sido escolhido por Deus para a habitação de Seu povo. Não cruzá-lo era o mesmo que escolher ficar de fora da Terra Prometida. Moisés temeu que essa atitude reproduzisse o mesmo desânimo que se havia abatido sobre o povo no passado, em Cades-Barneia (32:8), quando estavam prestes a alcançar as conquistas, mas retrocederam. O compromisso das duas tribos em lutar ao lado dos seus irmãos até que todos estivessem alojados foi visto, na sequência do relato, como um gesto de boa vontade.

Porém, o plano alternativo ao plano divino trouxe consequências futuras para as tribos de Rúben, Gade e para a meia tribo de Manassés, que se uniu às duas primeiras. “Estas duas tribos e meia receberam uma das porções mais ricas da Palestina, porém seus descendentes pagaram um preço muito elevado. A Transjordânia não dispunha de fronteiras naturais que lhes oferecessem devida proteção contra os invasores. Consequentemente, as outras tribos tiveram de enviar seus exércitos muitas vezes nos séculos seguintes para defender os transjordanianos dos conquistadores estrangeiros (1Sm 11; 1Rs 22:3). Há intérpretes da Bíblia que entendem que as duas tribos e meia proporcionam um exemplo do que se passa com os crentes carnais. Satisfazem-se com o livramento da culpa do pecado e não desejam entrar na plenitude do Espírito; por fim, eles são mais vulneráveis aos ataques do inimigo.”11

1. BAXTER, J. S. Examinai as escrituras. v. 1. São Paulo: Vida Nova, 1992. p. 191.
2. WHITE, E. G. Patriarcas e Profetas. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993. p. 407.
3. LIVINGSTON, G. H. et al. Comentário Bíblico Beacon. v. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p. 382.
4. HOFF, P. O Pentateuco. Belo Horizonte, MG: Editora Betânia, 1983, p. 220.
5. Disponível em: . Acesso em: 10/12/2009.
6. WHITE, E. G. Exaltai-O. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1992. p. 269.
7. WHITE, E. G. O Desejado de Todas as Nações. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1995. p. 467.
8. WENHAN, G. J. Números: introdução e comentário (Série cultura bíblica). São Paulo: Vida Nova/Mundo Cristão, 1985. p. 205.
9. Ibid, p. 208.
10. Ibid, p. 223.
11. HOFF, P. O Pentateuco. Belo Horizonte, MG: Editora Betânia, 1983, p. 221-222.

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Unidos a Cristo - 19/12/2008 a 20/12/2008

Sexta, 19 de dezembro
Opinião
Não podemos fazer nada


Há cristãos que acreditam na doutrina da segurança eterna, mais comumente conhecida como o princípio “uma vez salvo, para sempre salvo”. Alguns fazem desse princípio uma desculpa para viverem como desejam, acreditando erroneamente que seus atos não importam, contanto que professem fé em Cristo.

Contudo, João 15:5 nos ensina outra coisa. Ellen White colocou as coisas desta forma: “Existem entre nós muitos que têm uma fé nominal, mas não introduzem no caráter essa fé. ... Temos de ter aquela fé que opera por amor e purifica a alma, a fim de que essa crença em Cristo nos leve a pôr de lado tudo que seja ofensivo a Sua vista” (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 118). “Assim aqueles que recebem a Cristo pela fé, tornam-se um com Ele, em princípio e ação. São unidos a Ele, e a vida que vivem é a vida do Filho de Deus” (Ibid., p. 56).

Assim como os ramos recebem nutrição da videira, habilitando-os a dar fruto, o crente que está unido com Cristo revela a bondade e santidade de Seu caráter. Contudo, Satanás e seus anjos estão trabalhando dia e noite para tentar enganar todos os que estão lutando para seguir a Cristo. Ele continuamente procura desviar-nos de nossa lealdade a Cristo. Lembremo-nos de que Cristo, sendo, Ele próprio, vencedor, nos deu a vantagem de Sua vitória. Assim, podemos extrair poder dEle para poder vencer assim como Ele o fez. Podemos às vezes falhar, mas não devemos ficar desanimados, pois Cristo também prometeu que, “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9, NVI). Jesus não é um Deus severo que espera que seus seguidores se tornem perfeitos num instante. Ao contrário, devemos cooperar com Ele, lutando em Sua força para nos tornarmos o que Ele deseja que sejamos. Ele deseja que nos apoiemos totalmente nEle.

Neste momento, examinemos a nós mesmos e entreguemos nossa vida a Ele. Podemos nos sentir indignos, mas Cristo nos quer assim como estamos. Ele conhece nossas fraquezas e limitações. Tudo o que temos a fazer é aceitar Seu convite e confiar nossa vontade a Ele em completa confiança de que Ele sabe o que é melhor para nós. Permaneçamos ligados a Ele. Como os ramos murcham e morrem separados da videira, assim nós morremos sem Cristo – pois, sem Ele, não podemos fazer nada.

Dicas

1. Crie uma colagem de fotos de revistas e/ou jornais sobre o tema da unidade. De que forma a unidade com Cristo supera a das fotos?
2. Examine João 17 para descobrir o número de vezes que Jesus mencionou Seu desejo de que Seus discípulos Se tornassem um com Ele e com o Pai.
3. Escreva uma refutação, com textos bíblicos, para aqueles que afirmam terem sido salvos – unidos com Cristo e perdoados do pecado – e estão, agora, livres para viver do jeito que quiserem.
4. Descubra um(a) amigo(a) que esteja lutando para vencer um pecado ou desafio em sua vida e encoraje-o(a) com a promessa de 2 Coríntios 5:17.
5. Imagine como será sua primeira conversa face a face com Jesus. O que você vai dizer a Ele? Será que vai haver palavras? Qual será seu maior motivo de gratidão a Ele?

Jennifer I. Castillo | Houston, EUA

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