quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Joabe - 18/11/2010 a 20/11/2010

Quinta, 18 de novembro

Aplicação
Brigas em casa


Brigas familiares são parte das circunstâncias que mancharam a vida de Joabe. Vemos o comandante militar em situações que deixaram Asael, Abner e Amasa mortos. Essas hostilidades giravam em torno da casa de Saul e da casa de Davi.

As desavenças familiares começaram imediatamente após o pecado (Gn 3:5-12) e perduram até hoje. Se deixadas livres, essas hostilidades facilmente servem como isca para o anzol do inimigo. Como cristãos, pertencemos à família de Deus. Em nossas igrejas, escolas, lares e contextos sociais precisamos aprender como lidar com brigas entre famílias, e, melhor ainda, a evitá-las totalmente. A seguir estão alguns princípios que irão nos ajudar.

Deixe outros participar do processo de cura. A dor da discórdia familiar se propaga, causando infelicidade a irmãos, pais, parentes e até amigos chegados. Geralmente a discórdia é acompanhada de inveja e vingança. Em tais casos, amigos e parentes têm papel ativo na cura da desavença. Eles podem ser facilitadores ou servir como mediadores entre dois grupos em discórdia. Ao fazê-lo, eles encorajam o processo de cura.

Seja um exemplo. “Nossas palavras, nossos atos, nosso traje, nosso procedimento, até a expressão fisionômica tem sua influência. Da impressão assim feita dependem consequências para bem ou para mal, que ninguém pode medir. Todo impulso assim comunicado é uma semente que produzirá sua colheita. É um elo na longa cadeia de eventos humanos que se estende não sabemos até onde. Se por nosso exemplo ajudamos a outros na formação de bons princípios, estamos lhes dando a capacidade de fazer o bem. Eles, por sua vez, exercem a mesma influência sobre outros, e estes sobre terceiros. Assim, por nossa influência inconsciente, milhares podem ser abençoados” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 339, 340).

Não busque vingança. Desavenças familiares são mais bem resolvidas amigavelmente do que empregando o princípio “olho por olho”. Toda vez que você encontrar membros de uma família brigando, chame-os ao diálogo, lembrando-se de que “a resposta calma desvia a fúria,mas a palavra ríspida desperta a ira.” (Pv 15:1).

Mãos à Bíblia

8. Qual foi a posição de Joabe em relação a Adonias? 1Reis 1

Davi já estava muito idoso. Adonias, como o filho sobrevivente mais velho, decidiu que era hora de providenciar sua coroação, com o apoio de Joabe (1 Reis 1:7). Porém, graças a Bate-Seba e ao profeta Natã, Davi declarou Salomão como co-regente. Joabe teve uma chance, porém se envolveu em uma segunda tentativa frustrada de golpe, o que o fez se agarrar ao altar do santuário. No entanto, o altar dava proteção apenas aos que matavam acidentalmente (Êx 21:14). O homem que viveu pela espada também morreu por ela (1Rs 2:28-35).

Samson Oguttu | Nairóbi, Quênia

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sacerdotes e Levitas - 18/11/09 a 21/11/09

Quarta, 18 de novembro

Testemunho
Estando na presença de Deus


É uma grande alegria saber que o dever que estamos realizando é sancionado por Deus. Contudo, há muitos jovens hoje que não estão seguros quanto a ser ou não da vontade de Deus determinada profissão. Há muitas coisas que podemos aprender da experiência dos descendentes de Levi. Deus lhes deu seus sagrados deveres porque permaneceram fiéis a Ele enquanto o restante de Israel adorava o bezerro de ouro.

“Por determinação divina a tribo de Levi foi separada para o serviço do santuário. Nos tempos primitivos cada homem era o sacerdote de sua própria casa. Nos dias de Abraão, o sacerdócio era considerado direito de primogenitura do filho mais velho. Agora, em lugar dos primogênitos de todo o Israel, o Senhor aceitou a tribo de Levi para a obra do santuário. Por meio desta honra distinta manifestou Ele Sua aprovação à fidelidade da mesma, tanto por aderir ao Seu serviço como por executar Seus juízos quando Israel apostatou com o culto ao bezerro de ouro. O sacerdócio, todavia, ficou restrito à família de Arão. A este e seus filhos, somente, era permitido ministrar perante o Senhor; o restante da tribo estava encarregada do cuidado do tabernáculo e de seu aparelhamento, e deveria auxiliar os sacerdotes em seu ministério, mas não deveria sacrificar, queimar incenso, ou ver as coisas sagradas antes que estivessem cobertas” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 350).

“De acordo com suas funções, foi indicada ao sacerdote uma veste especial. ‘Farás vestidos santos a Arão teu irmão, para glória e ornamento’ (Êx 28:2). ... Semelhantemente, os sacerdotes não deveriam entrar no santuário com sapatos nos pés. Partículas de pó que a eles se apegavam, profanariam o lugar santo. ... Desta maneira ensinava-se constantemente a lição de que toda a contaminação devia ser removida daqueles que se aproximavam da presença de Deus” (Ibid.)

Mãos à Bíblia

5. Além de sua porção das ofertas sacrificais, que outro plano o Senhor criou para atender tanto aos sacerdotes quanto aos levitas? Nm 18:21-32

A devolução do dízimo (Lv 27:30) era uma prática antiga. Abraão devolveu o dízimo a Melquisedeque (Gn 14:18-20; Hb 7:1, 2). Jacó prometeu ao Senhor que daria “o dízimo” de tudo que ganhasse no futuro (Gn 28:22). Em Números, o Senhor adaptou o uso do dízimo de Israel, dando-o para o sustento de toda a tribo dos levitas, incluindo os sacerdotes. Os levitas, que eram pagos em dízimo, também dizimavam, e seu dízimo ia para Arão. Os levitas deviam dar a “melhor parte” do que recebiam como dízimo. Precisavam também mostrar gratidão devolvendo fielmente o “dízimo do dízimo”.

6. Que lição deve ser tirada a respeito da santidade do chamado dos que servem a Deus? Nm 18:32

Mylbch T. Rodriguez | Muntinlupa, Filipinas

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Expiação e a Encarnação - 18/11/2008 a 22/11/2008

Terça, 18 de novembro

Exposição

A planta projetada da salvação


4. Que verdades importantes podemos aprender da história do batismo de Jesus por João? Mt 3:13-17

Ao pedir o batismo, Jesus Se identificou com os pecadores. E, assim fazendo, deixou um exemplo para os que querem segui-Lo. Jesus também Se ajoelhou e orou ao Pai (Lc 3:21, 22). E ao dizer: “Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo” (v. 22), o Pai estava Lhe dizendo que Sua oração fora ouvida. E ainda mais, “para todos nós estas são palavras de esperança e misericórdia. Pela fé na provisão que Deus fez pelo homem, você é aceito no Amado – aceito pelos méritos de Jesus” (Ellen G. White, The Bible Echo and Signs of the Times, 12 de novembro de 1894).

5. Que grande esperança você pode achar nas palavras de Ellen White, citadas acima?

Toda a Divindade (Pai, Filho e Espírito Santo) esteve presente e envolvida no batismo de Jesus. Os seres humanos não mais estavam separados do amor de Deus, porque, em Cristo, foi encontrado um canal pelo qual o amor divino poderia alcançá-los.

O nascimento de Jesus (Mt 1:18-25; Jo 1:1, 2, 14; Cl 2:9). O nascimento de Jesus é prova suficiente de que Ele é Deus. João faz duas declarações no primeiro capítulo de seu Evangelho que nos permitem tirar essa conclusão. O verso 1 declara que “o Verbo era Deus” e, então, o verso 14 diz que “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós”. Quando se lê o relato de Mateus sobre o nascimento de Jesus, é inequívoco que o nascimento de dEle foi a encarnação do Filho de Deus. Ora, é cientificamente impossível uma virgem conceber um filho. O fato de que Maria, sendo virgem, deu à luz Jesus não é apenas o cumprimento da profecia, mas um óbvio sinal de que Jesus é verdadeiramente Deus. As circunstâncias adversas que circundaram Seu nascimento ditavam seu fracasso. Mateus 1:18 diz: “Antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (NVI), significando que Maria ficou grávida mesmo antes de se casar com José. Após descobrir isso, José decidiu que não iria seguir avante com o casamento. Se ele tivesse feito isso, Maria poderia ter sido apedrejada até a morte, quando as pessoas descobrissem que ela ficara grávida fora do casamento. Mas Deus interveio e enviou um anjo a José para confirmar que a história de Maria era verdadeira, frustrando assim a tentativa de Satanás de prejudicar o plano da salvação.

O batismo (Mt 3:13-17). O batismo de Jesus marcou o ponto inicial de Seu ministério terrestre; indicou que havia começado Sua obra de fazer a expiação em nosso favor. O cristianismo tem que ver com seguir a Cristo. E, ao seguirmos Seu exemplo de batismo, fazemos a necessária declaração a todos os que nos cercam de que permitimos que Jesus comece o processo de expiação em nossa vida. Jesus era perfeito e conseqüentemente não tinha necessidade de ser purificado de qualquer pecado. Contudo, foi batizado mesmo assim. João reconheceu a divindade de Cristo e disse a Ele: “Eu é que preciso ser batizado por Você, e Você está querendo que eu O batize?” (Mt 3:14). Mas Jesus insistiu que tinha de ser batizado, dizendo: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos, para cumprir toda a justiça” (NVI). O propósito do batismo não era purificá-Lo de qualquer pecado, mas “cumprir toda a justiça”. Da mesma forma, quando somos batizados, não nos tornamos repentinamente perfeitos, mas, sim, estamos dizendo ao mundo que começamos uma jornada com Cristo com a certeza de que um dia também poderemos nos tornar perfeitos.

A tentação (Mc 1:12, 13; Mt 4:1-11). Jesus foi guiado pelo Espírito ao deserto, onde orou e jejuou por 40 dias e 40 noites e, então, foi tentado pelo diabo. Pode parecer estranho que Jesus tenha sido guiado ao deserto para ser tentado. Afinal de contas, somos ensinados a orar: “E não nos exponhas à tentação, mas livra-nos do Maligno” (Mt 6:13, Bíblia de Jerusalém). Contudo, quando examinamos esse evento no contexto da expiação, percebemos que Jesus Se sujeitou a essa experiência por desígnio divino. Jesus estava tentando nos mostrar que é possível resistir à tentação e vencer o pecado – mesmo em nossos momentos de maior fraqueza. Após 40 dias sem alimento, Ele estava fisicamente fraco e ansiando por alimento, contudo conseguiu resistir à tentação de transformar pedras em pães. Preste muita atenção ao fato de que a única fonte de força de Jesus veio da oração a Deus – algo que todos nós podemos fazer. Ele especificamente escolheu colocar de lado Seu poder e exercer apenas os meios disponíveis a nós, a fim de provar que nós também podemos viver sem pecado. Quando nós, como seres humanos, pecamos, não é porque Deus Se recusou a nos ajudar, mas, sim, porque deixamos de usar todos os recursos que Ele tornou disponíveis a nós, a fim de evitarmos cair na armadilha do pecado. Somente seguindo o exemplo de Cristo, de permanecer em constante comunhão com Deus, podemos obter a vontade e o desejo e o poder para vencer a tentação.

O ministério (Mt 9:35). Jesus andou ensinando, pregando e curando as pessoas. Esse foi Seu ministério. E conquanto os efeitos imediatos de se fazer isso fossem importantes, e como resultado fossem muito apreciados pelas pessoas, o principal propósito do ministério de Jesus foi ajudar-nos a compreender que Deus não é um ser abstrato que não se preocupa conosco. Foi para mostrar-nos que Deus é real, que Ele Se importa com nosso bem-estar, e que Ele deseja, mais do que qualquer outra coisa, ser capaz de nos salvar. O ministério de Jesus derrubou as barreiras entre Deus e os seres humanos erguidas pelo pecado. Seu ministério restaurou a ligação que nos permite relacionar-nos com Deus como um verdadeiro Pai que Se importa conosco.

Está consumado (Hb 1:3). Havendo completado Seu ministério, Jesus voltou ao Céu e Se assentou à destra de Seu Pai, sabendo que a parte mais crítica do plano da salvação havia acabado de ser concluída – que a expiação havia sido tornada possível para todo homem, mulher, menino e menina. A esta altura, a única coisa que resta para ser feita é reconhecer o sacrifício que Ele fez, aceitar Seu dom de salvação e entregar a vida a Ele para que Ele possa iniciar a obra da expiação em nós.

Pense nisto
1. Se a salvação é na verdade tão simples assim, por que parece tão difícil alcançá-la?
2. Quais são alguns dos sacrifícios que você precisa fazer a fim de receber a salvação?
3. Você está disposto a fazer esses sacrifícios? Se não, por quê?

Andrew Campbell | Grand Cayman, Ilhas Cayman

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