quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Resiliência - 17/02/2010 a 19/02/2010

Quinta, 17 de fevereiro

Aplicação
Os fortes seguem em frente


Rute era uma jovem que perdeu o marido. Tinha de voltar para sua terra, como sua sogra a encorajou a fazer, ou ir com ela para Judá. Que emoções a devem ter dominado enquanto pensava se havia tomado a decisão certa! Porém, ela escolheu o bom caminho e se tornou membro da genealogia de Cristo. Como podemos tomar decisões certas que levam à resiliência?

Confie na direção de Deus. Se você tem dúvidas quanto ao desfecho de uma situação difícil, seja como Rute e confie na direção de Deus. Você pode ficar surpreso com o desfecho.

Dedique-se à oração e ao jejum. Depois de Ester se tornar rainha, o decreto para exterminar os judeus levou Mordecai a sugerir que talvez ela tivesse sido feita rainha justamente para ajudar numa situação como aquela (Et 4:14). Assim, Ester conclamou seu povo à oração e ao jejum, enquanto ela se preparava para ir até o rei Assuero. Dúvidas e perguntas são parte natural da vida, mas tire tempo para a comunhão com Deus e, como Ester, deixe-O ser a fonte de sua força.

Mostre amor aos outros e fidelidade a Deus. Paulo perseguiu os cristãos, mas se tornou um cristão devoto e acabou sendo perseguido. Mostrou força moral mesmo quando teve de permanecer sozinho. Embora estivesse aprisionado, Deus lhe abriu as portas. Apesar de ter sofrido um naufrágio, estar em constante perigo, ser amaldiçoado, apedrejado, caluniado e surrado, permaneceu fiel a Deus e encorajou outros cristãos a fazerem o mesmo.

Esses personagens bíblicos mostraram alegria em união com Cristo, partilharam seu amor com outros e exibiram uma perspectiva positiva, apesar de seus problemas. Por mais que as situações fossem difíceis e as emoções, turbulentas, permaneceram fiéis a seu Salvador.

Mãos à Bíblia

7. Leia 2 Coríntios 11:23-28, que menciona algumas das adversidades que Paulo teve que enfrentar. Então, leia Filipenses 4:11-13. Depois de tanto sofrimento, que avaliação Paulo faz da própria vida?

Uma das muitas definições atuais de “inteligência” é a habilidade de se adaptar a novas situações. Paulo diz: “Aprendi a viver contente” (Fp 4:11). A adaptação e a satisfação em meio a uma grande variedade de circunstâncias são processos aprendidos com o tempo e a prática. Paulo podia sentir satisfação com poucos ou muitos recursos materiais, porque fazia tudo em nome de Jesus Cristo.

Mark Henry – New Jersey, EUA

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Fidelidade - 17/02/2010 a 20/02/2010

Quarta, 17 de fevereiro

Testemunho
Crença inabalável

“Foi porque Elias era um homem de grande fé que Deus pôde usá-lo nesta grave crise na história de Israel. ... Fé semelhante é necessária no mundo hoje – fé que descanse nas promessas da Palavra de Deus, e se recuse a desistir até que o Céu ouça. Fé semelhante a esta nos liga intimamente com o Céu, e nos traz força para batalhar com os poderes das trevas. ... E pela fé devemos alcançar hoje os mais altos propósitos de Deus para nós. ‘Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê’ (Mc 9:23). ... A fé é um elemento essencial da oração perseverante. ... Com a perseverante fé de Jacó, com a inquebrantável persistência de Elias, podemos apresentar nossas petições ao Pai, reclamando tudo o que nos tem prometido. A honra de Seu trono está comprometida no cumprimento de Sua palavra” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 156-158).

As palavras acima, escritas por Ellen White, nos ensinam sobre quanto é importante a fidelidade. Mostram que não podemos apenas estudar sobre a fé. Precisamos ser fiéis. A fim de que nossa fé funcione e alcance resultados, atos de fidelidade precisam formar o alicerce de nossa vida. Tais atos demonstram nossa fé. São o cimento que une nossas crenças ao nosso comportamento. Se formos verdadeiros perante Cristo, sendo fiéis nas pequenas coisas, Ele fará nossa fé permanecer firme como a do nobre centurião.

“O nobre possuía certo grau de fé; pois viera pedir aquilo que se lhe afigurava a mais preciosa de todas as bênçãos. Jesus tinha um dom ainda maior para conceder. Desejava, não somente curar a criança, mas tornar o nobre e sua casa participantes das bênçãos da salvação. ... Não porque vejamos ou sintamos que Deus nos ouve, devemos nós crer. Temos de Lhe confiar nas promessas. Quando a Ele nos chegamos com fé, toda súplica penetra o coração de Deus. Tendo pedido Suas bênçãos, devemos crer que as recebemos, e dar-Lhe graças porque as temos recebido. Então, vamos ao cumprimento de nossos deveres [em fidelidade], certos de que a bênção terá lugar quando mais dela necessitarmos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 198, 200).

Mãos à Bíblia


5. “Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito” (Lc 16:10). Como esse princípio se manifesta em sua vida? Afinal, se não somos fiéis nas pequenas coisas, por que achamos que seríamos fiéis nas maiores?

As seguintes palavras são alguns dos componentes de fidelidade: Confiança – Significa que as pessoas podem contar com você. Honestidade – Quer dizer que você não vai mentir, enganar nem roubar. Integridade – Você vive mediante certos valores e convicções, e respeita os valores e as convicções dos outros. Lealdade – É dedicação. Significa manter-se ao lado de alguém, mesmo quando os tempos ficam difíceis. Mas, será que lealdade inclui fazer algo errado a pedido de um amigo?

Jackline Achieng | Nairóbi, Quênia

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A Autoridade dos Profetas - 17/02/2009 a 21/02/2009

Terça, 17 de fevereiro

Exposição

"Assim diz o Senhor"


A Autoridade dos ProfetasAlguém pode rejeitar a Palavra de Deus, hoje, sem queimá-la abertamente, como fez esse rei. Mas a Palavra pode ser ridicularizada, ignorada, acusada de ser antiquada, ou interpretada de maneira que seja privada de qualquer valor ou autoridade histórica. Mas ninguém pode desconsiderar impunemente a autoridade das Escrituras. Cedo ou tarde, essa pessoa sofrerá as consequências dessa rejeição.

Ao longo de toda a sua vida, a Sra. White exaltava a Palavra de Deus. Em 1909, ela assistiu à última sessão da Conferência Geral antes de sua morte. No encerramento de seu último sermão, ela ergueu a Bíblia, abriu-a e a manteve com as mãos estendidas. “Irmãos e irmãs”, ela disse, “recomendo-lhes este livro” (Arthur L. White, Ellen G. White: The Later Elmshaven Years, p. 197).

3. Que duas reações básicas à Palavra escrita de Deus são mostradas nos textos a seguir? 2Rs 22:10-13; Jr 36:22-31

Partilha de poder divino (Êx 4:10-16). Há várias palavras gregas para “poder” que são usadas com frequência no Novo Testamento. Duas dessas palavras são exousiae dunamis. Exousia é traduzida como “autoridade”, enquanto que dunamis é traduzida como “poder”, “força”, etc. A fonte da autoridade suprema é Deus, que delega autoridade a Seus agentes humanos, inclusive os governos. O apóstolo Paulo declara: “Que toda pessoa esteja sujeita às autoridades governamentais; pois não há autoridade que não proceda de Deus, e as autoridades que existem foram instituídas por Deus” (Rm 13:1, New Revised Standard Version).

Os profetas de Deus são agentes humanos divinamente apontados que operam e falam por Deus. Às vezes, lhes é concedido também poder sobrenatural para fazer milagres. Quando eles falam as palavras de Deus, os que as ouvem geralmente podem discernir a autoridade divina que lhes acompanha os pronunciamentos. Quando Deus dá autoridade ao profeta, também dá ao profeta coragem para executar a tarefa.

Quando Moisés foi comissionado por Deus para ir ao Egito, o pastor de Midiã se sentiu temeroso. Contudo, o Senhor lhe assegurou Sua presença (Êx 4:12). O ex-pastor, agora profeta, foi ousadamente à presença do faraó e exigiu que ele deixasse ir o povo de Deus (Êx 5:1).

A autoridade e intrepidez manifestas por Moisés após ter sido imbuído do espírito de profecia chocaram o rei e seus oficiais.

Falando com autoridade (2Cr 20:14-20). Uma vez que os profetas de Deus falam por Ele, seria tolo se ignorássemos o que eles dizem. Os profetas de Deus trazem mensagens de advertência, conselho, doutrina, admoestação, correção e instrução quanto aos caminhos de Deus para benefício de Seu povo e avançamento de Sua causa. O sucesso em qualquer atividade é garantido quando obedecemos à palavra da profecia. Em tempos de dificuldade e confusão, em períodos de incerteza, o Espírito de Deus fala através dos profetas para assegurar às pessoas Sua presença e Seu poder para livrá-los.

Quando Judá foi cercada pelos amonitas e moabitas, o profeta Jaaziel falou: “Assim lhes diz o Senhor: ‘Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus’” (2Cr 20:15, NVI). A voz de Deus foi ouvida através das palavras do profeta e o rei respondeu. Leia essa resposta em 2 Crônicas 20:20.

A fonte da autoridade profética (2Pe 1:21). Um cuidadoso estudo da Bíblia revela que os profetas geralmente se referem a Deus como a autoridade da mensagem que transmitem. Declarações como “assim diz o Senhor”, “veio a mim a palavra do Senhor”, etc., são evidências de que os profetas não tomaram para si mesmos a responsabilidade de falar o que eles declaravam que Deus desejava que o povo ouvisse. O apóstolo Pedro, que foi, ele próprio, um profeta, declara: “Pois nenhuma mensagem profética veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando anunciavam a mensagem que vinha de Deus” (2Pe 1:21).

O salmista Davi reconheceu a autoridade do Senhor em dar mensagens proféticas através de instrumentos humanos, quando disse: “O Espírito do Senhor fala por meio de mim, e a Sua mensagem está nos meus lábios” (2Sm 23:2).

A história de Israel revela que, enquanto o povo permanecia fiel a Deus e seguia as orientações dos profetas, recebeu as bênçãos e a proteção de Deus. A desobediência às mensagens dos profetas era desobediência a Deus. A autoridade conferida aos profetas é tal que “certamente o Senhor, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o Seu plano aos Seus servos, os profetas” (Am 3:7).

A autoridade dos profetas é, na realidade, o poder de Deus operando através de seres humanos imperfeitos que, às vezes, não entendiam algumas das coisas sobre as quais falavam, e que só podiam fazer coisas incomuns através do poder do Cristo que neles habitava.

Como Deus usava os profetas (Os 12:13). Muitos dos profetas de Deus eram Seus servos em muitas outras áreas. O profeta Ageu foi um conselheiro e motivador de Zorobabel, o construtor-chefe do templo após o retorno do exílio babilônico.

Daniel foi um estadista sob o poder de vários reis e foi útil na administração dos assuntos da Babilônia, Média e Pérsia.

Davi foi rei, construtor, músico, comandante de exército, e um dos maiores líderes que Israel já teve.

Os profetas eram ensinadores, reis, políticos, membros do exército, juízes, etc. Assim, a autoridade conferida a eles era multifacetária. Leia Oséias 12:13. A preservação de uma nação por um profeta sugere que foi dada por Deus ao profeta autoridade para operar em muitas outras áreas além de comunicar a palavra de Deus.

Um estudo da história da Igreja Adventista revela uma forma semelhante de operação do dom profético em Ellen White. Assim, seus escritos também carregam autoridade divina, pois também eles foram dados por inspiração divina.

Pense nisto


Como você reagiria hoje a indivíduos que afirmam ser profetas?
Como você esperaria que um profeta moderno manifestasse sua autoridade?

Robert Wright Mandeville, Jamaica

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