domingo, 13 de fevereiro de 2011

Resiliência - 13/02/2010 a 19/02/2010

Resiliência


“Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar, ainda que estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria” (Sl 46:1-3).

Prévia da semana: Resiliência é a capacidade de se adaptar a situações novas e contrárias. A fé em Deus nos dá ainda mais força para suportar e escapar às provações.

Leitura adicional: Sl 51; Mt 14:23-33. O Desejado de Todas as Nações, p. 84-92: “Dias de Luta”.

Domingo, 13 de fevereiro

Introdução
Pode chorar


A Bíblia mostra que os seres humanos não são como os animais. Demonstramos uma completa gama de emoções: tristeza pelo falecimento de um ente querido, culpa ao contemplarmos algo que não deveríamos ter feito mas fizemos, alegria em um nascimento, lágrimas em face de uma perda, ansiedade diante de incertezas, inveja quando pensamos que não estamos obtendo o que desejamos e ira ao enfrentarmos diferentes desafios e problemas. Essas emoções nos circundam, todos os dias, em várias situações.

Jesus demonstrou uma vasta gama de emoções. Ficou surpreso quando Seus pais não compreenderam o fato de Ele estar falando com os anciãos no templo quando tinha 12 anos. Teve pena de Judas, que O traiu. Demonstrou ira contra os cambistas no Templo e Se compadeceu da mulher junto ao poço. Impediu um vexame numa festa de casamento, ao transformar água em vinho. Mostrou felicidade ao curar a sogra de Pedro e ressuscitar o filho da viúva. Demonstrou preocupação quando acalmou a tempestade e exibiu Seu senso de humor ao instruir os discípulos a lançarem suas redes em pleno dia, quando os peixes ficavam longe da luz do Sol. Também foi compassivo quando os discípulos quiseram mandar as crianças embora e quando alimentou mais de cinco mil pessoas, em vez de despedi-las, como os discípulos sugeriram. E ficou triste junto à tumba de Lázaro.

Para mim, a maior emoção registrada na Bíblia é a do choro de Jesus. Parece que não foi apenas uma lágrima silenciosa despercebida por todos, mas um choro alto e aberto. Os judeus notaram isso, dizendo: “Vejam como Ele o amava!” (verso 36).

Então, como lidamos com nossas emoções? Há algo errado em rir ou chorar? O que a Bíblia tem a dizer sobre as emoções humanas? Que Deus nos ajude a compreender e a lidar com nossas emoções ao seguirmos em frente na vida.

Mãos à Bíblia

1. Que características de Jó o tornam digno de ser imitado? Tg 5:10, 11; Jó 1-3

A história de Jó oferece um exemplo supremo do poder de recuperação. De alguma forma, em meio a todas as provações, ele nunca perdeu a fé em Deus e persistiu até que a tragédia terminasse.

2. A que esperança Jó se apegou? Como podemos aprender a nos apegar a essa esperança em nossas dificuldades? Jó 19:25

Beverly Henry – Mandeville, Jamaica

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Bondade - Resumo 13/02/2010 a 13/10/2010

BONDADE
Resumo Semanal - 07/02/2010 a 13/02/2010


“Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me expulses da Tua presença, nem tires de mim o Teu Santo Espírito” (Sl 51:10, 11)

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Trabalho dos Profetas - 13/02/2009 a 14/02/2009

Sexta, 13 de fevereiro

Opinião
Fé nos profetas


O trabalho dos profetasNesta semana, nos concentramos nos profetas, especialmente Ellen White e a diferença que sua obra faz em nossa vida como adventistas do sétimo dia. Em minha própria vida, a obra dos profetas é muito importante.

O Espírito de Profecia chama nossa atenção para o fato de que, “semelhantes a Coré e seus companheiros, muitos, mesmo dos professos seguidores de Cristo, estão a pensar, projetar e agir com tanta avidez pela exaltação própria que, para o fim de alcançar a simpatia e o apoio do povo, estão prontos a perverter a verdade, atraiçoando e caluniando os servos do Senhor” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 403, 404).

É por isso que somos chamados a estar no terreno dos santos que tiveram fé em Deus e em Seus mensageiros. Nossos atos devem refletir nossa crença e fé na obra dos profetas. Contudo, será que realmente cremos em seus escritos? A única maneira em que podemos responder a esta pergunta é agindo de acordo com as instruções de Cristo: “Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos” (Jo 14:15, NVI). Se sairmos dessa estrutura mental, perdemos o ponto principal: “Por que vocês Me chamam ‘Senhor, Senhor’ e não fazem o que Eu digo?” (Lc 6:46).

Em toda a nossa comunicação com Deus, uma coisa está clara: ou cremos no que Ele diz através dos profetas, ou não cremos. Se cremos que a obra dos reformadores é uma revelação de Deus, teremos a tendência de fazer o que Deus revelou através deles. Mas quando deixamos de dar ouvidos às instruções dos profetas, perdemos de vista todas as coisas importantes que Deus revelou através deles. E ambas as coisas serão demonstradas em nosso comportamento.

Concluindo, nossa fé nos profetas deve ser forte o suficiente para nos impedir de ser como as virgens insensatas sem óleo nas lâmpadas durante a grande recepção do noivo à meia-noite (Mt 25:1-13).

Pense nisto

1. Como seus atos na semana passada refletem a fé nos profetas?
2. De que forma podemos, como adventistas, convencer nossos amigos e as pessoas que não são da igreja sobre a importância dos profetas?

Dicas

1. Memorize passagens do Espírito de Profecia para fortalecer sua vida devocional diária.
2. Partilhe com alguém (um não-adventista) as coisas que você aprendeu ao ler o Espírito de Profecia, como, por exemplo, os conselhos de saúde.
3. Anote as mudanças de estilo de vida, tecnologia e eventos que ocorreram desde o tempo de Ellen White até o nosso tempo, à luz dos fatos encontrados em Mateus 24.

Samson Oguttu | Nairóbi, Quênia

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