sábado, 12 de março de 2011

Liberdade dos vícios - Resumo Semanal - 12/03/2011 a 12/03/2011

Liberdade dos vícios
Resumo Semanal - 06/03/2011 a 12/03/2011

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Justiça - 12/03/2010 a 13/03/2010

Sexta, 12 de março

Opinião

A contabilidade criativa de Deus


A contabilidade criativa ocorre quando as contas são manejadas de tal forma que os recursos são realocados para fazer face às exigências, absorvendo assim as diferenças e fazendo a contabilidade parecer equilibrada. Você sabia que Deus fez uma contabilidade criativa? Em Seu caso, contudo, Ele apenas fez acréscimos à conta.

A conta em questão envolve nossa justiça. Quando o pecado entrou no mundo, a humanidade passou a merecer a morte (Rm 6:23). O pecado desequilibrou a justiça divina, e resultou um custo. O problema foi, e ainda é, que Deus não apenas valoriza a justiça como parte de Seu caráter e reino, mas também valoriza o amor. Porque a valorização do amor por parte de Deus foi colocada contra Sua valorização da justiça, algo tinha de ceder. Em Sua misericórdia e amor Ele clamou: “Como posso desistir de você?... Despertou-se toda a Minha compaixão” (Os 11:8, NVI). O amor de Deus não pode conceber a perda dos seres humanos. Assim, para retificar “o problema do pecado”, Sua contabilidade criativa veio à existência. Jesus, Deus encarnado, veio à Terra morrer em nosso lugar, vivendo uma vida perfeita e morrendo nossa morte. Por esse processo, Ele absorveu o custo do pecado, que é a morte eterna.

“A graça de Cristo e a Lei de Deus são inseparáveis. Em Jesus a misericórdia e a verdade se encontraram, a justiça e a paz se beijaram” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 349). “O dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23, NVI). Esse dom é para todos os que aceitarem a morte de Jesus por seus pecados.

Todos nós temos oportunidade de seguir a justiça natural ou a justiça divina. A justiça natural é quando o salário do pecado é pago por nossa morte eterna. A justiça divina veio através do sacrifício de Jesus, possibilitando que os débitos batam com os créditos no livro-razão celestial. Tem que haver e haverá prestação de contas pelo custo do pecado. Há, porém, um fator limitador. A limitação não está com Deus (pois o custo já foi pago), mas com os seres humanos. Foi feita provisão para que todos fossem salvos. Mas Deus, a fim de ser verdadeiramente justo, nos permite aceitar Seu dom ou rejeitá-lo.

Nossa justiça foi paga, mas terá que ser verificada quando as contas finalmente passarem por auditoria e confirmação. Nossa justiça, em e por si mesma, é totalmente inadequada. É somente quando vivemos em Jesus e aceitamos Sua justiça que podemos ser considerados justos. A contabilidade criativa de Deus será o tema estudado por toda a eternidade.

Mãos à obra


1. Escreva uma definição do que significa “conhecer” a Jesus.
2. Cante ou repita as palavras do hino “Não Eu, Mas Cristo” (294 do Hinário Adventista do Sétimo Dia). Tente escrever mais uma estrofe para ele.
3. Peça a várias pessoas que definam o que significa ser justo, e depois crie sua própria definição.
4. Medite no que você poderia fazer nesta semana que lhe dê uma visão mais clara de Jesus e Sua justiça.

Desré Nikolich | Sydney, Austrália

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Interpretando os escritos Proféticos - 12/03/2009 a 14/03/2009

Quinta, 12 de março

Aplicação
Analogia do Sol e da Lua

Interpretando os escritos proféticos6. Somos salvos somente pela graça mediante a fé, ou também precisamos de obras? (Ef 2:8, 9; Tg 2:14-26). Paulo está em conflito com Tiago na questão da salvação? O que os textos a seguir têm a dizer sobre esse assunto? Rm 3:21-28; Rm 4:3; Gl 3:6-12

O contexto amplo mostra que Paulo falava sobre a fé válida, que é seguida por boas ações. Tiago se referia à fé inválida, somente em nível intelectual. Quando lemos Ellen White, também precisamos examinar o contexto amplo em seus escritos. No livro Conselhos Sobre o Regime Alimentar, por exemplo, ela diz: “Nem um grama de carne deve entrar em nosso estômago” (p. 380). Porém, algumas páginas adiante, existe esta declaração: “O regime cárneo não é o mais saudável, e todavia eu não tomaria a atitude de que ele deva ser rejeitado por toda pessoa. Os que têm órgãos digestivos fracos podem, muitas vezes, comer carne, quando não lhes é possível ingerir verduras, frutas e mingaus” (p. 394, 395).

Creio nos escritos de Ellen White. Contudo, também creio que a relação dos escritos dela para com a Bíblia é um dos assuntos mais mal compreendidos em nossa igreja. Seus escritos não são uma “segunda Bíblia”. Ela própria escreveu: “Há neles [seus escritos] verdade que é, para quem a recebe, um cheiro de vida para vida. ... O Senhor enviou a Seu povo muita instrução, regra sobre regra, preceito sobre preceito, um pouco aqui, um pouco ali. Pouca atenção tem sido dada à Bíblia, e o Senhor deu uma luz menor [seus escritos] para levar homens e mulheres à luz maior [a Bíblia]” (Ellen G. White, Review and Herald, 20 de janeiro de 1903). Ela usou a analogia do Sol e da Lua. A Bíblia é a luz maior [o Sol] e os escritos dela são a luz menor [a Lua]. Eis como podemos entender essa analogia:

1. A Bíblia é a mensagem universal de Deus à humanidade em todos os tempos, enquanto que os escritos dela foram destinados especificamente ao povo de Deus no fim dos tempos.

2. Quarenta pessoas diferentes foram inspiradas por Deus para escrever as palavras da Bíblia. Como 40 velas, eles dão mais luz do que a única vela de Ellen White, embora a luz e a Fonte sejam as mesmas.

3. A Bíblia é como o mapa de uma nação, enquanto os escritos de Ellen White são como um mapa local. O mapa nacional cobre uma área maior do que o mapa local; mas o mapa local dá mais detalhes sobre uma área específica.

4. Os escritos de Ellen White são também comparados a um telescópio focado sobre o sol da Bíblia.

Os escritos de Ellen White cumprem a função de dirigir a atenção do povo para a Bíblia. Seus escritos ajudam as pessoas a entender a Bíblia ao incutir ainda mais a verdade já revelada, despertando a mente e simplificando a verdade. Além disso, os escritos dela nos ensinam como aplicar os princípios bíblicos a nossa vida diária.

Mesnick M. W. Ataupah | Palembang, Indonésia

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