terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Alegria - 12/01/10 a 16/01/10

Terça, 12 de janeiro

Testemunho
A alegria dos redimidos


Uma passagem muitas vezes intitulada de “A alegria dos redimidos”, Isaías 35, começa com as seguintes palavras: “O deserto e a terra ressequida se regozijarão; o ermo exultará e florescerá como a tulipa; irromperá em flores, mostrará grande regozijo e cantará de alegria” (NVI).

Gideão estava malhando trigo num tanque de prensar uvas quando um anjo se aproximou (Jz 6:11). A malhação do trigo geralmente era feita num lugar alto onde a terra era compacta, mas porque os midianitas estavam patrulhando a área, Gideão estava tentando esconder seu trabalho. Veja em Rute 2 um relato das práticas de colheita. Note que os ceifeiros deixavam o trigo que ficava nas extremidades dos campos a fim de que os pobres pudessem respigar o suficiente para se alimentar.

Sendo que a maioria de nossos alimentos é produzida por grandes agroempresas, não temos contato com o que a produção de alimentos envolve. Conhecemos os conceitos gerais, mas a maioria de nós não cultiva sua própria comida nem tem medo de passar fome.

Nos tempos bíblicos, era preciso duro trabalho físico para produzir alimentos – quer pela caça ou pelo trabalho no campo. Toda pessoa passava grande parte do dia cuidando de seu sustento. Os rebanhos eram mudados, de acordo com a estação, ao longo da área entre os montes da Judeia ao norte e o deserto abaixo do Mar Morto, com animais selvagens à espreita e condições climáticas difíceis. A sobrevivência era uma luta diária.

Contudo, nos versos 3 e 4 de Isaías 35, é dito sobre a força ser restaurada às mãos cansadas. Os corações temerosos são tranquilizados: “Sejam fortes, não temam! Seu Deus virá, virá com vingança; com divina retribuição virá para salvá-los” (verso 4, NVI).

No verso 6, lemos sobre razões concretas para alegria: “Águas irromperão no ermo e riachos no deserto” (NVI). No fim do capítulo, as vidas imperfeitas já estão transformadas: “Entrarão em Sião com cânticos de alegria; duradoura alegria coroará sua cabeça” (verso 10, NVI).

Fica claro que a alegria é maior que a experiência de uma pessoa. Ela não pode ser planejada nem imposta, pois é Deus que nos coroa de alegria.

Mãos à Bíblia

3. A que Jesus relacionou a alegria? Jo 15:10, 11. Por que a obediência deve levar à alegria?

O fato é que a obediência à vontade de Deus é libertadora. Lembre-se: foi a desobediência que trouxe guerra ao Céu e pecado e morte a este Planeta. Toda dor e todo sofrimento é resultado do desvio da humanidade em relação à vontade de Deus. Portanto, será a obediência à vontade de Deus, pela fé, que ajudará a restaurar a alegria.

4. Que dizem outros textos bíblicos sobre a obediência com alegria? Sl 19:8; Jr 15:16; Mt 7:21-27

Melissa Sahlin | Mason, EUA

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Dons Espirituais e Profecia - 12/01/2009 a 17/01/2009

Segunda

Permanência dos dons espirituais

Nestes dias, encontramos duas posições entre os cristãos com respeito à duração dos dons espirituais. Alguns crêem que os dons edificantes, como conhecimento, sabedoria, ensino, exortação, fé e misericórdia, são dons permanentes, mas que dons de sinais, como profecia, curas, línguas e milagres deixaram de existir com a morte dos apóstolos. Os defensores dessa posição afirmam: “Os dons de sinais tiveram um propósito sem igual: dar credenciais aos apóstolos, isto é, permitir que as pessoas soubessem que todos esses homens falavam a verdade de Deus. Uma vez que a Palavra de Deus foi escrita, os dons de sinais não mais eram necessários e cessaram.” (John F. MacArthur, Jr., Charismatic Chaos, p. 199). Outros cristãos crêem que todos os dons espirituais estarão presentes na igreja até que o Senhor venha.

2. O que os textos a seguir dizem sobre a permanência dos dons espirituais? 1Co 1:6, 7; 13:9, 10; Ef 4:11-13

De acordo com Paulo, os dons espirituais (charismata), estarão na igreja até que Jesus venha, mas significa isso que todos os dons estarão presentes todo o tempo?

O Pai da Igreja, Irineu (120-195 d.C.), escreveu sobre a presença e operação dos dons espirituais mesmo em seus dias. Assim, de acordo com Irineu, os dons espirituais ainda estavam em evidência no fim do segundo século d.C.

Nos dois séculos seguintes, porém, a igreja sofreu uma séria deterioração espiritual e teológica, e os dons espirituais em geral desapareceram. Durante o tempo da Reforma, começando com John Wycliffe, na Inglaterra, Deus usou os reformadores para restabelecer a verdade abandonada, e eles certamente tiveram os dons do conhecimento, sabedoria e ensino. Nenhum dos principais reformadores, entretanto, afirmou ter o dom profético. Esse dom em parti­cular, de acordo com Apocalipse 12:17, deveria ser manifestado novamente sobre a Igreja no tempo do fim.

Em Efésios 4:12, Paulo diz que aqueles dons espirituais foram dados “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do Seu serviço”. A que tipo de aperfeiçoamento Paulo está se referindo, e como você vê isso acontecer na igreja hoje?

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