quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Vitória sobre o pecado - 12/08/2010 a 14/08/2010

Quinta, 12 de agosto

Aplicação
Obtendo a vitória

Nosso mundo hoje é cheio de mal e dor. Ninguém está isento dos ataques do diabo. Ele tem todas as armadilhas para fazer você sucumbir às tentações deste mundo. Muitas vezes, as pessoas se afundam tanto no pecado que não têm nenhuma esperança de vitória. Elas desistem sem lutar. Mas há esperança. Deus fez provisão para que todos tenham vitória sobre o pecado. A seguir estão alguns passos para alcançar essa vitória:

Reconheça que você pecou. “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23). Admita sua culpa e reconheça que Deus não nos leva ao pecado.

Confesse seus pecados. Deus sabe que você pecou. Então, por que você deve confessar? Quando você confessa, está mostrando a Deus que está consciente de seus pecados, se entristece por eles, e não mais deseja viver no pecado.

Ore e peça perdão. Não é suficiente simplesmente confessar seus pecados. Você precisa pedir perdão. Deus é justo, por isso está disposto a nos perdoar se Lhe pedirmos. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9). Ore para que você não caia em tentação.

Aceite o perdão de Deus. Quando você orar por perdão, deixe seu pedido e seus fardos aos pés da cruz. Quando Deus perdoa seus pecados, Ele os joga nas profundezas do oceano e não Se lembra mais deles; por isso, não procure por eles e não continue pensando neles.

Vá e não peque mais. A fim de resistir à tentação, você precisa guardar a Palavra de Deus em seu coração. “Guardo a Tua Palavra no meu coração para não pecar contra Ti” (Sl 119:11). Quando a Palavra de Deus se torna parte de sua vida, ela lhe dá a força e o vigor de que você precisa para vencer a tentação e o pecado.

Mãos à Bíblia

11. Que dois tipos de frutos diz Paulo que é possível que todos colham? Rm 6:19-23. Como você pode tornar uma realidade em sua vida as importantes verdades que Paulo diz?

As palavras de Paulo aqui mostram que ele entendia perfeitamente a natureza caída da humanidade. Ele fala sobre a “fraqueza da carne”. Ele sabia do que a natureza humana caída, deixada sozinha, é capaz. Assim, novamente, ele apela para o poder da escolha – o poder que temos de escolher submeter a nós e nossa carne fraca a um novo Senhor, Jesus, que nos capacitará a viver de forma justa.

Jodian McLeod – West Bay, Ilhas Cayman

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Vivendo como Filhos de Deus - 12/08/2009 a 15/08/2009

Quarta, 12 de agosto

Evidência

Potapos


Leia 1 João 3:1 em versões bíblicas diferentes. “Que tipo” de amor é esse? Potapos é a palavra grega traduzida por “que tipo”. Essa expressão idiomática não faz a pergunta só para examinar o tipo de amor retratado aqui, mas também subentende um tipo de assombro.

As testemunhas que viram Jesus acalmar o poderoso mar se admiraram: “Que tipo de homem” era aquele? Eles não estavam falando de Sua aparência. Estavam maravilhados de que alguém pudesse comandar o mar! João ficou assombrado com esse amor.

Embora seja impossível compreender totalmente esse amor, João insta conosco para que pelo menos olhemos para Ele – que O contemplemos. Há poder em se fazer isso.

Compare 1 João 3:1 com João 1:12. O primeiro verso revela que o “amor” concedido a nós nos torna filhos de Deus: amor + concedido = filhos de Deus. O segundo verso revela que o “poder” que nos é concedido (dado) nos torna filhos de Deus: poder + concedido = filhos de Deus.

Se exagerarmos um pouquinho na simplificação aqui, “amor” e “poder” quase podem se alternar. Em essência, o amor de Deus é poderoso. Contemple-o diariamente e experimente sua transformação num filho de Deus – a transformação de se tornar semelhante a Ele (1Jo 3:2). Isso é poder.

Satanás cria dúvidas, fazendo com que nos demoremos em nossas experiências passadas. Fazer isso permite que essas dúvidas rebaixem nosso conceito do que significa ser filhos de Deus. Isso não é examinar (contemplar) o amor de Deus por você; isso é contemplar o seu amor por Deus. E esse tipo de amor nunca mudou uma única pessoa. É de admirar que percamos a esperança quando contemplamos nossas experiências passadas?

Essa experiência é central no restante de 1 João 3 – ter a esperança em algo melhor do que nossa própria experiência nos ensinou. A palavra chave aqui é esperança. A esperança nos purifica. Ela nos coloca no caminho certo.

Mãos à Bíblia

4. Qual foi o grande objetivo da primeira vinda de Jesus? 1Jo 1:2; 3:5, 8
Em Sua primeira vinda, Jesus, veio em carne humana. Veio para solucionar o problema do pecado e para destruir as obras do diabo.

5. De acordo com 1 João 3:5, Jesus tira os pecados. Essa declaração parece ser uma alusão a João 1:29. Como Jesus realizou essa tarefa? Hb 9:26, 28; 1Jo 2:2; 4:10; Ap 1:5, 6

1 João 3:5 não diz diretamente como Jesus tira os pecados. Porém, o contexto de 1 João e do Evangelho de João deixam claro que Jesus fez isso morrendo na cruz. Enquanto o livro de Hebreus afirma claramente que Jesus tirou o pecado mediante Seu autossacrifício, o Apocalipse ensina que Jesus nos livrou dos pecados mediante Seu sangue. A primeira parte de 1 João 3:5 aponta indiretamente para a cruz. A segunda parte destaca a absoluta ausência de pecado em Jesus, o que era necessário a fim de que Sua morte na cruz nos salvasse.

Joe Kim | Baton Rouge, EUA

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terça-feira, 12 de agosto de 2008

O Apóstolo João - 12/08/2008 a 16/08/2008

Terça, 12 de agosto

Testemunho
Por causa do amor

5. O que João disse a respeito de seu Evangelho, e que poderia ser dito também a respeito dos outros? Jo 21:25

6. Como João descreve o Logos, ou o Verbo? Jo 1:1-3, 14. Qual é sua natureza?

Tanto para os leitores judeus como para os gregos, João fez uma afirmação surpreendente em seu evangelho: Jesus é o Logos (o Verbo), e esse Logos é uma pessoa. O Logos Se tornou carne e invadiu a história humana em um lugar específico em um tempo específico com um propósito específico – trazer salvação à humanidade.

Por causa do amor que Jesus lhe demonstrou, “as lições de Cristo, apresentando a mansidão, humildade e amor como essenciais ao crescimento na graça e como condição para Seu trabalho, foram do mais alto valor para João. Ele entesourou cada lição, e constantemente procurava levar sua vida em harmonia com o divino padrão. João tinha começado a discernir a glória de Cristo – não a pompa e o poder terrenos que tinha sido ensinado a esperar, mas ‘a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade’ (João 1:14).

“A fervente e profunda afeição de João por seu Mestre não era a causa do amor de Cristo por ele, mas o efeito desse amor. João desejava tornar-se semelhante a Jesus; e sob a transformadora influência do amor de Cristo, tornou-se manso e meigo. O eu estava escondido em Jesus. Mais que todos os seus companheiros, João se rendeu ao poder desta extraordinária vida. Diz ele: ‘Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos’ (I João 1:2). ‘E todos nós recebemos também da Sua plenitude, e graça por graça’ (João 1:16). João teve do Salvador um conhecimento experimental. As lições de seu Mestre ficaram-lhe gravadas no coração. Quando testificava da graça do Salvador, sua linguagem simples tornava-se eloqüente com o amor que lhe permeava todo o ser.

“Foi o profundo amor de João por Cristo que o levou a desejar estar sempre a Seu lado. O Salvador amava a todos os doze, mas o espírito de João era mais receptivo. Ele era mais jovem que os outros, e com confiança muito de uma criança abria o coração a Jesus. Assim ligou-se por maior afeição a Cristo, e por meio dele os mais profundos ensinos espirituais do Salvador foram comunicados ao povo.

“Jesus ama aos que representam o Pai, e João podia falar do amor do Pai como nenhum outro discípulo poderia fazê-lo. Ele revelou a seus semelhantes o que sentia em sua própria alma, representando em seu caráter os atributos de Deus. A glória do Senhor se revelava em sua face. A beleza da santidade que o havia transformado irradiava de seu semblante com a glória de Cristo. Com adoração e amor contemplou ele o Salvador até que assemelhar-se a Ele e com Ele familiarizar-se, tornou-se-lhe o único desejo, e em seu caráter se refletia o caráter de seu Mestre” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 544, 545).

Lyn Fredericks | Detroit, EUA

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