segunda-feira, 11 de abril de 2011

Roupa de inocência - 11/04/2011 a 16/04/2011

Segunda, 11 de abril

Exposição
Inocência perdida e recuperada


Nudez coberta de inocência (Gn 2:20-25). O novo mundo era repleto de gloriosa vida e cor. O som ambiente era melodioso com o canto dos pássaros. Animais vinham em pares: semelhantes, mas exibindo diferenças sutis entre eles, para receberem nomes dados pelo homem. No entanto, não havia parceira para o homem. Por um tempo, ele experimentou a dor da solidão. Então, Deus o fez cair num sono profundo, tomou uma costela de seu corpo e criou uma mulher para ele amar. Tudo era puro quando eles acordaram para descobrirem um ao outro, nus e belos. Eles estavam perfeitamente tranquilos com seus corpos e estavam cobertos de inocência. Nada precisava ser escondido e nada interferia em seu sentimento de admiração e unidade. Tudo era puro.

A única lei da inocência (Gn 2:15-17). Deus desejava que Adão e Eva permanecessem em seu estado de inocência para sempre. Ele poderia ter tornado impossível pecar, mas o Universo precisava testemunhar de Sua justiça. Só havia um mandamento no Jardim do Éden. Era um mandamento que deveria ter sido fácil de ser guardado. Em Sua generosa justiça, Deus criou centenas de árvores com frutos deliciosos, e havia no meio do jardim somente uma que poderia destruir aquelas vestes de inocência. Uma árvore que envolvia o direito de escolha do primeiro casal.

Inocência perdida (Gn 3:6-11). Quando Adão e Eva comeram da árvore proibida, eles realmente conheceram “tudo”. A primeira coisa que notaram foi que não estavam mais cobertos de inocência. Eles se sentiram envergonhados, por serem vistos pelo outro, e ainda mais constrangidos ao serem vistos por Deus. Em desespero, pegaram as maiores folhas de figueira que conseguiram encontrar e as costuraram juntas – as primeiras roupas do mundo. Então se esconderam entre os arbustos, com medo de Deus.

Esconde-esconde (Gn 3:8-19). Deus veio procurar por Adão e Eva. Embora Ele soubesse onde eles estavam, ainda perguntou, “Onde vocês estão?” Então, Ele pediu que eles Lhe contassem sua história. Suas perguntas e respostas podem ser lidas com mais tristeza do que ira. Ele então lhes contou o que aconteceria com eles e com o mundo porque a inocência deles havia sido roubada.

As vestes de sacrifício (Gn 3:21). Talvez Adão e Eva tenham percebido a inconveniência de suas roupas de folhas, ao elas serem arrancadas dos arbustos e começarem logo em seguida a murchar em seus corpos. Deus certamente percebeu o problema. E, num momento profundamente doloroso, Ele mesmo toma um dos animais, talvez um que Adão conhecesse e tivesse amado, e o mata. Despelando o animal ainda quente, Deus faz para eles roupas que aqueciam mais, próprias para o frio que começou a soprar no jardim. Esse não é somente o ato generoso de um Deus amoroso com o coração quebrantado, mas um poderoso símbolo. As roupas que Adão e Eva fizeram eram inadequadas. Sabemos que é impossível fazer qualquer coisa para nos tornar justos diante de Deus. Nossa pecaminosidade exige a morte de um Cristo inocente, pré-anunciada através das mortes ensanguentadas de animais inocentes. Essa não é uma lição apenas sobre estilo de roupas. É uma lição sobre o plano de salvação de Deus. É um reflexo de esperança cintilando no meio da densa escuridão do primeiro dia de pecado.

Inocência restaurada (Rm 12:1; 2Co 4:16; 5:21). Aquele primeiro reflexo de esperança continua a brilhar para nós. Isso acontece quando nos arrependemos de nossos pecados e aceitamos a Cristo como nosso Salvador, para que nEle nos tornemos “justiça de Deus” (2Co 5:21). Essa esperança é belamente ilustrada em Zacarias 3:4. Mas ainda há mais! Uma vez que tenhamos aceitado a Cristo como nosso Salvador, nossa natureza espiritual “é renovada diariamente”1 (Rm 12:1; 2Co 4:16). Isso ocorre através da habitação do Espírito Santo de Deus em nós, ao Ele nos capacitar e fazer crescer o fruto do Espírito que, em essência, constitui o caráter de Cristo (Jo 15:5; Gl 5:22, 23).2

Também crescemos quando procuramos não ser enganados pelas mentiras de Satanás (1Pd 5:8). Precisamos orar constantemente para que não nos desviemos em direção às tentações (1Ts 5:17). Devemos mostrar o amor de Deus para aqueles que estão em necessidade (Mt 25:31-40). Estudar a Bíblia e meditar em suas palavras também nos ajuda a crescer (Sl 119:15, 23, 48, 78; 2Tm 2:15). A Palavra de Deus nos guia em direção a Sua verdade e para longe das mentiras de Satanás. A Bíblia também nos mostra no que acreditar, como viver bem e como aceitar as roupas de inocência de salvação através de Jesus. Confiar na Palavra de Deus como verdadeira e obedecer Suas instruções nos previne de sermos arrastados em direção aos frutos proibidos.

Pelo fato de Adão e Eva não terem sido vigilantes, eles se afastaram da segurança de Deus. Eles se esqueceram de permanecer em constante comunicação com Ele, para que Ele pudesse lembrá-los de Suas regras de proteção. Eles pararam de ter cuidado um com o outro e desconfiaram das regras simples de salvação que lhes foram dadas. Mas Cristo, com amor, proveu o sacrifício para cobrir a nudez deles e a nossa.

1. Seventh-day Adventist Believe. 2. ed. (Pacific Press: Boise, Idaho, 2005), p. 140.
2. Ibid., p. 143.


Pense nisto


1. Que outras maneiras existem para manter a veste de justiça dada a nós por Cristo?

2. O que você acha que passou pela mente de Deus e nos pensamentos de Adão e Eva ao Deus fazer para eles roupas com as peles de um animal? O que passou pela sua mente quando você aceitou a Cristo?

Mãos à Bíblia

Adão e Eva, no Éden, não conheciam dor, sofrimento, engano, traição, morte, perda nem vergonha.

2. Qual é a proximidade do relacionamento e intimidade entre Adão e Eva, revelados em Gênesis 2:20-25?

Como “uma só carne” (Gn 2:24), Adão e Eva eram próximos não só de Deus, mas um do outro. Eles estavam nus e não se envergonhavam (v. 25). Isso demonstra pureza e inocência. “Estavam revestidos de uma cobertura de luz e glória, idêntica à dos anjos. Enquanto viveram em obediência a Deus, essa veste de luz continuou a envolvê-los” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 45).

Bernie Holford – Auchtermuchty, Escócia

O livro Ainda Existe Esperança será um lindo presente para seu amigo no próximo sábado. Já o adquiriu?

Marcadores: , , ,

domingo, 11 de abril de 2010

Comemorando a Aptidão Física e Espiritual - 11/04/2010 a 17/04/2010

Comemorando a Aptidão Física e Espiritual


“Mas os que confiam no Senhor recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam” (Is 40:31).

Prévia da semana: O corpo e a fé são dons de Deus. Somos responsáveis perante Ele por exercitá-los a fim de conservá-los úteis e sadios a Seu serviço.

Leitura adicional: A Ciência do Bom Viver, p. 29-50

Domingo, 11 de abril

Introdução

Apto e sadio


Na última década, o mundo tem visto muitas novas doenças e ameaças à saúde. Os pesquisadores têm sido submetidos ao teste de encontrar soluções para esses desafios, e conquanto possa parecer que estejam fazendo progresso, temos que perguntar a nós mesmos se temos realmente experimentado melhoras em nosso estilo de vida. Será que todo esse aumento de conhecimento verdadeiramente nos torna mais sadios?

Após perceber que alguns dos americanos mais gordos são também dedicados cristãos, o Dr. Don Colbert escreveu dois livros: The Jesus Diet (A Dieta de Jesus) e o livro de receitas What Would Jesus Eat? (O Que Jesus Comeria?). O Dr. Colbert acredita que os pacientes talvez estejam dispostos a dar ouvidos ao que Jesus tenha feito, mesmo que ignorem os conselhos de seus médicos sobre a alimentação saudável. Ele recomenda uma dieta semelhante à dieta mediterrânea, que é rica em cereais integrais, verduras e óleo de oliva, mas que deixa de fora alimentos como carne de porco e mariscos, que contêm ácidos graxos.

Segundo o Dr. Colbert, se as pessoas comerem de acordo com a Bíblia e levarem uma vida equilibrada, podem evitar e até reverter algumas doenças. Contudo, isso não é novo. Instituições estabelecidas, como o Hospital Adventista de Penang e muitas outras instituições de saúde adventistas, têm se apoiado em princípios bíblicos para reverter o diabetes.

Na edição de novembro de 2005 da National Geographic, Dan Buettner escreveu um artigo sobre longevidade, comprovado por estatísticas de pesquisas patrocinadas pelos Institutos Nacionais de Saúde americanos. Essa pesquisa mostra que o adventista comum no Estado da Califórnia vive de 4 a 10 anos mais do que os californianos que não são adventistas. Esses anos extras são atribuídos a uma dieta vegetariana pobre em gorduras e rica em castanhas e leguminosas, bem como à ausência de hábitos como o fumo e o consumo de álcool.

“Nós sabemos que amamos os filhos de Deus quando amamos a Deus e obedecemos aos Seus mandamentos. Pois amar a Deus é obedecer aos Seus mandamentos. E os Seus mandamentos não são difíceis de obedecer.” (1Jo 5:2-3)

Mãos à Bíblia

1. A respeito de que combate fala Paulo, o grande defensor da salvação somente pela fé, em 2 Timóteo 4:7?

2. Em muitos lugares, a Bíblia compara a vida de fé com algum tipo de esforço atlético. Leia os textos seguintes: 1Co 9:24-27; Fp 3:12-14; 2Tm 2:3-5. Que lição básica eles trazem, e como você experimentou em si mesmo o significado desses textos?

Existem muitos benefícios de persistir com um programa de exercícios. A regularidade do exercício é essencial. Deve haver um objetivo e, às vezes, até um prêmio. Esses princípios se aplicam tanto à condição física quanto à espiritual. Para estar espiritualmente preparados, precisamos olhar para Jesus. Precisamos ler Sua Palavra, orar e meditar.

Lionel See Yun Song | Repúbica de Cingapura

Marcadores: , , ,

sábado, 11 de abril de 2009

A Jornada Cristã - Fé - Resumo Semanal - 04/04/2009 a 11/04/2009




Pastor José Orlando Silva
Mestre em Teologia Sistemática

Boa Viagem - Recife
Associação Pernambucana


I. Introdução


A fé é o braço que se apropria da grande promessa da graça disponibilizada a todo pecador que nela crê. De que adianta ter toda plenitude de recursos, se a ele não temos acesso? A fé disponibiliza e dá acesso à pronta graça e salvação estendida por Cristo. Ela precisa ser direcionada para seu agente, autor e doador, Jesus Cristo. Alguém, um dia, afirmou que o importante é ter fé. Esse conceito é temerário e arriscado, porque se a fé não for direcionada para Jesus, será nula, vã e sem efeito. Um mundo de objetos visuais nada significa para o cego; o mundo de sons nada significa para o surdo; e um mundo de realidades espirituais nada significa ao homem sem fé. “Sem fé a Bíblia não pode ser entendida. Aproximarmo-nos da Bíblia com espírito de frio ceticismo ou cru racionalismo, é garantir de antemão, que jamais a entenderemos” (Walter Thomas Conner, Revelação e Deus, op. cit, p. 100).

I. Entendendo a Fé no sentido primário


A fé não é um mero assentimento mental, nem um pensamento positivo como alguns a tem considerado. A fé também não é mera emoção. Trata-se de uma certeza que envolve todo o ser. Na Bíblia a fé é apresentada no sentido de confiança. Significa apresentar e colocar a vida naquilo que acreditamos. Etimologicamente, a fé vem do grego pisteo que equivale no inglês a faith e não believe que significa mera crença. No Salmo 27, Davi apresenta o verdadeiro sentido da fé. No verso 3 ele afirma “Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração”. O clássico da teologia sistemática de Charles Hodge afirma: “No sentido mais amplo do termo, fé é o assentimento à verdade, ou a persuasão da mente de que algo é certo. Em linguagem popular dizemos que cremos naquilo que consideramos correto. O elemento primário da fé é a confiança. Portanto, no sentido mais amplo e legítimo do termo fé é confiança” (Charles Hodge, Teologia Sistemática , p. 1058).

Quando você acredita e tem fé, você não apenas declara, mas vive tendo como base o que acredita. A fé não pode ser vista como um sentimento que apenas dá seu parecer quanto ao objeto, sem aceitá-lo na sua vida e ser sua norma, ao contrário, é uma ação que compromete você com quem ou o que você crê.

II. A origem e base da Fé


Essa profunda certeza que envolve todo o ser é um princípio que governa a vida. É um dom de Deus. Todo ser humano foi criado para crer; essa ação lhe é inerente. O poder não está na fé, pois ela é o meio que o conduz à sua crença. É Cristo quem faz toda a diferença, caso Ele seja buscado por ela. Pela palavra de Deus a fé que restaura, transforma e salva é a fé em Jesus. Apesar de ser ela um dom de Deus, nós é que escolheremos para que ou quem a direcionaremos. Deus nos criou como entidades morais livres. Por isso, presenciamos exemplos de fanatismos religiosos em direção a estátuas, crença em relação a torcedores por time de futebol, mas a única fé que encontra pleno resultado é a que é direcionada para Jesus.

Na última semana estudamos sobre o amor como o maior dos princípios na caminhada cristã. E a fé deve ser vista como o acesso ao efeito desse amor. “‘Para que todo aquele que crê não pereça”. Todo o amor exercido pela doação da vida de Cristo por nós para nossa salvação depende ou só será acessível a quem nele crê. Nesse sentido, a fé é o acesso à benção da salvação. Caso contrário, toda provisão do Céu para nossa salvação seria nula e ineficaz em seu efeito e permaneceríamos perdidos. A fé tem o amor como sua essência.

A base de nosso acesso a benção da salvação, ou seja, da fé, não se dá pelos sentidos, mas pela palavra, pois ela testifica do seu doador (Jo 5:39). Os sentidos são o meio para que a base forneça a fé. Por isso, o apóstolo Paulo declara que a “fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo” (Rm 10:17). Note que o sentido da audição é apenas o meio para que a base que é a palavra e ação do Espírito Santo conceda a fé como um dos mais especiais dons de Deus ao ser humano. Esse dom nos capacita a entender e a nos relacionarmos com Deus e sermos o que Ele planejou que fôssemos. Por isso, no livro de Hebreus há uma taxativa e inequívoca declaração: “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6). Portanto, as Escrituras têm toda a primazia sobre os sinais e maravilhas. É nela que encontramos segurança para nossa fé.

Deus nos concede a fé porque somente ela é o meio para termos acesso a Ele e Suas promessas. Quando a fé é direcionada a Jesus, que é o caminho único que nos conduz ao Pai (Jo 14: 5 e 6), concluímos que ela não tem substituto. Deus nos concede tudo, e principalmente o meio para termos acesso a Ele. A salvação, uma ação exclusiva e totalmente de Deus, não seria alcançada sem a fé. E esse acesso à graça manifestada por Deus, o homem não o teria se Deus não o tivesse concedido a nós. De maneira sucinta, mas completa, não há um texto na Bíblia que melhor retrate essa verdade do que Efésios 2:4. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus”.

III. O Crescimento da Fé


A fé é como o músculo que precisa ser exercitado para ter desenvolvimento. Quando mantemos nosso foco em Jesus, buscando uma contínua e ininterrupta comunhão com Ele, as circunstâncias difíceis e os fatos inexplicáveis estimulam o exercício da fé. Com o exercício vem seu crescimento e maturidade. No entanto, essas crises são oportunidades para o crescimento da fé dos que confiam em Deus.

O crescimento da fé também ocorre pela constante comunhão com seu autor. Não há crescimento da fé à parte de Jesus. A fé é o combustível da ação em direção ao que cremos. Jesus afirma: “Sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15: 5). Sendo a videira Jesus nos apresenta como seus ramos. O ramo só cresce na videira e por ela. À parte da videira, eles estão mortos. Somente pela videira eles são alimentados e crescem. Assim somos nós. Nossa fé é morta e nula fora de Cristo e não se desenvolve sem Ele. Pedro nos admoesta que devemos “crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3:18). Embora a relação da fé com o conhecimento seja um campo amplo, e a discussão acerca dessa questão seja interminável. Não podemos desassociar a fé do conhecimento. Essa relação também influencia o desenvolvimento da fé.

a) A Importância da doutrina no crescimento da fé

A base da fé é a autoridade de Jesus e Sua palavra, e a base do conhecimento são os sentidos ou a razão. A fé vem e se desenvolve da palavra (autoridade da fé), por intermédio dos sentidos (conhecimento). O conhecimento é essencial à fé, e consequentemente também ao seu desenvolvimento. Hodge afirma que a “verdade precisa ser conhecida para ser crida. Só podemos crer naquilo que inteligentemente apreendemos. Se uma proposição nos for enunciada em linguagem desconhecida, nada podemos afirmar sobre ela” (Charles Hodge, Teologia Sistemática , p. 1088).

A importância da doutrina se dá na necessidade de conhecermos o que vamos crer, e na exposição do que cremos e porque cremos. A fundamentação vem da palavra que acreditamos e apresentamos como verdade. Nossa fé se ancora em Jesus, cuja doutrina é formulada da palavra que testifica dEle (Jo 5:39). Aceitamos a verdade como Ele próprio (Jo 14:6). Por isso, o fundamento da fé não se ancora no sistema doutrinário, mas unicamente e completamente em Jesus.

Conclusão


Entendemos neste estudo que a fé é o braço que se apropria da promessa, e não deve ser confundida com convicção racional ou mero assentimento mental, embora não seja irracional. Também não pode ser vista como pensamento positivo, baseado unicamente na emoção. O melhor conceito extraído da Bíblia para fé é confiança que significa colocar a vida nas mãos daquele ou daquilo em que se acredita. É um dom de Deus, não vem de nós, e sua base e grande fundamento e origem de nossa fé é Jesus Cristo. Ela se ancora na Palavra porque esta dá testemunho de Jesus. A fé precisa ser exercitada e alimentada para alcançar crescimento e vitalidade. Este crescimento é então alcançado quando a pessoa enfrenta as circunstâncias e mantém comunhão contínua com Cristo e Sua Palavra. O conhecimento é essencial para se crer em algo ou em alguém. Soergue neste sentido a importância da doutrina, cuja tarefa é expressar o que cremos e porque cremos. Sua função é unicamente estruturar o conteúdo de nossa fé. Para ser verdadeira, deve ser fundamentada na Palavra de Deus e jamais deve ser vista como âncora da fé, porque a âncora da fé é; e sempre será Jesus Cristo.

Marcadores: , , , , ,