quinta-feira, 7 de abril de 2011

De exaltado a caído - 07/04/2011 a 09/04/2011

Quinta, 7 de abril

Aplicação
Vestido como um cristão


Em nossa busca para sermos cristãos perfeitos, caímos na cilada de “fazer” ao invés de “ser”. Em vez de dependermos de Deus, tentamos fazer o bem usando nossas próprias forças e ideias. Ficamos orgulhosos de nossos tão merecidos elogios e acabamos nos esquecendo dAquele a quem representamos. Nisso, somos exatamente como Lúcifer. Ele sentiu orgulho de sua posição diante de Deus e dos outros anjos. Por causa de seu orgulho, queria que o Céu fosse governado da forma que ele supunha ser a melhor. Por causa de seu orgulho, ele ocasionou o pecado. Ele não apenas quis ser como Deus, mas quis ser o próprio Deus.

Como podemos, em nossa busca pelo crescimento na vida cristã, não cair no orgulho espiritual? Veja algumas dicas:

Reconheça suas imperfeições. Lembre-se de que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23). Existe esperança para nós porque a graça de Deus é suficiente e Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza (confira 2Co 12:9).

Ao aprendermos a reconhecer nossas limitações, também aprendemos a depender mais de Deus do que de nossa própria energia, esforços ou talentos.
Lembre-se de Deus. Quando tudo vai bem em nossa vida, temos a tendência de não reconhecer a atuação de Deus. É por isso que Deuteronômio 8:18 pontua que lembrar dEle nas pequenas ou grandes bênçãos ajuda a nos manter na perspectiva certa. Também nos ajuda a reconhecer quão pequenos e falhos realmente somos e que somente Deus pode satisfazer nossas aspirações mais profundas.

Use as ferramentas certas. Esse conselho é importante para nos proteger dos ataques de Satanás. Deus nos deu a Bíblia. Precisamos nos aprofundar em Sua Palavra (Sl 119:11) através da leitura inteligente e meditando nas grandes verdades que ela ensina. Também precisamos orar a Deus durante o dia (Mt 26:41). Ajudar os outros a ajudarem a si próprios é outra boa maneira de nos manter perto de Deus. Quando ajudamos os menos afortunados, adquirimos mais clara consciência das bênçãos que Deus derrama sobre nós.

Deseje buscar e receber bom conselho. Algumas vezes o orgulho pode nos cegar dos motivos reais que influenciam nossas ações. Nessas horas, é bom prestar atenção às advertências e aos amorosos conselhos de irmãos e irmãs em Cristo que estão ao seu redor (Sl 37:30).

Mãos à Bíblia

5. Qual é o assunto de Apocalipse 12:7-12? Que cuidado e, ao mesmo tempo, que esperança podemos tirar desses versos?

6. Leia 2 Coríntios 11:14, prestando atenção ao contexto em que Paulo estava escrevendo. Que mensagem importante devemos aplicar para nós?

Pan Shu Qin – Chengdu, China

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

A Faculdade de Escolha - 07/04/2010 a 10/04/2010

Quarta, 7 de abril

Testemunho

Uma escolha entre muitas


Uma coisa que requer boas decisões e que pode levar ou à vitória ou à derrota, é o apetite. “No deserto da tentação, Cristo defrontou as grandes tentações principais que assaltariam os homens. Ali enfrentou, sozinho, o inimigo astuto e sutil, vencendo-o. A primeira grande tentação teve que ver com o apetite; a segunda, com a presunção; a terceira, com o amor do mundo. Satanás tem vencido seus milhões, tentando-os a condescender com o apetite. Mediante a satisfação do paladar, o sistema nervoso torna-se irritado e debilita-se o poder do cérebro, sendo impossível pensar calma e racionalmente. Desequilibra-se a mente. Suas mais nobres e elevadas faculdades são pervertidas, servindo à concupiscência animal, e desprezam-se os interesses eternos e sagrados” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 151).

“As irrefreadas satisfações da inclinação natural e a consequente enfermidade e degradação que existiam ao tempo do primeiro advento de Cristo, dominarão de novo, com intensidade agravada, antes de Sua segunda vinda” (Ibid.).

“A condescendência com o apetite teria implicado no sacrifício do vigor físico, da clareza do intelecto e do poder espiritual” (Ibid., p. 155).

Satanás pode estar à espreita ao nosso redor, mas não precisamos cair presa sua. “Todo homem tem, em grande medida, a oportunidade de fazer de si mesmo aquilo que escolher ser. As bênçãos desta vida, bem como do estado imortal, estão ao seu alcance. Ele pode edificar um caráter de sólido valor, ganhando nova força a cada passo. Pode avançar diariamente em conhecimento e sabedoria, cônscio de novas luzes ao progredir, acrescentando virtude a virtude, graça a graça. Suas faculdades melhorarão com o uso; quanto mais sabedoria alcança, maior será sua capacidade de conquista. Sua inteligência, conhecimento e virtude, se desenvolverão assim com maior força e mais perfeita simetria” (Ibid., p. 16).

Toda filosofia religiosa trata do conceito da escolha. Talvez escolher faça parte da condição humana. Queiramos ou não, o poder de escolha é nosso. A principal pergunta é: Como usaremos esse poder?

Mãos à Bíblia

7. Que opções apresentou Moisés a Israel, em nome do Senhor? Qual era a vontade de Deus a esse respeito? Dt 30:10-19. Que implicações tinham as decisões dos israelitas sobre sua descendência?

Tem-se feito muito alarde sobre o “suposto” benefício de um copo de bebida alcoólica por dia. Essa promoção, impulsionada pelos lucros da indústria de bebidas, enganou a muitos. O álcool continua a ser o que sempre foi: um dos grandes flagelos da humanidade. E com todas as advertências que recebemos sobre isso, seria tremenda tolice baixar a guarda agora. Sabe-se que cerca de 7 por cento das pessoas que tomam um primeiro trago se tornam alcoólatras ou problemáticas. A decisão de introduzir álcool em nossos lares, mesmo que seja um pouquinho, pode ter ou não repercussões sobre nós individualmente. Mas, que dizer de nossos filhos? Que dizer do exemplo que deixamos?

Jerome B. Balbastro | Dagatan, Filipinas

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terça-feira, 7 de abril de 2009

A Jornada Cristã - FÉ - 07/04/2009 a 11/04/2009

Terça, 7 de abril

Exposição
Em busca da fé de Jesus

Relatando os milagres de Cristo, os escritores dos evangelhos enfatizam que o fator subjacente não era a mágica, mas a fé. Antes da cura, as pessoas eram desafiadas a exercer fé. “Que lhes seja feito segundo a fé que vocês têm”, disse Jesus (Mt 9:29, NVI). No entanto, nem sempre resultam em fé as experiências extraordinárias que levam o selo inegável da intervenção miraculosa de Deus. A verdade é que muitos procuram maneiras de explicar, por meios naturais, essas intervenções divinas.

5. Que comparação fez Jesus entre os milagres e as Escrituras? Qual deve ser o fundamento da fé? Lc 16:30, 31

6. Que diversos aspectos dessa “vida pela fé” encontramos nas Escrituras? Rm 1:17; Gl 5:6; Tg 2:17, 18; 1Jo 5:4, 5

7. Por outro lado, qual é o resultado trágico quando não existe fé? Rm 11:20; Hb 3:19

Fé. O que é? O que é falsa fé, e como podemos discerni-la? Por que às vezes é tão difícil exercer a fé? Há séculos vem-se trabalhando nessas e em outras perguntas, mas a promessa é que, nestes últimos dias, Deus terá um povo de firmeza na fé de Jesus (Ap 14:12). Então, por que não sermos a geração da promessa? Vamos abrir Sua Palavra e estudar a fé até que não apenas a compreendamos, mas a vivamos. Ao nos aproximarmos do fim, vamos investigar algumas peças do quebra-cabeça.

A fé falsa (Tg 2:18, 19). Nem tudo que é chamado de fé é realmente fé. Em Tiago 2:18 e 19, vemos que até os demônios creem. Sua fé, porém, é falsa porque coloca de lado o personagem principal. Os demônios reconhecem a existência de Deus, mas não respondem a Ele como Deus.

Qual é a diferença entre a fé falsa e a verdadeira? Uma forma de distinguir entre as duas é que a fé verdadeira é sempre uma resposta a Deus. A fé falsa sempre está baseada em iniciativas próprias para buscar a Deus e Sua Palavra com o único propósito de confirmar e/ou fortalecer pensamentos próprios, idéias e planos.

A fé verdadeira não se origina em nós nem se centraliza em nós. É algo que Deus cria em nossa vida (Rm 12:3; Hb 12:2), depois desenvolve e aperfeiçoa (Fp 1:6; 1Ts 3:9, 10).

O combate da fé (Ef 6:10-18). O grande conflito se centraliza na questão da fé. No Céu, Lúcifer decidiu colocar fé em suas próprias ambições, percepções e pensamentos, em vez de na Palavra de Deus. Não é de surpreender que suas primeiras palavras de tentação no jardim tenham consistido de um chamado para que Eva duvidasse da palavra explícita de Deus e confiasse no que estava experimentando através de seus sentidos (Gn 3:1-6). E assim, através dos enganos de Satanás, começou neste planeta a guerra entre a carne (nossa experiência sensorial) e o Espírito (o que é revelado na Palavra de Deus).

Para nos ajudar a travar essa guerra, Efésios 6:10-16 nos instrui a tomar toda a armadura, sendo que a parte mais importante dela é o escudo da fé. Isso subentende que a fé é algo que precisamos apreender intencionalmente a fim de que ela seja eficiente. Acima de tudo o mais, precisamos manter o escudo da fé pronto para repelir as flechas ofensivas de Satanás.

Demonstração da fé (Hb 11). “Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício” (Hb 11:4). “Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte” (Hb 11:5). “Pela fé, Noé ... aparelhou uma arca” (Hb 11:7). “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu” (Hb 11:8). Quando olhamos para a galeria da fé em Hebreus 11, vemos homens e mulheres se movendo, agindo e obedecendo. O que isso nos diz sobre a fé? Estude cuidadosamente a história deles. Hebreus 11 mostra pessoas que estão colocando o peso de sua vida nas ordens e na Palavra de Deus.

Por exemplo, quando Abraão saiu de sua terra natal, dependeu completamente de Deus para guiá-lo e prover-lhe o necessário, para não mencionar sua própria vulnerabilidade ao aceitar a liderança de Deus quando solicitado a renunciar a seu único filho.

A fé é mais que uma crença; a fé é mais que uma arma de defesa no grande conflito. Fé é a questão central nesta guerra entre o bem e o mal, porque se trata de uma escolha ativa de nos tornarmos vulneráveis Àquele em quem estamos escolhendo confiar. O fator vulnerabilidade na fé vem de sermos completamente abertos e dispostos a aceitar os resultados que vêm de escolhermos a fé.

A bendita esperança da fé (1Pe 1:3-8). Por que nos importarmos em conhecer a diferença entre a verdadeira e a falsa fé? Por que suportarmos as dolorosas lutas e batalhas neste grande conflito? E por que sermos vulneráveis quando podemos aprender a nos proteger, a nos defender e a alcançar a realização? A resposta se encontra na bendita esperança de nossa fé. Leia cuidadosamente 1 Pedro 1:3-8.

Para desejarmos tal fé, para cultivarmos tal fé, talvez precisemos estudar, lutar e nos abrirmos para Jesus mais do que naturalmente o faríamos. Contudo, o bendito resultado da provação de nossa fé é a vida eterna, uma eterna conexão íntima com o próprio Deus, e glória e honra para nosso Salvador. Que Deus nos ajude ao avançarmos, concedendo-nos a fé de Jesus, hoje e cada dia que virá.

Pense nisto

1. Quem é a pessoa em quem você mais confia neste mundo? Por que você confia nela? Que atributos dessa pessoa despertam sua fé?
2. Se a fé é um subproduto de conhecer uma pessoa digna de confiança, o que precisamos fazer a fim de ter suprema fé em Deus?

Michael Belknap | Rochester, EUA

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