quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Amor - 06/01/10 a 09/01/10

Quarta, 6 de janeiro

Testemunho

Amor em ação e em verdade


“O destino do homem será determinado por sua obediência a toda a Lei. Amor supremo para com Deus e imparcial amor para com os homens, eis os princípios a ser desenvolvidos na vida” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 498).

“Jornadeando de Jerusalém para Jericó, o viajante precisava passar por um trecho deserto da Judeia. O caminho descia por entre abruptos e pedregosos barrancos, e era infestado de ladrões, sendo frequentemente cena de violências. Aí foi o viajante atacado, despojado de tudo quanto levava de valor, ferido e machucado, sendo deixado meio-morto à beira do caminho. Enquanto assim jazia, passou o sacerdote por aquele caminho; mas apenas deitou um rápido olhar ao pobre ferido. Apareceu em seguida o levita. Curioso de saber o que acontecera, deteve-se e contemplou a vítima. Sentiu a convicção do que devia fazer; não era, porém, um dever agradável. Desejaria não haver passado por aquele caminho, de modo a não ter visto o ferido. Persuadiu-se a si mesmo de que nada tinha com o caso” (Ibid., p. 499).

O aspecto mais importante dessa história é a falta de preocupação para com o sofredor mostrada pelo levita e o sacerdote. “Ambos esses homens ocupavam postos sagrados, e professavam expor as Escrituras. Pertenciam à classe especialmente escolhida para servir de representantes de Deus perante o povo. Deviam ‘compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados’ (Hb 5:2), para que pudessem levar os homens a compreender o grande amor de Deus para com a humanidade” (Ibid., p. 499, 500).

Em nossa época, somos chamados a praticar o tipo de amor requerido pelo Espírito de Deus. O levita e o sacerdote ouviram o ensino de Jesus sobre o amor, mas não colocaram em prática o que Ele ensinou. Da mesma forma, frequentemente temos interpretado mal a palavra amor. Contudo, “o amor de Deus no coração é a única fonte de amor para com o nosso semelhante. ... ‘Se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeita a Sua caridade’ (1 Jo 4:20 e 12)” (Ibid., p. 505).

Mãos à Bíblia

4. Em que o conselho de Jesus é superior à atitude de Seus contemporâneos? Qual foi Seu argumento para essa nova posição? Mt 5:43-48

Inimigo é um oponente, rival, concorrente, desafiante, contendor. Inimigo é quem nos odeia ou nos maltrata. Pode até ser o cônjuge ou outro membro da família. Às vezes, aqueles com quem trabalhamos lado a lado podem começar a nos considerar oponentes. Inimigo pode ser alguém por quem tivemos grande consideração por um bom tempo, ou pode até ser alguém em nossa igreja. Precisamos perceber que inimigo é qualquer pessoa que provoca aflição suficiente para nos tentar à vingança.

5. Que outros conselhos encontramos a respeito da necessidade de expressar amor? Pv 15:1; 25:21; 1Pe 3:9

Esther Aoko | Kendu Bay, Quênia

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O Dom Profético - 06/01/2009 a 10/01/2009

Terça

Profeta em Israel

Antes de morrer, Moisés disse aos israelitas: “O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás” (Dt 18:15). O contexto indica que essa profecia teve aplicação imediata para a liderança profética de Israel nos anos seguintes à morte de Moisés (Dt 18; 34:9, 10; Os 12:10). Os profetas, desde Josué até Malaquias, foram um cumprimento parcial da profecia de Moisés.

Só Cristo, porém, podia preencher completamente as condições da predição de Moisés (veja Jo 1:21; 6:14; 7:40). Ele veio como o segundo Moisés, não para livrar Seu povo do poder de governos terrestres, mas livrá-lo do poder do pecado.

São famosos os escritos dos profetas do Antigo Testamento, desde Isaías até Malaquias. Além disso, houve muitos outros profetas na história de Israel. Samuel viveu durante o período dos juízes (1Sm 3:20). Gade e Natã continuaram seu trabalho (2Sm 12:1; 24:13). Depois da divisão do reino, em 931 a.C., achamos os profetas Aías (1Rs 11:29), Elias (1Rs 18:1) e Eliseu (2Rs 2:9-14) ministrando para o povo de Deus.

Os profetas eram provenientes de todas as profissões e camadas sociais: Jeremias e Ezequiel eram sacerdotes; Isaías e Sofonias eram de sangue real; Daniel era primeiro-ministro de Babilônia; Samuel era juiz; Eliseu era fazendeiro, e Amós era pastor. Qualquer que fosse sua posição, todos eles eram mensageiros de Deus por meio de quem o Senhor tentava impedir Israel de cair em pecado. Alguns profetas escreveram livros (1Cr 29:29; 2Cr 9:29), outros, não (1Rs 17:1; 2Rs 2:15); alguns foram conselheiros de reis (1Sm 22:5), outros pregaram para o povo (Ez 3:17). Depois de quatro séculos de silêncio profético, João Batista apareceu como o último dos profetas do período da antiga aliança (Mt 3:1).

Em todas as Escrituras Sagradas, vemos o Senhor falando com Seu povo pelos Seus servos, os profetas. A Bíblia inteira, em si, é o trabalho desses profetas, transmitindo as mensagens que Deus lhes dera. Não importa quão diferentes fossem sua proveniência, educação ou temperamento; não importa que houvesse algumas falhas em seus personagens (com a radical exceção de Jesus, evidentemente), esses seres humanos, de carne e sangue como nós, foram usados pelo Senhor para proclamar Suas mensagens, as quais ainda estão sendo proclamadas hoje em quase cada país do mundo e continuarão até o fim dos tempos.

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