segunda-feira, 5 de julho de 2010

Judeu e gentio - 05/07/2010 a 10/07/2010

Segunda, 5 de julho

Evidência
Revolucionário relutante


Muitos judeus não queriam aceitar a mensagem de Paulo em qualquer nível. Isso não era novidade para ele. Nas cidades por onde passou, o apóstolo viu o povo judeu lutando com três aspectos da mensagem. Primeiramente, contra a própria fé (Fp 3:6, 7). “Saulo tinha tomado parte relevante no julgamento e condenação de Estêvão, e a impressionante evidência da presença de Deus com o mártir tinha-o deixado em dúvida quanto à justiça da causa que ele havia esposado contra os seguidores de Jesus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 112, 113).

Em segundo lugar, contra o objeto da fé. Paulo teve que aceitar Jesus como o Messias. A revelação na estrada de Damasco o convenceu. “Saulo sabia agora com certeza que o prometido Messias viera à Terra na pessoa de Jesus de Nazaré” (Ibid, p. 116).

E por último contra a ideia do povo da fé. Talvez o mais difícil de aceitar fosse o fim do status especial dos judeus. Isso explica sua insistência em voltar a Jerusalém no fim de seu ministério. Leia Atos 21:13.

Como Paulo, precisamos separar a aliança eterna centralizada na divina lei de amor e a aliança secundária, que marcou um acordo particular com um certo grupo de pessoas. Paulo cria que a fé é sempre fundamental. “Que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça” (Rm 4:3) Quando as pessoas são tentadas a voltar ao ritual judaico como um meio de salvação, elas precisam examinar seriamente os escritos de Paulo, pois ele havia vivido tanto no mundo judaico como no cristão.

Mãos à Bíblia


Para fins didáticos, podemos classificar as leis do Antigo Testamento em várias categorias: leis morais – estão resumidas nos Dez Mandamentos (Êx 20:1-17). O Decálogo resume os requisitos morais da humanidade; leis cerimoniais – regulava os ritos do santuário, descrevendo as várias ofertas e as responsabilidades do cidadão individual. Essas leis representavam o verdadeiro sacrifício que seria feito por Cristo (Hb 9:11-14; 24-25); leis de saúde – incluem os princípios higiênicos e de saúde; leis civis – regulavam o direito civil. Pelo menos, em grande parte, as leis civis não mais poderiam ser impostas depois que os judeus perderam a independência e caíram sob o controle de outros povos. As leis de saúde sempre vão valer, pois foram dadas em favor da nossa saúde. Os preceitos cerimoniais caducaram depois que o Messias veio, pois apontavam para Ele.

Douglas Hosking – Williams Lake, Canadá

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domingo, 5 de julho de 2009

Experimentando a Palavra da Vida - 05/07/2009 a 11/07/2009

Experimentando a Palavra da Vida


“Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo” (1Jo 1:3, NVI).

Prévia da semana:
A alegria e a comunhão pessoal com Jesus são experiências contagiantes. Abrem nossos olhos para as possibilidades de desfrutar plena alegria em nossos dias.

Leitura adicional: Caminho a Cristo

Domingo, 5 de julho

Introdução
Cestos de fardos


Todos os cristãos experimentam a Deus pelo menos uma vez na vida. Pode ser uma pequena experiência, mas ela está lá. John T. Faris deve ter experimentado Jesus de maneira especial para contar esta história tão bem: “Um pai estava carregando um pesado cesto e seu filho pediu para ajudá-lo. O pai cortou uma vara e passou-a pelas alças do cesto, de forma que a extremidade do lado do menino fosse três ou quatro vezes maior. Cada um pegou em sua extremidade, e o cesto foi levantado e facilmente carregado. O filho estava levando o fardo com o pai, mas achou seu trabalho fácil e leve porque o pai carregava a extremidade da vara onde se concentrava o peso. O mesmo acontece quando tomamos o jugo de Cristo; Ele Se certifica de que o fardo colocado sobre nós seja leve, e Ele leva a extremidade pesada.”*

Todos os dias Deus carrega cestos de fardos para muitas pessoas. Um exemplo é a história de uma adolescente. Mary nasceu numa família cristã pobre em Myanmar. Um dia, uma amiga lhe disse que ela poderia ir à Tailândia e ganhar um bom dinheiro. Então, com a ajuda da amiga, Mary viajou para lá. Ela seguiu a amiga até um grande edifício, e lhe foi dito que entrasse para conversar com seu gerente. Mary nunca mais viu a amiga. Tinha sido vendida para a prostituição.

Mary pediu a Deus que a ajudasse a escapar. Ela orou e chorou o dia todo. Naquela noite, a porta se abriu, e entrou um homem tailandês. Mary contou seus problemas ao homem. Quando terminou, ele disse: “Não se preocupe, irmã. Vou ajudar você.”

Toda noite o homem vinha ao quarto dela para deixar um lençol. Certa noite, ele disse a ela: “Você está pronta para escapar? Acho que esta corda é longa o suficiente para chegar até o chão!” O homem ajudou Mary a escapar, e os dois agora são casados.

Quando acho as coisas difíceis, lembro-me das histórias de John Farris e de Mary. Deus sempre nos ajuda a carregar nossos cestos de fardos. Portanto, quando um denso nevoeiro de dúvidas está ao nosso redor, ainda podemos continuar andando, confiantes de que nosso Pai está carregando os fardos para nós. Ao estudarmos esta semana sobre Jesus, a Palavra, que possamos sentir que nossos fardos estão sendo levantados.

*J. T. Faris, His Yoke Is Easy (Williamsport, Penn.: The Coslett Publishing Company, 1938), p. 13.


Mãos à Bíblia


1. Que certeza João transmite na introdução de sua primeira epístola? Que esperança você pode tirar dessas palavras? 1Jo 1:1-4

João começa assinalando que, juntamente com outros, ele é testemunha ocular da “Palavra da vida”.

2.
Que duas coisas João diz que virão como resultado de sua declaração sobre a “Palavra da vida?”

O objetivo de João parece ter sido que conheçamos, por nós mesmos, a realidade de Deus que ele próprio havia experimentado em Jesus. Ele queria que conhecêssemos a vida eterna, a comunhão e a alegria que podemos ter em Jesus.

Peempahn Henley | Sydney, Austrália

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