segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Amor - 04/01/2010 a 10/01/2010

Segunda, 4 de janeiro

Evidência
Um fruto do Espírito


O Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade, é nosso Mestre, Instrutor e Consolador. Como Seus filhos, Deus quer que vivamos uma vida honrosa, livre do pecado. Uma vida assim Lhe traz glória. Para nos ajudar a viver essa vida, Ele nos dá o Espírito Santo.

O Espírito Santo tem qualidades que, quando absorvidas pelo coração humano, resultam em completa mudança de vida. Uma dessas qualidades é o amor piedoso. Onde há esse tipo de amor, há paz, tranquilidade e alegria. Se o amor não fosse parte dos frutos do Espírito, os outros frutos não existiriam, pois o amor piedoso engloba todos os outros frutos.

Paulo pregou o evangelho durante seu ministério aos gálatas, e trabalhou duro para explicar-lhes os frutos do Espírito. A Galácia era uma província romana na Ásia, com habitantes não judeus. Eles estavam divididos sobre a questão de dever ou não seguir a Cristo. Muitos deles criam que observar a lei de Moisés fosse a chave para se tornar cristão. Contudo, Paulo refutou essa crença, e os convenceu de que apenas a fé, acompanhada de boas obras, pode fazer de alguém verdadeiro cristão.

Na sociedade de hoje, podemos ver vários exemplos em que a falta de amor piedoso levou à horrível destruição. Tome, por exemplo, Ruanda, em meados da década de 90; o Iraque, no princípio da década de 90 e também no início do século 21; e até mesmo meu país natal, o Quênia, em 2008. A ausência de amor piedoso leva ao ódio, destruição e morte, com os quais Satanás se deleita.

Em Gálatas 5:15, Paulo adverte que a falta do amor piedoso pode fazer com que nos comportemos como animais selvagens, e os resultados disso ele enumera em Gálatas 5:19-21. Contudo, nos versos 22-24, ele delineia as qualidades produzidas pelo Espírito, que são completamente opostas às qualidades que o pecado produz.

Lembremo-nos de que Paulo não estava se dirigindo somente aos gálatas. Estava colocando um forte fundamento para os verdadeiros cristãos das gerações vindouras. Portanto, nós também temos a responsabilidade de exercer o amor piedoso. Tal amor é o primeiro passo no desenvolvimento de um caráter semelhante ao de Cristo.

Mãos à Bíblia

O amor definido é o primeiro passo; o amor aplicado é o seguinte. Devemos ser cuidadosos para não dizer impensadamente que amamos; ao contrário, precisamos analisar cuidadosamente nossa maneira de viver e de aplicar os princípios do amor como são expressos na Bíblia.

2. Examine cada aspecto individual do que é o amor e pergunte: Como posso aplicar esses princípios em meu lar? 1Co 13:4-8

George Otieno |
Mbita Point, Quênia

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domingo, 4 de janeiro de 2009

O Dom Profético - 04/01/2009 a 10/01/2009

O DOM PROFÉTICO

o Dom Profético - Patriarcas e Profetas

Verso para memorizar: Então disse: Ouvi agora as minhas palavras: se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, a ele me farei conhecer em visão, em sonhos falarei com ele.

Leituras da semana: Gn 20:7; Êx 15:20; Dt 18:15; Mt 11:11; Jo6:14; Hb 11:24-26

Ao longo na história, e mesmo até o presente, podemos encontrar exemplos de pessoas proferindo predições sobre o futuro. Na maioria dos casos, essas coisas nunca se cumpre. Quando se cumprem, vários fatores podem estar envolvidos. Pode ser pura coincidência? Talvez o Senhor esteja nisso? Ou talvez o inimigo esteja trabalhando para enganar tantos quanto possa?

Nas Escrituras, aqueles a quem Deus dotou com o dom de profecia eram pessoas que caminhavam com Ele. Não que fossem sem pecados, mas se esforçavam para viver em harmonia com Sua vontade revelada. Mantinham comunhão pessoal com Deus e, nesse contesto, o Senhor podia usá-las de modo especial.

Nesta semana, vamos estudar como Ele as usava.

Prévia da semana: Os profetas do Antigo e do Novo Testamento eram santos ou homens e mulheres comuns? Que papel tinham as profecias em Israel? Quais eram as diferenças entre os apóstolos e os profetas do Novo Testamento?

Domingo

Patriarcas e Profetas

1. Em Gn 20:7 encontramos a primeira menção da palavra profeta, em que contexto ela foi usada? O que podemos aprender do contexto de quem era o profeta e como agia?

No pentateuco, os cinco primeiros livros da bíblia, a palavra profeta descreve o receptor da revelação divina. Durante o tempo dos juízes a palavra vidente parece ter entrada em uso (1Sm 9: 9, 11, 18, 19). Mais tarde, o uso reverteu novamente para o termo mais antigo, os profetas não eram apenas porta vozes de Deus, mas em certas ocasiões também eram intermediários entre Deus e o povo.

Em Gn 20 Abraão foi intermediário entre Deus e Abimeleque. Ele deveria orar a Deus em favor dele. Abraão é uma figura proeminente no Antigo Testamento, por três vezes nas escrituras ele é chamado de amigo de Deus (2Cr 20:7, Is 41:8, Ti 2:23).

Quando completou 99 anos de idade Deus lhe disse: Farteei fecundo extraordinariamente, e de ti farei nações e reis procederão de ti (Gn 17:6). Uma promessa que humanamente falando parecia impossível. Por ter Abraão acreditado em Deus, apesar do que a razão humana lhe dizia, ele se tornou o pai de todos os que crêem (Rm 4:11).

Considerando que Abraão esteve disposto a sacrificar o filho em resposta a ordem de Deus (Gn 22) parece incrível que ele tivesse mentido a Abimeleque em respeito a Sara (Gn 20:2). Porém, a situação é muito natural. Assim como a água reflete o rosto, o coração reflete quem somos nós. (Pv 27:19)

A manifestação ocasional da antiga natureza remanescente no crente, a apostasia dos filhos de Deus em todas as eras e nosso triste afastamento do caminho da justiça são suficientes para explicar a deplorável conduta do pai de todos os que crêem.

Quão humano era Abraão? Momentos de grande fé. Momentos de profundo lapsos. Qual o seguidor do Deus de Abraão não pode se identificar com ele? Que encorajamento você encontra no fato de que apesar dos erros e falta de fé manifestada por Abraão Deus ainda sim o usou poderosamente? Como podemos aprender a não permitir que nosso erros nos impeçam de continuar avançando em fé?

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