quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Bons pensamentos - 02/02/2011 a 05/02/2011

Quarta, 2 de fevereiro

Testemunho
Como o homem pensa

“A mente é uma herança de Deus. As faculdades da mente Devem ser cultivadas. Devem ser usadas tão sabiamente que aumentem em força. Cada um deve usar os talentos que lhe foram confiados de modo que seja realizado o maior bem. A mente deve ser educada de maneira que sejam produzidas as melhores energias do ser e cada faculdade seja desenvolvida” (Ellen G. White, Mente, caráter e personalidade, v. 2, p. 665).

“Viva a vida de fé dia a dia. Não fique ansioso nem preocupado com o tempo de angústia, tendo assim um tempo de angústia antecipado. Não fique pensando: ‘Tenho medo de não permanecer em pé no grande dia da provação’. Você deve viver para o presente, somente para este dia. O amanhã não lhe pertence. É hoje que você deve conservar a vitória sobre o eu. É hoje que você deve viver uma vida de oração. É hoje que você deve combater o bom combate da fé. É hoje que você deve crer que Deus o abençoa.

E ao obter a vitória sobre as trevas e a falta de fé, você satisfará os requisitos do Mestre e se tornará uma bênção aos que estão ao seu redor” (Ellen G. White, “The Light of the World,” The Signs of the Times, 20 de outubro de 1887).

Mãos à Bíblia

6. Que verdade importante a Bíblia traz sobre os pensamentos? Como essa verdade deve afetar nossos pensamentos? Essa ideia de verdade deixa você nervoso(a) e temeroso(a), ou traz esperança? Analise o motivo de sua resposta. 1Rs 8:39; Sl 19:14; 1Cr 28:9; 1Sm 16:7

“Sim, só Tu conheces o coração do homem.” (1Rs 8:39). Somente Deus tem acesso à nossa mente, com suas intenções e desejos. Quando as pessoas estão muito desencorajadas para orar, Deus conhece sua necessidade. Conhece os pensamentos de maneira que os outros nunca poderão alcançar.

Em suas decisões diárias, pare um momento e faça uma oração silenciosa. Desfrute a compreensão de um diálogo íntimo unicamente entre você e Deus.

Christine Miles | Dannemora, Nova Zelândia

Marcadores: , , ,

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Amabilidade - 02/02/2010 a 06/02/2010

Terça, 2 de fevereiro

Exposição
Ponto fraco ou virtude?

Uma mulher reclamava constantemente para o marido sobre a falta de asseio da vizinha do lado. Através de sua vidraça, ela muitas vezes via roupa suja pendurada na varanda da vizinha toda vez que esta lavava as roupas da família. Numa bela manhã, a mulher perturbada olhou do outro lado e ficou surpresa ao ver a roupa limpa pendurada na varanda. “Ei! Olhe!” Ela falou para o marido. “Eles devem ter aprendido a lavar a roupa adequadamente. Quem será que os ensinou?”

O marido sorriu e sussurrou para a esposa: “Levantei-me cedo hoje de manhã e limpei nossas vidraças.”

Uma nobre característica (Cl 3:12-14). Muitas pessoas no mundo hoje consideram a amabilidade um ponto fraco. Contudo, a Bíblia nos ensina que esse não é o caso. A amabilidade é uma nobre característica. É amor em ação, pois o amor não pode existir por longo tempo sem se expressar. Portanto, estamos certos em concluir que a amabilidade é amor prático.

A palavra grega para “amabilidade” (ou “benignidade”) é chrēstotēs, que é traduzida como “bondade”, “bem” (ver Rm 3:12; Gl 5:22; Ef 2:7). “Essa palavra expressa amor em ação (1Co 13:4). Descreve a consideração gentil, graciosa, amável, tanto em disposição como em ação, para com as necessidades do próximo.”1

Aproximadamente dois anos atrás, no Quênia, enfrentamos o momento mais difícil da história de nosso país. Consistindo de mais de 40 tribos/dialetos distintos, o Quênia sempre havia sido um refúgio pacífico na África. Contudo, no fim de dezembro de 2007, o povo elegeu novos líderes políticos. Os resultados da eleição foram colocados em dúvida, e muitos se voltaram contra seus vizinhos. Durante a primeira parte do ano seguinte, vizinhos mataram vizinhos e desumanamente destruíram as propriedades uns dos outros. O medo e o pânico se espalharam como um tsunami.

Em certa área, um edifício de igreja abrigava dezenas de pessoas em busca de segurança, após muitos outros lugares supostamente seguros terem sido incendiados. Contudo, a igreja também foi incendiada. Certa senhora, que conseguiu sair do edifício em chamas com o filho, foi confrontada por uma turba que assistia ao espetáculo. A mãe e a criança foram atacadas com espadas e jogadas de volta no fogo. Em vez de encontrarem a paz e o amor de Deus que o edifício representava, as pessoas que estavam ali dentro morreram selvagemente.

Em Colossenses 3:12, Paulo escreveu: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade” (Almeida Revista e Corrigida). Aqui o apóstolo enfatiza a necessidade de um ato voluntário pelo qual os cristãos tomam sobre si a semelhança de Cristo e Seu caráter. Ao chamar-nos de “eleitos de Deus”, ele está dizendo que somos súditos do reino dos Céus. Todos os que aceitaram a Cristo, a despeito de distinções nacionais, religiosas, raciais e sociais, são eleitos de Deus. Paulo nos admoesta a revestir-nos de “entranhas de... benignidade”. No grego, a palavra “entranhas” é splagchna, que significa “as partes interiores” ou “a sede das emoções”.2 Nossa vida deve ser centralizada em Cristo. Nosso caráter deve falar dAquele que nos chamou.

A medida do Reino de Deus (2Sm 9:1-13; Jo 13:1-30). Em 2 Samuel 9:1-13, há uma história que nos mostra o que significa ser amável. O rei Saul queria Davi morto. Contudo, após a morte de Saul, e por amor ao filho dele, Jônatas, Davi perguntou se restava alguém da família de Saul a quem ele pudesse mostrar misericórdia. A resposta foi sim – o filho aleijado de Jônatas, Mefibosete. Leia essa tocante história, se já não o fez.

Também devemos nos lembrar da amabilidade de Jesus para com Judas, o discípulo que O traiu. Cristo sabia o que Judas iria fazer. Contudo, ao lavar os pés de Judas, Jesus amavelmente realizou a tarefa que só um escravo estrangeiro era ensinado a fazer. Se esse ato de humildade não pôde convencê-lo do amor de Jesus, nada mais poderia. Talvez ele tivesse visto o comportamento de Jesus naquela noite como sinal de fraqueza – um ato indigno de alguém que afirmava ser seu Rei.

Com frequência, muitas pessoas hoje veem atos amáveis como sinais de fraqueza. Contudo, precisamos nos lembrar de que atos amáveis realizados como resultado de nosso relacionamento com Cristo são registrados nos livros do Céu. Nunca nos empenhemos numa análise custo-benefício para ajudar a decidir se devemos praticar esse ou aquele ato de amabilidade. Ser amável nunca devia ter que ver com o benefício que poderia ser obtido de atos de amabilidade, mas com o benefício que os outros podem tirar deles, a despeito do que possa nos custar.

Como cristãos, devemos nos certificar de que nossas palavras e atos refletem o caráter de nosso Salvador. Aprender dEle diariamente nos ajuda a estar conscientes de Seu caráter e das expectativas que Ele tem em relação a nós. E ser amáveis é uma dessas expectativas. Lembremo-nos sempre de que o amor e a verdade são os fundamentos de Seu reino. A amabilidade sincera é a medida desse fundamento. É o aspecto prático de nossa religião.

1. The SDA Bible Commentary, v. 7, p. 212.
2. Ibid.

Mãos à Bíblia

Uma das maneiras mais importantes de manifestarmos amabilidade, especialmente em casa, é o modo de falar uns com os outros. A atmosfera do lar é grandemente determinada pelas palavras que pronunciamos. Tantos problemas, tantas ofensas, tantas tensões e até brigas poderiam ser evitados caso fôssemos cuidadosos não só com o que dizemos, mas como dizemos. Com frequência, pode-se dizer algo e não ferir nem ofender, ou pode-se dizer as mesmas palavras para a mesma pessoa e ferir e ofender muito. A chave é a maneira de falar.

4. Que princípios importantes se encontram na Bíblia sobre o que dizemos e como dizemos? Como você usa as palavras quando fala com os outros? O que você pode fazer para ser mais amável na comunicação verbal? Pv 15:1-5; 25:11-15

Caroline Mwelu | Nairóbi, Quênia

Marcadores: , , ,

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Testando os Profetas - 02/02/2009 a 07/02/2009

Segunda, 2 de fevereiro

Evidência
As mãos do Oleiro

testando os profetas2. Qual é uma das provas mais importantes de um profeta verdadeiro? Is 8:20. Por que deve ser tão importante?

Tudo o que um profeta diz deve se harmonizar com o que Deus já revelou. O mesmo aconteceu com Ellen White – o que ela escreveu está de acordo com a Bíblia.

Vivemos numa sinfonia de espaço e tempo, de livre arbítrio humano e de presciência divina, de ação e reação. Marie Beyon Ray escreveu: “Temos apenas este momento, cintilando como uma estrela em nossa mão... e se derretendo como um floco de neve.”* Esta é nossa sina. Contudo, nosso Deus eterno vive em relação ativa com nossa finita condição restrita ao tempo. Ele se agrada de lidar conosco em nossos momentos, e responder a nossas escolhas e atos. Como tal, a profecia não vive num vácuo, mas depende do Deus que a concede, passada de seres humanos para seres humanos que estão em plena posse de livre arbítrio e que habitam no espaço e no tempo. Algumas profecias são incondicionais, como as grandes profecias messiânicas cumpridas na pessoa de Cristo, e a promessa de Sua segunda vinda. Mas, ao mesmo tempo, há algumas profecias condicionais que dependem da reação humana à comunicação de Deus. Um exemplo é a história de Jonas, em que Deus parece mudar de idéia em resposta ao arrependimento da cidade de Nínive. Isso não torna Jonas um falso profeta. Ele cumpriu a ordem de Deus para pregar Sua mensagem a Nínive.

Em Jeremias 18:6-10, Deus disse ao profeta Jeremias que fosse à casa do oleiro a fim de ouvir a mensagem de Deus. Ao chegar, ele viu um oleiro em ação. O vaso que estava sendo moldado apresentou um defeito. Em resposta, o oleiro refez o vaso como bem lhe aprouve. Deus, então, comparou o oleiro a Si mesmo, e o barro a Israel. Ele disse aos israelitas que eles precisavam mudar de idéia sobre sua condição. Contudo, Israel não mais via como uma mudança seria possível, indicando que haviam perdido completamente de vista seu Oleiro. Às vezes, somos como os israelitas. Ficamos desesperados a respeito de nossa condição, nossa aparente incapacidade de mudar. Mas, ao nos concentrarmos em nossas falhas, perdermos de vista as majestosas mãos de Deus, mãos que têm a capacidade de nos refazer para um propósito agradável e útil. Deus está qualificado para nos moldar e está pronto a fazê-lo. Resta-nos a escolha: Permitiremos a ação da majestade de Deus nos momentos de nossa vida?

Pense nisto

A profecia de Jeremias é condicional ou incondicional, e por quê?
Como a atitude de Israel para com a mensagem de Deus molda o resultado?

* The Quotations Page. Consulta feita em 18 de Novembro de 2007, em www.quotationspage.com/quotes/Marie_Beyon_Ray/

Daniel Thompson Watford, Inglaterra

Marcadores: , , ,