quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Redenção para judeus e gentios - 01/09/2010 a 04/09/2010

Quarta, 1º de setembro

Testemunho

Salvo por ascendência real?


Paulo diz claramente que foi separado por Deus para ser o apóstolo aos gentios. Contudo, tinha grande preocupação por seus compatriotas judeus. Isto é claramente exposto em Romanos 9:3, quando ele diz: “Pois eu até desejaria ser amaldiçoado e separado de Cristo por amor de meus irmãos, os de minha raça”.

Paulo estava preocupado porque, embora o povo de Israel tivesse grandes privilégios divinos como nação, não cumpriram o propósito singular de Deus para eles. “Houvessem os filhos de Israel sido leais ao Senhor, e Ele teria podido cumprir Seu desígnio, honrando-os e exaltando-os. Houvessem andado nos caminhos da obediência, Ele os teria exaltado ‘sobre todas as nações que fez, para louvor, e para fama, e para glória’ (Dt 26:19). ‘Todos os povos da Terra verão que és chamado pelo nome do Senhor’, disse Moisés; ‘e terão temor de Ti’ (Dt 28:10). ‘Os povos ... ouvindo todos estes preceitos’ dirão: ‘Eis um povo sábio e inteligente, uma nação grande’ (Dt 4:6). Devido a sua infidelidade, porém, o desígnio de Deus só pôde ser executado através de contínua adversidade e humilhação” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 28).

“Os judeus afirmavam ser descendentes de Abraão; mas, deixando de fazer as obras de Abraão, demonstraram que não eram verdadeiros filhos dele. Unicamente os que estão espiritualmente em harmonia com ele são considerados autêntica descendência.” (Ellen G. White, Este Dia Com Deus, MM 1980, p. 181).

“A indiscutível obediência de Abraão foi um dos mais significativos exemplos de fé e confiança em Deus que se podem encontrar no Registro Sagrado. ... É uma fé e confiança como essa de Abraão que os mensageiros de Deus hoje necessitam” (Ellen G. White, Maravilhosa Graça [MM 1974], p. 131.

Mãos à Bíblia


Em Romanos 9:25, Paulo cita Oseias 2:23 e, no verso 26 ele cita Oseias 1:10. O contexto é que Deus instruiu Oseias a tomar “uma mulher de prostituições” (Os 1:2) como ilustração da relação de Deus para com Israel, porque a nação havia seguido deuses estranhos. Os filhos nascidos desse casamento receberam nomes que significavam rejeição e castigo de Deus sobre o Israel idólatra. A terceira criança foi chamada de Lo-Ami (Os 1:9), que significava, literalmente. “não meu povo”.

4. Por que disse Paulo que só o remanescente seria salvo? Rm 9:25-29

Jared Bosire – Mombasa, Quênia

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Confiança - 01/09/2009 a 05/09/2009

Terça, 1º de setembro

Exposição

Confiança é crença


Crer no Filho. Em João 3:16 lemos sobre a intenção de Deus e a obrigação dos seres humanos na obtenção da vida eterna. Esse é um dos textos mais comuns entre os que são universalmente ensinados, para revelar o propósito do cristianismo na vida humana: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (NVI). Nosso dever é crer no Filho dado a nós para nossa redenção através do inestimável amor de Deus.

Em toda religião, o primeiro passo é crer na Divindade e no que ela faz. Isso também ocorre com o cristianismo. Crer na existência de Deus e em Seu Filho Jesus Cristo nos coloca à parte da condenação e da morte, como está escrito em João 3:36. Crer é estar seguro de algo sem ter nenhuma prova. Se dizemos que cremos em Jesus, o que realmente isso mostra? Seu corpo, seus lábios e sua disposição na vida. O ato de crer ocorre em nossa mente, mas se manifesta em nossas palavras e atitudes. “A posição de um homem diante do Pai é determinada por sua atitude para com o Filho.”* É por isso que Paulo diz: Esmurro o corpo e o reduzo à escravidão para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. O que cremos governa o que fazemos.

Se alguém não crê no Filho, está sujeito à ira de Deus. Então, isso nos força a crer em Jesus? É claro que não, mas nossa salvação é somente através de Cristo, nosso Senhor. Embora ainda não estejamos em julgamento, conhecemos nossa condição quanto a crermos ou não crermos. João 3:18 diz: “Quem não crê já está julgado porque não crê no Filho único de Deus.” Assim, crer em Jesus Cristo como o Filho único do Pai é um pré-requisito para a salvação. Contudo, o reverso também é verdadeiro. A distinção entre quem é salvo e quem é condenado é expressa em atos. As obras das trevas são para a condenação, e as obras da luz são para a salvação (Jo 3:19, 20).

Confiar e obedecer (At 16:31; 1Co 9:27). No Antigo Testamento, Cristo era simbolizado por um cordeiro. Muito embora Cristo ainda não estivesse na Terra, ainda assim era o foco da salvação. Os patriarcas criam que eram perdoados por meio do sangue do cordeiro sacrificado a Deus. Todos os que creem em Jesus após Sua morte também têm a vida eterna. A morte dEle cumpriu o ritual da morte dos cordeiros no santuário.

Qualquer pessoa que confiar em Cristo e Lhe obedecer pela fé, terá a vida eterna. Paulo e Silas confirmaram isso ao carcereiro filipense quando a porta da prisão se abriu miraculosamente. O carcereiro perguntou: “Que devo fazer para ser salvo?” (At 16:31, NVI). A Bíblia diz que toda a família dele foi batizada naquele mesmo dia. Pedro enfatizou em Atos 4:12 que não há nenhum outro nome debaixo do céu, além do nome de Jesus, pelo qual podemos ser salvos. Nossa confiança em Cristo como nosso Salvador nos salva da morte e nos concede a cidadania celestial.

Confiança e ousadia (Hb 4:16; 1Jo 2:12; 5:13-21). Mesmo em meio ao esforço de viver de acordo com Cristo, ainda erramos. Contudo, quando o fazemos, nossos pecados são perdoados em nome de Cristo. “Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados, graças ao nome de Jesus” (1Jo 2:12, NVI). Obtemos grande confiança e certeza em fé. Jesus é nosso Sumo Sacerdote que simpatiza com nossa fraqueza. Porque Ele está à direita de Deus intercedendo por nós, podemos nos achegar ousadamente junto ao trono, para encontrarmos graça e misericórdia em tempo de necessidade. Ele está sempre à disposição quando O buscamos.

Também temos confiança em Cristo Jesus no sentido de que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouvirá. Quando Pedro foi aprisionado, a igreja se reuniu para oferecer constante oração a Deus por sua libertação, e isso ocorreu (At 12:1-18). A igreja não havia se esquecido das promessas e certezas que Jesus havia dado – de que tudo o que pedirmos em Seu nome, Deus fará, para que Ele possa ser glorificado no Filho (Jo 14:13). “Deus mantém cada promessa que fez” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 147). É a confiança que temos nEle que opera milagres. Pois está escrito em Tiago 1:6-8 que devemos pedir com fé, “sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento. Não pense tal pessoa que conseguirá coisa alguma do Senhor, pois tem mente dividida e é instável em tudo o que faz” (NVI).

* The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 934.


Mãos à Bíblia

4. Que certeza podemos ter quanto às nossas orações? 1Jo 5:14, 15. O que isso deve significar para nós?

Podemos ir a Deus com todas as nossas alegrias, fardos e pedidos. Podemos Lhe dizer que precisamos de dinheiro, que temos problemas com nossos filhos e precisamos de Sua intervenção, que estamos gravemente doentes e precisamos de cura. Mas será que Ele sempre nos envia um cheque, nos cura de uma doença ou corrige nossos filhos? Não, necessariamente. Quando Jesus orou no Getsêmani, Ele acrescentou à Sua oração: “Faça-se a Tua vontade” (Mt 26:42); e Deus não O livrou da cruz.

Mas podemos crer que, ao fazermos uma oração confessando pecados e pedindo perdão, Deus prontamente nos atende. Se eu Lhe pedir para me fazer Seu filho porque aceito Jesus como Salvador e Senhor, Deus responderá imediatamente a essa oração.
Justificar
Ampoma Wiredu-Ababio K. | Kumasi, Gana

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

MULHERES EM MISSÃO - 01/09/2008 a 06/09/2008

Segunda, 1º de setembro

Evidência
A profetisa do tempo do fim

Assim como Deus deu aos filhos de Israel um profeta para cada era diferente em que eles viveram, Deus nos dá o mesmo dom hoje. Ellen G. White, uma profetisa para nós neste tempo do fim, traz a mensagem apropriada para todos os filhos de Deus que estão vivendo no mundo de hoje. Ela escreveu mensagens e conselhos para nós, jovens de hoje, que precisam ser ouvidas se desejamos ser preservados para o Dia do Senhor.

Um dia, o Senhor falou a ela, pedindo-lhe que apresentasse uma determinada mensagem numa reunião de oração. Mas por ter a saúde debilitada e ser apenas uma adolescente, ela ficou com medo. Contudo, pediu ao Senhor que lhe desse coragem para apresentar a mensagem, e conseguiu fazê-lo.

Ao longo de todo o seu ministério, houve pessoas que declararam que ela não era uma profetisa de Deus, e a puseram à prova. Conta um relato que quando ela estava em visão em uma das reuniões de oração, não respirou por longo tempo. As pessoas na reunião colocaram um espelho perto de sua boca e nariz para ver se ela estava respirando. Não havia umidade no espelho para indicar que estivesse. Ela ficou sem respirar tanto tempo que as pessoas quiseram chamar um médico.

Hoje, podemos olhar também para o teste bíblico de um profeta e ver que ela passa no teste – indicando ter sido ela uma verdadeira profetisa de Deus. A seguir, estão algumas das qualificações dos profetas verdadeiros:

1. Os profetas verdadeiros não mentem. Suas predições se cumprem (Jr 28:9).
2. Os verdadeiros profetas profetizam em nome do Senhor, não em seu próprio nome (2Pe 1:21).
3. Os verdadeiros profetas não dão sua própria interpretação particular à profecia (2Pe 1:20).
4. Os verdadeiros profetas apontam os pecados e transgressões do povo de Deus (Is 58:1).
5. Os verdadeiros profetas advertem o povo de Deus sobre a vinda de Seu juízo (Ap 14:6, 7).
6. Os verdadeiros profetas edificam a igreja, aconselhando-a e advertindo-a em assuntos religiosos (1Co 14:3, 4).
7. As palavras dos verdadeiros profetas estão em harmonia com as palavras dos profetas que os precederam (Is 8:20).

Há tanta sabedoria que Ellen White nos deu pela graça de Deus, que estudar seus escritos é verdadeiramente uma bênção.

Samba Chiseya | Cidade do Cabo, África do Sul

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