quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Imoralidade na Fronteira - 10/12/09 a 12/12/09

Quinta, 10 de dezembro

Aplicação

Firmes em meio à apostasia


Após uma viagem difícil de travessia por trechos desérticos, os filhos de Israel finalmente chegaram às fronteiras da Terra Prometida. Muito pouco era deixado por conta da imaginação agora. A visão das planícies ondulantes e o cativante aroma de uma multidão de espécies vegetais devia tê-los inspirado a reivindicar a terra prometida por Deus. Infelizmente, eles se permitiram ser apanhados pelo diabo, que está sempre conspirando e planejando.

Assim como fez com os israelitas, Satanás nos tentará a resmungar, reclamar e duvidar da bondade de Deus. Quando tudo o que Ele preparou para nós está ao alcance da vista, enquanto estamos nas fronteiras da Canaã celestial, também estamos correndo o risco de perder tudo.

Para termos certeza de que estaremos entre aqueles que chegarão em segurança à Canaã celestial, cada um de nós precisa, através da oração, conservar as defesas contra o diabo, vestindo toda a armadura da fé. Por causa da maneira sutil como o diabo tece sua teia do mal, é essencial que permaneçamos alerta. Os três passos seguintes nos ajudarão a fazer isso.

Evite ficar ocioso. Há ocasiões em que deixamos as coisas piedosas e nossa mente fica ociosa. Isso poderia ser resultado das várias atrações que o mundo lança sobre nós. Nossos sentidos ficam insensíveis em relação às coisas celestiais. Em Filipenses 4:8, Paulo nos encoraja a conservar a mente naquilo que é virtuoso.

Evite o mal. O pecado nos rodeia todos os dias. Contudo, não podemos usar isso como desculpa para ser subjugados por ele. Em João 17:15, Jesus orou para que fôssemos guardados do mal enquanto estamos neste mundo.

Tome medidas contra o pecado. Por mais que tentemos permanecer longe do pecado, ele pode e irá se manifestar entre nós. Já que é assim, precisamos, como indivíduos e como igreja, fazer algo quanto a isso. Em João 8, Cristo deu exemplos de como podemos, de maneira gentil, mas firme, lidar com o pecado.

Pecado não é meramente fazer algo errado. Os motivos e desejos que fazem com que pequemos também são maus. Cristo Se oferece para purificar-nos desses maus motivos e desejos. Davi fez uma oração, que se encontra no Salmo 51, pedindo que Deus o recriasse.

Mãos à Bíblia

“Depois da terrível devastação em Sitim, o Senhor não havia acabado Seu trato com os midianitas, aqueles que – mediante engano – haviam provocado tanto sofrimento a Seu povo. Justiça precisava ser feita. Esse ramo em particular dos midianitas se havia entregue à idolatria e todos os males que daí provinham. Como os amorreus, esse clã de Midiã havia “enchido a taça de sua iniquidade” (Ellen G. White, Review and Herald, 2 de maio de 1893.) E o Senhor decretou sua destruição.

6. Leia a história da destruição dos midianitas. Nesse relato, quais são algumas das coisas difíceis de entendermos hoje? Nm 31

7.
Qual era a lei a respeito das mulheres tomadas em cativeiro? Dt 21:10-14

Sincengani Mabhena Ncube | Pretória, África do Sul

Marcadores: , , ,

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Benefícios do sacrifício Expiatório de Cristo - 10/12/2008 a 13/12/2008

Quarta, 10 de dezembro
Evidência
O tipo e o antítipo


5. Como a intercessão de Cristo no santuário celestial afeta o mundo natural? Jo 3:35; Cl 1:16, 17; Hb 1:3
Provavelmente, a Terra seria tão devastada quanto Marte se não fosse a cruz de Cristo e Sua intercessão diante do Pai. Como já foi indicado, o pecado teve um efeito negativo sobre o mundo natural; a Terra se tornou uma expressão da natureza rebelde do pecado. Mas Deus não abandonou o mundo natural. Confira em Salmos 145:9 e Atos 17:28. A preservação de nossa vida não é resultado de leis mecânicas trabalhando independentemente de Deus.

Por mais de 150 anos, o assunto da expiação tem sido percebido pelos adventistas como o processo de remissão de pecados. As ordenanças pertencentes a essa obra eram realizadas no santuário terrestre, que era “cópia e sombra daquele que está nos céus” (Hb 8:5, NVI). Está claro na Bíblia como a ministração do santuário terrestre era conduzida. Envolvidos nesse serviço sacrifical, estavam sacerdotes ministrando diariamente no lugar santo do santuário. Havia também a obra especial de expiação, feita pelo sumo sacerdote uma vez por ano. Esse serviço era realizado no lugar santíssimo do santuário. Nessa ocasião especial, estavam envolvidos dois bodes sem mácula e um sumo sacerdote. Um bode era escolhido para ser morto para o Senhor como oferta pelo pecado, e o outro, como “bode emissário” (Lv 16:8).

“Então [Arão] colocará as duas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessará todas as iniqüidades e rebeliões dos israelitas, todos os seus pecados, e os porá sobre a cabeça do bode. Em seguida, enviará o bode para o deserto aos cuidados de um homem designado para isso. O bode levará consigo todas as iniqüidades deles para um lugar solitário. E o homem soltará o bode no deserto” (Lv 16:21, 22).

“Toda esta cerimônia tinha por fim impressionar os israelitas com a santidade de Deus e o Seu horror ao pecado; e, além disso, mostrar-lhes que não poderiam entrar em contato com o pecado sem se poluir” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 419).

Também aprendemos que, conquanto houvesse um substituto para o pecador, o pecado não era cancelado pelo sangue da vítima. O sumo sacerdote, portanto, como mediador, tomava os pecados sobre si e, colocando as mãos sobre a cabeça do bode vivo, transferia-os para o bode. O desaparecimento do bode com os pecados do povo para uma terra deserta era a liberação e purificação final do tabernáculo do peso dos pecados humanos. Agora, no verdadeiro santuário do Céu, é a obra da expiação, preparatória para Sua segunda vinda, que Cristo está realizando há mais de um século. Ele entrou no lugar santíssimo do santuário com Seu próprio sangue, para realizar Sua obra como Sumo Sacerdote, intercedendo por todo pecador. Pela virtude de Seu próprio sangue, Cristo removerá todos os pecados de Seu povo do santuário celeste no fim de Sua obra de expiação. Os pecados serão, então, colocados sobre Satanás, o autor do pecado, que levará a pena final. “Assim será Satanás para sempre banido da presença de Deus e de Seu povo, e eliminado da existência na destruição final do pecado e dos pecadores” (Ibid., p. 422).

Ann Adoyo | Kisumu, Quênia

Marcadores: , , ,