segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Imoralidade na Fronteira - 07/12/09 a 12/12/09

Segunda, 7 de dezembro

Exposição
Tão próximo, mas tão distante


Levados à desobediência por mulheres estrangeiras (Nm 25). O exército de Israel começou a cometer adultério com as filhas de Moabe. As mulheres midianitas influenciaram os homens hebreus a adorar Baal-Peor. Isso acendeu a ira de Deus contra Israel. Após ser instruído por Deus, Moisés disse aos juízes de Israel que matassem todos os homens que haviam se juntado à adoração de Baal-Peor e que pendurassem suas cabeças à luz do sol, para que Sua ira se desviasse. Vinte e quatro mil mortes ocorreram em resultado disso.

Enquanto os filhos de Israel estavam chorando à porta do tabernáculo, Zinri trouxe uma prostituta midianita para o acampamento à vista de Moisés e do resto da congregação. Fineias se levantou dentre a congregação e atravessou com uma lança tanto Zinri quanto a prostituta midianita. Pelo fato de Fineias ter sido zeloso para com seu Deus, recebeu a aliança da paz. A ira de Deus foi assim desviada dos filhos de Israel.

A combinação de idolatria e pecado sexual que abre o capítulo 25 de Números foi ideia de Balaão (veja Nm 31:16; Ap 2:14), o mesmo Balaão que havia acabado de abençoar Israel e que parecia estar do lado deles. É fácil ver como os israelitas foram enganados, pois Balaão parecia dizer e fazer todas as coisas certas. ... Só depois que Balaão infligiu grande dano a eles foi que os israelitas perceberam que ele era ganancioso, usava feitiçaria e estava profundamente envolvido em práticas religiosas pagãs. Precisamos ser cuidadosos para pesar tanto as palavras quanto os atos daqueles que afirmam oferecer ajuda espiritual.”1

Os midianitas derrotados pelos filhos de Israel (Nm 31). Mil homens foram escolhidos de cada uma das 12 tribos de Israel para lutar contra os midianitas. Os filhos de Israel mataram todos os homens midianitas, bem como os cinco reis de Midiã. Tomaram cativas todas as mulheres e crianças, juntamente com todo o gado e rebanhos. Também destruíram todas as suas cidades. Moisés ficou irado com eles porque haviam poupado as mesmas mulheres que fizeram com que Israel adorasse Baal-Peor. Ele então ordenou que todas as crianças do sexo masculino e todas as mulheres que não eram virgens fossem mortas.

Também instruiu os israelitas que se eles matassem uma pessoa ou tocassem num corpo, deviam ficar fora do acampamento por sete dias e se purificar ao terceiro e ao sétimo dias. Também tinham de purificar todas as suas vestes e tudo o que era feito de pele e de pelo de cabra, bem como qualquer coisa feita de couro e madeira. Só então estariam limpos e lhes era permitido entrar novamente no acampamento.

Hoje em dia essas medidas parecem severas e mesmo bárbaras. Contudo, “quando descobrimos pecado em nossa vida, precisamos lidar com ele de maneira completa. Quando os israelitas mais tarde entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente para com o pecado que os acabou arruinando. Moisés lidou com o pecado de maneira imediata e completa. Quando Deus apontar o pecado, seja rápido para removê-lo de sua vida”.2

Não deixe que a história se repita (1Co 10:1-14). Os filhos de Israel deviam tomar posse da terra que Deus havia prometido a Abraão séculos antes. Foram guiados pelo poderoso braço de Deus e, portanto, tiveram sucesso garantido porque Deus nunca pode ser derrotado. A parte deles era deixar Deus ajudá-los a ser um povo santo. Contudo, seu comportamento e desejos traziam derrota para eles próprios. A idolatria e o adultério os afundaram.

Estamos nas fronteiras da Terra Prometida celestial. Portanto, aprendamos com os erros que os filhos de Israel cometeram, para não cairmos nas mesmas armadilhas.

1. Life Application Study Bible, New International Version (Wheaton, Ill. & Grand Rapids, Mich.: Tyndale House & Zondervan Publishing), p. 259.
2. Ibid., p. 267.


Mãos à Bíblia


2. De acordo com Apocalipse 2:14 e Números 31:16, como aconteceu essa tragédia a Israel?

Impossibilitados de ter sucesso na primeira tentativa, seus inimigos fizeram outra tentativa, e funcionou melhor. O princípio deve ser claro: Quando agimos com fé e obediência, fecham-se muitas portas para o pecado, engano e ruína. Mas quando deixamos de fazer o que devemos, tudo pode acontecer. Então, veja como é importante permanecer no caminho da obediência.

Solwazi Khumalo | Pretória, África do Sul

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Benefícios do sacrifício Expiatório de Cristo - 07/12/2008 a 13/12/2008

Benefícios do Sacrifício Expiatório de Cristo


“E por isso Ele pode, hoje e sempre, salvar as pessoas que vão a Deus por meio dEle, porque Jesus vive para sempre a fim de pedir a Deus em favor delas” (Hb 7:25).

Prévia da semana: Vida nova exige novo comportamento. Podemos fazer essas mudanças somente com Seu poder em nossa vida.

Domingo, 7 de dezembro

Introdução
O outro lado dos desastres

1. Como Paulo relaciona a expiação com a ressurreição de Jesus? 1Co 15:16-18

A morte de Cristo não teria qualquer poder de expiação ou perdão se não tivesse sido seguida pela ressurreição do Senhor. Conseqüentemente, não devemos restringir a obra expiatória de Cristo a um único evento dentro do plano divino de salvação. A cruz e a ressurreição são duas partes inseparáveis na obra de redenção.

2. Como você explicaria a íntima relação entre a ressurreição, a ascensão e a obra de intercessão de Cristo? 1Pe 3:21, 22; Rm 8:34-39

Sua ressurreição e ascensão significam, primeiro, que Ele completou a obra que viera fazer na Terra (Jo 17:4, 5; 19:30). Segundo, por Sua ressurreição e ascensão, Cristo uniu permanentemente a Deus aqueles que exercerem fé em Sua morte sacrifical. Terceiro, a ascensão de Cristo testemunha também que foi completa a Sua vitória na cruz sobre os poderes do mal.

Não importa o que façamos, nem onde estejamos, nada chama nossa atenção mais do que os desastres. As notícias diárias transmitidas pela TV e jornais estão cheias de tragédias, tristeza e desespero. Sabemos o que o pecado tem feito em nossa vida porque, de uma forma ou outra, entramos em contato direto com seus efeitos. Às vezes, tememos por nossa própria vida, sabendo que, por mais que tentemos impedir, a vida na Terra culminará em morte. Nosso grau de instrução, nossas riquezas, posição social, nem as melhores posses, nada deste mundo pode nos garantir a eternidade.

Contudo, como cristãos, sabemos que há alguém constantemente suplicando a Deus em nosso favor e que há esperança além da sepultura. Ao desempenhar suas atividades durante o dia, você já parou para pensar que, apesar de o pecado macular nossa vida, Cristo está sempre pedindo a Deus que perdoe você e o(a) ajude a se tornar mais semelhante a Ele? Com que freqüência você pára durante a semana para se lembrar de que Ele não deseja a perdição de ninguém na Terra, mas a reconciliação de todos com Ele?

O sacrifício expiatório de Cristo serve para nos levar de volta ao nosso Criador, por mais pecaminosos que sejamos. Nossas orações diárias são apresentadas a Deus pela voz de Seu único Filho. Por essa razão nos é dada a oportunidade de viver hoje e amanhã – e durante toda a eternidade quando Cristo voltar. Nosso estudo desta semana derramará mais luz sobre nossa compreensão do sacrifício expiatório de Cristo, para que possamos aproveitar melhor seus benefícios.

Saline Khavetsa | Ndhiwa, Quênia

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