quinta-feira, 3 de março de 2011

Ciúme e inveja - 03/03/2011 a 05/02/2011

Quinta, 3 de março

Aplicação
Ele tem, eu não


O time de basquete da casa pega o rebote e toma a bola do time adversário e corre em direção ao cesto. O armador principal passa a bola para Mark. Restando cinco segundos, e sendo que o time está perdendo por um ponto, Mark dribla um jogador adversário, faz a bandeja e a cesta da vitória! Os torcedores explodem num frenesi de alegria, enquanto os colegas de equipe de Mark o carregam nos ombros. Anthony, contudo, fica parado, sozinho e derrotado, no centro da quadra. “Eu é que devia ter feito a cesta”, ele suspira tristemente consigo mesmo.

Com o suor a lhe escorrer pelo rosto e a descer pelas costas, Joel respira pesadamente ao andar rápido para não chegar atrasado à aula. De repente, escuta um barulho de carro: Vvvvrrrrooomm! Ele para e se vira, enquanto ouve o som de música alta e o barulho de redução da marcha do novo carro esporte turbinado dirigido pelo capitão do time de futebol da faculdade. Joel apressa o passo para entrar pelo portão do campus e vê aquele aluno com sua namorada saindo do carro e andando de braços dados para a sala de aula. “Ah, se eu fosse ele”, Joel suspira. “Então eu poderia conseguir a garota mais bonita da escola e uma bolsa de estudos por ser bom em futebol”.

Quantas vezes já nos vimos tendo ciúme de alguém, pensando como é possível lidar com essa emoção! Aqui vão algumas sugestões para ajudar:

Leia bons livros. Para começar, sugiro o capítulo 59 de Patriarcas e Profetas. Ele trata do desejo dos israelitas por terem seu próprio rei, imitando os reinos que os cercavam.

Ajude os menos afortunados. Ajudar outros que estão em necessidade nos dá um senso de bem-estar e realização. Além disso, ajudar outros tira nossa mente do que não temos e nos capacita a gostar do que temos.

Ore fervorosamente. Peça a Deus que seja o centro de sua vida. “As circunstâncias podem nos separar de todos os amigos terrestres; nenhuma, porém, nem mesmo a distância, nos pode separar do celeste Consolador. Onde quer que estejamos, aonde quer que tenhamos ido, Ele Se encontrará sempre à nossa direita, para apoiar, suster, erguer e animar” (O Desejado de Todas as Nações, p. 669, 670).

Mãos à Bíblia

7. O que Jesus fez para despertar o ódio dos líderes religiosos? O que as ações deles revelam sobre seu coração? Ao pensar em sua resposta, pense em como você teria respondido se fosse você que estivesse nessa situação.

Linval Lewis – St. Catherine, Jamaica

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Domínio Próprio - 03/03/2010 a 06/03/2010

Quarta, 3 de março
Testemunho
Determinando o futuro

“O que pode ser feito para conter a onda de doenças e crime que está varrendo a humanidade e levando-a à ruína e à morte? Como a grande causa do mal deve ser encontrada na condescendência com o apetite e a paixão, a primeira e grande obra de reforma deve ser aprender a praticar as lições de temperança e domínio próprio. Para efetuar uma mudança permanente na sociedade para melhor, a educação das massas precisa começar cedo na vida. Os hábitos formados na infância e juventude, os gostos adquiridos, o domínio próprio obtido, os princípios inculcados desde o berço são, de maneira quase certa, o que determina o futuro do homem ou da mulher. Crime e corrupção ocasionados pela intemperança e moral frouxa podem ser evitados pelo treinamento adequado na juventude. Um dos grandes auxílios no aperfeiçoamento de um caráter puro e nobre nos jovens, que os fortaleça no controle do apetite e faça com que se abstenham de excessos degradantes, é a boa saúde física. E, por outro lado, esses mesmos hábitos de domínio próprio são essenciais para a conservação da saúde” (Ellen G. White, Advent Review and Sabbath Herald, 13 de dezembro de 1881).

“Os muros do domínio próprio e da restrição própria, em nenhum caso devem ser enfraquecidos e derribados” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 168). “Os que não vencem nas pequeninas coisas não terão força moral para resistir tentações maiores. Todos os que procuram fazer da honestidade o princípio dominante nos assuntos diários da vida, necessitam estar em guarda para que não cobicem nenhuma prata, nem ouro, nem vestes. Enquanto estiverem contentes com o alimento e o vestuário apropriados, considerarão um problema fácil guardar o coração e as mãos do vício da cobiça e desonestidade” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, p. 410).

“Sem dúvida, [irmã H] você enfrentará coisas que irão exacerbar sua mente e testá-la severamente; mas o domínio próprio pode ser seu na força de Jesus.” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 501).

Mãos à Bíblia

“Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9:27, NVI).

A partir dessa declaração de Paulo, responda às perguntas a seguir:

7. Que analogia (comparação) Paulo usa para nos ajudar a entender a batalha contra o eu e o pecado na qual todos estamos envolvidos?

8. Que confiança tinha Paulo a respeito da corrida em que estava? De onde vinha a confiança dele? Por que devemos ter a mesma confiança?

9. Embora Paulo mostrasse confiança, ele também estava ciente da possibilidade do fracasso. Como ele descreveu isso, e qual foi a solução?

Khaka Gomba Pretória, África do Sul

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terça-feira, 3 de março de 2009

A Mensagem dos Profetas - 03/03/2009 a 07/03/2009

Terça, 03 de março

O sábado


O sábado e o casamento são as únicas instituições terrestres que nos vem desde antes de o pecado entrar no mundo. Consequentemente, as vezes, elas são chamadas as irmãs gêmeas do Paraíso. Quando você olha para nosso mundo hoje, percebe quanto Satanás se esforçou para as deformar e tornar impuras.

4. Em que sentido o quarto mandamento é diferente dos outros? Êx 20:1-17

O quarto mandamento é, de certo modo, um mandamento de prova. Ele põe em teste a espiritualidade humana. Por lidar com o tempo, que é invisível, em lu­gar de objetos tangíveis, é bem apto para medir a atitude da humanidade em rela­ção a Deus. Nossa maneira de nos sentir com relação ao sábado indica como nos sentimos em relação a Deus. É o único mandamento que uma pessoa pode trans­gredir e ainda ser completamente aceita como boa pessoa em qualquer socieda­de cristã conservadora.

Em certo sentido, o sábado é arbitrário. Por que o sétimo dia de preferência a algum outro? É porque Deus disse isso, e só por isso. Existe muita lógica óbvia e aparente em não roubar, não matar, não cobiçar, e assim por diante. Você não tem que ser cristão para seguir esses preceitos; muitos não cristãos fazem assim.

Mas obedecer o sábado, que não está arraigado em quaisquer fenômenos na­turais, é revelar a disposição de obedecer simplesmente porque Deus nos diz que devemos fazer isso. A guarda do sábado é um ato de fé; guardamos o sábado não porque seja socialmente aceitável, não porque seja popular, não porque se encai­xe em algum ciclo natural. Não, guardamos o sábado porque Deus nos ordena e, como cristãos do Novo Testamento salvos pela graça, revelamos nossa fé pela obediência aos mandamentos de Deus (Tg 2:10, 11; 1Jo 5:2, 3; Ap 14:12).

De fato, descansando no sábado, estamos revelando ao mundo que todo esse discurso de descansar em Cristo não é só da boca para fora. Como guardadores do sábado, verdadeiramente descansamos na obra de salvação que Cristo fez por nós, não apenas diariamente, mas também de modo especial cada semana, e revelamos a plenitude de nossa certeza em Cristo descansando no sábado (veja Hb 4:1-11).

A guarda do sábado é uma expressão exterior de nosso descanso em Cristo.

Embora, de certo modo, o sábado seja arbitrário, quais são os benefícios tangíveis e práticos que obtemos de santificar o sábado, como Deus ordenou? O que você pode fazer para apreciar melhor os benefícios do sábado?

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