quarta-feira, 2 de junho de 2010

Integridade: Inteireza e Santidade - 02/06/2010 a 05/06/2010

Quarta, 2 de junho

Testemunho

Modelo de integridade e influência


Meus pais se sacrificaram muito para ajudar a outros. Por observá-los, cresci apreciando o valor da integridade. O exemplo deles criou dentro de mim um desejo de fazer o que eu puder para usar, para o benefício de outros, os talentos que Deus me deu.

“Deus deseja que aproveitemos todas as oportunidades de assegurar uma preparação para a Sua obra. Espera que Lhe submetamos todas as nossas energias, e conservemos o coração atento à sua santidade e responsabilidades terríveis” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 498).

É interessante que, enquanto ajudamos os pobres, somos aconselhados a manter “sempre em vista suas necessidades espirituais” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 198). Devemos ir ao encontro das pessoas onde elas estão, e educá-las, não no orgulho, mas na edificação do caráter. As melhores coisas da vida – simplicidade, honestidade, veracidade, pureza, integridade – não podem ser compradas nem vendidas. Para todos Deus proveu muitos prazeres bons que podem ser desfrutados tanto por ricos quanto por pobres. O prazer se encontra em cultivar pensamentos puros e atos abnegados. O prazer vem de se falar palavras de simpatia e de se realizar boas ações.

Para aqueles que realizam tal obra, a luz de Cristo brilha, iluminando-lhes a vida escurecida por muitas sombras. “Integridade, abnegação e humildade devem caracterizar nossa vida” (Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 131).

“É essencial que cultivem a fidelidade em coisas pequenas, e assim fazendo vocês adquirirão hábitos de integridade em responsabilidades maiores. Os pequenos incidentes da vida diária muitas vezes passam sem os notarmos, mas são essas coisas pequeninas que formam o caráter. Todo acontecimento da vida é de grande importância para o bem ou para o mal. A mente tem que ser educada mediante provas diárias, para que adquira vigor para resistir em qualquer situação difícil. Nos dias de provação e perigo, vocês precisarão estar fortalecidos para ficar firmes ao lado do direito, a despeito de qualquer influência contrária” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 270).

Milhares de milhares de seres humanos estão perecendo. Há uma grande obra a ser feita. Você está fazendo tudo o que pode para ajudar?

Considerações


A maneira mais correta de se proteger de doenças sexualmente transmissíveis, como a herpes e a aids, é seguir os princípios bíblicos de moralidade sexual. O prazer sexual é reservado para um homem e uma mulher dentro do casamento. Ponto. Qualquer coisa fora disso está distante do plano de Deus e é errada. E pode ainda levar a algumas consequências físicas muito sérias. Também não há somente consequências físicas. O custo emocional pode ser terrível, especialmente para as mulheres, sobre quem, frequentemente, recai mais pesadamente o estigma da imoralidade sexual, por mais injusto que seja. Até algumas organizações seculares concordam que a abstinência sexual fora do casamento é a melhor escolha que se pode fazer.

Lani Tomagan-Willis | Pasay, Filipinas

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terça-feira, 2 de junho de 2009

A Jornada Cristã "DISCIPULADO" - 02/06/2009 a 06/06/2009

Terça, 2 de junho

Exposição

Pescar gente


Conhecer alguém importante, ou até mesmo alguém que conheça alguém importante, de certa forma parece nos dotar de um halo de glória. Os discípulos de Jesus não eram exceção a essa infeliz característica humana.

5.
Como alguns discípulos (e seus parentes) esperavam que o fato de seguir Jesus aumentasse seu status? Qual foi a resposta de Jesus? Mt 20:20-23; Mc 10:35-41. De quem essa atitude nos faz lembrar? Is 14:12-14

6.
Qual é o custo do discipulado? Mc 8:31-38

Seguir a Cristo não é coisa fácil. Inevitavelmente, envolve sofrimento. Assim como Cristo disse que Ele “devia sofrer”, o mesmo devemos também experimentar.

“Jesus lhes disse: Venham comigo, que Eu ensinarei vocês a pescar gente” (Mt 4:19). Diante deles estava uma nova oportunidade de emprego, uma nova carreira na escola de Cristo. Embora o acordo não tenha sido plenamente compreendido, esses discípulos tinham o coração disposto a aprender. Um espírito disposto a ser ensinado é necessário para o sucesso final de qualquer estudante, e essencial para um verdadeiro discípulo de Cristo. Em Marcos 3:14 e 15, Jesus chama Seus alunos e alunas para três atividades básicas. Primeiro, que estejam com Ele; segundo, que Ele os envie a pregar; e terceiro, que eles tenham o poder de curar e livrar as pessoas de Satanás. Vamos, então, explorar cada uma dessas atividades do discipulado.

Estar com Jesus (Êx 18:17-27; Mc 3:13-19). É vitalmente importante que os discípulos de Cristo compreendam o valor de estar com Jesus. Jesus compreendia o princípio de que o conhecimento é obtido pela associação.1 “Os piedosos dão bons conselhos para seus amigos; os ímpios os induzem ao erro” (Pv 12:26, New Language Translation). Fica claro que importa com quem nos associamos. Não há como escapar da influência de nossos amigos. Além disso, à medida que os discípulos fazem da associação com Cristo sua primeira tarefa, descobrirão equilíbrio e direção.

Em Êxodo 18, Jetro adverte Moisés a recanalizar suas energias. É interessante que Jetro não lança imediatamente seu famoso plano organizacional, mas só o faz mais adiante nesse capítulo. Sua primeira preocupação era que Moisés não deixasse de estar “diante de Deus” (v. 19).

Quando os discípulos de Cristo fazem desse passo crucial de estar com Jesus uma prioridade diária, podem olhar para Deus em busca de uma missão.

Experimentar a missão (Êx 18:20; Mt 10:7; Mc 3:14). A segunda fase do discipulado, encontrada em Marcos 3, diz: “para que... os enviasse a pregar” v. 14, NVI). Pregar e ensinar são o resultado natural após se passar tempo precioso com Jesus. Ao cumprir essa parte da comissão, Jetro encarrega Moisés, em Êxodo 18:20, de seu dever de ensinar. As leis e estatutos que revelavam Jesus e as características de Seu governo deviam ser o assunto. Em Mateus 10:7, Cristo diz que o reino de Deus deve ser o enfoque de cada testemunho. Cada discípulo de Cristo precisa ter em mente que “nossa influência sobre outros não depende tanto do que dizemos, mas do que somos. Os homens podem combater ou desafiar a nossa lógica, podem resistir a nossos apelos; mas a vida de amor desinteressado é um argumento que não pode ser contradito. ... A Palavra de Deus falada por uma pessoa santificada por ela, tem poder comunicador de vida, que a torna atrativa aos que a escutam, convencendo-os de que é uma divina realidade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 142).

Partilhe o poder (Êx 18:20-23; Mc 3:15). A terceira fase do discipulado é que Seus discípulos teriam “poder para curar doenças e para expulsar demônios” (Mc 3:15, New King James Version). Cristo equipa Seus discípulos com evidências convincentes da veracidade de sua mensagem. “Eles são incumbidos de proclamar a chegada do reino de Deus, e de confirmar sua mensagem através da realização de sinais. ... A mensagem se torna um evento, e o evento confirma a mensagem. O reino de Deus, Jesus Cristo, o perdão dos pecados, a justificação do pecador através da fé, tudo isso é idêntico com a destruição do poder do diabo, a cura dos doentes e a ressurreição dos mortos.”2 Jetro aconselha Moisés: “Mostre-lhes o caminho em que devem andar e o que devem fazer... E também você escolherá dentre todo o povo homens capazes, que temam a Deus, homens de verdade, que odeiem a cobiça; e coloque-os sobre eles” (Êx 18:20, 21, New King James Version). Quão mais convincente é a mensagem de um discípulo quando é acompanhada por evidências do fato de ele ter experimentado pessoalmente o poder curador de Jesus sobre o pecado em sua vida e sobre o controle de Satanás?

Há alguma cláusula em letrinhas miúdas na aula de discipulado de Cristo? Para dizer a verdade, há algumas coisas a serem lembradas. Filipenses 1:29 diz: “Pois Ele tem dado a vocês o privilégio de servir a Cristo, não somente crendo nEle, mas também sofrendo por Ele”. Bonhoeffer declara: “Os mensageiros de Jesus serão odiados até o fim do tempo. Serão acusados por todas as divisões que ocorram em cidades e lares. Jesus e Seus discípulos serão condenados de todos os lados.”3 Contudo, Romanos 8:18 diz que “o que sofremos durante a nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum, com a glória que nos será revelada no futuro”. Uns poucos versos antes nos é dito que os discípulos de Cristo experimentarão maravilhosa liberdade interior (Rm 8:15). Provérbios 11:25 promete que, ao partilharmos o que temos com outros, desfrutaremos de abundantes bênçãos. João 14:27 promete paz, enquanto que 2 Timóteo 1:7 afirma que não teremos medo. Então, o que há a perder? Cristo diz: “Não tenha medo de ninguém, pois Eu estarei com você para protegê-lo” (Jr 1:8).

1. Robert Coleman, The Master Plan of Evangelism (Grand Rapids, Mich.: Spire Books), p. 39.
2. Dietrich Bonhoeffer, The Cost of Discipleship (New York: Touchstone), p. 207, 208.
3. Ibid., p. 215.

Lisa Poole | Elbert, EUA

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