sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Geazi - 17/12/2010 a 18/12/2010

Sexta, 17 de dezembro

Opinião
Salário da ganância


Por causa de sua ganância, Geazi se colocou numa terrível situação. Sua história nos ensina a verdade de 1 Timóteo 6:10, de que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”. Também podemos aprender de Geazi que nossas boas companhias não nos protegem necessariamente do mal que está dentro de nós. Eliseu foi um dos grandes profetas de Deus. Contudo, parece que Geazi não permitiu que o exemplo de Eliseu o influenciasse no que dizia respeito a seu insaciável desejo por dinheiro.

Esse desejo tornou Geazi um mentiroso. Mas, como ele descobriu, Deus não Se agrada de uma língua enganosa. A Bíblia ensina que colheremos o que plantarmos, portanto, quando Geazi mentiu, tanto para Naamã quanto para Eliseu, descobriu que ele próprio havia recebido a doença da qual Naamã havia sido curado. O que sai da nossa boca é o que sai de nosso coração. Os pensamentos maus levam a palavras e atos maus.

“Até que venha o dia da prova, quão pouco os homens conhecem sua própria fraqueza! Julgam-se sábios, mas se fazem tolos. Não há nada de que os homens possam se orgulhar. Mesmo aqueles que se encontram nas posições de maior responsabilidade caem em pecado, enquanto aparentemente estão rodeados dos melhores privilégios religiosos. O caso de Geazi é um em que podemos meditar com proveito. Esse homem habitava na casa do santo profeta Eliseu, via sua vida piedosa, ouvia suas ferventes orações e seus ensinos sobre os princípios corretos. Contudo, não se tornou melhor. Enganou Naamã a fim de receber uma recompensa. Sua punição veio do Senhor. A lepra de Naamã se apegou a ele.

“Judas foi contado entre os doze apóstolos. Ouviu as preciosas lições que caíam dos lábios de Cristo. Sempre teve diante de si um exemplo perfeito, contudo seu coração não era reto. Ele foi arruinado pelo pecado da cobiça. ‘Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição’” (Ellen G. White, The Ellen G. White 1888 Materials, p. 1530).

Mãos à obra

1. Leia a história de Geazi em Profetas e Reis, capítulo 20, “Naamã”, p. 244-253. O que você aprendeu? Por que Geazi foi punido com a lepra? O que você acha que isso significa?
2. Faça uma comparação das histórias de Geazi, Ananias e Safira e Judas Iscariotes. Que atos deles foram semelhantes? Qual foi o resultado em cada história? De que maneiras os resultados de seus atos foram iguais? De que maneiras foram diferentes?
3. Entreviste um membro da igreja que faz um bom planejamento financeiro e pergunte sobre como podemos fazer um orçamento que nos permita devolver o dízimo, contribuir para as missões e para projetos evangelísticos e ainda ter o suficiente para pagar nossas contas pessoais.

Mwendwa Kakui | Kikima, Quênia

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Unidos a Cristo - 17/12/2008 a 20/12/2008

Quarta, 17 de dezembro

Testemunho
Vindo à mente de Deus


2. Nos textos seguintes, como entendemos a expressão “em Cristo”? Rm 16:7; Gl 3:28; Ef 1:1; Cl 1:28; 1Ts 4:16

A expressão “em Cristo” é usada por Paulo em uma variedade de modos. Em alguns casos, Paulo usa “em Cristo” para se referir a algo que Deus faz em Cristo. Por exemplo, “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5:19). A expressão também é usada para indicar que tudo o que o cristão faz é feito em união com Ele: Nos alegramos nEle (Fp 3:1), nEle nos gloriamos (Rm 15:17), permanecemos firmes nEle (Fp 4:1), somos fortes nEle (Ef 6:10), e nEle praticamos obras de fé (Gl 5:6). A expressão “em Cristo” também mostra que Ele é nosso centro original de existência e guia tudo o que somos e fazemos, e é a Ele que vamos para conhecer a nós mesmos e o destino glorioso preparado para nós.

A mente é uma importante faculdade do corpo humano e também poderoso instrumento para o bem ou para o mal. Como Ellen White diz, “os homens devem tornar-se súditos do reino de Cristo. ... Por leis e recursos Deus, providenciou uma comunicação com a vida espiritual do homem, que em sua ação é tão misteriosa como a ciência e a atuação do vento (Jo 3:7 e 8). ... Tão espiritual é a espécie da atuação de Deus no coração humano que a recebe, que torna o homem uma nova criatura” (Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 14, 15).

“A mente deve ser disciplinada, educada e exercitada; pois os homens devem fazer serviço para Deus por maneiras que não se acham em harmonia com sua inata inclinação. Muitas vezes devem o preparo e a educação de toda uma existência ser rejeitados a fim de que a pessoa se torne discípula na escola de Cristo. O coração deve ser educado a firmar-se em Deus. Adultos e jovens precisam formar hábitos de pensamento que os habilitem a resistir à tentação. Cumpre-lhes aprender a olhar para o alto. Os princípios da Palavra de Deus – princípios tão elevados como o céu e que abrangem a eternidade – devem ser compreendidos em sua relação para com a vida diária. Todo ato, palavra e pensamento devem estar em harmonia com esses princípios” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 20).

“Se desenvolvermos a mente ao máximo de nossa capacidade, havemos de continuar, através da eternidade, a estudar os caminhos e obras de Deus, e conhecer mais e mais a Seu respeito” (Ibid., p. 252).

“Todos quantos se acham sob as instruções de Deus precisam da hora tranqüila para comunhão com o próprio coração, com a natureza e com Deus. ... Devemos, individualmente, ouvi-Lo falar ao coração. Quando todas as outras vozes silenciam e, em sossego, esperamos diante dEle, o silêncio interior torna mais distinta a voz de Deus. Ele nos manda: ‘Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus’” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 58).

Marielet Joy M. Murillo | Antipolo, Filipinas

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