quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Imoralidade na Fronteira - 09/12/09 a 12/12/09

Quarta, 9 de dezembro

Evidência

Transformados pela contemplação


O livro de Números começa com a ordem do Senhor para que se contem os israelitas segundo suas tribos, em preparo para a ocupação de Canaã. Alguns dos pontos altos desse livro incluem a sondagem da terra prometida pelos 12 espias, a rebelião de Corá, Datã e Abirão, a imoralidade sexual de Israel e o episódio das serpentes abrasadoras. Nesta semana, estamos nos concentrando na prostituição de Israel com os moabitas.

Embora a história do pecado dos israelitas em Sitim tenha acontecido muito tempo atrás, podemos aprender com as falhas deles nas fronteiras da terra prometida, porque estamos nas fronteiras da Canaã celestial. Satanás infelizmente foi bem-sucedido em impedir que os israelitas entrassem na terra prometida, levando-os a cometer atos sexuais imorais com os moabitas. Da mesma forma, os adventistas hoje enfrentam o perigo de serem levados a cometer pecados que podem impedi-los de entrar no Céu.

No acampamento de Sitim, somente o rio Jordão estava entre os israelitas e Canaã. A certeza da presença de Deus estava com eles na forma de uma coluna de nuvem de dia e de fogo à noite. Então, por que eles não tiveram fé para atravessar o rio?

1. Estavam vivendo uma vida de “comodidade e segurança exterior” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 459). “Negligenciaram a oração, e acariciaram um espírito de confiança em si próprios” (Ibid.).

2. Entraram em íntima amizade com os povos vizinhos, o que acabou enfraquecendo sua moralidade e fazendo com que caíssem.

O povo de Deus está enfrentando perigos semelhantes hoje. Muitos dos sinais que apontam para o breve retorno do Senhor já foram e estão sendo cumpridos. O que mais precisamos para começar a estudar e orar? Nem sempre estamos cientes do perigo que Satanás coloca diante de nós. Portanto, nunca podemos confiar em nós mesmos (1Co 10:12). Jesus, contudo, prometeu segurança àqueles que vigiarem e orarem (Mt 26:41). Haverá um dia em que Deus destruirá o pecado e os que se apegarem a ele. Seu amor, contudo, circundará aqueles que aceitaram Seu dom de salvação. Oremos, então, sem cessar (1Ts 5:17).

Mãos à Bíblia

5. Que episódio ilustra o grau de apostasia a que haviam chegado os israelitas? Nm 25:6-18. Como podemos entender o que se passou? Que lições podemos tirar dessa história?

Tudo nos leva a crer que o israelita Zinri estava mantendo relação sexual com a mulher quando Fineias entrou na tenda e atravessou a ambos com uma lança. Isso pode parecer severo, mas pense nas circunstâncias. O acampamento inteiro estava chorando e implorando ao Senhor pelo que estava acontecendo, e esse homem – audaciosa e atrevidamente em seu pecado – levou a mulher midianita ao acampamento diante de todos eles. E, então, a levou para sua tenda e estava mantendo relações sexuais com ela. Enquanto isso, uma praga estava dizimando o acampamento! Ele estava tão enganado, tão consumido pela luxúria, que a visão do acampamento pranteando diante do tabernáculo não o deteve!

Lucile Nonhlanhla Mlalazi | Cidade do Cabo, África do Sul

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Benefícios do sacrifício Expiatório de Cristo - 09/12/2008 a 13/12/2008

Terça, 9 de dezembro
Testemunho
Personalizando os benefícios

4. O que Cristo está fazendo por nós como nosso mediador no Céu? Jo 16:23, 24; At 5:31; Ef 1:3; 2:18; Hb 1:2; 4:16; 13:20, 21

O propósito da ressurreição de Cristo foi Sua entronização como nosso Sumo Sacerdote. Jesus terminou Sua obra sacrifical na cruz e está agora trabalhando como Rei e Sacerdote no santuário celestial. As boas-novas são que Jesus ainda está trabalhando em favor de Seu povo. A restauração final ainda está no futuro; a obra de intercessão de Cristo está levando àquela. Ainda estamos vivendo dentro da história da salvação, entre a ascensão e Sua volta. O tempo entre esses dois eventos é preenchido por Sua intercessão e o cumprimento da missão da igreja.

Nossa condição como cristãos depende da atual obra de ministração de Cristo no segundo compartimento do santuário celestial. A atividade de apresentar nosso caso individual diante de Deus nos torna novamente aceitáveis e bem-vindos diante de Seus olhos. A resposta à obra de mediação se reflete sobre nós, abrindo uma porta para que obtenhamos acesso à graça redentora de Deus. “Os que, pela fé, seguem a Jesus na grande obra da expiação, recebem os benefícios de Sua mediação em seu favor; enquanto os que rejeitam a luz apresentada neste ministério não são por ela beneficiados” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 430).

“A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Pela fé devemos penetrar até o interior do véu, onde nosso Precursor entrou por nós (Hb 6:20). Ali se reflete a luz da cruz do Calvário. Ali podemos obter intuição mais clara dos mistérios da redenção. A salvação do homem se efetua a preço infinito para o Céu; o sacrifício feito é igual aos mais amplos requisitos da violada lei de Deus. Jesus abriu o caminho para o trono do Pai, e por meio de Sua mediação pode ser apresentado a Deus o desejo sincero de todos os que a Ele se chegam pela fé” (Ibid., p. 489).

O dia do Senhor está se aproximando cada vez mais, exigindo vigilância espiritual em todos os momentos. Ao recapitularmos as bênçãos que Deus nos tem conferido, é importante sabermos que “todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão acrescentado ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (Ibid., p. 483).

Silas Onyango |
Ndhiwa, Quênia

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